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As práticas cotidianas de alfabetização: o que fazem as professoras?

Revista Brasileira de Educação 08/2008; 13(38). DOI: 10.1590/S1413-24782008000200005
Source: DOAJ

ABSTRACT

Este trabalho buscou analisar como as práticas de alfabetização se têm caracterizado atualmente, tomando como eixo de investigação a ¿fabricação¿ do cotidiano escolar por professoras do 1º ano do primeiro ciclo da prefeitura da cidade do Recife. No campo teórico, apoiamo-nos em dois modelos distintos que analisam a dinâmica da construção/ produção dos saberes escolares: o da transposição didática e o da construção dos saberes da ação. Para registrar como as professoras estavam transpondo as ¿mudanças didáticas¿ relacionadas à alfabetização para suas práticas de ensino e como ¿fabricavam¿ suas práticas pedagógicas cotidianas, utilizamos a observação de aulas como procedimento metodológico. As práticas das professoras quanto ao ensino do sistema de escrita alfabético foram classificadas em dois tipos: sistemática e assistemática. Os dados analisados reforçam nosso entendimento de que é na dinâmica da sala de aula que as professoras recriam as orientações oficiais e acadêmicas.

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    ABSTRACT: The theory that learners of alphabetic writing systems go through a period during which they treat writing as representing syllables is highly influential, especially as applied to learners of Romance languages. The results of Study 1, a 2-year longitudinal study of 76 Portuguese speakers in Brazil from 4 to 6years of age, did not support this theory. Although most children produced some spellings of words in which the number of letters matched the number of syllables, few children produced significantly more such spellings than expected on the basis of chance. When such spellings did occur, they appeared to reflect partially successful attempts to represent phonemes rather than attempts to represent syllables. Study 2, with 68 Brazilian 4- and 5-year-olds, found similar results even when children spelled words that contained three or four syllables in which all vowels are letter names-conditions that have been thought to favor syllabic spelling. The influential theory that learners of Romance languages go through a period during which they use writing to represent the level of syllables appears to lack a solid empirical foundation.
    Full-text · Article · Sep 2013 · Journal of Experimental Child Psychology