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Actividad asistida por animales como una alternativa complementaria para el tratamiento de los pacientes: la búsqueda por la evidencia científica

Authors:

Abstract

Salud, contemporáneamente, se entiende como un estado de completo bienestar físico, mental y social, y no solamente la ausencia de enfermedad. La actividad asistida por animales cumple este concepto y ya se utiliza hace unos años, como medida complementaria al tratamiento farmacológico, con el objetivo de la mejora y el bienestar del paciente. Su eficacia se ha demostrado a través de estudios de todo el mundo, en diferentes áreas como pediatría, geriatría y psiquiatría, entre otros, y trayendo beneficios tanto físicos como para la salud mental de las personas institucionalizadas. Ante esta realidad, hemos tratado de identificar cuáles son las investigaciones publicadas sobre el tema hasta el año 2013, en cinco bases de datos principales (Bireme, Cochrane, Embase, Pubmed y Scielo) de la palabra "animal-assisted activity". Se excluyeron los elementos repetidos en la misma base de datos, así como uno en japonés, uno en alemán, y que se centró en la terapia asistida con animales y no en la actividad asistida por animales. 55 artículos fueron encontrados en las cinco bases de datos: Bireme (28), Embase (13) Cochrane (1) Pubmed (11) y Scielo (2). Sólo 17 artículos cumplieron los criterios de inclusión preestablecidos. Todos mostraron resultados positivos en la aplicación de la actividad asistida por animales para los enfermos o personas en el aislamiento social. De este modo, se puede observar que esta práctica, aunque importante para ayudar a la búsqueda de lo bienestar integral del paciente y que está siendo acepta y formalizado en muchos países, sigue estando muy poco extendida científicamente.
Utilização da Atividade Assistida por Animais na Odontopediatria
Use of Animal Assisted Activity in Pediatric Dentistry
Anelise Crippa
1
Tábata Isidoro
2
Anamaria Gonçalves dos Santos Feijó
3
AUTOR CORRESPONDENTE: Anamaria
Gonçalves dos Santos Feijó.
Av. Ipiranga, 6681, Prédio 12, bloco C,
sala 241 Laboratório de Bioética e de
Ética Aplicada a Animais. Porto
Alegre/RS. agsfeijo@pucrs.br.
RESUMO
Em 1980 se tem a primeira
comprovação dos benefícios da relação
entre animais humanos e não
humanos, proporcionando promoção
de saúde, controle do estresse e
redução de ansiedade. Na área da
odontologia, alguns tratamentos
1
Advogada. Mestre em Gerontologia
Biomédica. Doutoranda do Programa de Pós-
graduação em Gerontologia Biomédica
IGG/PUCRS. Pesquisadora do Laboratório de
Bioética e de Ética aplicada a animais IB/PUCRS.
Vice-Presidente da Sociedade Rio-Grandense
de Bioética gestão 2014-2016.
2
Acadêmica de Odontologia. Bolsista da
FAPERGS, vinculada ao Laboratório de Bioética
e de Ética aplicada a animais IB/PUCRS.
3
Bióloga. Doutora em Filosofia. Professora da
Faculdade de Biociências. Coordenadora do
Laboratório de Bioética e de Ética aplicada a
animais IB/PUCRS. Presidente da Sociedade
Rio-Grandense de Bioética gestão 2014-2016.
podem gerar dor e medo, causando um
quadro de ansiedade e estresse. A
implantação da atividade assistida por
animais (AAA) pode levar à redução
destes sintomas, melhorando a adesão
do paciente ao tratamento e a relação
com o profissional.
Palvras-chave: Bioética; Atividade
Assistida por Animais; Odontopediatria.
ABSTRACT
In 1980 there is the first comprovation
of the benefits between the
relationship human and nonhuman
animals, providing health promotion,
stress management and reduction of
anxiety. In dentistry, some treatments
can motivate pain and fear, causing a
frame of anxiety and stress. The
implementation of the animal assisted
activity (AAA) can lead a reduction of
these symptoms, improving patient
adherence to treatment and the
relationship with the professional.
