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A Companion to Greco‐Roman and Late Antique Egypt

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No presente artigo, objetivamos compreender a fabricação e o uso dos amuletos no Egito tardio a partir do estudo de um tipo especial de artefato mágico: o anel. Na coletânea conhecida como Papiros Mágicos Gregos, encontramos rituais específicos para a fabricação e a consagração de anéis empregados pelos sacerdotes-magos em práticas de adivinhação, coerção e restrição. Portanto, exploramos neste trabalho não apenas o material utilizado para a produção dos anéis, mas também as expectativas criadas mediante o uso de tais artefatos. Objetivando melhor compreender a fabricação e o uso dos anéis mágicos, aplicamos também o conceito de agência, tendo em vista que tais artefatos devem ser considerados em sua capacidade de materializar ações enquanto suportes de magia, que é o que faz com que pessoas os utilizem por acreditar na capacidade dos amuletos de agir entre elas. A fabricação, o uso e a agência dos amuletos constituíam práticas mágicas cotidianas das comunidades do Egito tardio largamente empregadas para fins curativos, como negociação cultural e na solução de conflitos, o que nos permite observar a riqueza de possibilidades de interpretação dos PGM e da cultura material (de natureza mágica) para o conhecimento dos sistemas mágico-religiosos na Antiguidade Tardia.
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This paper explores the use of the synthesized pigment Egyptian blue in the encaustic and tempera funerary portraits of Graeco-Roman ruled Egypt in the 1st-3rd centuries CE. Recent developments in non-destructive imaging analysis technology have aided research institutions and museums in detecting the presence of this pigment. New questions have arisen based on these findings of Egyptian blue in the depiction of flesh and hair of these subjects, particularly because blue is so rarely used as a standalone pigment in works of this category. These analyses have challenged assumptions that Egyptian blue was a rare and valuable pigment during the Roman era, as well as thoughts that the encaustic funerary portrait had its origins in the Greek tetrachromatic color scheme. In this paper, I will investigate these hypotheses, as well as the possibility that the inclusion of Egyptian blue in flesh and hair of deceased subjects aided them in their journey to the afterlife, citing funerary and mythological beliefs of Greeks and Egyptians alike. Advisor: Michael Hoff
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