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The use of Community Therapy as a Strategy for Supporting Students

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The use of Community Therapy as a Strategy for Supporting Students

Abstract

A Terapia Comunitária foi sistematizada a partir de 1987, pelo professor Adalberto Barreto, a partir das demandas e do protagonismo da própria comunidade e do apoio de diferentes atores. Realizada em grupo, uma busca promover e proteger a saúde e auxiliar na recuperação doção emocional, mental, relacional, social e físico. Objetivamos com este trabalhorelatar uma das atividades de extensão da Liga Acadêmica de Saúde Mental Nise da Silveira (LANS), o Grupo de Apoio aos Estudantes (GAES), criado no ano de 2016 na Universidade Federal de Viçosa.O GAES consiste em um grupo de terapia comunitáriamediado por membros acadêmicos da LANS, ocorre em reuniões quinzenais, sendo livre e sempre amigável para que os participantes possamm compartilhar problemas e soluções. Visando uma troca deexperiências ea valorização dos saberes como meios de mobilização de recursos próprios para uma solução de problemas. O GAES resulta em uma criação de uma via de mão dupla, ondeos participantes tenho uma oportunidade de vivenciarem uma troca mútua de experiências, senFaz sensibilizados sobre a importância de respeitar e valorizar os indivíduos dentro do seu contexto integral, proporcionando o desenvolvimento de competências para os discentes, como o planejamento / execução de ações interdisciplinares, trabalho em equipe, comunicação e empatia, ter uma ética e uma responsabilidade social como essencial. Concluímos que o GAEScom um terapia comunitáriatem um grande potencial no ambiente acadêmico,porque contribuiu positivamente para a prevenção e promoção da saúde mental.
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O USO DA TERAPIA COMUNITÁRIA COMO ESTRATÉGIA PARA APOIAR
ESTUDANTES
The use of Community Therapy as a Strategy for Supporting Students
João Vitor ANDRADE
1
Dayse Carvalho ARAÚJO
1
Resumo:
A Terapia Comunitária foi sistematizada a partir de 1987, pelo psiquiatra e professor Adalberto
Barreto, a partir das demandas e do protagonismo da própria comunidade e do apoio de diferentes
atores. Realizada em grupo, a mesma busca promover e proteger a saúde e auxiliar na recuperação
do sofrimento emocional, mental, relacional, social e físico. Objetivamos com esse trabalho
relatar uma das atividades de extensão da Liga Acadêmica de Saúde Mental Nise da Silveira
(LANS), o Grupo de Apoio aos Estudantes (GAES), criado no ano de 2016 na Universidade
Federal de Viçosa. O GAES consiste em um grupo de terapia comunitária, mediado por
acadêmicos membros da LANS, ocorre em reuniões quinzenais, sendo livre e sempre acolhedor
para que os participantes possam compartilhar problemas e soluções. Visando a troca de
experiências e a valorização dos saberes individuais como meios de mobilização de recursos
próprios para a solução de problemas. Do GAES resulta a criação de uma via de mão dupla, onde
os participantes têm a oportunidade de vivenciarem a troca mútua de experiências, sendo
sensibilizados sobre a importância de respeitar e valorizar os indivíduos dentro do seu contexto
integral, proporcionando o desenvolvimento de competências pelos discentes, como o
planejamento/execução de ações interdisciplinares, trabalho em equipe, comunicação e empatia,
tendo a ética e a responsabilidade socio profissional como essenciais. Concluímos que o GAES
com a terapia comunitária tem um grande potencial no ambiente acadêmico, pois contribuiu
positivamente para a prevenção e promoção da saúde mental.
Palavras-chave: Assistência em Saúde Mental. Saúde Mental. Psicoterapia de Grupo.
Abstract:
The Community Therapy was systematized from 1987, by the psychiatrist and professor Prof. Dr.
