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Vitex Agnus-castus l., Oenothera biennis l., Curcuma longa l., como tratamento alternativo na síndrome da tensão pré-menstrual (tpm)

Authors:

Abstract

A Síndrome da Tensão Pré-Menstrual (TPM) é um conjunto de sinais e sintomas que ocorrem ciclicamente relacionados com a menstruação, apresentando intensidade suficiente para interferir na vida social e profissional de muitas mulheres. Com base nisso, a popularidade das terapias complementares/alternativas tem crescido nos últimos anos. A fitoterapia tem sido umas dessas terapias alternativas que busca minimizar os efeitos dos sintomas da TPM e tem sido o tratamento preferido das mulheres por reduzirem os efeitos colaterais se comparados aos tratamentos farmacológicos. O presente estudo tem como objetivo rever a literatura sobre o uso de fitoterápicos na TPM como recurso terapêutico no alívio dos sintomas físicos e psicológicos. O levantamento bibliográfico foi conduzido a partir de artigos publicados sobre o assunto nos bancos de dados online. Em geral, estudos mostraram que Vitex agnus-castus L., Oenothera biennis L. e Curcuma longa L. atuam, por meios diferentes, no alivio aos sintomas da TPM. Assim, verificou-se que a fitoterapia é um método eficaz e seguro para o tratamento, alivio e melhora da qualidade de vida das mulheres que sofrem de TPM.
ISSN 2595-0584 - V.2 N.2
Maio 2019 - pag. 86 - 91
Revista eletrônica
Brazilian Journal of Natural Sciences www.bjns.com.br
Brazilian Journal of Natural Sciences
1Nutricionista, especialista em nutrição clínica funcional e nutrição esportiva funcional.
2Farmacêutico-bioquímico com ênfase em alimentos, mestre em farmacologia, doutor em ciências da saúde.
Autores: Karin Alessandra Honorato1,A , Rogério da Silva Veiga2
VITEX AGNUS-CASTUS L., OENOTHERA BIENNIS L., CURCUMA LONGA
L. COMO TRATAMENTO ALTERNATIVO NA SÍNDROME DA TENSÃO
PRÉ-MENSTRUAL (TPM)
Resumo
A Síndrome da Tensão Pré-Menstrual (TPM) é um conjunto de sinais e sin-
tomas que ocorrem ciclicamente relacionados com a menstruação, apresen-
tando intensidade suciente para interferir na vida social e prossional de
muitas mulheres. Com base nisso, a popularidade das terapias complemen-
tares/alternativas tem crescido nos últimos anos. A toterapia tem sido umas
dessas terapias alternativas que busca minimizar os efeitos dos sintomas da
TPM e tem sido o tratamento preferido das mulheres por reduzirem os efei-
tos colaterais se comparados aos tratamentos farmacológicos. O presente
estudo tem como objetivo rever a literatura sobre o uso de toterápicos na
TPM como recurso terapêutico no alívio dos sintomas físicos e psicológicos.
O levantamento bibliográco foi conduzido a partir de artigos publicados
sobre o assunto nos bancos de dados online. Em geral, estudos mostraram
que Vitex agnus-castus L., Oenothera biennis L. e Curcuma longa L. atuam,
por meios diferentes, no alivio aos sintomas da TPM. Assim, vericou-se
que a toterapia é um método ecaz e seguro para o tratamento, alivio e
melhora da qualidade de vida das mulheres que sofrem de TPM.
Palavras-chave: tensão pré-menstrual; toterapia; terapia alternativa.
Abstract
Premenstrual Tension Syndrome (PMTS) is a set of signs and symptoms
that occur cyclically related to menstruation, presenting enough intensity
to interfere in the social and professional life of many women. Based on
Artigo de revisão
Palavras Chave:
tensão pré-menstrual;
toterapia; terapia alter-
nativa.
Keywords:
premenstrual tension
syndrome; phytotherapy;
alternative therapy.
