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O novo sentido do trabalho para o sujeito pós-moderno: uma abordagem crítica

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Análise sobre as maneiras como a sociedade gerencial desenvolve nas mentes uma representação do mundo e da própria pessoa humana, de modo que o único caminho aparente de realização de si consista na lógica da produtividade e em sua relação psíquica e social, tornando a empresa uma referência para a construção do sujeito. Hoje, há necessidade de um eu maleável, sempre aberto a novas experiências; são essas as condições adequadas ao trabalho de curto prazo, a instituições flexíveis e à nova empregabilidade. Esta última constitui um macrodispositivo de controle micropolítico na produção de subjetividades. Richard Sennett afirma que o sentido da vida e da morte não se contabiliza. E é por isso que se deve dar vazão às relações humanas e à satisfação da alma, e não só ao capital, ao capitalismo. Para embasar este artigo, busca-se o caminho de construção da noção de trabalho até alcançar o gerenciamento atual na pós-modernidade. Espera-se, assim, ampliar a compreensão desse fenômeno e viabilizar a produção de métodos mais eficazes e humanizantes da prática de gestão de pessoas nas organizações. Será adotada a pesquisa bibliográfica por meio da revisão de literatura em Ciências Sociais e da Teoria Crítica aplicada à análise da administração na atualidade. A Teoria Crítica busca desenvolver articulações que penetrem a forma e substância, visando questionar a realidade aparente e abarcar a realidade encoberta nas estruturas organizacionais.
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... In recent years, the link and meaning assigned to work have become much stronger and more intense (Rohm & Lopes, 2015). Ribeiro and Léda (2004) investigated the effects of "not managing to disconnect from work". ...
... One can ask, in the light of the discussion carried out by Rohm and Lopes (2015): whether the intense rhythm of work, that generates tension and distress, contributes to increase of dissatisfaction and non-belonging felt by workers? Has the accelerated rhythm been a source of distress? ...
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Mental health in the workplace is a subject of great relevance and impact in the daily life of organizations. Leaders have to deal with increasingly constant demands in the work environment. The implementation of management actions to prevent psychological and behavioral disorders, as well as providing emotional support, has been increasingly required. Considering that work is essential for the formation of human identity, this article aims to analyze, based on the verbal report of fifteen leaders of a Brazilian public organization, experiences related to mental health issues in the workplace. More specifically, this article presents the importance attached by work to the professional life of these leaders. Through the analytical perspective of the psychodynamics of work, meanings attributed to work are described in this article, discussing its effects on the human psyche. Fifteen in-depth interviews were conducted with formal leaders of the Organization under study. These leaders are strategic to the Organization. Categorical content analysis was performed from the transcribed interviews. As a result, a strong affective link between the leaders and the Organization under study was identified. The management of quality of life at work was identified as essential in the organizational context. The act of working implies feeling useful and valued. The survey provides to the public administration professionals a comprehensive understanding of issues related to the human factor at work. This article proves that the Brazilian public administration needs to pay attention to the development of good practices in people management. Several relevant issues are presented and discussed, seeking for a conformity in people development practices.
... Thus, through reification and integration, the use of critical management technologies aims at building an equitable, flexible, and linked to reality organization. A critical management must, then, constantly consider all impacts (human, social, and environmental) of their activities; it must operate as a producer of collective wellbeing in a systemic way, also paying attention to the individuals that do not belong to those contexts directly (Rohm & Lopes, 2015). ...