Adalberto Barreto, based on the demands and protagonism of the community itself and the support
of different actors. Carried out in a group with the purpose of promoting and protecting health and
assisting in the recovery of emotional, mental, relational, social and physical suffering. The purpose
of this paper is to report one of the extension activities of the Academic League of Mental Health
Nise da Silveira (LANS), the Student Support Group (GAES), created in 2016 at the Federal
University of Viçosa. The GAES consists of a group of community therapy, mediated by LANS
member academics, held in biweekly meetings, being free and always welcoming so that
participants can share problems and solutions. Aiming at exchanging experiences and valuing
1
Discente de Enfermagem no Departamento de Medicina e Enfermagem na Universidade Federal de Viçosa, Viçosa -
MG. Pesquisa as temáticas: Saúde Mental, Sofrimento Psíquico e Suicídio na contemporaneidade. E-mail:
jvma100@gmail.com
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individual knowledge as a means of mobilizing resources for solving problems. GAES results in the
creation of a two-way street, where participants have the opportunity to experience mutual
exchange of experiences, being sensitized on the importance of respecting and valuing individuals
within their full context, providing the development of skills by the students , such as the planning /
execution of interdisciplinary actions, teamwork, communication and empathy, with ethics and
socio-professional responsibility as essential. We conclude that GAES with community therapy has
great potential in the academic environment, as it has contributed positively to the prevention and
promotion of mental health.
Keywords: Group Psychotherapy. Mental Health. Mental Health Assistance.
INTRODUÇÃO
As demandas e imposições da vida acadêmica explicitam que o discente universitário,
desde o seu ingresso nas instituições de ensino superior, deve demonstrar recursos emocionais e
cognitivos complexos para a manipulação das demandas desse novo ambiente (CHERNOMAS e
SHAPIRO, 2013). Segundo Aguilar et al (2009), o estudante universitário, principalmente o
inserido na área de saúde, durante suas atividades em ambientes práticos, torna-se cuidador precoce
e, por vezes, depositório de dores, anseios e angústias de familiares e pacientes.
Considerando as elevadas expectativas, as demandas inerentes ao mercado de trabalho e as
aspirações pelo seu futuro profissional e pessoal, comumente se encontra como resultante uma alta
prevalência de problemas psicoafetivos, por vezes desconhecidos (EISENBERG et al. 2007).
Segundo Han (2015), isso é decorrente de termos arraigado em nosso contexto social a violência
neuronal, fazendo com que as pessoas se cobrem cada vez mais. Em busca de resultados, tornando-
as elas mesmas carrascas e vigilantes de suas ações. Essa condição tem gerado um aumento
significativo de doenças como transtornos de personalidade, síndromes como hiperatividade e
burnout e também depressão.
Días e Gómez (2007) consideram que o ambiente acadêmico pode ser estressante quando
não há condições e normas adequadas que permitam o desenvolvimento saudável da socialização e
incentivem a comunicação de alunos com professores, pais, famílias e com a sociedade e suas
relações ambientais. Assim, uma das principais estratégias de enfrentamento do estresse é o suporte
social. Para Feldman e colaboradores (2008), o suporte social pode ocorrer por meio de recursos
que podem ser oferecidos por todos que cercam a pessoa, fornecendo apoio emocional importante e
oportunidade de compartilhar interesses comuns e situações em que o indivíduo se sinta
compreendido e respeitado.
