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Projeto de Testes Gratuitos e Abertos do LAICO: Teste de Velocidade Perceptiva 3 da
BAFACALO
Cristiano Mauro Assis Gomes
Diogo Ferreira do Nascimento
Jhonys de Araujo
Universidade Federal de Minas Gerais
Laboratório de Investigação da Arquitetura Cognitiva (LAICO)
O Teste de Velocidade Perceptiva 3 é um marcador da habilidade cognitiva de alta-ordem de
rapidez cognitiva e do fator geral de inteligência do modelo Cattell-Horn-Carroll (CHC) de
inteligência. O teste é composto de 48 itens e o respondente tem o tempo máximo de 1 minuto e meio
para executá-lo. Cada item apresenta uma figura de referência e cinco figuras como alternativas de
resposta. A tarefa do respondente é identificar qual das cinco alternativas de resposta do item é igual
à figura de referência e fazer uma marcação sobre ela. O teste pode ser aplicado em pessoas com pelo
menos o ensino fundamental II incompleto.
O Teste de Velocidade Perceptiva 3 é um dos testes da Bateria de Fatores Cognitivos de Alta-
Ordem (BAFACALO), uma bateria brasileira de testes de inteligência criada no Laboratório de
Investigação da Arquitetura Cognitiva (LAICO), a partir da experiência do primeiro autor com a
adaptação de 45 testes de inteligência do Educational Test Service (Gomes, 2005), para a mensuração
do fator geral e seis habilidades cognitivas de alta-ordem do modelo CHC (Golino & Gomes, 2014b).
A BAFACALO apresenta evidências de validade interna (Gomes, 2010b, 2011b, 2012b; Gomes &
Borges, 2009b, 2009c) e validade externa (Alves, Flores, Gomes, & Golino, 2012; Golino, Andrade,
& Gomes, 2014; Gomes, 2010a; Gomes & Golino, 2012a, 2012c; Gomes, Golino, & Menezes, 2014).
Além de desenvolver testes de inteligência, o LAICO produz trabalhos que envolvem o estudo
da validade e a construção de instrumentos psicoeducacionais (Costa, Gomes, Fleith, 2017; Golino
& Gomes, 2011; Golino & Gomes, 2012; Golino & Gomes, 2019; Golino, Gomes, & Commons,
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Miller, 2014; Gomes, 2010c, 2011a, 2013; Gomes, Araujo, & Jelihovschi, 2020; Gomes & Borges,
2007; Gomes & Borges, 2008a; Gomes & Gjikuria, 2018; Gomes & Golino, 2014; Gomes & Golino,
Pinheiro, Miranda, Soares, 2011; Gomes & Linhares, 2018; Gomes, Linhares, Jelihovschi, Rodrigues,
2021; Gomes, Marques, 2016; Gomes, Marques, Golino, 2014; Rodrigues, Gomes, 2020; Silveira ,
Gomes, 2014; Silveira, Gomes, Golino, 2012) e de personalidade (Gomes, 2012a; Gomes & Golino,
2012b; Pinheiro, Gomes, & Braga, 2009)
O LAICO produz trabalhos que contemplam variados campos da psicologia (Alves, Gomes,
Martins, & Almeida, 2016, 2017, 2018; Cardoso, Seabra, Gomes, & Fonseca, 2019; Casanova,
Gomes, Bernardo, Núñez, & Almeida, 2021; Costa, Gomes, Andrade, & Samulski, 2012; Dias et al.,
2015; Fleith et. al 2020; Fleith & Gomes, 2019; Fleith, Gomes, Marinho-Araujo, & Almeida, 2020;
Gomes, 2007a, 2007b, 2020b; Gomes, Araujo, Nascimento, & Jelihovisch, 2018; Gomes & Borges,
2008c, 2009a; Gomes, Golino, Santos, & Ferreira, 2014; Gomes, Quadros, Araujo, & Jelihovschi,
2020; Gomes & Nascimento, 2021; Laros, Valentini, Gomes, & Andrade, 2014; Martins, Gomes,
Alves, & Almeida, 2018; Mecca et al., 2015; Monteiro, Almeida, Gomes, & Sinval, 2020; Pazeto,
Dias, Gomes, & Seabra, 2019, 2020; Pereira, Golino & Gomes, 2019; Pires & Gomes, 2017, 2018;
Reppold et al., 2015; Ricci, Gomes, Nico, & Seabra, 2020; Rosário, Gomes, & Loureiro, 2019), mas
também contribui metodologicamente para estudos em outras áreas de conhecimento (André, Gomes,
& Loureiro, 2016, 2017, 2018, 2020a, 2020b, 2020c; Gomes & Borges, 2008b; Moura, Gomes, Blanc,
Mesquita, & Ferreira, 2014; Rosa et al., 2013; Sampaio, Loureiro & Gomes, 2015).
