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POP 1: Disponibilidade da bridge DICOM - Sistema Catarinense de Telemedicina e Telessaúde

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Abstract

QUAL É O OBJETIVO DESTE POP? O objetivo deste POP é verificar se a bridge DICOM está acessível e com os serviços mínimos de rede devidamente configurados e funcionando. A bridge DICOM é responsável por intermediar a comunicação segura entre os equipamentos de seu estabelecimento de saúdel e o Sistema Integrado Catarinense de Telemedicina e Telessaúde - STT, permitindo o envio automático e seguro de exames ao servidor central do sistema. POR QUE EXISTE ESTE POP? Este POP existe para auxiliar na verificação dos requisitos básicos de comunicação necessários ao funcionamento da bridge DICOM. PARA QUEM SE DESTINA ESTE POP? Este POPse destina a analistas e técnicos de TI responsáveis pela instalalação, configuração e manutenção da bridge DICOM no estabelecimento de saúde. QUANDO ESTE POP DEVE SER SEGUIDO? Este POP deve ser seguido quando o suporte da Central Estadual de Telemedicina reportar problemas de acesso remoto à bridge DICOM.
ISSN 2236-5281
Relatório Técnico
INCoD/TELEMED.10.2018.P
POP 1: Disponibilidade
da bridge
DICOM
Sistema Catarinense de
Telemedicina e Telessaúde
Autores:
Aldo von Wangenheim
Alexandre Savaris
Alexandre Augusto Gimenes Marquez Filho
Miriam Nathalie Fortuna Ferreira
Versão 1.0
Status: Parcial ou Final
Distribuição: Interna ou Externa
NOVEMBRO - 2018
© 2014 INCoD – Instituto Nacional para Convergência Digital
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www.incod.ufsc.br
ISSN 2236-5281
Relatório Técnico do Instituto Nacional para Convergência Digital/
Departamento de Informática e Estatística, Centro Tecnológico,
Universidade Federal de Santa Catarina. -- v.1, n.1 (2011).-- Florianópolis:
INE, UFSC, 2011 - Semestral
Resumo em português
ISSN 2236-5281
1. Convergência digital. 2. Tecnologia da informação.
3. Informática na saúde. 4. Mídia digital I. Universidade Federal
de Santa Catarina. Departamento de Informática e Estatística.
POP 1: Disponibilidade
da bridge
DICOM
Sistema Catarinense de
Telemedicina e Telessaúde
Autores:
Aldo von Wangenheim
Alexandre Savaris
Alexandre Augusto Gimenes Marquez Filho
Miriam Nathalie Fortuna Ferreira
Versão 1.0
Status: Parcial ou Final
Distribuição: Interna ou Externa
NOVEMBRO - 2018
A visão do INCoD – Instituto Nacional
para Convergência Digital – é ser referência
de excelência na pesquisa, validação e
disseminação de tecnologias de serviços,
linguagens e formas de apresentação e
formatação de conteúdo e padrões de
qualidade, usabilidade e comunicação que
suportem a convergência digital, por meio do
desenvolvimento de tecnologias inovadoras e
da formação de prossionais competentes e
empreendedores.
Considerando-se as diferentes plataformas
de veiculação de conteúdo e serviços digitais,
o grau de maturidade e disseminação da
discussão e padronização de modelos de
conteúdo e formas de apresentação de
serviços encontra-se muito diverso e longe
de apresentar um modelo coeso. Assim, para
serviços na Internet essa discussão se encontra
avançada, enquanto que na TVDi a discussão
nos últimos anos esteve centrada em padrões
de transmissão e de middleware.
Entendemos que o grau de maturidade
atingido pelas principais plataformas
tecnológicas, a Internet, a telefonia móvel
de banda larga e a TVDi, é tal, que se pode
iniciar atividades de P&D&I voltadas para o
desenvolvimento e padronização de serviços
e formas de apresentação de conteúdo que
permitam tanto a migração transparente
do usuário entre estas plataformas quanto
facilitem a oferta integrada de serviços para
várias plataformas.