Frente a esse contexto, no ano de 2016 a LANS - Liga Acadêmica de Saúde Mental Nise da
Silveira (Fig.1), composta por discentes e docentes dos cursos de enfermagem e medicina da
Universidade Federal de Viçosa, criou o GAES - Grupo de Apoio aos Estudantes (Fig.2),
constituindo-se como um grupo de terapia comunitária. Esta, é uma técnica sistematizada, que
oportuniza o apoio grupal. A mesma, foi criada em meados dos anos 80, no Nordeste do Brasil, pelo
psiquiatra e professor Adalberto Barreto. Constituindo-se de encontros periódicos, tendo os mesmos
cinco etapas (acolhimento; escolha do tema; contextualização; problematização e encerramento), e é
por meio das demandas e do protagonismo da própria comunidade, que ocorre o apoio de uns
indivíduos para com os outros. Assim, a terapia comunitária se apresenta como uma ótima
ferramenta de promoção e proteção à saúde, auxiliando na recuperação do sofrimento emocional,
mental, relacional, social e físico. Logo o GAES por meio da terapia comunitária constituindo-se
como um espaço de partilha e comunhão de experiências de vida, sendo sustentada na construção de
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Figura 1: Logo da Liga Acadêmica
de Saúde Mental (LANS)
Figura 2: Logo do Grupo de Apoio
aos Estudantes (GAES)
redes sociais solidárias.
OBJETIVO
Relatar uma das atividades de extensão da LANS, o GAES, que foi criado no ano de 2016 na
Universidade Federal da cidade Viçosa em Minas Gerais.
MÉTODO
Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência realizado por integrantes da
LANS. O mesmo versa sobre a experiência do GAES, sendo o mesmo um grupo de terapia
comunitária, mediado pelos nove acadêmicos membros da LANS previamente capacitados e com
supervisão docente.
A capacitação dos acadêmicos mediadores dos encontros do GAES, se deu por meio de seis
reuniões, tendo cada uma destas duas horas de duração. Nas três primeiras reuniões de capacitação,
foi apresentada toda a teoria concernente a terapia comunitária, sendo as mesmas conduzidas por
um médico psiquiatra, com experiência na temática, visto que, durante sua residência e mestrado,
ele esteve envolvido em rodas e grupos de terapia comunitária.
As outras três reuniões de capacitação, constituíram-se em rodas de terapia comunitária.
Estas, foram mediadas por trios de acadêmicos da LANS, sendo os participantes das rodas, os
demais membros da mesma. Durante estas três últimas reuniões, o médico psiquiatra, era
responsável por observar e pontuar as falhas e erros dos mediadores, a fim de proporcionar aos
mesmos uma capacitação efetiva, para no futuro eles fossem capazes conduzir os encontros do
GAES.
Os encontros do GAES, ocorriam três vezes por semana (segunda, quarta e sexta), sendo
que, em cada um destes dias um trio de acadêmicos da LANS era responsável pela mediação.
Destaca-se que visando a criação de vínculo dos mediadores do GAES com os participantes do
mesmo, os participantes deveriam escolher apenas um dia da semana para participarem do GAES.
Assim, a cada semana existiam três itinerários do GAES, sendo estes respectivamente: Grupo1,
Grupo2 e o Grupo3. Cada encontro do GAES, tinha duração média de duas horas, ocorrendo
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normalmente das 18:30 às 20:30.
No total participavam semanalmente do GAES, cerca de 48 estudantes, sendo que em cada
Grupo, havia uma média de 16 indivíduos. Vale destacar que todas as reuniões do GAES eram
abertas, porém a participação e ingresso de novos estudantes era bastante raro. O que de certa forma
auxilia, visto que, na terapia comunitária é fundamental o sentimento de criação de vínculo e de
pertencimento grupal.
Uma informação relevante é que tratando-se de terapia comunitária não existe um consenso
de em que momento os participantes podem deixar de frequentar os encontros, mas em nossa
experiência, percebemos que após seis ou sete encontros os acadêmicos já sentiam-se preparados
para deixar o Grupo, e o que foi fundamental é que os mesmos, sempre faziam convites para seus
pares e explanavam sobre a importância do GAES na melhoria da qualidade de vida deles.
