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O artesanato conceitual de Marcos de Sertânia, entalhando a paisagem semiárida

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Em Pernambuco inúmeras comunidades construíram no passar das gerações uma história vinculada ao artesanato. São variadas tipologias e classificações referenciadas pela Base Conceitual do Artesanato Brasileiro, uma das categorias denomina-se: Artesanato Conceitual. Esta, possui representantes prestigiosos chamados de Mestres Artesãos, como Marcos de Sertânia, idealizador de um traço diferenciado e notabilizado internacionalmente. Seus entalhes são representações de paisagens semiáridas com personagens que integram o imaginário cultural de uma região. Neste sentido, o trabalho pretendeu evidenciar particularidades de sua expressão cultural, refletindo sobre suas maneiras de formalizar uma visão de mundo e sua ecologia, através artesanato. Esta pesquisa de cunho qualitativo possui fundamentação teórica obtida mediante pesquisa bibliográfica e para finalização, numa etapa exploratória, agregou informações por meio de entrevista concedida pelo próprio artesão. Constatou-se nesta análise o quanto as questões simbólicas e identitárias permeiam o desenvolvimento do artesanato, e dentro disso, a função de um Mestre presente numa comunidade, atuando em prol da perpetuação de atividades importantes em termos econômicos e culturais. Palavras chave: Mestre artesão, artesanato, expressão cultural. Abstract In the Brazilian state of Pernambuco, many communities had built a history linked to handicrafts generation upon generation. There are some types and classifications referenced by the Base Conceitual do Artesanato Brasileiro (an ordinance, which regulates things related to handicrafts), one of its categories is Artesanato Conceitual (conceptual handicraft). It has prestigious representatives known as master craftsman, like Marcos de Sertânia, creator of a special and impressive trace internationally recognized. His carvings are representations of semi-arid landscapes with characters that become part of the cultural imaginary from this region. Therefore, this paper aimed to emphasize particularities of its cultural expression, thinking about ways of formalizing a worldview and an ecology, by craftsmanship. This qualitative research has theoretical foundations made by bibliographical research and, to conclude, in an exploratory stage, added information using an interview with the mentioned craftsman. It was possible to observe in this analysis how the symbolic and returned issues permeate the handicrafts`handicrafts`development, and inside of it, the function of a master craftsman present in a community, acting for the perpetuation of important activities in economic and cultural terms.
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CAPÍTULO 62
O ARTESANATO CONCEITUAL DE MARCOS DE SERTÂNIA,
ENTALHANDO A PAISAGEM SEMIÁRIDA
THE CONCEPTUAL HANDICRAFT OF MARCOS DE SERTÂNIA,
CARVING THE SEMI-ARID LANDSCAPE
SILVA¹, R.K.A.; SILVA², J.F.
¹kelesrutt@hotmail.com; Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente
PRODEMA/UFPE
Resumo
Em Pernambuco inúmeras comunidades construíram no passar das gerações uma história vinculada ao artesanato.
São variadas tipologias e classificações referenciadas pela Base Conceitual do Artesanato Brasileiro, uma das categorias
denomina-se: Artesanato Conceitual. Esta, possui representantes prestigiosos chamados de Mestres Artesãos, como
Marcos de Sertânia, idealizador de um traço diferenciado e notabilizado internacionalmente. Seus entalhes são
representações de paisagens semiáridas com personagens que integram o imaginário cultural de uma região. Neste
sentido, o trabalho pretendeu evidenciar particularidades de sua expressão cultural, refletindo sobre suas maneiras de
formalizar uma visão de mundo e sua ecologia, através artesanato. Esta pesquisa de cunho qualitativo possui
fundamentação teórica obtida mediante pesquisa bibliográfica e para finalização, numa etapa exploratória, agregou
informações por meio de entrevista concedida pelo próprio artesão. Constatou-se nesta análise o quanto as questões
simbólicas e identitárias permeiam o desenvolvimento do artesanato, e dentro disso, a função de um Mestre presente
numa comunidade, atuando em prol da perpetuação de atividades importantes em termos econômicos e culturais.
