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COVID POR VARIANTES DEL SARS COV-2

Goal: Se realizan estudios sobre las nuevas características clínicas y epidemiológicas que ocasionan las Variantes del SARS CoV-2

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Gustavo Aguirre Chang
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COVID POR VARIANTES DO SARS COV-2: INCLUSÃO DE NIFUROXAZIDA NA PRIMEIRA LINHA DE AÇÃO TERAPÊUTICA. Relatamos uma redução significativa das hospitalizações e do taxa de letalidade com o seu uso associado a ivermectina. Características do COVID por Variantes do SARS CoV-2. Desde dezembro de 2020 e janeiro de 2021, começa a surgir um aumento significativo no número de novos casos de COVID em vários países, situação esta devida em grande parte à presença de novas variantes do vírus. Uma das características inicialmente identificadas nas Variantes é uma contagiosidade significativamente maior. De nossa parte, observamos que, da mesma forma que se espalha mais rapidamente no meio ambiente e gera maior contágio, as variantes do SARS CoV-2 afetam os intestinos com maior frequência e rapidez, ocorrendo frequentemente nos primeiros 4 dias a partir do início dos sintomas, que corresponde ao estágio inicial, e que no COVID-19 típico a afetação é geralmente limitado ao trato respiratório superior nesta fase inicial. Além dos intestinos, devido à presença mais frequente de taquicardia e dor torácica (com saturação normal de oxigênio), entende-se que haja também acometimento mais frequente e rápido do coração e do pericárdio. Em adultos e idosos, também gera uma afetação mais rápida e maior ao nível do cérebro. Primeiro estudo internacional sobre o uso de Nifuroxazida em COVID. Em 18 de janeiro de 2021, publicamos o primeiro estudo internacional sobre o uso de Nifuroxazida em COVID (1). Na parte final deste estudo, apontamos que, com base nas evidências, tínhamos decidido incorporar a Nifuroxazida ao plano terapêutico desenvolvido para o COVID produzido pelas variantes do SARS CoV-2. Reafirmamo-nos nesta decisão. Nifuroxazida, principais características. A nifuroxazida é um antibacteriano usado em humanos há mais de 50 anos, foi patenteado em 1966. É utilizado no tratamento de diarréia e infecções intestinais, produzidas principalmente por bactérias gram-negativas, como: E. coli, Salmonella gallinarum, Salmonella pullorum, Salmonella typhimurium, Salmonella cholerasuis, Arizona hinshawii, Vibrio coli, Shigella sp., Haemophilus sp., Klebsiella sp., Citrobacter sp., E Corynebacterium sp. Também atua sobre Entamoeba histolytica e Giardia lamblia. É indicado para infecções sintomáticas por Trichomonas vaginalis em mulheres e homens. É mencionado como um anti-helmíntico eficaz e é usado em associação com outros medicamentos contra H. pylori. A literatura indica que é melhor absorvido quando administrado com alimentos ou com agentes que retardam o esvaziamento gástrico. Quando a urina é ácida, há uma reabsorção significativa, portanto, isso favorece a eficácia do medicamento. Produz uma mudança na cor da urina para âmbar, sendo observada como urina mais escura ou carregada. Efeitos colaterais e adversos. Seus efeitos colaterais são leves e infrequentes (2), há boa tolerância mesmo quando administradas em doses superiores às regulares e seu custo é muito baixo. É de notar que pode causar reações de hipersensibilidade em vários locais, na pele, pulmão, sangue e / ou fígado. Na França, a Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos de Saúde (ANSM), por meio de comunicado (3), indicou que, como a grande maioria das diarreias infecciosas naquele país são de origem viral e a Nifuroxazida não demonstrou ser de interesse clínico no tratamento deste tipo de afecções, após revisão da relação risco-benefício, apresenta sua contra-indicação em crianças e adolescentes menores de 18 anos. Como parte dos elementos que sustentam esta decisão, eles apontam que os dados de farmacovigilância mostram um perfil de efeitos adversos marcado por efeitos imunoalérgicos muito raros, mas às vezes graves, especialmente em crianças (choque anafilático, angioedema de Quincke), e lembram que na maioria dos casos a diarreia é curada sem tratamento farmacológico, sendo que nas crianças é baseada principalmente na administração de fluidos de reidratação oral. Efeito inibidor do fator de transcrição STAT3 e ALDH1. Em 2008, o estudo de Nelson et al. (4), no qual foi descoberto que a Nifuroxazida é um potente inibidor do fator de transcrição STAT3, que está associado a vários cânceres humanos e geralmente indica um mau prognóstico. STAT3 tem efeitos anti-apoptóticos e proliferativos (5,6,7), e a inibição de STAT3 também pode ser eficaz no pós-transplante do enxerto (8). Em 2016, foi demonstrado que a Nifuroxazida é um potente inibidor da aldeído desidrogenase 1 (ALDH1) e que elimina seletivamente células com alto teor de ALDH1 que iniciam o câncer (7,9,10,11,12). Ele interrompe a via de sinalização do TLR4/ inflamossoma NLRP3/ IL-1. Em estudo publicado por Khodir, Samra e Said (13) em setembro de 2020, aponta-se que a Nifuroxazida tem uma função que gera a atenuação de lesões pulmonares agudas e miocárdicas associadas à sepse; esse papel pode ser explicado pela interrupção da via de sinalização TLR4/ inflamassomo NLRP3/ IL-1 pela Nifuroxazida. TLR significa Toll-like Receptor, são receptores Toll-like que são encontrados nas membranas celulares