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Newer components of enteral formulas

Department of Pediatrics, Northwestern University, Division of Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition, Children's Memorial Hospital, Northwestern University Medical School, Chicago, Illinois, USA.
Pediatric Clinics of North America (Impact Factor: 2.12). 03/2002; 49(1):113-25. DOI: 10.1016/S0031-3955(03)00111-1
Source: PubMed
ABSTRACT
The past decade has seen a paradigm shift in the goals of nutritional care from basic delivery of macronutrient calories to the provision of specific nutrients, which, in addition to supporting growth, have health and disease modulating effects. The appreciation of the central role of nutrition in heath and disease may lead to increased use of a new array of diets that are more specific for underlying health and disease pathophysiologic processes. An improved understanding of disease-specific pathophysiology, and limited but promising data from ongoing clinical trials, are fueling this positive change. Therefore, a greater understanding of rationale for the newer products may lead to improved nutritional and clinical care during health and disease.

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Available from: unjbg.edu.pe
  • No preview · Article · Dec 2002 · Revista Chilena de Nutricion
  • No preview · Article · Jan 2003
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    [Show abstract] [Hide abstract] ABSTRACT: Componentes orgânicos essenciais para a manutenção da integridade estrutural e funci-onal das células, as proteínas participam da síntese de enzimas, hormônios, vitaminas, citoquinas, substâncias neurotransmissoras, sais biliares, e também da formação de proteí-nas estruturais e de transporte. Têm como fun-ções principais a resposta imune, a contração muscular, o transporte de diversas substânci-as, o crescimento, a cicatrização de feridas e outras. As proteínas são polímeros compostos por nitrogênio, oxigênio e carbono, que se formam a partir da combinação de aminoácidos com li-gações peptídicas. Os compostos protéicos po-dem estar conjugados ao enxofre, ferro, cobal-to ou fósforo em algumas substâncias orgâni-cas, como metaloproteínas, hemoproteína e fosfoproteína, que são consideradas os grupos prostéticos. Esses grupos são responsáveis pela denominação da proteína como lipoproteína, nucleoproteína e glicoproteína. Localizadas na pele, no músculo e no fíga-do, as reservas endógenas de proteína são utili-zadas apenas para a produção limitada de glicose por meio da gliconeogênese a partir de aminoácidos durante o jejum prolongado. Com a progressão da inanição, ocorre redireciona-mento para o sistema de produção de energia por meio da lipólise, com redução da glico-neogênese e da excreção urinária de nitrogê-nio. Nos períodos de crescimento ocorre incor-poração de proteínas, bem como aumentos nas taxas de síntese, degradação e reutilização des-tes aminoácidos, visando à formação de novos tecidos. Entretanto, a reutilização não é com-pleta, ocorrendo perda de aminoácidos pelo catabolismo oxidativo e pelos fluidos orgâni-cos (fezes, suor, urina, pele, unhas, cabelos — 20 a 30 g/dia), sendo necessária a ingestão diá-ria ou síntese de aminoácidos essenciais e não-essenciais. Cerca de 3% a 4% da proteína corpo-ral total sofre remodelação pela síntese e de-gradação contínua. A velocidade do turnover protéico varia entre os órgãos, sendo mais rápi-da na mucosa intestinal e na medula óssea e mais lenta no músculo e no tecido conectivo. A velocidade também varia com a idade, sendo maior na infância, com maior taxa de cresci-mento. Em relação ao consumo energético, o turnover protéico exige cerca de 10% a 25% do gasto energético basal, valor superior ao neces-sário para o metabolismo lipídico e glicídico. CLASSIFICAÇÃO DOS AMINOÁCIDOS
    Full-text · Chapter · Jan 2005
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