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
Campus Universitário João David Ferreira Lima
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Trindade
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ÍNDICE
POP 1 - DISPONIBILIDADE DE SERVIÇOS NA BRIDGE DICOM ............8
Qual é o objetivo deste POP? ........................................................................................ 8
Por que existe este POP? ............................................................................................... 8
Quando este POP deve ser seguido? ........................................................................... 8
Glossário de termos utilizados neste POp .................................................................. 8
FLUXOGRAMA .......................................................................................9
1. FLUXO PRINCIPAL ...........................................................................10
1.1 - Acessar a bridge DICOM a partir da rede local .................................................. 10
1.2 - Testar comunicação com servidor remoto a partir da
bridge
DICOM .......... 12
1.3 - Testar acesso remoto externo à bridge DICOM ................................................ 13
2. FLUXOS SECUNDÁRIOS ..................................................................14
2.1 - Localizar sicamente a bridge DICOM e vericar se a mesma está ligada e
conectada à rede local .................................................................................................. 14
2.2 - Analisar/congurar o endereço IP e serviços de rede local ............................ 14
2.3 - Contactar o suporte de rede do estabelecimento de saúde para congurar o
acesso a partir da rede local ........................................................................................ 15
2.3 - Ligar a bridge DICOM e conectá-la à rede local ................................................ 16
2.7 - Contactar o suporte de rede do estabelecimento de saúde para congurar a
comunicação com o servidor remoto ......................................................................... 17
2.8 - Analisar/congurar endereço IP, regras de rewall, redirecionamento externo
e VPN ............................................................................................................................... 17
2.9 - Contactar o suporte de rede do estabelecimento de saúde para congurar o
acesso remoto à bridge DICOM ................................................................................... 18
CHECKLIST..... .......................................................................................19
POP 1
Disponibilidade da
bridge
DICOM
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital
8
POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM / Novembro de 2018
POP 1 - DISPONIBILIDADE DA BRIDGE DICOM
QUAL É O OBJETIVO DESTE POP?
O objetivo deste POP é vericar se a bridge DICOM está acessível
e com os serviços mínimos de rede devidamente congurados
e funcionando. A bridge DICOM é responsável por intermediar a
comunicação segura entre os equipamentos de seu estabelecimento
de saúdel e o Sistema Integrado Catarinense de Telemedicina e
Telessaúde - STT, permitindo o envio automático e seguro de exames
ao servidor central do sistema.
POR QUE EXISTE ESTE POP?
Este POP existe para auxiliar na vericação dos requisitos básicos de
comunicação necessários ao funcionamento da bridge DICOM.
PARA QUEM SE DESTINA ESTE POP?
Este POPse destina a analistas e técnicos de TI responsáveis pela
instalalação, conguração e manutenção da bridge DICOM no
estabelecimento de saúde.
QUANDO ESTE POP DEVE SER SEGUIDO?
Este POP deve ser seguido quando o suporte da Central Estadual de
Telemedicina reportar problemas de acesso remoto à bridge DICOM.
GLOSSÁRIO DE TERMOS UTILIZADOS NESTE POP
<ip_local_da_bridge_dicom> Endereço IP da
bridge
DICOM na rede
local do estabelecimento de saúde.
<usuario_adminirador_da_
bridge_dicom>
Usuário disponível na
brigde
DICOM
com privilégios de administrador
<senha_do_usuário_
adminirador_da_bridge_
dicom>
Senha do usuário na
brigde
DICOM
com privilégios de administrador
<ip_do_servidor_remoto> Endereço IP do servidor remoto
utilizado em testes de comunicação
realizados a partir da
bridge
DICOM.
<porta_do_servidor_remoto> Porta do servidor remoto utilizada
em testes de comunicação realizados
a partir da
bridge
DICOM.
<ip_público_da_bridge_
dicom>
Endereço IP público da
bridge
DICOM
utilizado em testes de acesso remoto
externo.
<porta_pública_da_bridge_
dicom>
Porta pública da
bridge
DICOM
utilizada em testes de acesso remoto
externo.
<ip_do_roteador> Endereço IP do roteador ao qual a
bridge
DICOM está conectada no
estabelecimento de saúde
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Novembro de 2018 / POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM
Figura 1 - Fluxograma para vericação da disponibilidade da bridge DICOM.
FLUXOGRAMA
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital
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POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM / Novembro de 2018
Figura 2 - Acesso à bridge DICOM através de conexão de área de trabalho remota.
1.1.3 - Para bridges DICOM instaladas e congurada em servidores
Linux é recomendada a utilização do serviço SSH (Secure Shell)
(vide Figura 3).