Informações do artigo
Article ID
AAutor correspondente:
Karin Als. Honorato: e-mail: karin@clinicatrinutrix.com.br - https://orcid.org/0000-0002-6800-9832
DOI: https://doi.org/10.31415/bjns.v2i2.54 - Artigo recebido em: 03 de abril de 2019; aceito em 22 de abril de 2019; pu-
blicado em 29 de maio de 2019. Brazilian Journal of Natural Sciences, Vol. 2, N.2, maio 2019. Disponível online a partir de
29 de maio de 2019, ISSN 2595–0584. www.bjns.com.br - Todos os autores contribuíram igualmente com o artigo. Este
é um artigo de acesso aberto sob a licença CC - BY: http://creativecommons.org/licenses/by/4.0
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Honorato, K.A. - Braz. J. Nat. Sci. - revista eletrônica ISSN: 2595-0584 - V.2 - N.2.
this, the popularity of complementary / alternative therapies has grown in
recent years. Phytotherapy has been one of those alternative therapies that
seeks to minimize the eects of PMTS symptoms and has been the preferred
treatment of women for reducing side eects compared to pharmacological
treatments. e present study aims to review the literature on the use of
herbal medicines in PMTS as a therapeutic resource in the relief of physical
and psychological symptoms. e bibliographic survey was conducted from
articles published on the subject in online databases. In general, studies have
shown that Vitex agnus-castus L., Oenothera biennis L. and Curcuma longa
L. act by dierent means to relieve symptoms of PMTS. us, it has been
found that phytotherapy is an eective and safe method for the treatment,
relief and improvement of the quality of life of women suering from PMTS.
Introdução
O uso de plantas medicinais no processo de pre-
venção e tratamento de diversas doenças é uma práti-
ca que acompanha a humanidade desde o seu começo
(OLIVEIRA et. al., 2017). As propriedades terapêuti-
cas de determinadas plantas foram descobertas e pro-
pagadas de geração a geração resultando na grande
disseminação do uso das mesmas (SANTOS, LOPES,
2015; OLIVEIRA et. al., 2017). Com base nisso, a -
toterapia é o método que baseia a cura ou prevenção
de doenças a partir do uso do principio ativo extraído
de plantas medicinais em associação com os cuidados
necessários (OLIVEIRA et. al., 2017).
As oportunidades para a identicação de produtos
com possível utilização farmacêutica aumentam com
a diversidade das espécies. As plantas constituem um
verdadeiro tesouro verde porque carregam os deno-
minados princípios ativos, preparados pela enge-
nharia química da natureza em milhões de anos de
eventos. O controle e o conhecimento desse tesouro
são hoje motivo de grande importância tanto para os
curandeiros quanto para os grandes laboratórios far-
macêuticos (SANTOS, LOPES, 2015).
Atualmente há um crescimento na busca e na in-
tensicação do uso de plantas pela população, com
ns medicinais. Em consequência disso, um cres-
cimento também da toterapia (SANTOS, LOPES,
2015). Ela tem se tornado um método de tratamento
alternativo comum para muitas doenças que além de
mais econômico é também um método com menos
efeitos colaterais do que os fármacos (MALEKI-SA-
GHOONI et. al., 2018; DELARAM, 2014).
Os toterápicos têm sido relatados como méto-
do ecaz no tratamento da síndrome da tensão pré-
menstrual (DELARAM, 2014). Apesar dos muitos
tratamentos farmacológicos, muitas mulheres prefe-
rem abordagens não farmacêuticas incluindo mudan-
ças na dieta, exercícios, terapia cognitiva comporta-
mental e a medicina alternativa (JANG, KIM, CHOI,
2014). A tensão pré-menstrual (TPM) é um dos pro-
blemas mais comuns entre as mulheres em idade re-
produtiva e é considerada um transtorno biológico
psico-endócrino (DELARAM, 2014). A TPM refere-
se a um conjunto de sintomas psicológicos e físicos
(MALEKI-SAGHOONI et. al., 2018) que comprome-
tem a vida social, prossional e familiar das mulheres
acometidas por ela (SANTOS, LOPES, 2015).
Neste contexto, este trabalho tem como objetivo
realizar uma investigação sistemática dos toterápi-
cos que fazem parte do arsenal terapêutico utilizado
para o tratamento da tensão pré-menstrual.