e servem para o reconhecimento de agentes infecciosos pelo corpo, e induzem, como resultado de sua estimulação, a produção de citocinas pró-inflamatórias e a expressão de moléculas coestimulatórias em células maduras que resultam em sinais de alerta imunológico. A importância do TLR4 no COVID-19 é apontada em várias publicações (14 a 21) e ensaios clínicos de antagonistas do TLR4 são propostos para o tratamento do COVID-19. Levando em consideração esse efeito, o uso da Nifuroxazida se justifica não apenas nos casos leves e moderados de COVID, mas também nos casos graves e críticos, e nos estágios avançados da doença, nos quais os pacientes apresentam importante reação inflamatória sistêmica. Outros efeitos relatados. Em um estudo de Said et al. (22), foi identificado um efeito nefroprotetor da Nifuroxazida no rim diabético, por meio do amortecimento da ativação do NF-B, estresse oxidativo e apoptose. Um efeito hepatoprotetor e amelortivo também foi identificado na progressão da Encefalopatia Hepática (23). Em outro estudo, por El-Far (24), foi identificado que a interação do efeito inibitório da Nifuroxazida na sinalização de NF-B/ STAT3 atenua a colite ulcerativa induzida por ácido acético, por isso pode ser proposta como uma nova terapia para ulceração colite. A nossa experiência da sua utilização no COVID: redução significativa das hospitalizações e do taxa de letalidade com o seu uso associado a ivermectina. De nossa parte, com a experiência adicional no tratamento de novos pacientes nas últimas três semanas, torna-se evidente que o uso de Nifuroxazida, juntamente com Ivermectina, em pacientes com COVID devido a variantes da SARS CoV-2, resulta em uma diminuição significativa nas hospitalizações e na taxa de letalidade. Embora ainda não haja muitos casos tratados que documentamos, dos 34 pacientes que estamos tratando com Nifuroxazida mais Ivermectina, apenas um exigiu internação, nenhum exigiu admissão na UTI, ou ventilação mecânica necessária ou faleceu. Em relação à resposta clínica ao tratamento, observamos que todos os casos em que o tratamento com Nifuroxazida foi iniciado, e que já estavam em tratamento com Ivermectina em altas doses, apresentaram melhora clínica geral da doença, com resolução da febre e dor torácica, naqueles que o apresentaram, dentro de 12 a 60 horas após o início do tratamento com Nifuroxazida. Quanto à presença de fezes líquidas ou semilíquidas, estas resolveram em um período de 1 a 3 dias. Da mesma forma, uma melhora na Saturação de Oxigênio de 1 a 3% foi observada nas primeiras 24 horas após o início do tratamento com Nifuroxazida, e os pacientes atingiram níveis normais de Saturação de Oxigênio, ou os níveis que tinham antes de adoecer, então 1 a 6 dias após iniciar o tratamento com Nifuroxazida. É importante mencionar que a melhora clínica geral, de febre, dor no peito e saturação de oxigênio, indicam que o efeito da Nifuroxazida não se limita aos intestinos, mas que há um efeito ao nível dos pulmões, do coração e outros órgãos. Por outro lado, começamos a avaliar o uso de doses superiores às normais, principalmente para os casos graves e críticos que apresentam maior carga viral e nos quais múltiplos órgãos e sistemas estão comprometidos. Também estamos avaliando o uso de Nifuroxazida isolada, sem Atapulgita ou Ivermectina, e também iniciamos seu uso em pacientes com Sintomas COVID Persistentes (em COVID Pós-Agudos e Crônicos) , isto é, em casos com fezes semilíquidas ou líquidas persistentes. Observa-se uma tolerância muito boa, até o momento os pacientes tratados não manifestaram quaisquer efeitos colaterais. Não é recomendado dar os comprimidos moidos porque têm um sabor amargo. Caso o paciente tenha dificuldade em tomar os comprimidos por via oral, é recomendavel usar as apresentações de xarope que geralmente contêm 200 mg. de Nifuroxazida para cada colher de chá (para cada 5 ml.). Em casos críticos, o medicamento deve ser passado pela sonda nasogástrica. Tabela do Esquema de Tratamento. A Tabela 1 mostra o Esquema de Tratamento com Nifuroxazida de acordo com a gravidade da doença. Além da gravidade, em adultos as doses também variam de acordo com o peso do paciente, sendo a dose maior naqueles que pesam mais de 95 quilos. Em crianças, as doses variam de acordo com a idade, com pontos de corte aos 4 e 7 anos. Esta Tabela foi preparada com base na experiência dos primeiros 30 casos que tratamos. O uso de Nifuroxazida tem sido feito em conjunto com Ivermectina nas doses de 0,2 a 0,8 mg. por quilo de peso por dia, e em 70% dos casos tratados, o AAS (Aspirina) também tem sido indicado em doses entre 200 a 600 mg. ao dia, que é o Esquema de Tratamento da COVID Agudo que administramos e propomos (25). Nifuratel, Nifurtimox e outros Nitrofuranos. Nifuratel é um nitrofurano pouco conhecido, um estudo de Zheng e col. (26) descobriram que é um inibidor de STAT3 com potente atividade contra células de câncer gástrico humano. Ou seja, ele identificou que possui propriedades semelhantes às encontradas na Nifuroxazida. Com esses antecedentes, efeitos semelhantes podem ser esperados com o uso de Nifurtimox, outro Nitrofurano do qual um melhor efeito foi relatado quando usado em conjunto com AAS, que é Aspirina (27,28), para o tratamento de A doença de Chagas, uma patologia infecciosa intracelular também publicada, está relacionada aos receptores TLR ou Toll-type (29). Outro Nitrofurano de uso conhecido na