1. FLUXO PRINCIPAL
1.1 - ACESSAR A BRIDGE DICOM A PARTIR DA REDE LOCAL
1.1.1 - O acesso à
bridge
DICOM a partir da rede local deve
ser executado utilizando-se de aplicativos que implementam
protocolos de acesso remoto ou soluções próprias fornecidas
pelo suporte de rede do estabelecimento de saúde, a partir de
uma estação disponível na mesma rede.
1.1.2 - Para
bridges
DICOM instaladas e conguradas em
servidores Windows é recomendada a utilização do serviço
nativo disponível no sistema operacional (conexão de área de
trabalho remota), que utiliza o protocolo RDP (Remote Desktop
Protocol) (vide Figura 2)
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital 11
Novembro de 2018 / POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM
Figura 3 - Acesso à bridge DICOM utilizando um cliente SSH.
1.1.4 - Para ambos os tipos de acesso deverão ser fornecidas
as credenciais compostas pelo <usuário_adminirador_da_
bridge_dicom> e pela <senha_do_usuário_adminirador_
da_bridge_dicom> denidas no momento da implantação do
serviço de Telemedicina no estabelecimento de saúde.
1.1.5 - Caso seja possível acessar a bridge DICOM utilizando-se das
especicações anteriores, deve-se seguir para o procedimento
1.2; caso contrário, deve-se seguir para o procedimento 2.1.
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POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM / Novembro de 2018
Figura 5 - Teste de comunicação com servidor remoto utilizando aplicação cliente.
1.2.2 - Caso o teste de comunicação com o servidor remoto
seja bem sucedido utilizando-se das especicações anteriores,
deve-se seguir para o procedimento 1.3; caso contrário, deve-se
seguir para o procedimento 2.6.
1.2 - TESTAR COMUNICAÇÃO COM SERVIDOR REMOTO A
PARTIR DA
BRIDGE
DICOM
1.2.1 - O teste de comunicação com servidor remoto a partir da
bridge
DICOM deve ser realizado com Telnet, um protocolo
genérico para comunicação em redes de computadores. O
mesmo pode ser utilizado a partir da linha de comando/shell
disponibilizado pelo sistema operacional da
bridge
DICOM (vide
Figura 4) ou através de uma aplicação cliente para o protocolo
(vide Figura 5).
Figura 4 - Teste de comunicação com servidor remoto utilizando Telnet via shell.
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Novembro de 2018 / POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM
1.2.2 - Caso o teste de comunicação com o servidor remoto seja
bem sucedido utilizando-se das especicações anteriores, deve-
se seguir para o procedimento 1.3; caso contrário, deve-se seguir
para o procedimento 2.6.
1.3 - TESTAR ACESSO REMOTO EXTERNO À BRIDGE DICOM
1.3.1 - Para estabelecimentos de saúde conectados à rede do
governo do Estado de Santa Catarina, o teste de acesso remoto
externo à
bridge
DICOM é realizado a partir de uma estação
externa à rede local do estabelecimento conectada ao serviço de
VPN do governo.
1.3.2 - Para estabelecimentos de saúde não conectados à rede do
governo do Estado de Santa Catarina, o teste de acesso remoto
externo à
bridge
DICOM é realizado a partir de uma estação
externa à rede local do estabelecimento. Para o acesso remoto
é utilizado um endereço IP público e uma porta de comunicação
fornecidos pelo suporte de rede do estabelecimento, que
também é responsável pela conguração do redirecionamento
da conexão para a
bridge
DICOM no âmbito da rede local.
1.3.3 - O teste de acesso deve ser realizado utilizando-se das
ferramentas, protocolos e credenciais apresentados nos itens
1.1.2, 1.1.3 e 1.1.4, utilizando o <ip_público_da_bridge_
dicom> e a <porta_pública_da_bridge_dicom> em
substituição ao endereço/porta utilizados em rede local.
1.3.4 - Caso o teste de acesso remoto externo seja bem sucedido
utilizando-se das especicações anteriores, o uxo principal
do POP é concluído e a bridge DICOM encontra-se disponível e
acessível; caso contrário, deve-se seguir para o procedimento
2.8.