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Resumo Nosso objetivo neste artigo é propor uma moldura teórica para compreender e ressignificar os conhecimentos tecnológicos de gestão à luz da teoria crítica da tecnologia proposta por Andrew Feenberg (1999, 2002). Discutimos a possibilidade de tecnologias de gestão por outra base ideológica, trazendo o posicionamento de autores clássicos e contemporâneos. Em seguida, são apresentados os conceitos centrais da teoria crítica da tecnologia, bem como as potencialidades desta visando à ressignificação dos conhecimentos tecnológicos nas organizações. Os principais conceitos trabalhados são: a tese da ambivalência da tecnologia, a racionalização subversiva e os momentos reificadores e integrativos da práxis tecnológica. Para reforçar nossa argumentação, apresentamos ao final um exemplo de tecnologia de gestão que poderia ser considerada crítica - o Dragon Dreaming. Concluímos que a teoria de Andrew Feenberg pode contribuir para avançar no pensamento sobre a práxis crítica da gestão enquanto tecnologia. Ademais, apontamos a necessidade de articulação das tecnologias no campo da gestão com outros sistemas tecnológicos libertadores, integrando um projeto político mais amplo.
... Nos últimos anos, o vínculo e o significado atribuídos ao trabalho tornaram-se muito mais fortes e intensos (Rohm & Lopes, 2015). Ribeiro e Léda (2004) investigaram os efeitos de "não conseguir se desconectar do trabalho". ...
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A saúde mental no trabalho é um tema de grande relevância e impacto no cotidiano das organizações. Lideranças têm, cada vez mais, que lidar com demandas cada vez mais constantes no ambiente laboral. A implementação de ações de prevenção a transtornos psicológicos e comportamentais, bem como de provimento de suporte emocional, vem sendo cada vez mais requerida. Considerando que o trabalho é essencial para a formação da identidade humana, este artigo tem como objetivo analisar, a partir do relato verbal de quinze lideranças de uma Organização pública brasileira, vivências relacionadas à saúde mental no trabalho. Mais especificamente, apresenta-se, aqui, a importância atribuída ao trabalho à vida profissional destas lideranças. Por meio da psicodinâmica do trabalho, descrevem-se sentidos atribuídos ao trabalho, discutindo seus impactos à psique humana. Quinze entrevistas em profundidade foram realizadas com lideranças formais da Organização em estudo. Estas lideranças são estratégicas à Organização. Realizou-se análise de conteúdo categorial considerando entrevistas transcritas. Como resultados, identificou-se forte vinculação afetiva das lideranças com a Organização em estudo. A gestão da qualidade de vida no trabalho foi apontada como essencial na Organização. O ato de trabalhar implica sentir-se útil e valorizado. A pesquisa fornece aos profissionais da administração pública uma compreensão abrangente de questões relacionadas ao fator humano no trabalho. Este artigo demonstra que a administração pública brasileira precisa estar atenta ao desenvolvimento de boas práticas de gestão de pessoas. Várias questões relevantes são apresentadas e discutidas na busca pela conformidade nas práticas de desenvolvimento de pessoas.
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The theme “meanings of work” has gained ground space in research, covering different contexts, groups of workers, and associated themes. In this sense, this research aimed to analyze the academic production on the subject based on articles published in ANPAD events. For that, bibliometric analysis was used as a research method. The results indicate that most of the articles were published in ANPAD, involving very different research contexts, since forty-eight researchers are authors/co-authors of the publications. As for the number of authors, two institutions stood out: UFMG and IMED. The co-authorship network of articles indicates a greater density of relationships between authors from the same institution. Most of the research was empirical, qualitative approach, with interviews or content analysis. It is concluded that despite the growth in quantity, some studies do not present theoretical clarity on the subject. Based on the results, a research agenda was proposed.
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The dynamics in the organizations have undergone significant transformations, being able to modify the sense attributed to the work and to initiate experiences of pleasure-suffering, considering the organization of work and tasks. Among the groups of workers most sensitive to these changes are young people, the public who usually undergoes precarious activities and perceive the study as an investment that will result in better working conditions. Thus, the purpose of this research is to describe the meanings attributed to work and the experiences of pleasure and suffering in the perception of young workers-students. Twenty-five young people, students of a Public Institution of Higher Education of the Southeast region of the State of Minas Gerais (MG), participated in the study. Data were analyzed through content analysis. There was a predominance of the sense of work as a paid activity. Pleasure involves socio-professional relationships, working conditions, professional achievement and freedom of expression. Suffering, in turn, is associated with socio-professional relationships as well as working conditions, lack of recognition and physical demands, such as stand –up as standing for long periods of time and engaging in activities that require too much physical and psychological stress such as being subjected to constraints and have control of the emotions. The results suggest that there may be an absence of explicit pleasure at work, even when it makes sense. Therefore, it is concluded that although the activity performed by young workers in some professions may have meaning, it will not be a source of pleasure, and yet, having meaning, it is possible that workers experience situations of suffering.