medicina é a Furazolidona, que é usada como a Nifuroxazida para o tratamento da diarreia do viajante, contra Trichomona e Giardia, por isso pode ser considerada uma alternativa a ser usada nos casos em que a Nifuroxazida não estiver disponível. A Nitrofurantoína é outro Nitrofurano, mas seu uso é voltado especificamente para o tratamento de infecções urinárias. Outros Nitrofuranos menos conhecidos são Nifuraldezone, Nifupirazine, Nitrovine, Nifuresterinate. Nitrofurazona, Furaltadona. Conclusões. Com base no que foi avaliado, concluímos que é aconselhável formalizar a inclusão da Nifuroxazida na primeira linha de ação terapêutica para COVID devido às Variantes da SARS CoV-2. É necessária a curto prazo a realização de estudos clínicos com um número significativo de participantes sobre a utilização da Nifuroxazida na COVID, sendo recomendada a sua utilização em associação com Ivermectina e Ácido Acetilsalicílico.
Gustavo Aguirre Chang
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COVID BY VARIANTS OF SARS COV-2: INCLUSION OF NIFUROXAZIDE IN THE FIRST LINE OF THERAPEUTIC ACTION. We report a significant reduction in hospitalizations and the fatality rate with its use associated with Ivermectin. Aguirre-Chang, Gustavo, Córdova M., José Aníbal y Trujillo F., Aurora. ReseachGate. 5 de February 5, 2021. Characteristics of COVID by Variants of SARS CoV-2. Since December 2020 and January 2021, a significant increase in the number of new cases of COVID has begun to appear in several countries, this situation being due in large part to the presence of new variants of the virus. One of the characteristics initially identified in the Variants is a significantly higher contagiousness. For our part, we have observed that, similarly to the fact that it spreads more rapidly in the environment, and generates greater contagiousness, the Variants of SARS CoV-2 affect the intestines more frequently and rapidly, this frequently occurring within the first 4 days from the onset of symptoms, which corresponds to the initial stage, and which in typical COVID-19 the involvement was generally limited to the upper respiratory tract in this initial stage. In addition to the intestines, due to the more frequent presence of tachycardia and chest pain (with normal oxygen saturation), it is understood that there is also a more frequent and rapid involvement of the heart and pericardium. In adults and older adults, it also generates a faster and greater impact on the brain. First international study on the use of Nifuroxazide in COVID. On January 18, 2021, we published the first international study on the use of Nifuroxazide in COVID (1). In the final part of this study, we pointed out that, based on the evidence, we had decided to incorporate Nifuroxazide into the therapeutic plan developed for the COVID produced by the SARS CoV-2 variants. We reaffirm ourselves in this decision. Nifuroxazide, main characteristics. Nifuroxazide is an antibacterial that has been used in humans for more than 50 years, it was patented in 1966. It is used in the treatment of diarrhea and intestinal infections, mainly produced by gram-negative bacteria, such as: E. coli, Salmonella gallinarum, Salmonella pullorum, Salmonella typhimurium, Salmonella cholerasuis, Arizona hinshawii, Vibrio coli, Shigella sp., Haemophilus sp., Klebsiella sp., Citrobacter sp., And Corynebacterium sp. It also acts on Entamoeba histolytica and Giardia lamblia. It is indicated for symptomatic Trichomonas vaginalis infections in women and men. It is mentioned to be an effective anthelmintic, and is used in association with other H. pylori medications. The literature indicates that it is better absorbed when given with food or with agents that delay gastric emptying. When the urine is acidic, a significant reabsorption occurs, therefore, this favors the effectiveness of the drug. It produces a change in the color of the urine to amber or dark yellow, it is observed as darker or loaded urine. This must be informed to the patient. Side and adverse effects Its side effects are mild and infrequent (2), there is good tolerance even given at doses higher than regular ones, and its cost is low. It is noted that it can cause hypersensitivity reactions of various locations, in skin, lung, blood and/or liver. In France, the National Agency for the Safety of Medicines and Health Products (ANSM), through a statement (3) pointed out that, as the vast majority of infectious diarrhea in that country are of viral origin, and Nifuroxazide has not been shown to be of clinical interest in the treatment of this type of conditions, after a review of the benefit-risk ratio, it provides its contraindication in children and adolescents under 18 years of age. As part of the elements that support this decision, they point out that the pharmacovigilance data show a profile of adverse effects marked by very rare but sometimes serious immunoallergic effects, especially in children (anaphylactic shock, Quincke's angioedema), and remember that in the majority of the cases the diarrhea is cured without pharmacological treatment, and that in children it is mainly based on the administration of oral rehydration fluids. Powerful Inhibitory effect of the Transcription Factor STAT3. In 2006, Nelson et al. (4,5) discovered that Nifuroxazide is a potent inhibitor of the Transcription Factor STAT3 (which stands for Signal Transducer and Activator of