Julia Cristina de Almeida Mendes

Federal University of Minas Gerais, Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, Brazil

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    ABSTRACT: Colorectal cancer is the second leading cause of cancer-related death. Prevention of colorectal cancer should be achievable by screening programs in asymptomatic patients. To assess the colonoscopic findings in asymptomatic people submitted to screening. A prospective study was undertaken on 153 consecutive asymptomatic people submitted to colonoscopy. Sex, age, previous diseases and familial cases of cancer, as well as tobacco and alcohol ingestion were assessed. Patients with rectal macro- or microscopic bleeding and colorectal diseases were excluded. Bowel preparation, polyps, angioectasias, diverticular disease, inflammation and neoplasm were also verified. Polyps were classified according to their size, number and location. Mean age was 52.5 +/- 11.7 years. Family history for colorectal cancer occurred in 79.8% of individuals. Colonoscopic alterations were detected in 99 individuals: polyps in 64.3%, diverticular disease in 27.9%, inflammatory mucosal alterations in 9.7%, melanosi coli in 2.6% and angioectasias in 7.8%. There were an increasing incidence of polyps in patients older than 50 year. Multivariate logistic regression showed age and sex as predictive factors for polyps (OR = 1.43; 1.19 <OR <2.67). There is a significant incidence of colonoscopic alterations in asymptomatic people submitted to colonoscopy for colorectal cancer screening.
    Full-text · Article · Sep 2009 · Arquivos de gastroenterologia
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    ABSTRACT: CONTEXTO: O câncer colorretal é causa de morte frequente e sua prevenção deve fazer parte dos programas de rastreamento em indivíduos assintomáticos. OBJETIVO: Avaliar os achados colonoscópicos de pessoas assintomáticas submetidas a colonoscopia. MÉTODO: Foram estudados 153 pessoas assintomáticas submetidas a colonoscopia. Sexo, idade, história pregressa e familiar, tabagismo e etilismo foram avaliados. Indivíduos com hematoquesia macro ou microscópica e os com doença colorretal foram excluídos. Preparo intestinal, presença de pólipos, angioectasias, doença diverticular, processo inflamatório e neoplasia foram investigados. Os pólipos foram classificados de acordo com seu tamanho, número e localização. RESULTADOS: A idade média foi de 52,47 ± 11,64 anos. História familiar de câncer colorretal foi verificada em 20,2% dos indivíduos. Alterações colonoscópicas foram verificadas em 99 indivíduos: pólipos em 64,28%, doença diverticular em 27,92%, alterações inflamatórias em 9,74%, melanose colônica em 2,6% e angioectasias em 7,8%. Houve incidência maior de pólipos em indivíduos acima de 50 anos. A análise de regressão logística mostrou a idade e sexo como fatores preditores para a presença de pólipos (RR = 1,69; 1,23 <RR <2,51). CONCLUSÃO: Existe significativa incidência de alterações colonoscópicas em pessoas assintomáticas submetidas a colonoscopia para rastreamento de câncer colorretal.
    Full-text · Article · Sep 2009 · Arquivos de Gastroenterologia