Palavras chave: Mestre artesão, artesanato, expressão cultural.
Abstract
In the Brazilian state of Pernambuco, many communities had built a history linked to handicrafts generation upon
generation. There are some types and classifications referenced by the Base Conceitual do Artesanato Brasileiro (an
ordinance, which regulates things related to handicrafts), one of its categories is Artesanato Conceitual (conceptual
handicraft). It has prestigious representatives known as master craftsman, like Marcos de Sertânia, creator of a special
and impressive trace internationally recognized. His carvings are representations of semi-arid landscapes with
characters that become part of the cultural imaginary from this region. Therefore, this paper aimed to emphasize
particularities of its cultural expression, thinking about ways of formalizing a worldview and an ecology, by
craftsmanship. This qualitative research has theoretical foundations made by bibliographical research and, to conclude,
in an exploratory stage, added information using an interview with the mentioned craftsman. It was possible to observe
in this analysis how the symbolic and returned issues permeate the handicrafts` development, and inside of it, the
function of a master craftsman present in a community, acting for the perpetuation of important activities in economic
and cultural terms.
Keywords: Master craftsman, handicrafts, cultural expression.
INTRODUÇÃO
Os produtos artesanais apresentam uma multiplicidade em estilos e formas, funcionalidade,
constituição material, origem e tradição num território, modo de confecção, tempo de finalização e
popularidade. Quer seja um souvenir, um objeto místico/religioso, profano, para brincadeira ou
adorno, fruto de reciclagem, até mesmo para vestimenta, ou para finalidades funcionais, o
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artesanato é uma expressão popular constante na paisagem cultural pernambucana. Reconhecido
como patrimônio cultural, contribui para a conformação de uma identidade geográfica, como
símbolo de resistência nestes tempos de padronização, experimenta a fase de revalorização
simbólica devido às suas singularidades.
Ultrapassando a função utilitária, o artesanato consegue ser percebido em suas dimensões
simbólicas e representativas. Através de técnicas tradicionais específicas, compartilhadas entre
gerações, é atividade financeira que contribui para a manutenção de muitas comunidades na capital
e no interior. Como explica Keller, Noronha e Lima (2011), o setor artesanal integra a Economia da
Cultura, influenciando o desenvolvimento econômico e social em diferentes escalas territoriais e
mantendo o valor cultural dos objetos.
Por certo, atividades artesanais não surgem e prosperam em comunidades por razões
fortuitas, elas são fruto de uma série de influências e interações sociais. É o que ensina Lody (2013),
tratando do artesanato autenticamente brasileiro, nascido e fortificado em meio a componentes
étnico-sociais, graças ao intercâmbio de culturas e povos distintos, entre eles: grupos indígenas,
africanos, mulçumanos, europeus e até mesmo orientais, influenciando as maneiras de fazer e
expressar com as mãos, o artesanato. São tecnologias milenares que fazem parte destes trabalhos no
vasto território brasileiro e que representam o sujeito em seu cenário cultural e ecológico.
Muitas comunidades em Pernambuco construíram ao longo de gerações uma história
vinculada ao artesanato, sendo propícias às investigações geográficas que pretendam perceber as
diferentes repercussões sobre o espaço e as relações que artesãos estabelecem com o meio,
transformando pela técnica, uma matéria-prima em materiais com forma, funcionalidade, sinônimo
de expressão, rentável além de tudo. Um território frutífero neste sentido é o interior pernambucano
e suas comunidades que adotaram estratégias inteligentes de convivência com o ambiente. A
perpetuação destas práticas numa comunidade recebe a contribuição importante dos Mestres
Artesãos.
De acordo com a Base Conceitual do Artesanato Brasileiro, o Mestre Artesão é todo aquele
se notabilizou em seu ofício, legitimado pela comunidade que representa e/ou reconhecido
pela academia, destacando-se através do repasse de conhecimentos fundamentais da sua atividade
para novas gerações oram os Mestres
inventivos notáveis estão: Mestre Vitalino, precursor da arte figurativa em barro; seu conterrâneo
Mestre Galdino (ceramista); Mestre Lula Vassoureiro, que apesar do nome é famoso por
impulsionar a arte das carnavalescas máscaras de papangu; Mestre Odete a rendeira de Pesqueira;
Dona Rosa dos trabalhos em tecido de origem francesa de nome frivolités; J. Borges das
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xilogravuras internacionalmente conhecidas e Marcos de Sertânia das esculturas alongadas,
representante da nova geração.