Keyword: Bioethics; Animal Assisted
Activity; Pedriatric dentistry.
Revista da SORBI, 2014; 2(1), p. 56-63.
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Atividade Assistida por Animais
A utilização de animais não humanos com os humanos existe ,
aproximadamente, 12.000 anos.1 Foi em 1792 que esta relação começou a ter um
objetivo terapêutico em uma instituição inglesa, para pessoas com deficiência mental.
Na Alemanha, a mesma técnica, com pacientes psiquiátricos, foi relatada salientando a
interação de animais com pacientes, em 1867. Seus primeiros relatos científicos datam
de 1960, descrevendo seus benefícios, até então denominada Terapia Facilitada por
Cães (TFC). Foi no ano de 1980 que ocorreram comprovações dos benefícios que esta
relação pode proporcionar à saúde do ser humano, sendo ainda pouco difundida no
Brasil, mas muito utilizada nos Estados Unidos e Europa.²
Desta forma, surgiu a Terapia Assistida por Animais (TAA), que visa à melhora
física da pessoa através da interação com o animal, sob a orientação de um
profissional da saúde. a Atividade Assistida por Animais (AAA) objetiva a visitação,
recreação e distração da pessoa com a utilização do animal, intermediado por uma
espécie de cuidador do animal.³ Após este esclarecimento conceitual, pode-se verificar
que é possível realizar uma atividade com animais, sem que seja necessária a
intervenção de um profissional da saúde, e tendo como objetivo primordial o bem
estar do paciente.
Dentre os benefícios que foram comprovados, tem-se o controle de estresse
e melhora na cognição,4 redução de ansiedade, 5 níveis de pressão arterial.6 No que
tange às crianças, estudos que comprovam a melhora no comportamento social,7
bem como a diminuição nos níveis de dor e aumento na sensibilidade.8
Em ambientes hospitalares, esta atividade proporciona um relaxamento em
relação ao tenso clima que a instituição pode provocar no paciente, trazendo uma
melhora na interação entre o paciente e a equipe de saúde.9 Diante disso,
analogicamente, esta prática também pode ser benéfica em se tratando de
atendimento odontopediátrico, pois possibilitaria a mesma sensação de bem-estar e,
diante disso, uma melhora na comunicação entre os agentes envolvidos.
Quando se relata esta prática logo se indaga os problemas infecto-contagiosos.
Para os pacientes com restrição de contato, não é recomendado que se participe da
AAA, uma vez que seus sistemas imunológicos estão baixos e necessita muito de
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isolamento. No entanto, a realização da AAA só é possível com animais treinados que
seguem um rigoroso protocolo para estar livre de doenças parasitárias e acompanham
padrões de higiene. Também, para que ocorra a AAA, os animais devem ser assistidos
por cuidadores que participaram de capacitação direcionada para proporcionar o
devido cuidado que esta atividade requer.
A AAA, normalmente, é realizada com animais menores para facilitar o
deslocamento, como cães, gatos, pássaros, coelhos, etc. Ela pode ser tanto ao ar livre,
como em salas coletivas ou quartos individuais. Sua realização é mais difundida em
centros hospitalares e casas institucionais, como as Instituições de Longa Permanência
que abrigam idosos. Uma ótima opção, diante dos relatos científicos existentes no
meio acadêmico, de melhora de estresse e melhor convívio com a equipe de saúde, é a
adoção da AAA antes do atendimento odontológico, com crianças. O que se salienta é
o respeito a autonomia do individuo, pois nem todos gostam e desejam interagir com
animais.
Estresse da criança no atendimento odontológico
Entende-se por estresse uma resposta não específica do organismo a qualquer
alteração ambiental.10 Este termo foi utilizado inicialmente por Selye (1956),11
descrevendo-o como um conjunto de reações emotivas não específicas, sendo sua
principal ação a quebra da homeostase interna. Para Selye (1956) as alterações físicas
e químicas do estresse podem ser divididas em três fases: alerta, resistência e
exaustão.