Material e método
Esta pesquisa foi realizada através de revisão bi-
bliográca de artigos publicados no período de 2013
a 2018, disponíveis nas bases de dados Pubmed, Pe-
riodicos Capes, Google acadêmico utilizando-se
os termos em inglês para busca de palavras chaves:
“Phytotherapy”, “phytotherapy and premenstrual syn-
drome, “premenstrual syndrome”, “Agnus castus and
premenstrual syndrome, “Agnus castus”,primrose
oil”, “primrose oil and premenstrual syndrome, “Oe-
nothera biennis L., “Curcuma longa”, Curcuma longa
and premenstrual syndrome,“Curcumin.
Discussão
Síndrome da Tensão Pré-Menstrual
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A Síndrome Pré-Menstrual (SPM), também co-
nhecida como tensão pré-menstrual (TPM) é um
transtorno biológico psico-endócrino (DELARAM,
2014) que atinge muitas mulheres, tornando-se um
incômodo para a maioria delas em sua fase reproduti-
va. A etiologia desse transtorno é multifatorial. Causas
precisas e a inuência da hereditariedade ainda são
desconhecidas e ainda não sucientemente explora-
das. Algumas pesquisas sobre as causas da TPM mos-
tram complexos mecanismos envolvendo hormônios
ovarianos, opióides endógenos, neurotransmissores,
prostaglandinas, sistema nervoso autônomo, sistema
endócrino, entre outros (SANTOS, LOPES, 2015).
Os sintomas da TPM, que podem ser psicológicos
e físicos, surgem entre 10 a 14 dias antes da mens-
truação, desaparecendo no inicio do uxo menstrual
(SANTOS, LOPES, 2015). Até 25% das mulheres re-
latam sintomas de moderados a graves. Aproxima-
damente 5% relatam sintomas graves (JANG, KIM,
CHOI, 2014). Os sintomas psicológicos incluem an-
siedade, depressão, irritabilidade, nervosismo, choro,
falta de concentração, agressão e tendências suicidas.
Alguns dos sintomas físicos são dores de cabeça, in-
chaço abdominal, sensibilidade nos seios, dores mus-
culares e articulações, fadiga e mudança de apetite
(DELARAM, 2014).
Os tratamentos convencionais, como intervenções
hormonais e antidepressivos sintéticos, não são as op-
ções preferidas para várias mulheres. Sendo assim, as
mulheres recorrem frequentemente a medicamentos
complementares para estas e outras preocupações re-
lacionadas com a saúde reprodutiva (VAN DIE, et. al.,
2013). Tratamentos não farmacológicos incluem mu-
dança nos hábitos alimentares, redução do consumo
de sal e gordura animal, exercício, redução do estresse
(DELARAM, 2014), além do tratamento alternativo
que inclui a toterapia.
Muitas pesquisas têm sido realizadas para inves-
tigar os efeitos dos toterápicos para o tratamento da
TMP (MALEKI-SAGHOONI et. al., 2018; SANTOS,
LOPES, 2015; JANG, KIM, CHOI, 2014; DELARAM,
2014; SAKI et. al., 2014).
O uso de toterápicos na Síndrome da Tensão
Pré-Menstrual (TPM)
Vitex agnus-castus L.
Vitex agnus-castus L. (Lamiaceae), é originalmente
nativa do Mediterrâneo, sendo popularmente conhe-
cida como agno-casto, árvore-da-castidade, alecrim-
de-angola, cordeiro-casto, or-da-castidade. A parte
utilizada são as folhas e os frutos, que se utiliza popu-
larmente na forma de chá para o tratamento da TPM,
menopausa e como anafrodisíaco (SANTOS, LOPES,
2015). Além disso, é empregado para uma variedade
de outros distúrbios reprodutivos femininos (RA-
FIEIAN-KOPAEI, MOVAHEDI, 2017; VAN DIE, et.
al., 2013), como para aliviar a menstruação, o contro-
le do sangramento de miomas uterinos, síndrome do
ovário policístico e mulheres com enxaqueca (VAN
DIE, et. al., 2013).