Transcription-3). In their 2008 study (5) they also reported that Nifuroxazide inhibits tyrosine phosphorylation of the kinase Jak2 and Tyk2. STAT3 is associated with several human cancers and usually indicates a poor prognosis, has both anti-apoptotic and proliferative effects (6,7,8,9). STAT3 inhibition may also be effective in post-graft transplantation (10). In a study by Said et al (11) in 2018 identified a nephroprotective effect of Nifuroxazide in the diabetic kidney, through the effective inhibition of STAT3 activation. Furthermore, Nifuroxazide treatment significantly reduced macrophage infiltration and fibrosis in diabetic kidney tissue and reduced levels of TNF-alpha and IL-18. It induces apoptosis of cancer cells and inhibits tumor growth. Studies have also been published showing that Nifuroxazide induces apoptosis of cancer cells and inhibits tumor growth (9,12,13). Inhibitory effect of ALDH1. In 2016 it was shown that Nifuroxazide is a potent inhibitor of aldehyde dehydrogenase 1 (ALDH1) and that it selectively eliminates cells with a high content of ALDH1 that start cancer (9,14,15). Interrupts the signaling pathway of TLR4/ NLRP3 inflammosome/ IL-1. In a study published by Khodir Samra and Said (16) in September 2020, it was pointed out that Nifuroxazide has a function that generates the attenuation of acute pulmonary and myocardial lesions associated with sepsis; this role could be explained by the interruption of the TLR4/ NLRP3 inflammosome/ IL-1 signaling pathway by Nifuroxazide. TLR stands for Toll-like Receptor, they are Toll-like receptors that are found in cell membranes and serve for the recognition of infectious agents by the body, and induce, as a result of their stimulation, the production of pro-inflammatory cytokines and the expression of molecules costimulatory in mature cells resulting in immune alert signals. The importance of TLR4s in COVID-19 is pointed out in several publications (17 to 24) and clinical trials of TLR4 antagonists for the treatment of COVID-19 are proposed. Taking into account this effect, the use of Nifuroxazide is justified not only in mild and moderate cases of COVID, but also in severe and critical cases, and in the advanced stages of the disease, in which patients present a significant systemic inflammatory reaction. Inhibitory effect of the signaling of the Transcription Factor NF-kB. NF-κB is the Nuclear Factor enhancer of the kappa light chains of activated B cells. It is a transcription factor that regulates multiple aspects of immune function and mediates inflammatory responses, regulates the survival, activation and differentiation of innate immune cells and inflammatory T cells. In a study by Elsherbiny et al (25) published in 2018, it was identified that Nifuroxazide, administered in diabetic rats at a dose of 25 mg/ kg/ day, orally, for 8 weeks, exhibited a renoprotective effect on the kidney diabetic disease through the damping of NF-κB activation, improved oxidative stress and regulated the activity of apoptotic enzymes. In a study by El-Far (26), it was identified that the interaction of the inhibitory effect of Nifuroxazide on NF-kB/ STAT3/ caspase signaling attenuates acetic acid-induced ulcerative colitis, so it can be proposed as a new therapy for ulcerative colitis. In another study, by Hassan, Said and Shehatou (27), it was identified that Nifuroxazide suppresses interstitial fibrosis in kidney tissues, probably via inhibition of STAT-3/ NF-κB signaling and attenuating oxidative stress and inflammation. kidney Recent studies indicate that the inhibition of NF-κB may be a possible mechanism of action with therapeutic potential in patients with severe COVID-19 (28). Other reported effects. A hepatoprotective and ameliortive effect has also been identified in the progression of Hepatic Encephalopathy (98), which was associated with a significant reduction in the liver and brain content of c-june N-terminal kinase (cJNK), so the study concluded that Nifuroxazide would have a modulatory effect on cJNK/ caspase-8/ TRAIL signaling. Our experience of its use in COVID: significant reduction in hospitalizations and the fatality rate with its use associated with Ivermectin. For our part, with the additional experience in the treatment of new patients in the last three weeks, it is evident that the use of Nifuroxazide, together with Iverme ctin,in patients with COVID by the Variants of SARS CoV-2, results in a significant decrease in hospitalizations and the Fatality Rate. Although there are still not many treated cases that we have documented, of the 34 patients that we are treating with Nifuroxazide plus Ivermectin, only one required hospitalization, none required admission to the ICU, or required mechanical ventilation or died. Regarding the clinical response to treatment, we have observed that all the cases in which treatment with Nifuroxazide was started, and who were already receiving high-dose Ivermectin treatment, presented a general clinical improvement of the disease, with resolution of fever and chest pain, in those who presented it, within 12 to 60 hours of starting treatment with Nifuroxazide. Regarding the presence of liquid or semi-liquid stools, these resolved in a period of time of 1 to 3 days. Likewise, an improvement in Oxygen Saturation of 1 to 3% was observed in the first 24 hours after starting treatment with Nifuroxazide, and the patients reached normal