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital
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POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM / Novembro de 2018
2. FLUXOS SECUNDÁRIOS
2.1 - LOCALIZAR FISICAMENTE A BRIDGE DICOM E VERIFICAR SE
A MESMA ESTÁ LIGADA E CONECTADA À REDE LOCAL
2.1.1 - A bridge DICOM pode estar instalada e congurada em
uma estação de trabalho próxima ao serviço de imagem ou no
Datacenter do estabelecimento de saúde. É necessário localizar o
equipamento utilizado para a instalação e conguração e avaliar
possíveis condições físicas que impeçam a conectividade ou o
acesso à bridge em rede local.
2.1.2 - Para o funcionamento da bridge DICOM é necessária uma
conexão de energia, bem como uma conexão de rede, teclado,
mouse e monitor. Essas conexões deverão ser avaliadas e, se
necessário, reestabelecidas.
2.1.3 - Caso identique-se que a bridge DICOM esteja ligada
e conectada sicamente à rede local, deve-se seguir para
o procedimento 2.2; caso contrário, deve-se seguir para o
procedimento 2.4.
2.2 - ANALISAR/CONFIGURAR O ENDEREÇO IP E SERVIÇOS DE
REDE LOCAL
2.2.1 - A análise do endereço IP da bridge DICOM objetiva vericar
se o endereço previsto está sendo utilizado no equipamento; para
tanto podem ser utilizados os aplicativos ipconfig (Windows)
e ifconfig (Linux) (vide Figura 6), executados em linha de
comando/shell disponibilizado pelo sistema operacional. Caso
identique-se que o endereço não condiz com o previsto, devem
ser feitos ajustes de acordo com a orientação do suporte de rede
do estabelecimento de saúde.
Figura 6 - Exemplo de execução de ipcong (esquerda) e ifcong (direita).
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital 15
Novembro de 2018 / POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM
2.2.2 - O teste de conectividade em rede local objetiva vericar
se a bridge DICOM é capaz de comunicar-se com o roteador da
rede local do estabelecimento de saúde; para tanto deve ser
utilizado o comando ping <ip_do_roteador> (vide Figura
7), executado em linha de comando/shell disponibilizado pelo
sistema operacional. Caso identique-se a falta de conectividade,
devem ser feitos ajustes de acordo com a orientação do suporte
de rede do estabelecimento de saúde.
Figura 7 - Exemplo de execução de ping.
2.2.3 - A vericação de outros serviços de rede (por exemplo:
DHCP e rewall) objetiva avaliar a conguração da bridge DICOM
para o uso efetivo desses serviços (se necessário). Dada a
diversidade de serviços passíveis de serem congurados, é
necessária a orientação do suporte de rede do estabelecimento
de saúde.
2.2.4 - Caso a análise/conguração do endereço IP e serviços
de rede local tenha sido realizada com sucesso, deve-se seguir
para o procedimento 1.1; caso contrário, deve-se seguir para o
procedimento 2.3.
2.3 - CONTACTAR O SUPORTE DE REDE DO ESTABELECIMENTO
DE SAÚDE PARA CONFIGURAR O ACESSO A PARTIR DA
REDE LOCAL
2.3.1 - O contato feito com o suporte de rede do estabelecimento
de saúde visa sanar qualquer problema remanescente da
execução do procedimento 2.2. Devem ser detalhados ao
suporte os procedimentos executados até o momento, bem
como reportada a situação da bridge DICOM com relação à
conectividade e acesso.
2.3.2 - Caso o suporte de rede do estabelecimento de saúde
consiga congurar a bridge DICOM para acesso em rede local,
deve-se seguir para o procedimento 1.1; caso contrário, deve ser
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital
16
POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM / Novembro de 2018
contactado o suporte da Central Estadual de Telemedicina para
providências - detalhando os procedimentos executados até o
momento e reportando a situação da bridge DICOM com relação
à conectividade e acesso.
2.3 - LIGAR A BRIDGE DICOM E CONECTÁ-LA À REDE LOCAL
2.4.1 - A bridge DICOM pode ter sido desconectada da rede
elétrica e/ou da rede local. Se esse for o caso, a mesma deverá
ser reconectada e sua reinicialização acompanhada para a
identicação de possíveis falhas relacionadas ao hardware ou
serviços de rede.
2.4.2 - Caso a bridge DICOM tenha sido conectada à rede elétrica
e/ou rede local e em seguida reinicializada com sucesso, deve-se
seguir para o procedimento 1.1; caso contrário, deve-se seguir
para o procedimento 2.5.