A Associação de Prossionais da Saúde Reproduti-
va recomenda V. agnus-castus L. para o tratamento da
TPM (ASSOCIATION OF REPRODUCTIVE HEAL-
TH PROFESSIONALS, 2018). Seu extrato tem se mos-
trado ecaz, seguro e bem tolerado em mulheres com
síndrome pré-menstrual (RAFIEIAN-KOPAEI, MO-
VAHEDI, 2017). Essa ecácia é fortemente apoiada
por evidências de múltiplos ensaios clínicos (HESKES
et. al., 2018). Seus princípios ativos são óleos essen-
ciais, avonoides e glicosídeos iridoides (SANTOS,
LOPES, 2015). As propriedades farmacológicas de V.
agnus-castus L. são atribuídas à presença de ligantes
de dopamina, opióides e receptores de estrogênio que
estão envolvidos na modulação dos níveis hormonais
que afetam a TPM (HESKES et. al., 2018).
O efeito benéco dos extratos de V. agnus-castus
L. no tratamento de sintomas da TPM causou um
crescente interesse na determinação de seus possíveis
mecanismos de ação nos sintomas da TPM (KHALIL-
ZADEH et. al., 2015), porém esses mecanismos ainda
não são bem elucidados (VERKAIK et. al., 2017).
Recentemente, Webster et. al., (2011) relataram
que os efeitos terapêuticos de diferentes frações do
extrato de V. agnus-castus L. são mediados através
da ativação de receptores opióides. Outros estudos in
vitro mostram a ligação de extratos V. agnus-castus
L. ao receptor de dopamina-2, resultando em inibi-
ção da prolactina, ao receptor opióide humano e uma
anidade de ligação seletiva para o receptor de β-es-
trogênio (VERKAIK et. al., 2017). Em um estudo na
Alemanha, foram investigados os casos de TPM em
que o extrato vegetal de V. agnus-castus L. foi utilizado
como método complementar. Outro estudo avaliou
a ecácia V. agnus-castus L. na TPM. Os resultados
mostraram que a planta é muito benéca no trata-
mento de TPM moderada a grave (RAFIEIAN-KO-
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Honorato, K.A. - Braz. J. Nat. Sci. - revista eletrônica ISSN: 2595-0584 - V.2 - N.2.
PAEI, MOVAHEDI, 2017).
Hoje, o V. agnus-castus L. está disponível em
uma variedade de formas farmacêuticas, incluindo
tinturas, extratos líquidos, comprimidos e prepara-
ções homeopáticas, e é comumente usado em todo o
mundo (VAN DIE, et. al., 2013).
Flores de Vitex agnus-castus L., popularmente conhe-
cida como agno-casto, árvore-da-castidade, alecrim-
de-angola, cordeiro-casto, or-da-castidade. Fonte:
Página do Safari Garden1.
1(Disponível em: <https://www.safarigarden.com.br/
muda-de-vitex-agnus-castus> Acesso em: dez. 2018).
Oenothera biennis L. (Óleo de prímula)
A prímula (Oenothera biennis L.) é uma planta
pertencente à família Onagraceae e o seu óleo é obti-
do a partir das sementes (TIMOSZUK, BIELAWSKA,
SKRZYDLEWSKA, 2018).
A planta é nativa da América do Norte e foi intro-
duzida na Europa como planta ornamental (SAN-
TOS, LOPES, 2015).
As sementes contêm dois ácidos graxos essenciais:
ácido linoleico (LA) e ácido gama-linoleico (GLA). O
ácido gama-linoleico (GLA) é um dos ácidos graxos
raros que são encontrados em algumas espécies de
plantas. A prímula é considerada a principal fonte de
GLA (SAKI et. al., 2014). O ácido linoleico e o áci-
do gama-linoleico contribuem para o bom funciona-
mento de muitos tecidos do corpo humano, pois são
precursores de compostos que levam à geração de
eicosanóides anti-inamatórios como, por exemplo,
as prostaglandinas E1 (TIMOSZUK, BIELAWSKA,
SKRZYDLEWSKA, 2018).
Existem evidências que comprovam a eciência
do óleo de prímula na tensão pré-menstrual (TPM)
(SAKI et. al., 2014), pois se presume que a ingestão
de GLA contido no óleo de prímula cause uma res-
posta anti-inamatória, sendo uma consequência do
aumento da síntese da prostaglandina E1 (SAKI et.
al., 2014; CHUNG et. al., 2018). As prostaglandinas
de série E1 exercem efeito regulador dos hormônios
sexuais femininos, estrógenos, progesterona e prolac-
tina (SANTOS, LOPES, 2015).
