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Epidural spinal cord stimulation in the treatment of limb threatening vasospasm - Report of a case with a five-year follow-up

Fourth Department of Surgery, Helsinki University Central Hospital, Finland.
European Journal of Vascular and Endovascular Surgery (Impact Factor: 2.49). 05/1996; 11(3):368-70. DOI: 10.1016/S1078-5884(96)80088-8
Source: PubMed

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    ABSTRACT: Ergotamine-containing drugs are widely used in the treatment of acute migraine attacks. Spastic vasoconstriction is one of the possible side effects usually affecting the lower extremities and sometimes leading to gangrene. A 28-year-old woman was hospitalized for severe acute arterial insufficiency of the limbs. The initial surgical approach was not successful since the diagnosis was missed. Overuse of ergotamine derivative was acknowledged by the patient, who had a long history of migraine headaches. Therefore, the patient was treated conservatively with intravenous heparin and prostaglandin infusion and sympatheticolysis via epidural catheter. The vascular complications, angiographic findings, and different modalities of treatment of ergotamine-induced peripheral vascular insufficiency of the lower limb are reviewed.
    No preview · Article · Apr 2001 · Angiology
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    ABSTRACT: Ergotism, once an epidemic disease, is now a rare disorder. The most common manifestation is acute peripheral ischemia due to vasospasm, with an incidence of 0.001%. We report a case of a middle-age woman who presented with ergotamine-induced leg ischemia, due to chronic use of ergotamine-containing medications for migraine headaches. The diagnosis was confirmed with arteriography results, and she responded well to vasodilator therapy. The pharmacology, clinical presentation, diagnostic approach, and therapy of ergotism are reviewed.
    No preview · Article · Jun 2001 · Angiology
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    ABSTRACT: Introdução Embora o ergotismo, oufogo de Santo António, tem múltiplas apresentações, a mais comum actualmente é a isquemia periférica secund´ria ao vasoespasmo, que ocorreem 0,001-0,002%daqueles doentes em tratamento com alcalóides ergóticos. Objectivo Realizar um estudo retrospectivo da isquemia ergótica no nosso meio, e dado que não existe um esquema de actuação padronizado a seguir, baseandonos na nossa experiénciapessoal no Hospital de la Santa Creu i Sant Pau (HSCSP) e na diversa bibliografia consultada, considerar uma terapéutica baseada principalmente na retirada de ergóticos e na infusão endovenosa de prostaglandinas, concretamente, alprostadil(PGE1)-α-ciclo-dextrano (Sugiran®), pelo seu grande efeito vasodilatador arterial e sua acção antiagregante plaquetária. Doentes e métodos Apresentamos a série do nosso grupo de trabalho nos últimos cinco anos, que inclui quatro casos de isquemia arterial (dois homens e duas mulheres), com envolvimento dos membros inferiores em três casos e membros superiores numa. Todos os casos foram tratados com supressão de ergóticos, infusão endovenosa de alprostadil (PGE1)-α-ciclo-dextrano, mais fármacos coadjuvantes em alguns casos (heparinas, antiagregantes e hemorreológicos). Resultados Os doentes apresentaram uma franca melhoria após a retirada dos ergóticos; desapareceu a ameaça para o membro e a dor em repouso entre 24 a 72 horas do início da infusão de prostaglandinas. O quadro clínico melhorou em poucos dias e recuperaramse os pulsos distais na totalidade dos casos. Conclusões Consideramos o uso de alprostadil(PGE1)-α-ciclo-dextrano uma opção terapêutica válida no tratamento da isquemia de etiologia ergótica.
    No preview · Article · Dec 2003 · Angiología
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