Não apenas a criança, mas também o adulto está vulnerável ao estresse, tendo
suas consequencias negativas impressas na sua vida.12 Há, no momento do estresse,
alterações no sistema nervoso autônomo, hormonal, imunológico e neurorregulador.10
Ao se tratar de crianças, merecem mais atenção e zelo, mesmo que sua permanência
no ambiente ambulatorial/de consultório seja de poucas horas, pois estas vivências
influenciarão no seu desenvolvimento.13
A ida ao dentista, não raras vezes, mostra-se como um motivo de ansiedade e
estresse para as crianças, pois estas associam o tratamento odontológico com a dor. A
situação de buscar este tratamento ocasiona alterações psicológicas, levando a ser
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considerado potencialmente ameaçador ao bem-estar.14 As conseqüências dessa
vivência de estresse foi relatada por Lipp et al15 com a presença de doenças físicas,
resultante do esforço que o organismo faz para combater este momento.
As situações de estresse vivenciadas são consideradas danosas para a vida das
pessoas.16 Estas situações ampliam o medo e dor que o paciente possa vir a ter ou
sentir, refletindo em uma menor colaboração com o tratamento, como por exemplo,
retornos ao dentista.10
As atitudes comumente apresentadas pelas crianças que estão com medo de ir
ao dentista ou estressadas por esta situação são de choro, gritos e chutes.17 No
entanto, a ida deles está condicionada à vontade dos representantes legais que
buscam a melhoria da saúde bucal. Assim, estas situações de obrigatoriedade são
relacionadas com angústia e ansiedade, uma vez que não podem evitar as consultas.
A conduta adotada por parte das crianças também reflete no estresse do
profissional que irá atendê-lo. O comportamento do cirurgião-dentista, nestas
ocasiões, já foi descrito por Jacob,10 como tendo uma diminuição em tolerar as
diversas situações que irá enfrentar na sua prática. Da mesma forma irá impactar os
acadêmicos que, em muitos centros universitários, fazem o atendimento da
população, ocasionando uma diminuição no seu desempenho durante a
graduação.18;19
De acordo com Possobon20, a função do cirurgião-dentista é conseguir uma
qualidade maior de saúde bucal entre seus pacientes que necessitam de visitas de
prevenção freqüentes. O profissional precisa adquirir estratégias para suavizar o
estresse gerado em um consultório dentário, como a identificação, por exemplo, de
sintomas de ansiedade e medo, para que, com isso, consiga lidar de forma mais
adequada com este paciente, atingindo o melhor meio de tratamento possível. O
próprio local do tratamento dentário pode ser ansiogênico para indivíduos com estes
sintomas e isso requer do profissional uma atuação mais humanística.
O tratamento odontológico é uma equação racional, ou seja, quanto maior a
aceitação e a cooperação do paciente, maior a facilidade para realização do
tratamento e seu sucesso. Portanto, se o paciente, geralmente criança, não colaborar,
muitas vezes até impedindo que ocorra a continuidade do tratamento, será prejudicial
ao profissional e ao paciente. Assim sendo, uma relação estável entre paciente e
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dentista, com manejo positivo do profissional, ajuda no andamento do tratamento,
reduzindo a ansiedade e até mesmo possíveis fobias com relação à odontologia.
Utilização da AAA na odontopediatria
Quem nunca ouviu um relato de medo de ir ao dentista? Esta temeridade
enfrentada até mesmo por adultos é relatada com frequencia pelas crianças. Este fato
pode ser associado pela mudança de ambiente e o enfrentamento do desconhecido.
Ao se depararem com uma situação nova, quando expostas a situações de medo, as
crianças podem se tornar inseguras e ansiosas.21
Visando minimizar os efeitos psicológicos que uma consulta odontológica pode
ocasionar em uma criança, -se na AAA uma possibilidade para minorizar o impacto
psicológico que se pode enfrentar em uma consulta odontológicacom sua
implementação na ante-sala de espera dos consultórios de odontopediatria.