Os principais sintomas da TPM como irritabilida-
de, dores de cabeça, inchaço de seios, dores e inchaços
abdominais, edema e ganho de peso estão relaciona-
dos a alterações no metabolismo de prostaglandinas.
Portanto, a ingestão de alimentos ricos em GLA, como
o óleo de prímula, auxilia na regulação do metabolis-
mo das prostaglandinas, atenuando os sintomas da
tensão pré-menstrual (SANTOS, LOPES, 2015).
O óleo das sementes de prímula é utilizado em
mais de 30 países como um suplemento nutricional,
contribuindo para uma boa qualidade de vida (SAN-
TOS, LOPES, 2015).
Flores de Oenothera biennis L., popularmente conhe-
cida como prímula. Fonte: Biolib.cz.2
2(Disponível em: <https://www.biolib.cz/en/image/
id74692/> Acesso em: dez. 2018).
Curcuma longa L. (Cúrcuma)
A Curcuma longa L. é uma planta nativa da Ásia,
pertencente à família Zingiberaceae e com o nome co-
mum de açafrão (MOGHADAMTOUSI et. al., 2014).
A curcumina é o extrato e composto ativo derivado
do rizoma da cúrcuma que apresenta cor amarela e é
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usada na forma de pó como agente de coloração e sa-
bor na indústria alimentícia e na toterapia em países
asiáticos há milhares de anos para tratar vômitos, dor
de cabeça, diarreia, etc (KHALAJI et. al., 2018; LIU et.
al., 2018).
Recentemente, estudos farmacológicos revelaram
que a curcumina tem fortes atividades antioxidantes,
antimicrobianas, anti-inamatórias e anticanceríge-
nas. Evidências crescentes mostram que a curcumina
é um produto muito seguro para o ser humano (LIU
et. al., 2018).
É usado extensivamente como um remédio caseiro
para várias doenças, incluindo distúrbios menstruais
(GANGOLLI et. al., 2015). Um estudo revelou que a
curcumina aumenta os níveis de prolactina em mu-
lheres com tensão pré-menstrual (KHALAJI et. al.,
2018). Além disso, atua como um antiespasmódico
reduzindo as cólicas menstruais, também ajuda a re-
gular as atividades do sistema reprodutor feminino,
ajuda a equilibrar os níveis hormonais e a puricar o
útero através da remoção do sangue residual na forma
de menstruação, tratando assim os períodos irregula-
res (GANGOLLI et. al., 2015).
Rizoma Curcuma longa L., popularmente conhecida
como cúrcuma, açafrão. Fonte: Pharmacognosy.3
3(Disponível em: <http://www.epharmacognosy.
com/2012/04/curcuma-root-yujin-curcuma-longa-l.
html> Acesso em: dez. 2018).
Conclusão
A TPM é uma síndrome comum em mulheres na
fase reprodutiva com sintomas psicológicos e físicos
que podem interferir na vida prossional, social e
familiar. Esses sintomas podem ser amenizados com
tratamentos, não somente com os medicamentos
sintéticos e isolados, mas também com tratamentos
alternativos. Os tratamentos alternativos têm sido os
preferidos e mais procurados entre as mulheres que
sofrem desses sintomas. Diante disso, este estudo re-
força a importância dos toterápicos na abordagem
farmacológica desta síndrome.
Os sintomas e a intensidade podem variar muito
de mulher pra mulher e por isso não existe um trata-
mento especico para a TPM. Assim, os toterápicos
assumem relevância com um crescimento em escala
mundial do uso de diferentes extratos vegetais.
Os medicamentos toterápicos utilizados na TPM
apresentam segurança e ecácia no alívio da mens-
truação, dores de cabeça, melhora dos sintomas da
irritabilidade, alívio das dores provocadas por cólicas
e inchaços. No entanto, toterápicos não devem ser
utilizados abusivamente e sem orientação de um pro-
ssional da saúde.
