Automedicação entre acadêmicos do curso de Medicina da Faculdade de Medicina de Marília, São Paulo

Article (PDF Available) · June 2013with91 Reads
Abstract
Introduction: Self-medication is an individual act of acquiring and making use of a drug without a prescrip-tion. This practice presents numerous damages. Studies suggest that factors such as study and profession influence it, being observed in more people linked to healthcare, including medical students. Objective: To describe the practice of self-medication among medical students at the Faculdade de Medicina de Marília (Famema) -SP, Brasil, and compare it among students at the beginning and at the end of the course. Methods: Cross-sectional study with a quantitative approach. Participated 362 students, who answered questions about sociodemographic and characterization of the practice of self-medication. For data analysis, the students were divided into two groups, based on the response patterns, being: group 1 (first to fourth grades) and group 2 (fifth to sixth grade). Descriptive analysis of the data was conducted by calculating percentages, means, standard deviations, and compara-tive analysis (chi-square and Fisher's exact). Results: 98,3% of respondents reported practcing self-medication, advising with rela-tives (38,1%) and consulting books before this practice (21,5%). Most of them have used more than five drugs without prescription (26,5%), prevailing analgesics and antipyret-ics (60,5%), with predominant complaint of headache (55,5%). The most widely used justification for the practice was "looking for quick relief of symptoms." Conclusion: There is a need for greater approach on the issue of self-medication in academic activities in medical courses to raise awareness about the risks and provide training of profession-als able to replicate this knowledge.
  • [Show abstract] [Hide abstract] ABSTRACT: Objetivo: Compreender a percepção e utilização da educação em saúde para o uso racional de medicamentos (URM) pelos médicos inseridos na atenção primária em saúde. Métodos: Tratou-se de pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, realizada em 2011, com sete médicos da Estratégia de Saúde da Família, por meio de entrevista individual semiestruturada. Dados foram analisados pela técnica de análise do conteúdo, emergindo três categorias temáticas e suas subcategorias: percepção do conceito de uso racional de medicamentos de forma parcial; percepção do conceito de educação em saúde de forma parcial; não valorização da potencialidade da utilização da educação em saúde no uso racional de medicamento. Resultados: Os resultados evidenciaram que a percepção dos médicos é fragmentada e dividida em conceitos relacionados aos profissionais, à enfermidade, ao medicamento e ao paciente e comunidade. Conclusão: A utilização da educação em saúde pelos médicos prioriza o modelo tradicional de educação em saúde, privilegiando a transmissão do conhecimento técnico-científico.
    Full-text · Article · Dec 2014