2.5 - ENCAMINHAR A BRIDGE DICOM PARA MANUTENÇÃO
2.5.1 - O encaminhamento da bridge DICOM para manutenção
visa resolver problemas de hardware e software que impeçam
a mesma de ser reinicializada após sua conexão à rede elétrica
e/ou rede local. Devem ser detalhados ao setor responsável do
estabelecimento de saúde ou ao fornecedor autorizado para
manutenção os procedimentos executados até o momento,
bem como reportada a situação do equipamento com relação à
conectividade e acesso.
2.5.2 - Caso a manutenção da bridge DICOM tenha sido realizada
com sucesso, deve-se seguir para o procedimento 1.1; caso
contrário, deve ser contactado o suporte da Central Estadual de
Telemedicina para providências - detalhando os procedimentos
executados até o momento e reportando a situação da bridge
DICOM com relação à conectividade e acesso.
2.6 - ANALISAR / CONFIGURAR ENDEREÇO IP E REGRAS DE
FIREWALL PARA A INTERNET
2.6.1 - A análise do endereço IP, máscara de rede, endereço IP
do roteador e regras de rewall para a bridge DICOM objetiva
vericar congurações que comprometam a comunicação
da mesma com um servidor remoto através da internet.
Podem ser utilizados processos similares àqueles adotados no
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital 17
Novembro de 2018 / POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM
procedimento 2.2.1, assumindo <ip_do_servidor_remoto> e
<porta_do_servidor_remoto> para os testes.
2.6.2 - Faz parte da análise a vericação de possíveis bloqueios de
comunicação relacionados a outros ativos de rede (por exemplo:
rewall, gateway) instalados na rede local do estabelecimento
de saúde. Assim, é importante o acompanhamento por parte
do suporte de rede do estabelecimento durante o processo de
análise, com eventuais intervenções do mesmo no processo de
conguração.
2.6.3 - Caso a análise/conguração tenha sido realizada com
sucesso, deve-se seguir para o procedimento 1.2; caso contrário,
deve-se seguir para o procedimento 2.7.
2.7 - CONTACTAR O SUPORTE DE REDE DO ESTABELECIMENTO
DE SAÚDE PARA CONFIGURAR A COMUNICAÇÃO COM O
SERVIDOR REMOTO
2.7.1 - O contato feito com o suporte de rede do estabelecimento
de saúde visa sanar qualquer problema remanescente da
execução do procedimento 2.6. Devem ser detalhados ao
suporte os procedimentos executados até o momento, bem
como reportada a situação da bridge DICOM com relação à
comunicação com o servidor remoto.
2.7.2 - Caso o suporte de rede do estabelecimento de saúde
consiga congurar a bridge DICOM para comunicação com o
servidor remoto, deve-se seguir para o procedimento 1.2; caso
contrário, deve ser contactado o suporte da Central Estadual de
Telemedicina para providências - detalhando os procedimentos
executados até o momento e reportando a situação da bridge
DICOM com relação à comunicação com o servidor remoto.
2.8 - ANALISAR/CONFIGURAR ENDEREÇO IP, REGRAS DE
FIREWALL, REDIRECIONAMENTO EXTERNO E VPN
2.8.1 - A análise do endereço IP e regras de rewall para a bridge
DICOM objetiva vericar congurações que comprometam
o acesso feito a partir de uma estação externa à rede local do
estabelecimento de saúde à bridge através da internet. Faz
parte da análise a vericação de possíveis redirecionamentos
implementados pelo estabelecimento visando rotear tráfego de
um endereço IP público ao endereço IP da bridge em rede local.
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital
18
POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM / Novembro de 2018
2.8.2 - Para estabelecimentos de saúde conectados à rede do
governo do Estado de Santa Catarina a análise inclui também a
vericação da disponibilidade de VPN, a qual permitirá o acesso
à bridge DICOM utilizando as credenciais de acesso denidas
pelo estabelecimento.
2.8.3 - Caso a análise/conguração tenha sido realizada com
sucesso, deve-se seguir para o procedimento 1.3; caso contrário,
deve-se seguir para o procedimento 2.9.
