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Escola e Comunidade: o difícil jogo da participação

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Abstract

Este capítulo trada das relações entre a comunidade escolar e a comunidade naqual ela está inserida. Pensar as dinâmicas intra-escolares e aquelas que se estabelecem entre escola-comunidade e comunidade-escola é um desafio fundamenta para garantir um modelo educacional que supere as barreiras estre esses dois polos e possibilite um modelo edicativo inclusivo, diverso e libertado para estudantes e para a sociedade.
... Também refletimos sobre a necessidade de produção de energia sustentável que permita a perpetuação da vida em nossos dias e também para as gerações futuras. Consideramos que tal debate é de crucial importância na formação profissional de nível médio, possui ampla aderência e capilaridade, possibilitando discussões interdisciplinares que articulem planos de trabalho docentes de diversos componentes curriculares (Silva & Ansara, 2014). ...
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A utilização de energia hidráulica para tracionar atividades humanas não é um assunto do contemporâneo. Os primeiros moinhos movidos a água, datam do século II a.C. Nos dias de hoje, o aproveitamento da energia das águas é buscado visando produzir energia elétrica. Trataremos aqui de duas maneiras de produzir energias limpas e renováveis por meio dos oceanos: maremotriz e ondomotriz. Nosso objetivo geral é abordar tópicos interdisciplinares dessas fontes energéticas. Esse trabalho foi produzido no contexto de um grupo de trabalho visando cumprir uma atividade solicitada pelo Curso de Formação Pedagógica Para Educação Profissional De Nível Médio, do Centro Paula Souza. Organizamos nas referências, todos os materiais consultados e produzimos uma narrativa de história em quadrinhos como material de apoio, visando possibilitar que atividades em sala de aula possam vir a ser produzidas por outros professores. Assim, pensamos ser possível amplificar as discussões aqui apresentadas para explanações acerca de componentes curriculares variados, relacionadas por exemplo às políticas públicas, legislação, sustentabilidade, meio ambiente, etc. Por isso, esperamos que as discussões aqui empreendidas não se encerrem nessas linhas, mas, que a partir delas, multipliquem-se.
... Quem sabe o debate sobre o tema gênero diga algo sobre a melhora das relações entre os atores sociais envolvidos no processo educativo e sobre a apropria inserção da universidade na comunidade onde está inserida. Mas esse jogo mais participativo que democratiza a educação é difícil e demanda maior abertura a igual maneira que ocorre nos outros níveis educacionais (Silva 2007;Silva & Ansara, 2014). Gênero, raça e orientação sexual são elementos que afrontam conservadorismos (D'Addio & Silva, 2012) e necessitam ser melhor abordados na educação superior. ...
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O presente artigo propõe uma reflexão acerca da importância da institucionalização da discussão de gênero no interior das universidades, a partir de um levantamento da ocorrência do termo “gênero” nos títulos e ementas das disciplinas que compõem as grades curriculares dos cursos de graduação em Psicologia da cidade de São Paulo. As universidades gozam de autonomia didático-científica, e pressupõe-se que sejam agentes de desenvolvimento social, estimulando a construçãode um pensamento e conhecimento crítico-reflexivos. Constatou-se que, mesmo com políticas e diretrizes que definem a inclusão da discussão de gênero nos currículos, a quase ausência de disciplinas com o termo “gênero” em seus títulos ou ementas indica que tal debate não está instituído nos cursos de Psicologia da cidade de São Paulo.
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