levels of Oxygen Saturation, or the levels they had before becoming ill, then 1 to 6 days after starting treatment with Nifuroxazide. It is important to mention that the general clinical improvement, of fever, chest pain and oxygen saturation, indicate that the effect of Nifuroxazide is not limited to the intestines, but that there is an effect at the level of the lungs, of the heart and other organs. On the other hand, we have begun to evaluate the use of higher doses than the regular ones, this mainly for severe and critical cases that present a higher viral load and in which multiple organs and systems are compromised. We are also testing the use of Nifuroxazide together with Ivermectin in patients with Persistent Symptoms of COVID (in Post-Acute and Chronic COVID or Long COVID or Persistent COVID), indicating it in all cases (and not only those with stools semi-liquid or persistent liquid). Very good tolerance is observed, to date treated patients have not manifested any side effects. It is not recommended to give the ground tablets because they have a bitter taste. In case the patient has difficulty taking pills orally, it is recommended to use the syrup presentations that usually contain 200 mg of Nifuroxazide for each teaspoon (for each 5 ml). In critical cases, the drug must be passed through the nasogastric tube. Treatment Scheme Table. In Table 1, the Nifuroxazide Treatment Scheme is presented according to the severity of the disease. In addition to the severity, in adults the doses also vary according to the weight of the patient, establishing cut-off points at 70 and 95 kilos. In children, the doses also vary according to age, establishing cut-off points at 5 and 8 years of age. This Table has been prepared based on the experience of the first 34 cases that we have treated. The use of Nifuroxazide has been done together with Ivermectin at doses of 0.2 to 1.2 mg per kilo of weight per day, and in 70% of the treated cases, ASA (Aspirin) has also been prescribed at doses between 200 to 600 mg a day, which is the Treatment Scheme for Acute COVID that we manage and propose (30). Conclusions Based on what has been evaluated, we conclude that it is advisable to formalize the inclusion of Nifuroxazide in the first line of therapeutic action for COVID due to SARS Cov-2 Variants. In the short term, It is necessary to carry out in the short term clinical studies with a significant number of participants on the use of Nifuroxazide in COVID, its use is recommended in association with Ivermectin, Vitamin C and an antiplatelet such as Acetylsalicylic Acid (ASA).
COVID POR VARIANTES DEL SARS COV-2: INCLUSION DE LA NIFUROXAZIDA EN LA PRIMERA LÍNEA DE ACCIÓN TERAPEUTICA. Reportamos una significativa reducción de hospitalizaciones y de la tasa de letalidad con su uso asociado a la Ivermectina. Características de la COVID por Variantes del SARS CoV-2. Desde los meses de diciembre del 2020 y enero del 2021 se ha iniciado a presentar en varios países un incremento importante en el número de nuevos casos de COVID, siendo esta situación debida en buena parte a la presencia de las nuevas Variantes del virus SARS CoV-2. Una de las características inicialmente identificada en las Variantes, es una significativa mayor contagiosidad. Por nuestra parte hemos observado que, de manera similar a como se propaga más rápidamente en el medio ambiente y genera mayor contagio, las Variantes del SARS CoV-2 afectan con más frecuencia y rapidez los intestinos, ocurriendo esto con frecuencia dentro de los primeros 4 días desde el inicio de síntomas, que corresponde a la etapa inicial, y que en el COVID-19 típico la afectación generalmente se limitaba a las vías respiratorias altas en esta etapa inicial. Además de los intestinos, por la presencia más frecuente de taquicardia y dolor torácico (con saturación de oxígeno normal), se entiende que también hay una afectación más frecuente y rápida del corazón y pericardio. En los adultos y adultos mayores genera además una más rápida y mayor afectación a nivel del cerebro. Primer estudio a nivel internacional sobre el uso de Nifuroxazida en COVID. El 18 de enero del 2021 publicamos el primer estudio que se realiza a nivel internacional sobre el uso de Nifuroxazida en COVID (1). En la parte final de este estudio señalamos que, en base a lo evidenciado, habíamos decidido incorporar a la Nifuroxazida dentro del plan terapéutico elaborado para el COVID producido por la Variantes del SARS CoV-2. Nos reafirmamos en esta decisión. Nifuroxazida, principales características. La Nifuroxazida es un antibacteriano que se utiliza en humanos desde hace más de 50 años, fue patentada en el año 1966. Se utiliza en el tratamiento de la diarrea e infecciones intestinales, principalmente producidas por bacterias gramnegativas, como: E. coli, Salmonella gallinarum, Salmonella pullorum, Salmonella typhimurium, Salmonella cholerasuis, Arizona hinshawii, Vibrio coli, Shigella sp., Haemophilus sp., Klebsiella sp., Citrobacter sp., y Corynebacterium sp. También actúa sobre Entamoeba histolytica y Giardia lamblia. Se le indica en infecciones por Trichomonas vaginalis sintomática en mujeres y hombres. Se menciona que es un antihelmíntico efectivo, y se usa en asociación con otros medicamentos contra el H. pylori. En la literatura se señala que se absorbe mejor cuando se da con alimentos o con agentes que retrasan el vaciado gástrico. Cuando la orina