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Estruturas de Governança - Capital Social e Custos de Transação

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Estruturas de Governança é um livro que traduz reflexões sobre aspectos sociais da economia. Seu texto provém de uma monografia aprovada em 2009, ano em que o respectivo tema foi contemplado no Prêmio Nobel de Economia, dividido entre Oliver Williamson e Elinor Ostrom. É um tema antigo e cada vez mais atual. A relevância de atenção aos aspectos humanos e sociais está premente em instituições públicas e particulares. Esta obra passeia por pensamentos filosóficos sobre a validade de métodos científicos e a possibilidade de comparar teorias distintas, a fim de usufruir de complementaridades. Neste sentido, devemos sempre retornar a Adam Smith, que já reconhecia a influência de aspectos sociais sobre a economia. Nesta análise, evidenciamos a contribuição de Francis Fukuyama, que dissertou em seu livro “CONFIANÇA” sobre aspectos inerentes à sociabilidade espontânea e ao desejo de reconhecimento. Estes aspectos, são relevantes para entender o capital social, elemento indispensável para a economia dos custos de transação. Em síntese, este livro discorre sobre a convergência entre as abordagens de Oliver Williamson sobre os custos de transação e de Francis Fukuyama sobre o capital social, ambos os conceitos, centrais para o entendimento sobre estruturas de governança. Mais Informações: https://jhonathan.com.br/mod/page/view.php?id=19
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Resumo A epistemologia de Imre Lakatos-metodologia dos programas de pesquisa-é apresentada. Um programa de pesquisa constitui-se de um núcleo firme (conjunto de hipóteses ou teoria irrefutável por decisão dos cientistas), de uma heurística que instrui os cientistas a modificar o cinturão protetor (conjunto de hipóteses auxiliares e métodos observacionais) de modo a adequar o programa aos fatos. Um programa é progressivo quando prevê fatos novos e alguma destas previsões é corroborada; ele é regressivo quando não prevê fatos novos, ou, os prevendo, não são corroborados. A história da ciência é a história dos programas em concorrência; as chamadas revoluções científicas constituem-se em um processo racional de superação de um programa por outro. Implicações da epistemologia de Lakatos e Popper-ambos racionalistas críticos-para o ensino de ciências são discutidas.
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A Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser (FEE) tem estimulado e apoiado as iniciati-vas de aprimoramento técnico e acadêmico de seus pesquisadores. Dentro dessa perspectiva, a titulação representa a elevação do patamar de competência do corpo técnico e, também, um elemento estratégico frente às exigências institucionais que se colocam no campo da produção de conhecimento. Na última década, o esforço coletivo da FEE tem se direcionado para o doutorado. A série que agora se inicia foi criada para divulgar as teses de Doutorado produzidas pelos pesquisadores da FEE.
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RESUMO Esse artigo apresenta algumas implicações da teoria dos custos de transação, desenvolvida, ainda que não exclusivamente, por O. Williamson, para as políticas de defesa da concorrência. Tradicionalmente, as políticas antitruste foram erguidas a partir de uma abordagem que privelegia a dimensão tecnológica e suas determinações sobre a conduta e a performance das firmas. Entretanto, uma visão distinta pode ser derivada da abordagem institucionalista, baseada na comparação das diversas formas organizacionais e suas respectivas capacidades em economizar custos de transação. Do ponto de vista das políticas de defesa de concorrência, essa visão implica a complexificação do arcabouço teórico e analítico empregado no exame das consequências sociais das estratégias empresariais privadas. 1 Introdução O objetivo desse artigo é examinar, criticamente, as implicações da existência de custos de transações sobre a política de defesa da concorrência. Tradicionalmente, essas políticas tem como base normativa os modelos de estrutura-conduta-desempenho desenvolvidos a partir dos anos 50 pela escola de Havard, cuja enfase * Professor das Faculdades Cândido Mendes-Ipanema e Doutorando pelo IE da UFRJ.
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O texto apresenta uma an�lise do discurso de Oliver Williamson, concentrando-se na negocia��o de certos conceitos e premissas e em como Williamson ajustou o progresso de sua abordagem aos moldes institucionais de diferentes audi�ncias. Dados de cita��es aos trabalhos de Williamson ajudam a corroborar a an�lise ret�rica.
Lógica da Ação Coletiva, Instituições e Crescimento Econômico: Uma Resenha Temática sobre a
  • Maria Araujo
  • D ' Celina
  • Social
  • Janeiro Rio De
ARAUJO, Maria Celina D'. Capital Social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003. BUENO, Newton P. (2004). Lógica da Ação Coletiva, Instituições e Crescimento Econômico: Uma Resenha Temática sobre a Nova Economia Institucional. Economia -Revista da Anpec, Brasília, v. 5, n. 2. 361-420, jul./dez. 2004.
O que é ciência? Paper publicado on-line pelo Departamento de Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
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CHIBENI, Silvio S. (2002). O que é ciência? Paper publicado on-line pelo Departamento de Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Disponível em: http://www.unicamp.br/~chibeni/texdid/ciencia.pdf. Acesso em: 22 nov. 2009.
Confiança: as virtudes sociais e a criação da prosperidade
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A evolução das instituições: uma agenda para pesquisa teórica futura
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A estrutura das revoluções científicas . 9
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Aportes da Economia Evolucionista e da Nova Economia Institucional na Constituição de Arranjos Institucionais de Pesquisa
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VEBLEN, Thorstein (1983). A teoria da classe ociosa: um estudo econômico das instituições. São Paulo: Abril Cultural (Coleção os Economistas). Tradução do original:
Thorstein (1899) The theory of the leisure class
  • Veblen
Veblen, Thorstein (1899) The theory of the leisure class. New York: The Viking Press.