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Self-training: the self-image in overcoming empty social representations of teaching activity and professional teacher culture.

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Cristina Novikoff
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p>A questão da indisciplina, em sala de aula, tem promovido constantes discussões nos meios escolares, devido aos tipos de enfrentamentos entre docentes e discentes, levando professores, durante a atividade docente, adotarem ações que considerem plausíveis para a realização do processo de ensino e aprendizagem. E, nas diversas ações tomadas por docentes, como já demonstrado em publicações diversas, podemos detectar um modelo pedagógico surgido no século XV, na Europa, criado pela Companhia de Jesus, denominado de Ratio Studiorum. Portanto, este artigo tem como objetivo discutir as representações sociais detectadas na Ratio Studiorum, em uso no universo docente hodiernamente e justificando, desta forma, que jamais houve um rompimento com um dos primeiros modelos pedagógicos implementados no Brasil ainda no período colonial. PALAVRAS-CHAVE: Ratio Studiorum; Representações Sociais, Trabalho Docente</p
p class="COcorpodoresumo"> Ensaio sobre o uso da interdisciplinaridade para se discutir o corpo de modo a ousar a bricolage com ideias de filósofos, sociólogos, psicanalistas, historiadores e educadores. Metodologicamente se adota a perspectiva dimensional da pesquisa acadêmico-científica proposta por Novikoff (2010) a parir de trabalho de doutoramento em andamento na Universidade Trás-os-Montes (UTAD), com orientação do Laboratório do Grupo de Estudos e Pesquisas em Representações Sociais na/para Formação de Professores credenciado na Universidade Federal de Campina Grande (LAGERES- UFCG). A proposta objetiva apresentar a discussão sobre corpo dentro da revisão conceitual e de seus fundamentos, para pensar os lugares e as representações sociais de corpo. PALAVRAS-CHAVE: corpo/ser; interdisciplinaridade; representações sociais</p
p>O estudo discute acerca da formação de professores para o ensino das ciências da saúde em nível de Mestrado Profissional. Devido a curta existência de Programas de Mestrados Profissionais (1997), existem problemas de diferente natureza (RIBEIRO, 2005) que carecem de aprofundamento, como a pouca experiência dos professores na atividade de ensino-aprendizagem de modo interdisciplinar. Parte-se do pressuposto teórico que para superar a dificuldade nessa formação tanto nos aspectos legais quanto nos conceituais, os mestrandos devem adentrar em temas variados para discutir os projetos de estudos e elaborar modos de intervenção. Assim, a formação deve permitir a vivência de duas experiências: pensar holisticamente e interdisciplinarmente para agir transdisciplinarmente. Diante deste contexto problematizado intenta-se estudar profundamente as tendências dessa formação questionando: Quais são as representações sociais de formação continuada para professores que estão se qualificando em Cursos de Mestrados Profissionais? Como esses professores compreendem a própria formação? Quais os enfrentamentos e apoios eles estão adotando? Objetiva-se discutir as representações sociais de formação continuada para professores em formação em Programas de Mestrados Profissionais. A partir dessas representações discutir-se-ão formas de enfrentamento, analisando seus apoios psicossociais e as implicações sócio afetivas dos mestrandos em formação para o ensino das ciências da saúde nos mestrados profissionais. Para o estudo adotar-se-á o referencial teórico da Teoria das Representações Sociais de Moscovici (1978; 2003) e a interpretação crítico-analítica de Duarte (2001). Trata-se de uma pesquisa qualitativa baseada na Etnografia de Erickson (2009). Os caminhos metodológicos percorrem as dimensões Novikoff (2010). Nota-se, assim o valor para o ensino onde os sujeitos falam, refletem e intervém no processo em estudo (GATTI, 2003). Palavras-chave : Formação de Professores, Enfrentamento, Mestrado Profissional.</p
Cristina Novikoff
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p>O presente artigo surgiu de uma experiência profissional da Professora Thamiris, com o ensino de educação de jovens e adultos com os alunos de Filosofia e Sociologia, para um trabalho avaliativo do curso de pós-graduação em docência do ensino superior e tecnológico na Faculdade Sul Fluminense. Quando se foi proposto fazer um artigo a partir da ideia de como você vê a filosofia da educação atual, foi estabelecido uma problematização baseado nos discursos dos próprios alunos participantes desta modalidade de ensino. Na lei de diretrizes e bases da educação nacional LDB, na seção IV que se trata do ensino médio, no artigo 36, parágrafo quarto, fica estabelecido que seja incluída a Filosofia e a Sociologia como disciplinas obrigatórias em todas as séries do ensino médio (Incluído pela Lei nº 11.684, de 2008), que determina que as propostas pedagógicas de escolas com organização curricular flexível, não estruturada por disciplinas, deveriam assegurar tratamento interdisciplinar e contextualizado, visando ao domínio de conhecimentos de Filosofia e Sociologia necessários ao exercício da cidadania. E que, no caso de escolas com, no todo ou em parte, organização curricular estruturada por disciplinas, deveriam ser incluídas as de Filosofia e Sociologia. O presente trabalho pode contribuir para professores que trabalham na EJA, com o intuito de ajudar a refletir nas diversas formas de se trabalhar um conteúdo, de se avaliar o aluno, de como o professor pode fazer a ponte do conteúdo com a experiência de vida de cada um, construir um novo olhar para esta modalidade de ensino, voltando-se para um ensino informal. Acho relevante escrever sobre este assunto, porque além de ser uma área onde na qual a maioria dos professores costumam usar a educação formal, eles acabam trabalhando tradicionalmente os conteúdos e tratando os alunos como crianças crescidas , onde na qual esta modalidade de ensino deve-se ser trabalhando com um certo cuidado, pois os alunos que estão nesta modalidade optam pela mesma em busca de um ensino de qualidade mas que também o faça sentido. O que mais me motivou a escrever sobre este tema foi, a surpresa de encontrar meus alunos atuais tão perdidos quanto aos conteúdos de filosofia, me deparar com as dificuldades encontradas nesta modalidade de ensino, e perceber as necessidades dos alunos para com a disciplina e com a EJA. Diante desses entendimentos, o objetivo desse artigo é descrever os desafios enfrentados por uma professora atuante na Educação de Jovens e Adultos no que tange ao ensino de Filosofia.</p