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Background Testicular function is modified by maturational gonadostatic control highly susceptible to negative physiologic niche-altering factors like UV-rays. Objective This study was performed in order to uncover new aspects of Compact Florescent Lamps (CFLs) induced damages on the testicular tissue of rats and evaluating the effect of curcumin on testis of rats after exposure to compact florescent Lamps. Materials and Methods Twenty-four adult male Albino rats were randomly divided into three groups: control group (ethyl oleate 0.2 ml, IP, for 45 days, without CFLs exposure), fluorescent group (ethyl oleate 0.2 ml, IP, daily and treated with 12 hr CFLs exposure for 45 days) and curcumin group (curcumin 20 µ M, IP along with 12 hr CFLs exposure for 45 days). The rats were anesthetized at the end of the experiment. Gonadotropin hormones and prolactin levels were measured; Histopathological and histomorphometrical analysis of the testis was carried out. Results Results of this study showed that CFLs significantly decreased serum levels of follicle stimulating hormone, prolactin, testicular weight, sperm motility, TDI, and SPI. Furthermore, CFLs had no effect on serum levels of luteinizing hormone and sperm count and also, increased abnormal sperm shapes. Our results also showed that curcumin supplementation following CFLs reversed these alterations. Conclusion These results strongly suggest that CFLs severely impairs testis while curcumin as an antioxidant had protective effects on undesirable effects in testis induced by CFLs.
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Vitex agnus-castus L. (Lamiaceae) is a medicinal plant historically used throughout the Mediterranean region to treat menstrual cycle disorders and is still used today as a clinically effective treatment for premenstrual syndrome. The pharmaceutical activity of the plant extract is linked to its ability to lower prolactin levels. This feature has been attributed to the presence of dopaminergic diterpenoids that can bind to dopamine receptors in the pituitary gland. Phytochemical analyses of V. agnus-castus show that it contains an enormous array of structurally related diterpenoids and, as such holds potential as a rich source of new dopaminergic drugs. The present work investigated the localisation and biosynthesis of diterpenoids in V. agnus-castus. With the assistance of matrix assisted laser desorption ionization-mass spectrometry imaging (MALDI-MSI), diterpenoids were localised to trichomes on the surface of fruit and leaves. Analysis of a trichome-specific transcriptome database, coupled with expression studies, identified seven candidate genes involved in diterpenoid biosynthesis: three class II diterpene synthases (diTPSs), three class I diTPSs, and a cytochrome P450 (CYP). Combinatorial assays of the diTPSs resulted in the formation of a range of different diterpenes that can account for several of the backbones of bioactive diterpenoids observed in V. agnus-castus. The identified CYP, VacCYP76BK1, was found to catalyse 16-hydroxylation of the diol-diterpene, peregrinol, to labd-13Z-ene-9,15,16-triol when expressed in Saccharomyces cerevisiae. Notably, this product is a potential intermediate in the biosynthetic pathway towards bioactive furan and lactone containing diterpenoids that are present in this species.
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During their reproductive years about 10% of women experience some kind of symptoms before menstruation (PMS) in a degree that affects their quality of life (QOL). Acupuncture and herbal medicine has been a recent favorable therapeutic approach. Thus we aimed to review the effects of acupuncture and herbal medicine in the past decade as a preceding research in order to further investigate the most effective Korean Medicine treatment for PMS/PMDD. A systematic literature search was conducted using electronic databases on studies published between 2002 and 2012. Our review included randomized controlled clinical trials (RCTs) of acupuncture and herbal medicine for PMS/PMDD. Interventions include acupuncture or herbal medicine. Clinical information including statistical tests was extracted from the articles and summarized in tabular form or in the text. Study outcomes were presented as the rate of improvement (%) and/or end-of-treatment scores. The search yielded 19 studies. In screening the RCTs, 8 studies in acupuncture and 11 studies in herbal medicine that matched the criteria were identified. Different acupuncture techniques including traditional acupuncture, hand acupuncture and moxibustion, and traditional acupuncture technique with auricular points, have been selected for analysis. In herbal medicine, studies on Vitex Agnus castus, Hypericum perforatum, Xiao yao san, Elsholtzia splendens, Cirsium japonicum, and Gingko biloba L. were identified. Experimental groups with Acupuncture and herbal medicine treatment (all herbal medicine except Cirsium japonicum) had significantly improved results regarding PMS/PMDD. Limited evidence supports the efficacy of alternative medicinal interventions such as acupuncture and herbal medicine in controlling premenstrual syndrome and premenstrual dysphoric disorder. Acupuncture and herbal medicine treatments for premenstrual syndrome and premenstrual dysphoric disorder showed a 50% or better reduction of symptoms compared to the initial state. In both acupuncture and herbal medical interventions, there have been no serious adverse events reported, proving the safety of the interventions while most of the interventions provided over 50% relief of symptoms associated with PMS/PMDD. Stricter diagnostic criteria may have excluded many participants from some studies. Also, depending on the severity of symptoms, the rate of improvement in the outcomes of the studies may have greatly differed.