O estresse causado nessa interação origina-se de seu medo, também, pela
imposição de participar deste tratamento que, não raras vezes, é contra a vontade da
criança. A relação do animal com a criança, como uma forma de recreação para
diminuir os danos, ansiedade e estresse beneficiando tanto os pacientes quanto a
equipe de saúde, pode ajudar também na interação dos profissionais com os
pacientes.
A intervenção do profissional de saúde bucal não pode ser feita da mesma forma
com adultos e crianças. Enquanto que com adultos explica-se o tratamento e
procedimentos a serem adotados através de uma conversa, com uma criança, além da
explicação normalmente também dada aos seus representantes/acompanhantes , é
necessário uma mediação lúdica, para que seja possível compreender a importância da
realização do tratamento, acalmando-a e possibilitando que o odontólogo conclua seu
trabalho de forma adequada.
As brincadeiras são consideradas importantes formas de enfretamento de
barreiras entre as crianças e a área da saúde, mostrando-se, inclusive, como
contribuidora para a melhoria dos cuidados prestados.22 A odontopediatria não está
limitada ao tratamento e prevenção de problemas dentários, pois há uma relação com
indivíduos em desenvolvimento e crescimento.23 Um dos objetivos da assistência
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odontológica pediátrica está relacionado com o desenvolvimento de atividades
positivas em crianças, pois a mudança de comportamentos ansiosos na fase adulta é
considerado mais difícil.24
Saber que existem fatores ansiogênicos que podem despertar dor, no tratamento
odontologico e/ou com o desenvolver de doenças bucais, é importante e até mesmo
fundamental para que haja uma postura diferente do profissional e exista da parte
dele uma conscientização de que seu paciente não é somente a boca, mas sim um ser
humano complexo e com uma historia de vida e de cultura, inserido em uma
sociedade.25
Considerações finais
Diante de alguns estudos realizados, pode-se perceber que a AAA mostra-se
eficaz e pode amenizar o estresse que o atendimento odontológico proporciona para
as crianças. A sua implantação não precisa ocorrer em ambientes fechados, mas pode
ser feita em uma sala de espera ao ar livre, propiciando que a criança relacione os bons
momentos vivenciados com o animal ao atendimento que se seguirá.
A busca pela melhora na qualidade de vida dos indivíduos deve ocorrer sempre,
priorizando a fase infantil, em que os traumas ficarão consolidados, com o medo,
estresse e a ansiedade ao buscar o tratamento odontológico. Doenças fisiológicas,
além das psicológicas, podem ser desencadeadas por eventos estressores, devendo,
portanto, ser buscado um modo de diminuir esses efeitos. A relação com o animal não
humano aparece como uma possibilidade à área odontológica.
Desta forma, não apenas o bem-estar da criança será atingido, como também o
vínculo que existirá entre ela, o animal e o profissional da saúde. Com isso, busca-se,
inclusive, uma maior adesão às condutas oferecidas pelo dentista e maior frequência
na busca por tratamento odontológico.
Agradecimento: Agradecemos à Agência de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul
(FAPERGS) pelo fomento.
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Participação dos autores: Anelise Crippa e Anamaria Gonçalves dos Santos Feijó
participaram da concepção, revisão bibliográfica, análise e revisão crítica do artigo.
Tábata Isidoro participou da concepção do artigo, revisão bibliográfica e análise
preliminar dos dados.
Recebido em: 01/09/2014
Revisado em: 30/09/2014
Aprovado em: 07/10/2014
Revista da SORBI, 2014; 2(1), p. 56-63.