Os encontros do GAES seguiam as etapas da terapia comunitária segundo Barreto (2005) e
as descrições de Jatai e Silva (2012), se desenvolve em cinco etapas, sendo elas respectivamente:
Acolhimento: Nessa etapa, os mediadores do GAES, buscavam propiciar ambientação ao
Grupo, colocando as pessoas bem confortáveis e à vontade, preferencialmente em círculo. Sendo
fundamental neste momento, que o terapeuta comunitário apresente sucintamente o que é a Terapia
Comunitária, discorrendo então suas regras e condições para o bom entrosamento e funcionamento
do grupo.
Escolha do tema: Nessa etapa, os mediadores do GAES, deixavam a fala ficar livre, afim de
que os participantes apresentassem brevemente as situações e os problemas que estavam lhes
ocasionando preocupação. Posteriormente a exposição dos problemas, o Grupo se manifestava
selecionando o tema daquela roda e dizendo resumidamente o motivo da escolha.
Contextualização: Nessa etapa, os mediadores do GAES, solicitavam que a à pessoa cujo
tema fora escolhido, explicitasse detalhadamente a situação ou problema apresentado. Então, a
pessoa em foco detalhava a situação e, nesse momento, todos, inclusive os terapeutas, poderiam
fazer perguntas para esclarecer e clarificar melhor a questão. Perguntas auxiliavam na reordenação
das ideias, quebra das certezas e na criação de disponibilidades para mudanças. Destaca-se que o
terapeuta mediador deve estar atento para extrair dos depoimentos da pessoa escolhida o mote
(pergunta norteadora que permitirá a reflexão coletiva). Basicamente é a remodelação do problema
da dimensão individual para a dimensão grupal. Representa o ponto de interseção entre os
participantes, aquilo que une, solidariza, representa a humanidade interna de cada ser. Assim, no
momento em que o mote era explanado para o grupo tinha-se a fase da Problematização.
Problematização: Nessa etapa, os mediadores do GAES, explanava ao Grupo o mote, e
então, os indivíduos do Grupo quando fossem contribuir, deveriam sempre falar de sua própria
experiência. Assim, o grupo se tornava envolvido com o problema e as alternativas apresentadas
passavam a ser do próprio grupo. Ressaltamos que o importante nessa etapa é que o grupo alcance
uma compreensão diferenciada do problema, podendo segundo Boff (1998), analisar os diferentes
pontos de vista em decorrência das múltiplas vistas de um ponto. Inclusive o próprio indivíduo que
o expôs, pode vê-lo em diferentes vieses e compreensões.
Encerramento: Nessa etapa, os mediadores do GAES, proporcionavam um ambiente de
interiorização e de afetividade, para que participantes se sentissem apoiados. Os mediadores do
GAES, nessa etapa tinham a função de fazer conotações positivas a todos que se expressaram ou
apresentaram seus anseios, ademais os mediadores pediam para que os participantes falassem das
coisas boas que mais lhes tocaram e que os mesmos mais admiraram, durante o encontro. A sessão
da terapia comunitária terminava com os agradecimentos dos mediadores e com convite para os
próximos encontros.
Os encontros do GAES ocorreriam semanalmente, sendo aberto ao público universitário em
geral, constituindo-se como um espaço sempre acolhedor para que os participantes pudessem
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compartilhar problemas e experiências cotidianas, visando a troca de experiências e a valorização
dos saberes individuais como meios de mobilização de recursos próprios para a solução de
problemas.
Ressaltasse que nos encontros do GAES, nunca faltou boniteza, choro, sensibilidade e
múltiplos outros sentimentos, afinal afirmava Merhy (1997), que sendo o processo de cuidado,
uma ação viva e em ato, é impossivel excluir desta, os sentimentos e emoções dos envolvidos.
