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Available from: Kátia Fernanda Garcez Monteiro
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    • "Soil surface remains more exposed to raindrop impact, which leads to soil degradation and greater soil and water losses through surface runoff (Farella et al., 2001; Davidson et al., 2008). There is also greater risk of accidental fires (Ruivo et al., 2007), greenhouse gas emissions (Davidson et al., 2008), loss of nutrients through leaching (Sommer et al., 2004; Béliveau et al., 2009), soil organic matter oxidation (Davidson et al., 2008), and consequent reduction in cation exchange capacity (CEC) (Farella et al., 2007; Béliveau et al., 2009; Adeniyi 2010). Further, after fires there is dispersion of clays with reduction in aggregate stability and increase in soil bulk density (Braz et al., 2013), increase in soil surface temperature (Ferreira et al., 2002), and greater moisture variations from increased solar radiation on soil surface layer (Cochrane and Sanchez, 1982). "
    [Show abstract] [Hide abstract] ABSTRACT: No-tillage planting in mechanically-chopped secondary-forest seeks to replace slash-and-burning agriculture. We evaluated the effect of horizontal (HC) and vertical (VC) chopping-and-mulching mechanisms on vegetation fragmentation and decomposition rate and nutrient release from chopped residue, and on cassava production in eastern Amazon. Chopped-and-mulched residue was classified into four residue-size (Fs1 = 1–7, Fs2 = 7–25, Fs3 = 25–35, and Fs4 = >35 mm) and six residue-type (with husk/bark – WB, partially chopped – PC, compact – C, partially shredded into fibers – PS, completely shredded into fibers – CS, and formless residue – F) classes. In litter-bags, residual dry matter (DM) was determined at five different days after chopping-and-mulching and residue distribution on soil surface (DAD), whereas release of N, P, K, Ca, and Mg was evaluated at four days. Residues-size and -type classes showed similar decomposition behavior, with a reduction of approximately 60% of initial DM at 90 DAD. Nevertheless, reduction in DM was slow, where 52 days are necessary for half of labile residue to be decomposed, with part of labile and recalcitrant residue remaining on soil surface. DM and nutrients in residue reduced over time. DM was 25% for residues-size classes for HC, 20% for VC, and 26% for residue-type classes, on average, at 300 DAD. Nutrients remaining in residues at 300 DAD were 26% and 27% of N, 26% and 22% of P, 29% and 22% of K, 16% and 15% of Ca, and 17% and 23% of Mg, respectively for HC and VC. Release of nutrients was, generally, greater for smaller residue-size classes, similar between chopping-and-mulching mechanisms, and did not affect cassava yield.
    Full-text · Article · Jun 2015 · Agriculture Ecosystems & Environment
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    [Show abstract] [Hide abstract] ABSTRACT: O aumento da produção agrícola na Amazônia brasileira tem ocorrido devido, em grande parte, à expansão da fronteira agrícola, utilizando áreas já antropizadas ou avançando sobre a vegetação primária. Ao mesmo tempo, os sistemas agrícolas, na pequena produção, continuam utilizando o fogo no preparo da área, o que leva à perda da capacidade produtiva dos solos em curto espaço de tempo, forçando a abertura de novas áreas. Este trabalho avaliou o efeito de métodos de preparo do solo e tempo de pousio que envolvem queima e trituração da vegetação, com permanência na superfície ou incorporada ao solo, com ou sem adubação mineral, em duas épocas do ano sobre os atributos químicos e biológicos do solo. O experimento foi instalado em 1995 em um Latossolo Amarelo do campo experimental da Embrapa Amazônia Oriental, no nordeste do Estado do Pará. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, arranjados em esquema fatorial 2 x 6, sendo dois sistemas de manejo e seis tratamentos, estudados em duas épocas de coleta. Os sistemas de manejo envolveram as culturas de arroz (Oriza sativa), seguido de feijão-caupi (Vigna unguiculata) e mandioca (Manihot esculenta). Um sistema constou de dois ciclos de cultivo seguidos, deixando em pousio por três anos; e o outro, de um ciclo de cultivo, deixando em pousio por três anos. Os tratamentos foram: corte e queima da vegetação, com adubação NPK (Q+NPK); corte e queima da vegetação, sem adubação NPK (Q-NPK); corte e trituração da vegetação, deixando-a na superfície do solo, com adubação NPK (C+NPK); corte e trituração da vegetação, deixando-a na superfície do solo, sem adubação NPK (C-NPK); corte e trituração da vegetação, com incorporação e com adubação NPK (I+NPK); e corte e trituração da vegetação, com incorporação e sem adubação NPK (I-NPK). As coletas de solo foram realizadas na estação mais chuvosa (abril de 2006) e na menos chuvosa (setembro de 2006), na profundidade de 0,0-0,1 m. Em cada parcela, foram coletadas 10 amostras simples para compor uma amostra composta. O sistema de manejo mais intensivo apresentou maiores teores de C microbiano (Cmic) e N microbiano (Nmic), ao passo que o sistema menos intensivo mostrou maio teor de C orgânico. Os tratamentos que apresentaram maior teor de Cmic e Nmic foram aqueles em que houve corte, trituração e deposição da biomassa na superfície do solo. Os atributos químicos nos dois sistemas de manejo encontram-se em faixas que enquadram os solos como de baixa fertilidade; no entanto, P e K (no período chuvoso) foram mais elevados no sistema de manejo menos intensivo.
    Full-text · Article · Aug 2011 · Revista Brasileira de Ciência do Solo