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«"The gentleman of La Mancha", comedy of three playwrights: Juan de Matos Fragoso, Juan Bautista Diamante and Juan Velez de Guevara», Colóquio Letras, 178, suplemento, Setembro-Dezembro 2011, pp. 87-98

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Abstract

Como es bien sabido, don Quijote de la Mancha ha sido llevado a las tablas en numerosas ocasiones, desde fechas muy cercanas a la publicación de la novela cervantina hasta nuestros días, casi siempre como figura, esto es, como personaje ridículo. El protagonista de El hidalgo de la Mancha, comedia escrita en colaboración por tres ingenios, Juan de Matos Fragoso, Juan Bautista Diamante y Juan Vélez de Guevara, constituye una versión paródica del inmortal personaje cervantino. El texto manuscrito de la fiesta completa (baile, comedia, entremés y fin de fiesta) se conserva en la Oesterreichsche Nationalbibliothek, y existe una edición moderna a cargo de Manuel García Martín (Salamanca, Ediciones Universidad de Salamanca, 1982).
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12; e os trabalhos de Dolores Holgueras, «La comedia burlesca: estado actual de la investigación», Diálogos Hispánicos de Amsterdam
  • Acerca Da Funs Na Comédia Burlesca
  • R Eloy
  • González
Acerca da funs:áo das formas carnavalescas na comédia burlesca, cf. Eloy R. González, «Carnival on the Stage: Céfolo y Poms, comedia burlesca», Bulletin ofthe Comediantes, 30, 1978, p. 3~ 12; e os trabalhos de Dolores Holgueras, «La comedia burlesca: estado actual de la investigación», Diálogos Hispánicos de Amsterdam, 8/Il, 1989, p. 467~80, e-«La comedia burlesca y el Carnaval», in Javier Huerta Calvo (dir.), Teatro y Carnava~ Madrid, Compañía Nacional de Teatro Clásico, 1999 (Cuadernos de Teatro Clásico, 12), p. 131~44.
áo do Quijote a luz da tradis:áo carnavalesca e da paródia, cf. Augustin Redondo, Otra manera de leer el «Quijote»: historia, tradiciones culturales y literatura
  • Para Urna Reinterpretas
Para urna reinterpretas:áo do Quijote a luz da tradis:áo carnavalesca e da paródia, cf. Augustin Redondo, Otra manera de leer el «Quijote»: historia, tradiciones culturales y literatura, Madrid, Castalia, 1997.
cabe destacar o uso de provérbios e as suas divertidas incorrecs:óes idiomá~ ticas, algumas das quais padem ser vistas em IIl, vv
  • Na Fala De
Na fala de Sancho, cabe destacar o uso de provérbios e as suas divertidas incorrecs:óes idiomá~ ticas, algumas das quais padem ser vistas em IIl, vv. 628-631 (confunde monstruo Lerneo com harnero), 659~660 (em vez de Traquitantos entende traquigrafos) e 666 (D. Quixote nomeia Frestón e ele julga ouvir Frisón).
Um motivo semelhante, com uns rindo ao mesmo tempo que outros choram, regista~se em n, vv. 26S~266: «Ella llora y él se ríe, I sus desventuras sabiendo» (D. Quixote parece estar feliz e despreocupado enquanto Dulcineia sofre no seu encantamento -segundo o
  • Portanto Passamos
Passamos, portanto, dos enganos as verdades sérias (veras). Um motivo semelhante, com uns rindo ao mesmo tempo que outros choram, regista~se em n, vv. 26S~266: «Ella llora y él se ríe, I sus desventuras sabiendo» (D. Quixote parece estar feliz e despreocupado enquanto Dulcineia sofre no seu encantamento -segundo o relato de D. Margarita).
foi representado em 1651; La renegada de Válladolid, de Monteser, Salís y Silva, em 1655; em 1671. Don Domingo de don BIas, de autor desconhecido; em 1685, Las hodas de Orlando; em 1687
  • El Caballero De Olmedo
  • Monreser De
El caballero de Olmedo, de Monreser, foi representado em 1651; La renegada de Válladolid, de Monteser, Salís y Silva, em 1655; em 1671. Don Domingo de don BIas, de autor desconhecido; em 1685, Las hodas de Orlando; em 1687, Progne y Filomena e Los amantes de Teruel...
Salís y Silva, em 1655; em 1671. Don Domingo de don BIas
  • Monteser
Monteser, Salís y Silva, em 1655; em 1671. Don Domingo de don BIas, de autor desconhecido;
Beatriz der as boas~vindas a sua amiga Margarita, fá~lo~á com estas palavras: « ... y muy bien venida seas, / que por horas te esperaba / para aliviar mis tristezas
  • D E Quando
E quando D. Beatriz der as boas~vindas a sua amiga Margarita, fá~lo~á com estas palavras: «... y muy bien venida seas, / que por horas te esperaba / para aliviar mis tristezas» (1, vv. 800-802).