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A gestão de pessoas por competências nas instituições públicas é complexa e envolve vários desafios e limitações para a sua difusão. Este livro traz uma contribuição inédita para a gestão pública, ao indicar caminhos para tornar a gestão por competências uma realidade na prática profissional dos servidores públicos. A segunda edição da obra foi revisada e ampliada. Trata-se de uma obra singular e inovadora, uma vez que todos os autores possuem experiências práticas no setor público. O livro possui 19 capítulos estruturados em quatro partes: Dinâmica da Gestão de Pessoas por Competências; Estratégias de Gestão de Pessoas por Competências; Aprendizagem e Desenvolvimento de Competências; e Competências, Trabalho e Subjetividade. A segunda edição incorporou temas como a gestão estratégica de pessoas e a provisão de servidores públicos nas partes I e II, respectivamente, como também seis capítulos na parte IV do livro. Os demais capítulos sofreram ajustes em função das transformações na gestão de pessoas em organizações públicas federais. Se deseja conhecer a obra, acesse a editora Universitária da UFPB e faça o download do livro por meio do link: http://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/book/806
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Resumo: No cenário contemporâneo as máquinas têm substituído o trabalhador. Tal transformação leva a pensar no trabalho do médico radiologista, que necessita hoje de outras habilidades, formas de relacionamento com pessoas e com o conhecimento, sugerindo que somente o conhecimento técnico-instrumental pode não ser mais suficiente, pois a inteligência artificial (IA) figura como uma possível ameaça a este profissional. Contudo, seria uma máquina capaz de substituir o homem na forma de pensar, nas relações interpessoais e em suas análises contextualizadas? Buscando respostas, realizou-se uma pesquisa de natureza teórica, de enfoque qualitativo, com o objetivo geral de compreender e demonstrar a contribuição da hermenêutica para o trabalho do médico radiologista diante das transformações decorrentes da inovação tecnológica. A mente humana precisa ser reorganizada e conduzida a novas formas de pensar. Aposta-se, então, na hermenêutica, principalmente por meio do diálogo, para empoderar o radiologista e assegurar a importância do ser humano no exercício da sua profissão. Palavras-chave: Médico radiologista. Inovação tecnológica. Hermenêutica.
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A gestão de pessoas por competências nas instituições públicas é complexa e envolve vários desafios e limitações para a sua difusão. Este livro traz uma contribuição inédita para a gestão pública, ao indicar caminhos para tornar a gestão por competências uma realidade na prática profissional dos servidores públicos. A segunda edição da obra foi revisada e ampliada. Trata-se de uma obra singular e inovadora, uma vez que todos os autores possuem experiências práticas no setor público. O livro possui 19 capítulos estruturados em quatro partes: Dinâmica da Gestão de Pessoas por Competências; Estratégias de Gestão de Pessoas por Competências; Aprendizagem e Desenvolvimento de Competências; e Competências, Trabalho e Subjetividade. A segunda edição incorporou temas como a gestão estratégica de pessoas e a provisão de servidores públicos nas partes I e II, respectivamente, como também seis capítulos na parte IV do livro. Os demais capítulos sofreram ajustes em função das transformações na gestão de pessoas em organizações públicas federais. Se deseja conhecer a obra, acesse a editora Universitária da UFPB e faça o download do livro por meio do link: http://www.editora.ufpb.br/sistema/press5/index.php/UFPB/catalog/book/806
