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A metamorfose do sistema vestefaliano e o domínio teórico das relações internacionais : alguns desafios metodológicos

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As intervenções humanitárias (Bósnia 1995-2003, Somália 1992-1993, Kosovo 1999-2003) e de substituição de regimes ditatoriais (Haiti 1994, Afeganistão 2001-2003, Iraque 2003) na política internacional têm sido objeto de muitas controvérsias acadêmicas durante a última década. O presente artigo, à luz dos teóricos das relações internacionais e da ciência política, analisa a legitimidade dessas atitudes por meio do unilateralismo norte-americano.Humanitarian interventions (Bosnia, 1995-2003; Somalia, 1992-1993; Kosovo, 1999-2003) and the replacement of dictatorial regimes (Haiti, 1994; Afghanistan, 2001-2003; Iraq, 2003) in international politics have aroused much academic controversy throughout this past decade. This article analyzes, in light of the views of international relations and political science theorists, the legitimacy of such initiatives from the standpoint of the United States' unilateralism.
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Facing globalization, the challenge for political science resembles that of the founders of the United States: how to design institutions for a polity of unprecedented size and diversity. Globalization produces discord and requires effective governance, but effective institutions are difficult to create and maintain. Liberal-democratic institutions must also meet standards of accountability and participation, and should foster persuasion rather than rely on coercion and interest-based bargaining. Effective institutions must rely on self-interest rather than altruism, yet both liberal-democratic legitimacy and the meaning of self-interest depend on people’s values and beliefs. The analysis of beliefs, and their effect on institutional outcomes, must therefore be integrated into institutional analysis. Insights from branches of political science as diverse as game theory, rational-choice institutionalism, historical institutionalism, and democratic theory can help political scientists understand how to design institutions on a world—and human—scale.
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Professor Harknett argues that the Bush administration has incorrectly labeled the security threat facing the nation as terrorism. The threat is actually barbarism, which implies an effort to destroy as an end itself rather than as a means to pursue political objectives. Traditional models of deterrence and defense are insufficient for dealing with barbarism. The new threats suggest the use of tactics that are not purely defensive, but preventive and preemptive. As U.S. policymakers pursue such tactics they should recognize that traditional perspectives that separate domestic and international domains are ill-suited to a threat that undermines a world and regional system to which the United States is central.
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President George W. Bush's national security strategy could represent the most sweeping shift in U.S. grand strategy since the beginning of the Cold War. But its success depends on the willingness of the rest of the world to welcome U.S. power with open arms.
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O mundo pós-Guerra Fria Após a implosão da União Soviética e o fim do comunismo nos seus satélites europeus, o sistema internacional é marcado por um facto óbvio: os Estados Unidos são a única superpotência. A ideia inicial, avançada pelo presidente Bush, de que o resultado do fim do comunismo internacional seria a criação de uma nova era, marcada pela paz pela e pela harmonia universais, não tinha, obviamente, consistência. Expressava, na verdade, o mito americano de que o comunismo era a causa de todos os problemas internacionais e que, com a sua supressão, o «mundo livre» cumpriria, harmoniosa e pacificamente, as suas potencialidades positivas. Era igualmente uma forma de os Estados Unidos, enquanto superpotência, reafirmarem, e reassegurarem, a sua intenção de só intervirem consensualmente – e não unilateralmente – na cena internacional. Poucos anos após a queda do Muro de Berlim e a dissolução da União Soviética em vários países, com a Rússia a receber a parte de leão do legado, a situação internacional começou a exibir as características do pós-Guerra Fria. Para além disso, várias áreas de turbulência em África, na antiga Jugoslávia, no sempre turbulento Médio Oriente, tornaram claro que o sistema internacional não é auto-ajustável e que na falta do controle, mesmo que relativo, que no regime bipolar precedente cada superpotência exercia na sua área de domínio ou influência, o mundo seria exposto a conflitos contínuos, que as Nações Unidas, por falta de recursos (não recebendo os meios necessários dos Estados membros), não poderiam prevenir ou solucionar. Por outro lado, dadas as novas condições e a relativa impotência das Nações Unidas, os Estados Unidos começaram a exercer, de forma crescentemente unilateral, um controlo do mundo, praticado em nome da «comunidade internacional», alegadamente em defesa da democracia e dos direitos humanos, para além de promoverem os seus próprios interesses nacionais. Apesar de serem a única superpotência e de possuírem uma supremacia económico-tecnológica e militar incomparável a qualquer outro país, os Estados Unidos não têm condições para exercer uma unipolaridade efectiva, apesar de frequentemente o procurarem.