O LAICO tem desenvolvido uma tradição em aplicar diversos métodos quantitativos
avançados, ou pouco aplicados, para o estudo de construtos psicológicos: análise de árvore (Gomes
& Almeida, 2017; Gomes, Amantes, & Jelihovschi, 2020; Gomes, Fleith, Marinho-Araujo, & Rabelo,
2020; Gomes & Jelihovschi, 2020; Gomes, Lemos, & Jelihovschi, 2020), random forest (Golino &
Gomes, 2014a; 2014c, 2016), uso do ômega em modelos bifatoriais para investigar a confiabilidade
real dos fatores (Gomes, Golino & Peres, 2018, 2020; Valentini et al., 2015), modelamento por
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equação estrutural exploratório (Gomes, Almeida, & Núñez, 2017; Gomes & Gjikuria, 2017), uso de
modelos bifatoriais para investigar a validade verdadeira de fatores específicos (Gomes, Golino &
Peres, 2016; Muniz, Pasian, & Gomes, 2016), uso de direct acyclic graphics (Gomes, Nascimento,
& Peres, 2019), análise de invariância (Matos, Brown, Gomes, 2019), análise Rasch e a
problematização do desafio da medida verdadeira (Gauer, Gomes, & Haase, 2010; Golino & Gomes,
2015; Golino, Gomes, Amantes, & Coelho, 2015), análise de modelo escondido de Markov (Gomes,
Golino, & Costa, 2013), análise de ponto de mudança (Gomes & Jelihovschi, 2016), análise
intraindividual (Gomes, de Araújo, Ferreira, & Golino, 2014; Gomes & Golino, 2015; Jelihovschi &
Gomes, 2019; Ferreira & Gomes, 2017), séries temporais (Gomes & Valentini, 2019), análise de
perfil latente (Araujo, Gomes, Almeida, & Núñez, 2018) e tamanho de efeito (Gomes, 2020a).
Em 2021, o LAICO iniciou um projeto de disponibilização de seus testes para fins de pesquisa
e ensino (Gomes & Nascimento, 2021a; 2021b, 2021c, 2021d, 2021e, 2021f, 2021g, 2021h, 2021j,
2021k, 2021l, 2021m; Gomes, Nascimento, & Araujo 2021). Os testes são gratuitos, podem ser
usados por qualquer pessoa sem qualquer custo, e são abertos, ou seja, podem ser usados ou
modificados conforme o interesse do pesquisador. A única solicitação é que aqueles que decidam
fazer uso integral ou parcial dos testes disponibilizados reconheçam a fonte de origem dos testes ou
itens utilizados por meio de citações. O leitor interessado poderá ter acesso aos trabalhos do LAICO
no final deste documento. O Teste de Velocidade Perceptiva 3 e seu gabarito são apresentados
em seguida.
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Identificação: _____________________________________________________________
TESTE DE VELOCIDADE PERCEPTIVA 3 P3
Quão rápido você consegue comparar um objeto com o seu semelhante? Este é um teste sobre
a sua habilidade de identificar o objeto correto, o mais rápido possível. À esquerda de cada fila há um
objeto. À direita há cinco objetos, e um deles é idêntico ao objeto da esquerda. Olhe o exemplo abaixo:
O quinto objeto foi marcado com um X, pois ele é o mesmo objeto da esquerda.