es ácida se produce una reabsorción importante, por lo tanto, esto favorece la efectividad del fármaco. Produce un cambio en la coloración de la orina a ámbar o amarillo oscuro, se observa como orinas más oscuras o cargadas. Esto debe ser informado al paciente. Efectos secundarios y adversos. Sus efectos secundarios son leves y poco frecuentes (2), hay buena tolerancia incluso dada a dosis superiores a las regulares y su costo es bajo. Se señala que puede originar reacciones de hipersensibilidad de localización variada, en piel, pulmón, sangre y/o hígado. En Francia, la Agencia Nacional de Seguridad de Medicamentos y Productos Sanitarios (ANSM), mediante un comunicado (3) señaló que, como la gran mayoría de las diarreas infecciosas en ese país son de origen viral, y la Nifuroxazida no ha demostrado ser de interés clínico en el tratamiento de este tipo de afecciones, tras una revisión de la relación beneficio-riesgo, dispone su contraindicación en niños y adolescentes menores de 18 años. Como parte de los elementos que sustentan esta decisión, señalan que los datos de farmacovigilancia muestran un perfil de efectos adversos marcado por efectos inmunoalérgicos muy raros pero a veces graves, especialmente en niños (shock anafiláctico, angioedema de Quincke), y recuerda que en la mayoría de los casos la diarrea se cura sin tratamiento farmacológico, y que en niños se basa principalmente en la administración de líquidos de rehidratación oral. Potente efecto inhibidor del Factor de Transcripción STAT3. En el año 2006, Nelson y col. (4,5) descubrieron que la Nifuroxazida es un potente inhibidor del Factor de Transcripción STAT3 (que son las iniciales de Signal Transducer and Activator of Transcription-3). En su estudio del 2008 (5) también reportaron que la Nifuroxazida inhibe la fosforilación de tirosina de la quinasa Jak2 y Tyk2. El STAT3 está asociado con varios cánceres humanos y suele indicar un mal pronóstico, tiene efectos tanto anti-apoptóticos como proliferativos (6,7,8,9). La inhibición del STAT3 también puede ser eficaz en los post-trasplantes de injertos (10). En un estudio realizado por Said y col. (11) en el año 2018 identificó un efecto nefroprotector de la Nifuroxazida en el riñón diabético, a través de la efectiva inhibición de la activación de STAT3. Además, el tratamiento del Nifuroxazida redujo significativamente, en el tejido renal diabético, ‎‎la infiltración‎‎ de macrófagos, ‎‎la ‎‎fibrosis y redujo los niveles de TNF-alfa e IL-18.‎‎ Induce apoptosis de las células cancerosas e inhibe el crecimiento tumoral. También se ha publicado estudios que muestran que la Nifuroxazida induce apoptosis de las células cancerosas y que inhibe el crecimiento de los tumores (9,12,13). Efecto inhibidor del ALDH1. En el año 2016 se demostró que la Nifuroxazida es un potente inhibidor del aldehído deshidrogenasa 1 (ALDH1) y que elimina selectivamente a las células con elevado contenido de ALDH1 que inician el cáncer (9,14,15). Interrumpe la vía de señalización de TLR4/ inflamosoma NLRP3/ IL-1. En un estudio publicado por Khodir, Samra y Said (16) en septiembre del 2020, se señala que la Nifuroxazida tiene una función que genera la atenuación de las lesiones pulmonares agudas y miocárdicas asociadas a la sepsis; este rol se explicaría por la interrupción de la vía de señalización de TLR4/ inflamosoma NLRP3/ IL-1 por parte de la Nifuroxazida. TLR significa Receptor Toll-like, son receptores tipo Toll que se encuentran en las membranas celulares y sirven para el reconocimiento de agentes infecciosos por parte del organismo, e inducen, como resultado de su estimulación, la producción de citocinas proinflamatorias y la expresión de moléculas coestimuladoras en células maduras que resultan en señales de alerta inmunológica. La importancia de los TLR4 en la COVID-19 se señala en varias publicaciones (17 al 24) y se propone se realicen ensayos clínicos de los antagonistas TLR4 para el tratamiento de COVID-19.‎ Teniendo en cuenta este efecto, el uso de la Nifuroxazida está justificada no solo en los casos leves y moderados de COVID, sino también en los casos severos y críticos, y en las etapas avanzadas de la enfermedad, en las cuales los pacientes presentan una importante reacción inflamatoria sistémica. Efecto inhibidor de la señalización del Factor de Transcripción NF-kB. El NF-κB es el Factor Nuclear potenciador de las cadenas ligeras kappa de las células B activadas. Es un factor de transcripción que regula múltiples aspectos de la función inmune y media las respuestas inflamatorias, regula la supervivencia, activación y diferenciación de las células inmunes innatas y las células T inflamatorias. En un estudio de Elsherbiny y col (24) publicado en el año 2018, se identificó que la Nifuroxazida, administrada en ratas diabéticas a dosis de 25 mg/kg/día vía oral durante 8 semanas, exhibió un efecto renoprotector en el riñón diabético a través de la amortiguación de la activación de NF-κB, mejoró el estrés oxidativo y reguló la actividad de las enzimas apoptóticas.‎ En un estudio a cargo de El-Far (25), se identificó que la interacción del efecto inhibitorio de la Nifuroxazida en la señalización NF-kB/STAT3/caspase atenúa la colitis ulcerativa inducida por ácido acético, por lo que se puede proponer como una nueva terapia para la colitis ulcerativa. En otro estudio, de Hassan, Said y Shehatou (26), se identificó que la Nifuroxazida suprime la fibrosis intersticial en tejidos renales, probablemente vía la inhibición de la señalización de STAT-3/NF-κB y atenuando la tensión y la inflamación oxidativas renales.