War Commentaries of Caesar
  • Julius Caeser
Caeser, Julius. 1964. War Commentaries of Caesar. New York: Mentor Books, The New American Library.
Terrorism, Non-State Violence, and the Westphalian System: Consolidation or Fragmentation?". Paper prepared for the Arrábida Meeting
  • James A Caporaso
Caporaso, James A. 2002. "Terrorism, Non-State Violence, and the Westphalian System: Consolidation or Fragmentation?". Paper prepared for the Arrábida Meeting, Os Actores na Prevenção de Conflitos. Coordenação de Luís Lobo-Fernandes, Fundação Oriente, Mosteiro da Arrábida, Portugal, June 17-18, 2002, unpublished manuscript.
Da Guerra. Lisboa: Publicações Europa-América, s/data
  • Carl Clausewitz
  • Von
Clausewitz, Carl von. (1832). Da Guerra. Lisboa: Publicações Europa-América, s/data.
Perforated Sovereignties: Toward a Typology of New Actors in International Relations
  • Ivo D Duchacek
Duchacek, Ivo D. 1990. "Perforated Sovereignties: Toward a Typology of New Actors in International Relations". In Federalism and International Relations: the Role of Subnational Units, eds. Hans J. Michelmann and Panayotis Soldatos. Oxford: Clarendon Press.
Manual de Conflito Político
  • Ted Gurr
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Gurr, Ted Robert. 1985. Manual de Conflito Político. Brasília: Editora Universidade de Brasília.
The Unipolar Moment Revisited
  • Charles Krauthammer
Krauthammer, Charles. 2002. "The Unipolar Moment Revisited". The National Interest, Number 70, Winter 2002/03, pp. 5-17.
Without a Doubt": Has Condoleezza Rice changed George W. Bush, or has he changed her
  • Nicholas Lemann
Lemann, Nicholas. 2002. "Without a Doubt": Has Condoleezza Rice changed George W. Bush, or has he changed her?". The New Yorker. OCT. 14 & 21, 2002, pp. 164-179.
Uncomfortable Wars: Toward a New Paradigm of Low Intensity Conflict
  • Max G Manwaring
Manwaring, Max G. ed. 1991. Uncomfortable Wars: Toward a New Paradigm of Low Intensity Conflict. Boulder, CO: Westview Press.
Política entre as Nações: A luta pelo poder e pela paz
  • Ronaldo M Sardenberg
Sardenberg, Ronaldo M. 2003. "Prefácio", in Hans J. Morgenthau. Política entre as Nações: A luta pelo poder e pela paz. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.
Low-Intensity Conflict: Concepts, Principles, and Policy Guidelines
  • Sam C Sarkesian
Sarkesian, Sam C. 1986. "Low-Intensity Conflict: Concepts, Principles, and Policy Guidelines", in David J. Dean, ed. Low-Intensity Conflict and Modern Technology. Maxwell Air Force Base, Alabama: Air University Press.
Our Way: The trouble with being the world's only superpower
  • Fareed Zakaria
Zakaria, Fareed. 2002. "Our Way: The trouble with being the world's only superpower". The New Yorker, OCT.14 & 21, 2002, pp. 72-81.