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Article
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RESUMO Considerando os benefícios biopsicossociais decorrentes da interação humanos/natureza, questionou-se como a hipótese da biofilia tem sido inserida nos cuidados paliativos. Objetivou-se mapear, através de revisão integrativa, a concepção histórica e científica da temática, atestando a contemplação dos princípios dos cuidados paliativos. De 1.928 textos científicos, 71 abarcaram o tema, sendo possível identificar, ao menos, um dos nove princípios, com destaque para a integração com aspectos psicológicos e espirituais. A biofilia foi aplicada, sobretudo, ao aspecto emocional, e a zooterapia, ao relacional. Contudo, diante das limitações impostas ao atendimento de aspectos de biossegurança e dependência do voluntariado, propõe-se a inserção da horticultura terapêutica em hospices e visita do animal de estimação.
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A pesquisa foi realizada no contexto da disciplina de odontopediatria em uma clínica-escola. Objetivou-se caracterizar os problemas comportamentais das crianças atendidas e as manifestações de estresse das crianças, dos seus acompanhantes e dos alunos de odontologia, além de identificar o medo diante do tratamento odontológico dos acompanhantes e as possíveis associações entre as manifestações de estresse e a colaboração das crianças em face dos procedimentos odontológicos. Participaram do estudo 110 crianças, 110 acompanhantes e 70 alunos. Procedeu-se à aplicação dos seguintes instrumentos: Escala de Estresse Infantil; Escala Comportamental A2 de Rutter; Inventário de Sintomas de Estresse de Lipp; Dental Fear Survey. Constatou-se que o atendimento odontopediátrico mostrou-se permeado de manifestações de estresse por parte das crianças, acompanhantes e alunos, condição pouco favorecedora da aprendizagem dos alunos e de comportamentos de colaboração com o atendimento por parte das crianças, o que se fez presente em procedimentos de diferentes níveis de invasão.
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O presente relato refere-se à experiência da Diretoria de Enfermagem do Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo no desenvolvimento e implantação da Terapia Assistida por Animais, como um de seus projetos de humanização hospitalar: "Projeto Amicão". Objetivando proporcionar aos pacientes uma experiência positiva que difere da rotina do ambiente hospitalar, algumas unidades do Hospital São Paulo receberam a visita de um animal para sessões de Terapia Assistida por Animais. Os resultados alcançados entre pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde foram positivos, além de despertar a atenção e o interesse de outras instituições de saúde e da mídia. Ficou, assim, evidenciada a importância de se relatar a experiência do "Projeto Amicão" no ambiente hospitalar.
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The aim of this study was to compare a group of children with high levels of anxiety during dental treatment who required physical restraint (group 1) to a group of children who collaborated with treatment (group 2). Child stress and its relationship with the manifestations of stress of the mothers and the dental students were assessed. The following psychological evaluation techniques were applied: the Child Stress Scale, the Rutter Parent Scale A2, Dental Fear Survey, and Lipp Stress Symptoms Inventory for Adults. Group 1 presented higher stress indicators, and emotional and behavior difficulties than group 2 (p < or = 0.01). The stress indicators and the dental fear presented by mothers from group 1 were higher than that from group 2 (p < or = 0.01). The dental students who treated the children from both groups presented high stress levels. We conclude that the difficulties experienced by the child and the mother, associated to the student's diminished ability to control the situation, may negatively influence the perception that the child has of dental treatment. A set of factors related to the children, mothers or dental students may cause poor collaboration during the dental treatment.
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We quantitatively measured the smiles of a child with autism spectrum disorder (ASD-C) using a wearable interface device during animal-assisted activities (AAA) for 7 months, and compared the results with a control of the same age. The participant was a 10-year-old boy with ASD, and a normal healthy boy of the same age was the control. They voluntarily participated in this study. Neither child had difficulty putting on the wearable device. They kept putting on the device comfortably through the entire experiment (duration of a session was about 30-40 min). This study was approved by the Ethical Committee based on the rules established by the Institute for Developmental Research, Aichi Human Service Center. The behavior of the participants during AAA was video-recorded and coded by the medical examiner (ME). In both groups, the smiles recognized by the ME corresponded with the computer-detected smiles. In both groups, positive social behaviors increased when the smiles increased. Also, negative social behaviors decreased when the smiles increased in the (ASD-C). It is suggested that by leading the (ASD-C) into a social environment that may cause smiling, the child's social positive behaviors may be facilitated and his social negative behaviors may be decreased.