‎ Estudios recientes señalan que la inhibición del NF-κB puede ser un posible mecanismo de acción con potencial terapéutico en pacientes con COVID-19 severo (27). Otros efectos reportados. También se le ha identificado un efecto hepatoprotector y ameliortivo en la progresión de la Encefalopatía Hepática (28), lo cual fue asociado a una reducción significativa en el contenido del hígado y del cerebro de la cinasa del N-terminal de c-junio (cJNK), por lo que el estudio concluyó que la Nifuroxazida tendría un efecto modulador sobre la señalización de cJNK/caspase-8/TRAIL. En otro estudio (29), se halló que la Nifuroxazida disminuye la acumulación de lípidos en el hígado, protegiéndolo contra la enfermedad del hígado graso, aumentando la oxidación del ácido graso; tambien se identificó que regula metabolismo de la glucosa inhibiendo gluconeogénesis y activando síntesis del glicógeno; y además disminuyó las respuestas inflamatorias y la resistencia a la insulina mediante la modulación de la señalización STAT3 y la vía IL-6/STAT3/SOCS3.‎ Nuestra experiencia de su uso en COVID: significativa reducción de hospitalizaciones y de la tasa de letalidad con su uso asociado a la Ivermectina. Por nuestra parte, con la experiencia adicional en el tratamiento de nuevos pacientes en las últimas tres semanas, se hace evidente que el uso de la Nifuroxazida, junto con la Ivermectina, en pacientes con COVID por la Variantes del SARS CoV-2, resulta en una significativa disminución de las hospitalizaciones y de la Tasa de Letalidad. Si bien aún no son muchos los casos tratados que tenemos documentados, de los 34 pacientes que vamos tratando con Nifuroxazida más Ivermectina, solo uno requirió hospitalización, ninguno requirió ingresar a UCI, ni requirió ventilación mecánica ni falleció. En cuanto a la respuesta clínica al tratamiento, hemos observado que la totalidad de los casos en los que se inició tratamiento con Nifuroxazida, y que ya se encontraban recibiendo tratamiento Ivermectina a dosis altas, presentaron una mejoría clínica general de la enfermedad, con resolución de la fiebre y del dolor torácico, en los que lo presentaban, dentro de las 12 a 60 horas de iniciado el tratamiento con Nifuroxazida. En cuanto a la presencia de deposiciones líquidas o semilíquidas, estas se resolvieron en un lapso de tiempo de 1 a 3 días. Asimismo, se observó una mejora en la Saturación de Oxígeno de 1 a 3% a las primeras 24 horas de iniciado el tratamiento con Nifuroxazida, y los pacientes alcanzaron los niveles normales de Saturación de Oxígeno, o los niveles que presentaban antes de enfermarse, luego de entre 1 a 6 días de iniciado el tratamiento con Nifuroxazida. Es importante mencionar que la mejoría clínica general, de la fiebre, los dolores en el tórax y en la saturación de oxígeno, indican que el efecto de la Nifuroxazida no se limita a los intestinos, sino que existe un efecto a nivel de los pulmones, del corazón y otros órganos. Por otro lado, hemos iniciado a evaluar el uso de dosis más elevadas a las regulares, esto principalmente para los casos severos y críticos que presentan una mayor carga viral y en quienes se comprometen múltiples órganos y sistemas. También estamos probando el uso de la Nifuroxazida junto con la Ivermectina en pacientes con Síntomas Persistentes de COVID (en el COVID Post-Agudo y Crónico o Long COVID o COVID Persistente), indicándolo en todos los casos (y no solo se los que presenten deposiciones semilíquidas o líquidas persistentes). Se observa muy buena tolerancia, a la fecha los pacientes tratados no han manifestado efecto secundario alguno. No se recomienda dar las pastillas molidas por tener estas un sabor amargo. En caso de que el paciente presente dificultad para tomar pastillas por vía oral, se recomienda recurrir a las presentaciones en Jarabe que por lo general contienen 200 mg de Nifuroxazida por cada cucharita (por cada 5 ml). En los casos críticos, se les debe pasar el medicamento por la sonda nasogástrica. Tabla de Esquema de Tratamiento. En la Tabla 1 se presenta el Esquema de Tratamiento con Nifuroxazida según la severidad de la enfermedad. Además de la severidad, en los adultos las dosis también varían según el peso del paciente, estableciendo puntos de corte a los 70 y 95 kilos. En los niños, las dosis varían también según la edad, estableciendo puntos de corte a los 5 y 8 años de edad. Esta Tabla ha sido elaborada en base a la experiencia de los primeros 34 casos que hemos tratado. El uso de la Nifuroxazida lo hemos realizado junto con la Ivermectina a dosis de 0.2 a 1.2 mg por kilo de peso al día, y en el 70% de los casos tratados se les ha indicado además AAS (Aspirina) a dosis de entre 200 a 600 mg al día, que es el Esquema de Tratamiento para COVID Agudo que manejamos y proponemos (30). Conclusiones De acuerdo a lo evaluado, concluimos que es recomendable formalizar la inclusión de la Nifuroxazida en la primera línea de acción terapéutica para la COVID por las Variantes del SARS CoV-2. Es necesaria la realización en el corto plazo de estudios clínicos con un número significativo de participantes sobre el uso de Nifuroxazida en COVID, siendo recomendable su uso asociado con Ivermectina, Vitamina C y un antiplaquetario como el Ácido Acetil Salicílico.