Este último, desenvolve um estilo concebido como Artesanato Conceitual, uma categoria
diferenciada, na qual Mestres Artesãos se destacam pela inovação e traços que individualizam suas
respectivas produções. Neste sentido, ao que se percebe, há uma autenticidade estética nos entalhes
deste sertaniense e uma nítida habilidade de representar em suas criações o cotidiano do sertanejo e
a melancolia das paisagens secas (ver figura 1, adiante), um ambiente que também é seu. Pretende-
se, portanto, evidenciar particularidades da expressão cultural deste Mestre e sua identidade,
refletindo sobre os aspectos ecológicos presentes em seus entalhes.
METODOLOGIA
Esta pesquisa é de cunho qualitativo e fruto de levantamento bibliográfico e pesquisa
exploratória. Para sua finalização, primeiramente, buscou-se informações em acervos bibliográficos
e em plataformas de interesse científico, tais como: SCIELO Brazil (Scientific Electronic Library
Online), Portal de Periódicos da CAPES, Google Acadêmico e Portal Domínio Público, coletando
material atualizado e que dialoga com a temática da pesquisa, construindo um acervo
interdisciplinar. A pesquisa exploratória, propiciadora de uma visão mais aproximada sobre o objeto
pesquisado, recomendada especialmente para temas pouco explorados (GIL, 2008), constituiu uma
fase indispensável para coleta e análise de dados. Pois, durante o campo, em municípios
pernambucanos e em especial no âmbito de feiras artesanais é que se pôde coletar informações úteis
ao desenvolvimento da pesquisa e ao estabelecimento de contato com o Mestre em questão, o qual
concedeu entrevista favorecendo o entendimento sobre sua expressividade famosa
internacionalmente.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Há detalhes presentes nos trabalhos manuais que são impossíveis de serem reproduzidos
mecanicamente. Como explica Richard Sennett (2003), a perícia artesanal origina produtos
primorosos, pelos artífices que apresentam a qualidade do engajamento. O acabamento notável
provém de uma habilidade artesanal em alto grau desenvolvida. Existem pessoas, portanto, que
conseguem [...] uma
crescente noção de valor e de sent (Lody, op. cit., p. 5,11).
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C
B
A
D
Neste sentido, com madeira própria da vegetação que circundava sua comunidade, ainda criança,
com sua família, Marcos de Sertânia se engajou na atividade artesanal de entalhar madeira. Desde
sempre pretendeu representar não somente o pesar do sertanejo nas paisagens semiáridas, como
também a força dos seres vivos em sua ecologia, ao que se nota na figura 1. Há homens do campo e
seus cães delgados, unidos num aparente diálogo com a natureza. O sanfoneiro, e seu instrumento
que dá ritmo ao estilo musical característico da região Nordeste - o forró, e uma espécie de lagarto
encontrada na caatinga.
Figura 1. A- O cachorro, fiel nas migrações, no repouso e na vigia das crianças, vendido no Centro de Artesanato de
Pernambuco por centenas de reais; B- - O cancioneiro,
representando outro padrão estético desenvolvido pelo Mestre; D-
Nordeste do Brasil. Fonte: A Rutt Keles; B, C e D Marcos de Sertânia (2016).
O nome pelo qual o Mestre é conhecido, demonstra o quanto sua identidade está ligada ao seu
lugar de origem: Marcos de Sertânia. Sua identidade artística se reafirma pela sensibilização das
pessoas ao se depararem com suas projeções. Segundo ele:
me senti personagem, e ouvi declarações de pessoas que se imaginaram em minhas
representações, chorarem. Não é à toa, meu pai era vaqueiro e minha mãe carregava lata
lembra da infância, de onde morava e sente até saudade [...] eu brinco com as formas, mas
sou comprometido com a realidade que componho. Me sinto um artista quando exerço
este trabalho e quando as pessoas entendem o que quero transmitir. (Negrito nosso.)