Article
We conducted a meta-analysis to determine the effectiveness of animal-assisted activities (AAA) and animal-assisted therapy (AAT) for reducing depressive symptoms in humans. To be included in the meta-analysis, studies had to demonstrate random assignment, include a comparison/control group, use AAA or AAT, use a self-report measure of depression, and report sufficient information to calculate effect sizes, a statistical standardization of the strength of a treatment effect. Five studies were identified for analysis. The aggregate effect size for these studies was of medium magnitude and statistically significant, indicating that AAA/AAT are associated with fewer depressive symptoms. This analysis revealed gaps in the research on AAA/AAT, which we attempted to identify in order to better understand the factors that make AAA and AAT effective at reducing depression.
Article
Background: The aim of the present study was to explore the effect of a companion dog on the depression and anxiety levels of residents in a long-term care facility. Methods: A total of 16 residents (eight men and eight women) were randomly assigned to a control group (n = 8) and an Animal Assisted Activity (AAA) group (n = 8) that met once a week for 6 weeks. All residents in the AAA group were either in wheelchairs or walking with crutches. The Beck Depression Inventory and the Beck Anxiety Inventory (BAI) were used pre- and post-intervention. Results: For both the total group and control group no significant differences were found on depression and anxiety pre and post mean scores. However, for the AAA group, significant differences were found between pre and post BDI mean scores while the BAI mean score differences were non-significant. Conclusion: The results of this small study confirm the results of other studies that AAA visits can make a difference to the depression levels of residents in long-term care facilities.
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To verify the influence of playful activities during the preoperative period on the anxiety of children participating in the therapeutic recreation project conducted at the outpatient surgical center of Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Porto Alegre, Brazil. The modified Yale Preoperative Anxiety Scale (mYPAS) was administered to 50 children between 5 and 12 years of age undergoing medical procedures at the outpatient surgical center. The children were divided in two groups: recreation group (individuals who participated in playful interventions in the recreation room) and control group (individuals who did not participate in playful interventions). Anxiety was measured using the mYPAS at two different moments: soon after the individuals arrived at the outpatient surgical center (minute 0) and 15 minutes after the first measurement. The results showed that soon after arriving at the outpatient surgical center, the patients did not have significant differences regarding anxiety, showing high values. However, after 15 minutes waiting or undergoing intervention, the children in the recreation group had reduced anxiety levels and those in the control group remained anxious. During the preoperative period, children who participate in playful activities in the recreation room have their anxiety reduced in comparison with those that only stay in the preoperative holding area for at least 15 minutes.
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A Terapia Assistida por Animais (TAA) tem sido utilizada como mais um instrumento no tratamento de algumas doenças, mostrando uma série de efeitos benéficos em pacientes psiquiátricos, adultos, crianças hospitalizadas, idosos, entre outros. Trata-se de uma revisão bibliográfica, com o objetivo de apresentar os benefícios da TAA. Embora a utilização do animal como terapia seja comentada desde o século XIX, onde o animal foi introduzido ao ambiente hospitalar, apenas em 1962 registrou-se e documentaramse benefícios dos animais na prática da psicologia. Nesse estudo, notou-se que a TAA tem sido aplicada em pessoas que apresentam doenças cardiovasculares, em centrocirúrgico no pré-operatório, unidade de terapia intensiva, unidades pediátricas, pacientes psiquiátricos, com demência e mal de Alzheimer, dentre outros.
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The authors set up a study to investigate the levels of stress experienced by dental students and the students' perceptions of the sources of stress. Levels of stress among students were found to be high, particularly during the first 2 years of dental school. Sources of stress included the practice of conservative dental surgery, dealing with administration and dealing with clinical demonstrators.