2.9 - CONTACTAR O SUPORTE DE REDE DO ESTABELECIMENTO
DE SAÚDE PARA CONFIGURAR O ACESSO REMOTO À
BRIDGE DICOM
2.9.1 - O contato feito com o suporte de rede do estabelecimento
de saúde visa sanar qualquer problema remanescente da
execução do procedimento 2.8. Devem ser detalhados ao
suporte os procedimentos executados até o momento, bem
como reportada a situação da bridge DICOM com relação ao
acesso externo.
2.9.2 - Caso o suporte de rede do estabelecimento de saúde
consiga congurar a bridge DICOM para acesso externo, deve-
se seguir para o procedimento 1.3; caso contrário, deve ser
contactado o suporte da Central Estadual de Telemedicina para
providências - detalhando os procedimentos executados até o
momento e reportando a situação da bridge DICOM com relação
ao acesso externo.
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital 19
Novembro de 2018 / POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM
CHECKLIST
Caso haja necessidade de contactar o suporte da Central Estadual de
Telemedicina, o checklist a seguir deverá ser preenchido com o objetivo
de indicar os problemas encontrados na execução do POP.
PROCEDIMENTO OPÇÕES
1.1 a) Acesso à bridge DICOM a partir da rede local realizado
com sucesso.
b) Conexão com serviço de conexão remota não
funcionou.
c) Falhas de autenticação no acesso à bridge DICOM.
d) Não foi possível executar este procedimento.
1.2 a) Validada comunicação com servidor remoto a partir da
bridge DICOM.
b) Teste de comunicação com servidor remoto falhou.
c) Não foi possível executar este procedimento.
1.3 a) Teste de acesso remoto externo funcionou.
b) Teste de acesso remoto externo falhou.
c) Não foi possível executar este procedimento.
2.1 a) Validado que a bridge DICOM está ligada e conectada à
rede local.
b) Vericado que a bridge DICOM não estava ligada.
c) Vericado que a bridge DICOM não estava conectada à
rede local.
d) Não foi possível executar este procedimento.
2.2 a) Validada conguração de endereço IP da bridge
DICOM.
b) Não foi possível vericar o endereço IP da bridge
DICOM.
c) Teste de ping da bridge DICOM para o roteador
funcionou.
d) Validados serviços de rede, com todos funcionando
conforme previsto.
e) Realizadas congurações, mas as falhas continuaram.
f) Não foi possível executar este procedimento.
2.3 a) Suporte de rede do estabelecimento de saúde fez as
adequações necessárias.
b) Suporte de rede do estabelecimento de saúde informa
diculdades em fazer os ajustes.
c) Não foi possível executar este procedimento.
2.4 a) A bridge DICOM foi inicializada.
b) Identicada falha ao inicializar a bridge DICOM.
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital
20
POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM / Novembro de 2018
c) A bridge DICOM foi conectada à rede local.
d) A bridge DICOM foi encaminhada para manutenção.
e) Não foi possível executar este procedimento.
2.5 a) A bridge DICOM foi para manutenção e retornou em
condições de uso.
b) A bridge DICOM foi formatada.
c) A bridge DICOM foi substituída.
d) Não foi possível executar este procedimento.
2.6 a) As congurações de rede foram revisadas.
b) As alterações de rede foram realizadas.
c) Foram realizadas as congurações, mas as falhas
continuaram.
d) Não foi possível executar este procedimento.
2.7 a) Foi vericada a ausência de regra de comunicação da
bridge DICOM para o servidor remoto implementada no
rewall.
b) Foi validada a implementação de regra de
comunicação no rewall.
c) O suporte de rede do estabelecimento de saúde
informa diculdades em executar este procedimento.
d) Não foi possível executar este procedimento.
2.8 a) Feita a revisão de congurações de rede.
b) Alterações nas congurações de rede foram realizadas.
c) Foram executadas as congurações, mas as falhas
continuaram.
d) Não foi possível executar este procedimento.
2.9 a) Foi vericada a ausência de redirecionamento externo
para acesso remoto à bridge DICOM.
b) Foi validado o redirecionamento externo para acesso
remoto a bridge DICOM.
c) Foram conrmados os dados e credenciais para acesso
remoto externo.
d) O suporte de rede do estabelecimento de saúde
informa diculdades em executar este procedimento.
e) Não foi possível executar este procedimento.
INCoD - Instituto Nacional para Convergência Digital 21
Novembro de 2018 / POP 1. Disponibilidade da bridge DICOM
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