RESULTADOS
Os principais resultados alcançados, foram: a criação de uma via de mão dupla, onde os
participantes tiveram a oportunidade de vivenciarem a troca mútua de experiências, ressignificando
seu “status quo”, sendo um local que possibilitava a resiliência. Os mediadores do GAES tiveram a
possibilidade de serem sensibilizados sobre a importância de respeitar e valorizar os indivíduos
dentro do seu contexto integral, proporcionando o desenvolvimento de competências pelos mesmos,
como o planejamento/execução de ações interdisciplinares, trabalho em equipe, comunicação e
empatia, tendo a ética e a responsabilidade socioprofissional como essenciais.
Por meio das reuniões do GAES foi perceptível a sensibilização dos participantes quanto à
necessidade de ações que visem a promoção da Saúde Mental dos discentes. Nas reuniões os
participantes foram instigados a participar das discussões, trazendo suas reflexões e experiências
sobre o assunto, o que possibilitou a externalização de anseios e inseguranças referentes ao
momento que estavam vivenciando.
Frente ao exposto, o GAES, sendo uma ação extensionista proporcionada pela LANS,
alcançou o objetivo de extensão, proporcionando aos universitários um ambiente acolhedor e de
partilha, visando um bem-estar comum.
CONCLUSÃO
Concluímos que o GAES com a terapia comunitária tem um grande potencial no ambiente
acadêmico, pois contribuiu positivamente para a prevenção e promoção da saúde mental dos
discentes universitários. Demarcamos que as metodologias utilizadas na condução dos encontros, e
a previa capacitação dos mediadores dos Grupos de terapia comunitária, facilitou todo o processo e
possibilitou o alcance dos objetivos esperados com a atividade.
Ressaltamos que o GAES se impôs como uma poderosa ferramenta para promoção e
prevenção da saúde dos universitários, pois pelo mesmo, ocorreu o acolhimento e o amparo à
muitos estudantes que antes não tinham coragem de se abrirem com seus pares, em decorrência do
medo e do anseio de sofrerem julgamentos. Assim, por meio da presente experiencia, destacamos
que é possível por meio do amparo social proporcionar meios para o próprio individuo formular sua
resiliência e forma de adaptação.
Como desafios e limitações encontradas na presente experiência do GAES, temos a não
mensuração dos benefícios por meio de escalas e questionários, ressalta-se que isso decorre do fato
dos mediadores decidirem não envolver os participantes em nenhuma fora de pesquisa, a fim de não
os expor e nem os fragilizar. E outra limitação é que houve resistência de alguns alunos em fazer
parte de um grupo de terapia comunitária, sendo utilizado por estes argumentos como, a falta de
tempo e o estigma que repercute no meio social em relação a prática, haja vista que é correlacionada
à saúde mental.
Por fim, com o presente esperamos divulgar a LANS, o GAES, bem como um nova forma
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de pensar a saúde mental e o bem-estar dos estudantes universitários, assim esperamos que por meio
do presente seja possível, a construção e ampliação de experiencias como essa, bem como a
formulação de novas propostas afim de combater e minimizar o adoecimento mental de nossos
jovens e adolescentes.
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OBJETIVO: Identificar o perfil sociodemográfico dos acadêmicos de Medicina e avaliar a prevalência de sintomas de estresse nesses estudantes. MÉTODOS: A população estudada respondeu ao Inventário de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL), para identificação de sintomas de estresse e a um questionário sociodemográfico. RESULTADOS: Duzentos estudantes de Medicina, matriculados nos Ciclos Básico ou Clínico da Universidade Federal do Ceará (UFC), foram estudados. Houve predominância do sexo masculino (54,5%), solteiros (100%), naturais de Fortaleza (87%), com idade média de 21 (± 2,3) anos. As alunas apresentaram níveis de sintomas de estresse maiores do que os estudantes homens, representando 30,1% e 19,6%, respectivamente (p < 0,001). A prevalência de sintomas de estresse foi de 49,7%, sendo o quarto semestre o período com níveis mais altos desses sintomas (p = 0,002). CONCLUSÕES: Conclui-se que estudantes de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC) têm níveis de estresse similares àqueles relatados para amostras internacionais.
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