Pratique com os problemas abaixo. Marque-os tão rápido quanto puder:
Sua performance neste teste será determinada pelo número de objetos marcados
corretamente. Trabalhe tão rápido quanto puder, sem sacrificar a precisão.
Você terá 1 minuto e meio para realizar o teste.
NÃO VIRE ESTA PÁGINA ATÉ QUE LHE SEJA SOLICITADO
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Página 2
(1 minuto e meio)
PARA A PRÓXIMA COLUNA PARA A PRÓXIMA PÁGINA
6
Página 3
(continuação)
VÁ PARA A PRÓXIMA COLUNA PARE AQUI.
NÃO VÁ PARA OUTRO TESTE ATÉ QUE LHE SEJA SOLICITADO
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GABARITO
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Trabalho elaborado para o Exame de Qualificação de Doutoramento do Programa de pós-graduação de Neurociências da Universidade Federal de Minas Gerais
Thesis
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The development of performance-based tests is a relevant agenda for metacognition studies, since it reduces biases present in conventional measures, allowing the acquisition of new evidence regarding the quality of empirical identification and validation of metacognitive components. The Meta-Text, a test designed to assess the components of cognition regulation through the respondent performance, brought significant contribution to the analysis of the validity of these metacognitive components. However, it is necessary to retest the initial evidence using a larger and more diverse sample. Therefore, the aim of this study is to analyze the structural validation of the Meta-Text in a larger and more diverse sample, incorporating a new set of participants to the original sample. The complete sample consists of 1046 university students and graduates from Honduras and Brazil. Different models were tested using item confirmatory factor analysis. The results indicated that the bifactorial model (CFI=0.981; RMSEA=0.035) best represents the factorial structure of the Meta-Text. This model assumes that both the cognition regulation domain and the specific metacognitive abilities, such as planning, judgment and monitoring directly explain people's performance on the test items. Furthermore, the model factors showed statistically significant variance, which is relevant for analyzing the validity of the metacognitive components themselves. The results indicate that the previous evidence was influenced by sample characteristics, such as size and homogeneity. By including a new sample, evidence is observed to support the validity of all metacognition components analyzed and corroborate with what is suggested by the area of metacognitive studies.
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A inteligência artificial é um tema que fascina o ser humano. Com o desenvolvimento dos computadores nos anos de 1940 a 1960, foram surgindo propostas para se criar agentes virtuais inteligentes. Diferentemente de um mero banco de dados sobre determinado conhecimento, o agente inteligente, ou inteligência artificial, possui uma série de algoritmos que o permite interagir com o seu conhecimento prévio, de forma a gerar novos conhecimentos. É possível identificar agentes inteligentes em muitas áreas. Na área da medicina, por exemplo, eles são capazes de fornecer diagnósticos bastante sofisticados. De um ponto de vista ideal, a inteligência artificial pode ser uma grande parceira do ser humano e não seu substituto. Até relativamente pouco tempo, as inteligências artificiais eram muito caras ou restritas a certas práticas. No entanto, esse cenário vem mudando de forma relevante e, talvez, em relativamente pouco tempo estaremos usando a inteligência artificial para melhorar nossas práticas profissionais. No que diz respeito à psicometria, os agentes inteligentes têm o potencial de auxiliar o psicometrista em uma série de práticas da área. Nesta apresentação, mostrarei uma prática psicométrica auxiliada por um agente inteligente de fácil acesso para um conjunto vasto de pessoas, o ChatGPT. A despeito de ser ainda um agente em fase beta, ou seja, ainda em “crescimento”, ele demonstra pleno potencial e nos permite vislumbrar o que poderá vir a ser em um futuro relativamente próximo.