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O envelhecimento humano é um fenômeno mundial que pode ser analisado como um processo natural, contínuo, progressivo e irreversível, onde há alterações orgânicas, psicológicas e morfofuncionais. O processo de envelhecer é visto de forma diferenciada em cada cultura, podendo ser marcado por aspectos positivos e negativos, e a representação que se tem do envelhecimento na sociedade influencia na relação que se estabelece com o trabalho. Participaram da pesquisa, 28 produtores rurais do município de Diamantino –MT, do sexo masculino e idade entre 65 e 87 anos; 64,3% têm Ensino Fundamental Incompleto; 67,9% sãocasadose moram com suas esposas, e/ou filhos e/ou netos. A respeito do recebimento sócioassistencial, 50% recebem aposentadoria, 17,9% recebem algum Benefício de Prestação Continuada (BPC) e 17,9% não recebemaposentadoria e nem benefício. Os entrevistados foram divididos em dois grupos: o primeiro composto por produtores rurais cuja posse de propriedade (s) não ultrapassa 100 hectares classificadoscomo pequenosprodutores, e o segundo por produtores com propriedade (s) que totalizam mais de 100 hectares. Para a análise utilizou-sea Teoria das Representações Sociais e o método de análise de conteúdo do discurso. A respeito do significado atribuído ao envelhecimento, foram classificadas as seguintes categorias emergentes do construto trabalho: Necessidades, Otimismo, Dignidade, Dignidade/Realização e Autodeterminação. Foi possível perceber, por meio dos relatos apresentados pelaspessoasentrevistadas, elementos significativos que possibilitaram a aproximação com a realidade de vida de cada um dos participantes, onde houveram relatossobre as dificuldades e superações relacionadas ao trabalho e vinculações com a permanência no trabalho rural
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Whereas burnout refers to a state of exhaustion and cynicism toward work, engagement is defined as a positive motivational state of vigor, dedication, and absorption. In this article, we discuss the main definitions and conceptualizations of both concepts used in the literature. In addition, we review the most important antecedents of burnout and work engagement by examining situational and individual predictors. We also review the possible consequences of burnout and engagement and integrate the research findings using job demands– resources theory. Although both burnout and work engagement are related to important job-related outcomes, burnout seems to be more strongly related to health outcomes, whereas work engagement is more strongly related to motivational outcomes. We discuss daily and momentary fluctuations in burnout and work engagement as possibilities for future research.
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Analisar a saúde do trabalhador exige, na contemporaneidade, a compreensão do impacto do regime de acumulação flexível como resposta do capital e do capitalismo, seus rebatimentos nas relações de trabalho, bem como a compreensão das respostas articuladas pelo Estado, valendo-se de reformas neoliberais. Elas têm transferido as ações de saúde para a circunscrição do mercado, o que significa, em última instância, inserir o Estado no campo de ação da concorrência, do capital. Com base nesse enfoque é que se estruturou a abordagem do tema.
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O tema deste artigo insere-se nos estudos da teoria organizacional e racionalidade. Traz análise acerca dos ensaios sobre racionalidade substantiva de Guerreiro Ramos, racionalidade ambiental de Enrique Leff e visão Habermasiana de Ação Comunicativa e suas implicações no universo organizacional. O método que caracteriza este artigo é a revisão bibliográfica, com utilização de fontes múltiplas de evidência. Os dados foram obtidos mediante investigação bibliográfica, e a análise dos dados foi efetuada de forma descritivo-interpretativa. Utilizaram-se, para tanto, análise de conteúdo e a análise documental. Dentre as conclusões baseadas nas proposições desses autores, está a possibilidade de uma perspectiva crítica capaz de identificar e de enfrentar as patologias que o mundo atual exige, com ênfase para os parâmetros da razão comunicativa. É esta razão que deve controlar, em última instância, os processos sistêmicos, colocando-os a serviço das finalidades humanas comunicativamente estabelecidas. Na análise das proposições desses três autores, a discussão que emerge é que o tipo de racionalidade presente na ação social depende essencialmente da motivação da ação, o que necessariamente deve ser incorporado pela teoria organizacional.
