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Abstract

Para enfatizarmos os direitos à educação e à infância problematizamos a ampla tendência de conceber currículo na Educação Infantil como prescrição pela seleção de conhecimentos, organizados em áreas disciplinares, propomos destacar a relevância de compreender que ações educativas com bebês e crianças pequenas requerem considerar a especificidade de serem por eles e elas vivido nas suas experiências existenciais de começar-se no mundo comum e na narrativa das mesmas em diferentes dimensões linguageiras. Para contrapor concepções curriculares sustentadas no ensino dos conhecimentos acadêmicos reivindicamos a necessidade de um currículo instituído em linguagens e narrativas, composto por saberes e conhecimentos de distintas ordens. Investimos na proposição de uma instituição educacional com bebês e crianças pequenas discutida e culturalmente partilhada, ou seja, uma instituição aberta às famílias e à sociedade. Uma instituição que tenha como foco as ações e as narrativas lúdicas entre adultos e crianças na qual a opção pedagógica aproxime saberes, linguagens e conhecimentos para constituir campos provocadores que potencializem uma experiência de infância diversificada e alargada no tempo.

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This paper reflects on the process of developing national curriculum guidelines for early childhood from the experience in New Zealand. Developing national curriculum guidelines in New Zealand during 1992 involved accessing current knowledge of child development, of learning, and of international early childhood practice. The development also involved complex interconnections between the nature of early childhood in New Zealand and its history (the setting), the opinions, ideas, and practice of current practitioners (the consultation), and decisions about which framework should be constructed (the model). The latter three aspects of the curriculum development process are the subject of this paper. Four possible models are briefly outlined, and then the New Zealand model is described.*Paper presented at The First Warwick International Early Years Conference University of Warwick 22nd–26th March 1993.
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El propósito de este artículo es repensar la relación entre experiencia y educación, cuando a lo que nos enfrentamos, como lectores, aprendices y educadores, es a una experiencia límite del todo inasimilable al modelo instrumental del lenguaje, que lo define como un mero medio de comunicación entre iguales: el relato testimonial de los supervivientes de los campos, un género literario que constituye el final de la Bildungsroman o novela de formación. Algunas preguntas guían esta tentativa ¿Tiene algún sentido dar a leer e nuestros jóvenes, en el seno del discurso de la sociedad del aprendizaje, donde la crisis de las transmisiones es más que evidente, unos textos que proponen un tipo de transmisión discontinua? ¿Qué tipo de experiencia es la experiencia lectora de esta literatura? ¿Qué experiencia de aprendizaje y transmisión contiene, si goza de alguna?.
Currículo: território em disputa
  • Miguel Arroyo
ARROYO, Miguel. Currículo: território em disputa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
A fome com a vontade de comer: uma proposta curricular de Educação Infan l
  • Monique Deheinzelin
DEHEINZELIN, Monique. A fome com a vontade de comer: uma proposta curricular de Educação Infan l. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
O sen do dos sen dos: a educação (do) sensível. Curi ba: Criar
  • Duarte Jr
  • João-Francisco
DUARTE JR., João-Francisco. O sen do dos sen dos: a educação (do) sensível. Curi ba: Criar, 2001.
As polí cas de currículo e de escolarização
  • Ivor Goodson
GOODSON, Ivor. As polí cas de currículo e de escolarização. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
Revista Brasileira de Educação
  • Jorge Larrosa
  • Lenguaje Y Educación
LARROSA, Jorge. Lenguaje y educación. Revista Brasileira de Educação [online], n. 16, p. 68-80, jan./abr. 2001. Disponível em: <h p://www.scielo.br/pdf/rbedu/n16/n16a07. pdf>. Acesso em: 20 jul. 2016.
Encontros com Sara Paim. São Paulo: Casa do Psicólogo
  • Sonia Parente
  • B A Maria
PARENTE, Sonia Maria B. A. (Org.). Encontros com Sara Paim. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
Arte y crea vidad en Reggio Emilia. El papel de los talleres y sus posibilidades en educación infan l. Madrid: Morata
  • Vea Vecchi
VECCHI, Vea. Arte y crea vidad en Reggio Emilia. El papel de los talleres y sus posibilidades en educación infan l. Madrid: Morata, 2013. Sobre as autoras:
Doutora em Educação. Professora tular do DEE/UFRGS na área da Educação Infan l. E-mail: licabarbosa@ufrgs
  • Maria Carmen Silveira Barbosa
Maria Carmen Silveira Barbosa: Pedagoga. Doutora em Educação. Professora tular do DEE/UFRGS na área da Educação Infan l. E-mail: licabarbosa@ufrgs.br
Licenciada em Educação Ar s ca. Doutora em Educação
  • Sandra Regina Simonis Richter
Sandra Regina Simonis Richter: Licenciada em Educação Ar s ca. Doutora em Educação. Professora do Departamento de Educação e do PPGEDU. E-mail: srichter@unisc.br
O brincar e o currículo ofi cial: de volta ao básico uma visão alterna va
  • A Anning
  • Avril Brock
ANNING, A. O brincar e o currículo ofi cial: de volta ao básico uma visão alterna va. In: BROCK, Avril et al. Brincar: aprendizagem para a vida. Porto Alegre: Artmed, 2009.
A condição humana. 12. ed. rev. Rio de Janeiro: Forense Universitária
  • Hannah Arendt
ARENDT, Hannah. A condição humana. 12. ed. rev. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2014.
Magia e técnica, arte e polí ca: ensaios sobre literatura e história da cultura
  • W Benjamin
BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e polí ca: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1985
Uma história social do conhecimento: de Gutemberg à Diderot
  • Peter Burke
BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento: de Gutemberg à Diderot. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.
A criança e o currículo. Lisboa: Relógio DÁgua
  • John Dewey
DEWEY, John. A escola e a sociedade. A criança e o currículo. Lisboa: Relógio DÁgua, 2002.
Tradução de Mônica Costa Ne o. São Paulo: EXO experimental org
  • Jacques Rancière
RANCIÈRE, Jacques. A par lha do sensível: esté ca e polí ca. Tradução de Mônica Costa Ne o. São Paulo: EXO experimental org/Ed. 34, 2005.
Tempo e narra va. Tradução de Claudia Berliner
  • Paul Ricouer
RICOUER, Paul. Tempo e narra va. Tradução de Claudia Berliner. São Paulo: WMF Mar ns Fontes, 2010. 3 v.
Diálogos com Reggio Emilia. Escutar, inves gar e aprender
  • Carla Rinaldi
RINALDI, Carla. Diálogos com Reggio Emilia. Escutar, inves gar e aprender. São Paulo: Paz e Terra, 2012.