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A teoria das abordagens de aprendizagem afirma que os estudantes interagem de forma superficial ou profunda com o conteúdo de ensino. Aqueles que adotam a abordagem profunda apresentam motivação intrínseca e usam estratégias cognitivas que favorecem a integração dos conhecimentos. Já os que adotam a abordagem superficial se motivam de forma extrínseca e usam estratégias de aprendizagem mecânica. Por isso, os alunos de abordagem profunda aprendem melhor. As evidências sobre as abordagens de aprendizagem têm sido sustentadas por medidas de testes baseados em autorrelato, os quais são suscetíveis a vieses que prejudicam a medida desses construtos e suas evidências. Diante dessa limitação, o Teste Abordagem-em-Processo Versão 2 foi criado para medir as abordagens do aluno pelo seu desempenho. Por meio de seis itens abertos, o teste demanda ao aluno desempenhar seis comportamentos de abordagem profunda no contexto da aprendizagem de um conteúdo de ensino. As respostas aos itens abertos são corrigidas pelo professor por intermédio do Guia de Correção do Teste Abordagem-em-Processo Versão 2. Esse guia é composto por cinco seções que devem ser preenchidas pelo professor, com a finalidade de auxiliá-lo na aplicação e correção do teste. No guia, o professor define o conteúdo de ensino envolvido na aplicação do teste, nomeia os conceitos fundamentais do conteúdo, apresenta a estrutura conceitual, entre outros elementos pedagógicos importantes. Por isso, o guia tem sido utilizado complementarmente como uma ferramenta de reflexão da prática pedagógica. Neste trabalho, o template do Guia de Correção é apresentado e suas seções são comentadas.
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A teoria das abordagens de aprendizagem distingue duas formas fundamentais de construção de conhecimento. A abordagem superficial, baseada em memorização sem construção de significado, e a abordagem profunda, voltada à construção de conhecimento integrado e consistente. As primeiras avaliações das abordagens de aprendizagem utilizavam o método fenomenográfico, que exigia análise qualitativa por juízes. Com o desenvolvimento do campo, os questionários de autorrelato passaram a ser adotados. Apesar dos avanços proporcionados por ambas as metodologias, elas ocasionam vieses que prejudicam a avaliação das abordagens. O uso de testes baseados em desempenho é uma alternativa para avaliar as abordagens sem os vieses do método fenomenográfico e do autorrelato. Por essa razão, o Laboratório de Investigação da Arquitetura Cognitiva (LAICO) iniciou uma agenda de desenvolvimento de testes baseados em desempenho para mensurar as abordagens. O Teste Abordagem-em-Processo Versão 2 é o mais recente dessa agenda, sendo desenvolvido para o próprio professor avaliar as abordagens de seus alunos em relação a um conteúdo específico. A medida baseada em desempenho do Teste Abordagem-em-Processo Versão 2 é feita por meio de itens abertos e o Guia de Correção foi criado para orientar o professor na avaliação desses itens. Embora o Guia de Correção tenha sido aplicado previamente em disciplinas universitárias, ainda não foi utilizado em conteúdos do ensino médio. O Ministério da Educação do Brasil propôs recentemente uma reforma educacional chamada Novo Ensino Médio, visando criar um ambiente de ensino adequado às necessidades dos estudantes e promover uma aprendizagem de melhor qualidade. A aplicação do Teste Abordagem-em-Processo Versão 2 é relevante nesse contexto, pois poderia ser utilizada para avaliar se a qualidade do aprendizado dos estudantes corresponde às expectativas da reforma. Nesse sentido, este artigo apresenta o preenchimento completo do Guia de Correção do Teste Abordagem-em-Processo Versão2 no conteúdo “A adolescência como construção social” da disciplina Projeto de Vida do 1º ano do ensino médio em uma escola pública estadual de Minas Gerais, Brasil.