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Neste artigo são analisados três aspectos da psicologia de A. N. Leontiev e suas implicações para a reflexão sobre a educação na atualidade: a diferença entre a formação do indivíduo humano e a ontogênese animal; a relação entre a estrutura da consciência e a estrutura da atividade; e, por fim, a questão da alienação como um fenômeno social e histórico.
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Brazilian and Canadian students reported on the importance and frequency of cultural practices and values reflecting Triandis’s cultural model of individualistic-collectivistic and horizontal-vertical orientations. They also rated their relative autonomy for these practices and the degree to which parents and teachers supported self-determination theory’s psychological needs for autonomy, competence, and relatedness. It was predicted that in both samples, despite the mean differences, greater relative autonomy and need support would be associated with greater well-being and cultural identity. It was also expected that vertical cultural orientations would be less well internalized in both Brazilian and Canadian groups. Means and covariance structure analyses verified measurement comparability. Results generally supported the hypotheses. Discussion focuses on the importance of internalization across cultural forms, the differentiation of autonomy from individualism and independence, and the relations between horizontal cultural orientations and psychological needs support.
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RESUMO: A organização dos processos de trabalho nos quais estão inseridos os trabalhadores produz graves conse- qüências sobre a saúde. Essas têm origem, principalmente, na separação entre concepção e execução, introduzidas pelos modelos de gestão taylorista e fordista. As mudanças promovidas pela implementação do modelo de gestão japonês passaram a demandar um trabalhador aparentemente mais engajado ao seu trabalho, apto a realizar diversas operações e mais escolarizado. Porém, observa-se que ao sofrimento daqueles que trabalham em tarefas que não foram atingidas pela reestruturação produtiva, acrescenta-se o sofrimento provocado pelas transformações em curso no trabalho, exi- gindo novos atributos ao trabalhador, atingindo a saúde física e mental. PALAVRAS-CHAVE: Processos de trabalhos; sofrimento psíquico no trabalho; saúde mental. HEALTH AND LABOR PROCESSES IN CAPITALISM: CONSIDERATIONS ON THE INTERFACE BETWEEN THE PSYCHODYNAMICS AND SOCIOLOGY OF WORK ABSTRACT: Workers are submitted to labor processes that produce serious health consequences. Mainly, these conse- quences originate from management models that separate conception from execution, introduced by Taylorism and Fordism. The implementation of the Japanese management model incurred changes that demanded a more educated worker capable of accomplishing several tasks, and who is apparently more committed to his/her work. However, the physical and mental health of workers whose activities were not affected by production restructuring is being affec- ted by the transformations presently in course in the workplace, such as new performances and demands.
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The company as a cultural comunity, has an ethnic identity. It is very important to determine what the organization's culture is and works. The work is divided in three parts: a) the company is a culture; b) the basic elements of the companyn's culture, and c) the development of the company's culture. Only understanding the organizational system as a culture, we can be efficay in the resolution of company's problems. Para comprender las empresas en profundidad es necesario analizar su cultura organizacional, ya que, como dice Schein, de esta manera entenderemos "que la cultura es un fenómenos profundo, que la cultura es compleja y de difícil comprensión, pero que vale la pena esforzarse por entenderla, dado que mucho de lo que hay de misterioso e irracional en las empresas, se esclarece una vez que alcanzamos este objetivo" (Schein,1988:22).
  • S A G La Cultura De La Empresa
BAZTÁN, S. A. G. La cultura de la empresa. Revista Mal-Estar e Subjetividade, v. 2, n. 2, p. 86-122, 2002.
Burnout and work engagement: the JD-R approach
  • E A B Demerouti
  • A B Bakker
  • M Leiter
DEMEROUTI, E. A. B.; BAKKER, A. B.; LEITER, M. Burnout and work engagement: the JD-R approach. Journal of Occupational Health Psychology, v. 19, n. 1, p. 96-107, 2014.
Economia política do poder: as práticas do controle nas organizações
  • J H Faria
FARIA, J. H. Economia política do poder: as práticas do controle nas organizações. Curitiba: Juruá, 2004.