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Objective: The objective is to determine the efficacy, tolerability and acceptability of Vitex agnus castus (VAC) preparations for treatment of premenstrual syndrome. Data sources: All journals in the OVID software from inception to January 2016 were searched, including the Cochrane Central Register of Controlled Trials, MEDLINE, Embase and PsycINFO. Gray literature was searched by Google Scholar and manufacturers of VAC preparations were contacted for information about unpublished trials. STUDY ELIGIBILITY CRITERIA (STUDY DESIGN, POPULATIONS AND INTERVENTIONS): We included randomized controlled trials with VAC in women with premenstrual syndrome (PMS) and/or premenstrual dysphoric disorder with a minimal duration of two menstrual cycles. The eligibility of the manuscripts was assessed by two reviewers independently. Study appraisal and synthesis methods: The data abstracted included characteristics of the study design, characteristics of the patient population, intervention details, type of comparator, method of diagnosis and outcome measures. We adhered to the PRISMA guidelines. Results: We found 17 randomized controlled trials of VAC in the treatment of premenstrual syndrome. Fourteen of these could be included in the quantitative analysis. Thirteen out of fourteen studies with placebo, dietary supplements or herbal preparations as controls reported positive effects of VAC on total PMS symptoms. Unfortunately most of the trials are associated with a high risk of bias. The pooled effect of VAC in placebo-controlled trials was large (Hedges' g: -1.21; 95% CI: -1.53 to -0.88), but heterogeneity was extremely high (I(2)=91%). We were unable to single out factors that could explain this heterogeneity satisfactorily. The funnel plot and Egger's tests suggest the presence of publication bias. Conclusions: Although meta-analysis shows a large pooled effect of VAC in placebo-controlled trials, the high risk of bias, high heterogeneity and the risk of publication bias of the included studies preclude a definitive conclusion. The pooled treatment effects should be viewed as merely explorative and, at best, overestimating the real treatment effect of VAC for PMS symptoms. There is a clear need for high-quality trials of appropriate size examining the effect of standardized extracts of VAC in comparison to placebo, SSRIs and oral contraceptives to establish relative efficacy.
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Vitex agnus-castus (VAC) has been used since ancient Greek times and has been shown clinically to be effective for the treatment of pre-menstrual syndrome. However, its mechanism of action has only been partially determined. Compounds, fractions, and extracts isolated from VAC were used in this study to thoroughly investigate possible opioidergic activity. First, an extract of VAC was found to bind and activate μ- and δ-, but not κ-opioid receptor subtypes (MOR, DOR, and KOR respectively). The extract was then resuspended in 10% methanol and partitioned sequentially with petroleum ether, CHCl(3), and EtOAc to form four fractions including a water fraction. The highest affinity for MOR was concentrated in the CHCl(3) fraction, whereas the highest affinity for DOR was found in the CHCl(3) and EtOAc fractions. The petroleum ether fraction had the highest agonist activity at MOR and DOR. Several flavonoids from VAC were found to bind to both MOR and DOR in a dose-dependent manner; however only casticin, a marker compound for genus Vitex, was found to have agonist activity selective for DOR at high concentrations. These results suggest VAC may exert its therapeutic effects through the activation of MOR, DOR, but not KOR.