Depoimento de Marcos Paulo Lau da Costa em entrevista concedida a Rutt Keles A. da Silva. Recife, 05 de setembro de
2016.
Como diz o artesão, é recorrente a emoção que emerge pela leitura de uma representação
inspirada num ambiente sofrido comum e conhecido por muitas pessoas. Nota-se também, pelo
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depoimento, o sentimento forte pela sua identidade e o seu lugar;
Tal identidade é compartilhada e reconhecida por muitos, e o seu lugar
permanecerá presente no imaginário geográfico de toda uma coletividade.
Como diz Maciel (2001), a
humanidade, o que significa dizer que de fato um imaginário geográfico concorrendo para a
(p. 4). Quando o Mestre Artesão diz:
entendem o que q presume-se que entendem por uma possível empatia gerada por
aqueles personagens, quer sejam os agricultores, cancioneiros ou animais. Mas entendem também
por conta de uma provável vivência e/ou sentimentos nostálgicos, a terceira possibilidade é pelo
fato de que estas formas dialogam com um imaginário geográfico, constantemente fortalecido por
meio de representações como esta - de um semiárido castigado, com seres vivos perseverantes e
indivíduos que festejam a cultura de sua terra (imagem C).
O artesanato desempenha um papel sociocultural, tocando o que há de útil e simbólico,
corporifica as marcas do meio ambiente uma ecologia. É nada menos que o testemunho de uma
visão de mundo, uma revelação do que o artesão é, pelo que ele faz, para todos que vivenciam seu
modelo cultural. No que se refere à matéria-prima, esta não se isola nesses resultados, pois também
representa uma predileção, de tratar a madeira ao invés de fiar o algodão, ou trançar fibras naturais,
transformadas pela técnica, envolta em valores simbólicos, incorporando traços de uma identidade
(LODY, op. cit.).
A identidade ou as identidades, são cunhadas no ato de apropriação de algum indivíduo ou
grupo sobre seus próprios valores e manifestações, indissociáveis de sua história, no ciclo
infindável das gerações (BATISTA, 2005). No âmbito da produção artesanal, o que há de mais
comum é a troca de saberes, seja no âmbito familiar, escolar, ou por iniciativas (públicas e privadas)
que se dispõem a mediar certos conhecimentos. Mas são Mestres Artesãos, também atores neste
processo de repasse, ao adquirirem um reconhecimento em escalas mais amplas, notabilizando toda
uma tradição, um saber e um bem comum, que se tornam os porta-vozes de uma identidade e um
grupo cultural.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
As razões que notabilizam um artesanato são quase sempre as mesmas que as conferem
valor: o peso da tradição, a estética das formas, a funcionalidade, o acabamento, a durabilidade, a
singularidade de um objeto não padronizado, feito n
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ou pitoresco presente nas fazes de sua confecção, expressividade cultural das identidades que se
reafirmam; os símbolos de um território.
Existem incontáveis perfis estéticos do artesanato, infinitas técnicas de transformação das
matérias-primas que surgem e permanecem num território por várias razões, uma das principais é a
geração de renda. Para complemento de receitas, em centros urbanos e em especial em áreas
interioranas, com estruturas ambientais desfavoráveis ao desenvolvimento pleno da agricultura, o
artesanato é alternativa. Mas é elemento cultural, constante na paisagem em Pernambucana.
Artesanatos conceituais como os do Mestre Marcos de Sertânia são o testemunho da
habilidade humana de manifestar-se de forma criativa, exibindo a relação entre o homem e sua
ecologia, seu mundo uma cosmovisão. O reconhecimento de suas formas como autênticas, ratifica
que a expressão artesanal não é simples entretenimento visual, é integrante de uma identidade.
AGRADECIMENTOS
Agradecemos ao Laboratório de Estudos sobre Espaço, Cultura e Política- LECgeo e a
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, pelo incentivo à
realização e publicação de trabalhos científicos.
REFERÊNCIAS
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