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p>A teoria das abordagens de aprendizagem define duas formas distintas de interação do sujeito com os objetos de conhecimento: abordagem profunda e abordagem superficial. Essa teoria tem proporcionado contribuições relevantes para a área da educação, como por exemplo predizer o desempenho acadêmico e auxiliar o professor em suas práticas pedagógicas a fim de melhorar o processo de aprendizagem do estudante. Embora diversas contribuições tenham sido proporcionadas pela teoria das abordagens de aprendizagem, existe uma limitação que precisa ser superada para o seu desenvolvimento. Até muito recentemente, pelo que sabemos, as medidas das abordagens eram produzidas exclusivamente por instrumentos baseados em autorrelato. O Teste Abordagem-em-Processo (Versão 2) é parte da agenda do Laboratório de Investigação da Arquitetura Cognitiva (LAICO) de elaboração de testes baseados em desempenho para a medida das abordagens de aprendizagem. Este teste avalia de forma inédita as abordagens por meio da performance do estudante ao aprender determinado conteúdo escolar/acadêmico. O teste possui seis questões com um item aberto por questão. Esse item é o que avalia as abordagens por meio do desempenho. Um Guia de Correção dos itens abertos foi criado no LAICO com o objetivo de nortear a correção desses itens pelo professor. Alguns trabalhos já apresentaram o Guia de Correção aplicado a alguns conteúdos universitários, mas nenhum deles em conteúdos da disciplina de Física do Ensino Médio. Neste artigo, será apresentada a aplicação do Guia de Correção no conteúdo corrente elétrica da disciplina Física do Ensino Médio. Nesta apresentação, mostramos que o Teste Abordagem-em-Processo (Versão 2) pode ser aplicado no conteúdo corrente elétrica e possivelmente em todos os conteúdos de Física do Ensino Médio. Ademais, mostramos que o preenchimento do Guia de Correção pela professora foi um momento de reflexão e autoavaliação sobre suas práticas pedagógicas. The theory of learning approaches defines two distinct forms of interaction between the subject and objects of knowledge: deep approach and superficial approach. This theory has provided relevant contributions to the field of education, such as predicting academic performance and helping teachers in their pedagogical practices in order to improve the student's learning process. Although several contributions have been provided by the theory of learning approaches, there is a limitation that needs to be overcome for its development. Until very recently, as far as we know, measures of approaches were produced exclusively by instruments based on self-report. The Approach-in-Process Test (Version 2) is part of the Cognitive Architecture Research Laboratory's (LAICO) agenda of designing performance-based tests to measure learning approaches. This performance-based test evaluates in an unprecedented way approaches through student performance when learning certain school/academic content. The test has six questions with one open item per question. This item is what evaluates the approaches through performance. A Correction Guide for open items was created at LAICO with the objective of guiding the correction of these items by the teacher. Some works have already presented the Correction Guide applied to some higher education contents, but none of them in contents of the subject of High School Physics. In this article, the application of the Correction Guide will be presented in the electric current content of the High School Physics discipline. In this presentation, we show that the Approach-in-Process Test (Version 2) can be applied to the electrical current content and possibly to all High School Physics content. In addition, we show that the completion of the Correction Guide by the teacher was a moment of reflection and self-assessment about her pedagogical practices. Article visualizations: </p
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The field of learning approach studies measures its constructs exclusively using self-report instruments. Recently created, SLAT-Thinking is the first test to measure performance approaches in a task that requires the respondent to identify the author's thinking in a given text. This paper presents the first evidence on the structural validity of SLAT-Thinking. A sample of 622 higher education students was randomly divided into training sample and test sample. Two models were tested in the training sample through confirmatory factor analysis of items, resulting in a final model. This model presented configural, metric, and scalar invariance when comparing the training and test sample. The results indicate that SLAT-Thinking reliably measures three levels of learning approaches: superficial, intermediate-deep, deep. The measurement of levels generates information not previously identified by the area, bringing conceptual implications for the construct.
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Students' Approaches to Learning is an important theory in Educational Psychology that investigates the interaction of students with objects of knowledge and how this interaction affects learning outcomes. Recently, the Students' Learning Approach Test (SLAT-Thinking) was proposed as a pioneer methodology to investigate approaches to learning through performance in a given task. Nevertheless, this test has presented some issues regarding the high probably of answering correctly by chance. This paper presents a new version of this performance test, SLAT-Thinking 2. This new version solves the aforementioned issues, adds a theoretical framework to explain the incorrect answers given by respondents, and presents two test forms. This study presents the content validity of SLAT-Thinking 2, which is the first step to investigate the test validity. The analysis was performed by nine judges, four of which with an Educational Psychology background. It led to changes in the wording of the test instructions, wording of the two texts given in the test task, wording of three items, wording of the response options of four items, and to the change of one answer key. This analysis certified the content validity of the new version of the test, which it is expected to become a useful tool for researchers and practitioners.