Qualitative & quantitative phytochemical assessment of #PPL/2013 capsules -A poly-herbal formulation for gynecological disorders
  • D Gangolli
  • R Rane
  • C Chotalia
  • S Kundalwal
  • K Salkar
  • A Suthar
  • A M Heskes
  • T C M Sundram
  • B A Boughton
  • N B Jensen
  • N Hansen
  • C Crocoll
GANGOLLI, D.; Rane R.; Chotalia C.; Kundalwal S.; Salkar K.; Suthar, A. Qualitative & quantitative phytochemical assessment of #PPL/2013 capsules -A poly-herbal formulation for gynecological disorders. The Pharma Innovation Journal. 2015; 4(2): 77-82. HESKES, A.M.; Sundram, T.C.M.; Boughton, B.A.; Jensen, N.B.; Hansen, N.; Crocoll, C.; Biosynthesis of bioactive diterpenoids in the medicinal plant Vitex agnus-castus. Plant J. 2018 Mar; 93(5): 943-958.
Antinociceptive effects, acute toxicity, and chemical composition of Vitex agnus-castus essential oil
  • E Khalilzadeh
  • Vafaei
  • L Saiah
  • H Hasannejad
  • A Ghaderi
  • S Ghaderi
  • L Hamidian
KHALILZADEH, E.; Vafaei, Saiah L.; Hasannejad, H.; Ghaderi, A.; Ghaderi, S.; Hamidian L. Antinociceptive effects, acute toxicity, and chemical composition of Vitex agnus-castus essential oil. Avicenna J. Phytomed. 2015 May/Jun; 5(3): 218-230.
The effect of primrose oil on the premenstrual syndrome among the female students in Lorestan University of Medical Sciences: A triple blind study
  • Saki M Akbari
  • S Saki
  • M Tarrahi
  • M J Gholami
  • M Pirdadeh
  • S Santos
  • T D Lopes
SAKI. M.; Akbari, S.; Saki, M.; Tarrahi, M.J.; Gholami, M.; Pirdadeh, S. The effect of primrose oil on the premenstrual syndrome among the female students in Lorestan University of Medical Sciences: A triple blind study. JNMS. 2015; 2(1): 20-26. SANTOS, T.D.; Lopes, G.C. Premenstrual syndrome (PMS): phytotherapy evidence based. Rev. Uningá Review. 2015 Nov 14; 24(3): 139-145.
Behboodi Moghadam Z.; Mirzaii Najmabadi K. The Effectiveness and Safety of Iranian Herbal Medicines for Treatment of Premenstrual Syndrome: A Systematic Review. Avicenna
  • Z Liu
  • P Huang
  • L Siukan
  • H Tian
  • W Leung
  • C Xu
  • S N Maleki
  • F Z Karimi
  • S Z Moghadamtousi
  • H A Kadir
  • P Hassandarvish
  • H Tadjique
  • S Abubakar
  • K A Zandi
LIU, Z.; Huang, P.; Siukan, L.; Tian, H.; Leung, W.; Xu, C. Preventive Effect of Curcumin Against Chemotherapy-Induced Side-Effects. Front. Pharmacol. 2018 Nov 27; 9: 1374. MALEKI, S. N.; Karimi, F.Z.; Behboodi Moghadam Z.; Mirzaii Najmabadi K. The Effectiveness and Safety of Iranian Herbal Medicines for Treatment of Premenstrual Syndrome: A Systematic Review. Avicenna J. Phytomed. 2018 Mar/Abr; 8(2): 96-113. MOGHADAMTOUSI, S.Z.; Kadir, H.A.; Hassandarvish, P.; Tadjique, H.; Abubakar, S.; Zandi K. A. Review on Antibacterial, Antiviral, and Antifungal Activity of Curcumin. Biomed Res. Int. 2014 Abr 29;
Systematic Review of Premenstrual, Postmenstrual and Infertility Disorders of Vitex Agnus Castus. Electronic Physician
  • A F P Oliveira
  • I C P Costa
  • C G Andrade
  • Kfo Santos
  • Bkf Anízio
  • F M Brito
OLIVEIRA, A.F.P.; Costa, I.C.P.; Andrade, C.G, Santos KFO, Anízio BKF, Brito FM. Phytotherapy.; Primary care: Study with nurse professionals. Rev. Fund. Care Online. 2017 Abr/Jun; 9(2): 480-487. RAFIEIAN, Kopaei M.; Movahedi, M. Systematic Review of Premenstrual, Postmenstrual and Infertility Disorders of Vitex Agnus Castus. Electronic Physician. 2017 Jan 25; 9(1): 3685-3689.