COVID POR VARIANTES DEL SARS CoV-2: TRATAMIENTO CON NIFUROXAZIDA Y ATAPULGITA RESUMEN.- A partir de diciembre del 2020 se ha comenzado a presentar a nivel mundial un número muy significativo de nuevos casos, identificándose que esta situación es debida en buena parte a la presencia de nuevas Variantes del virus SARS CoV-2, las cuales tienen la característica inicialmente identificada de una significativa mayor contagiosidad. Con la experiencia en el tratamiento de estos pacientes desde la última semana de diciembre del 2020, se ha observado un número mayor de casos con compromiso intestinal desde los primeros días que los pacientes inician los síntomas de COVID, con presencia de deposiciones semi-líquidas o diarreicas, algunas veces precedido por estreñimiento los primeros 2 a 4 días, y presencia de fiebre persistente por más de 2 días, y cuyos síntomas no presentan mejoría con la aplicación de los esquemas de tratamiento que teníamos previamente establecidos para COVID-19, por lo cual ha sido necesario evaluar nuevos medicamentos y esquemas terapéuticos para dar una solución efectiva y oportuna a estos casos con nuevas características y que corresponderían a COVID por Variantes de SARS CoV-2. MATERIAL Y MÉTODOS: El presente, es un reporte de casos, que incluye 10 pacientes adultos con diagnóstico de Infección por SARS CoV-2 y COVID con presencia de fiebre con temperatura mayor a 37.8°C durante más de 2 días seguidos y síntomas intestinales caracterizado con más frecuencia por deposiciones semi-líquidas o líquidas, en 2 casos precedido por estreñimiento los primeros 2 a 3 días. Todos los pacientes se encontraban dentro de los primeros 10 días contando desde la fecha de inicio de síntomas y en tratamiento domiciliario. Presentaban síntomas generales y respiratorios de diversos grados. Los niveles de Saturación de Oxígeno se encontraban entre 90 y 96%, ninguno se encontraba con tratamiento con Oxígeno medicinal ni llegó a requerirlo. En todos los casos, ya se encontraban tomando Ivermectina más Azitromicina y/o Levofloxacino desde 3 a 6 días antes de iniciar con la Nifuroxazida y Atapulgita. También tomaban Metamizol de forma condicional a la presentación de fiebre mayor de 38.2°C. Se indicó el siguiente protocolo de tratamiento: - NIFUROXAZIDA 200 mg + ATAPULGITA Activada 350 mg: se prescribió un medicamento que contiene conjuntamente Nifuroxazida y Atapulgita (Diaren, Cortafan, Nifloral, Nifurat). Las dosis indicadas en los pacientes adultos fueron de entre 12 a 25 mg por kilo de peso al día, esta dosis total por día se dio repartida en 2 a 4 tomas durante el día. En los primeros pacientes tratados se les indicó dosis de 400 mg de Nifuroxazida + Atapulgita cada 12 horas o de 200 mg cada 8 horas. En los últimos pacientes que se trató, se ha indicado dosis de 400 mg cada 6 o cada 8 horas (3 a 4 dosis al día de 400 mg), con buena respuesta y tolerancia. En todos los casos se indicó tomarlo por 4 a 6 días. A partir de 2 días después de ya no presentar deposición líquida o semilíquida, la indicación era dar la Nifuroxazida sola, sin Atapulgita. Estos medicamentos se pueden tomar antes o después de alimentos. - IVERMECTINA: se indicó continuar con las 2 a 3 dosis al día de 0.2 mg por kilo de peso corporal que venían recibiendo, completaron 8 a 14 días con tratamiento con Ivermectina, se indicó tomar el medicamento después de los alimentos. La variación en el número de dosis al día y días de tratamiento se da según la respuesta clínica al tratamiento. - METAMIZOL 500 mg 1 tableta cada 8 horas y condicional a presencia de fiebre mayor de 38.2°C. Cuando la fiebre era superior a 39.5°C, la indicación era recurrir a la presentación en ampollas inyectables, por vía intramuscular. Antes de iniciar con la Nifuroxazida, 9 de los 10 pacientes recibieron tratamiento con Azitromicina, 1 TB de 500 mg al día durante 3 a 4 días, sin que se observe mejoría clínica, y la fiebre persistió. 1 de los pacientes recibió solo Levofloxaxino previamente, y 3 pacientes recibieron primero Azitromicina y luego Levofloxaxino, 1 TB de 500 o 750 mg al día durante 3 a 4 días, sin que se observe mejoría clínica, con persistencia de la fiebre. En 6 de los 10 pacientes, que presentaban diarrea, se les indicó adicionalmente el probiótico Enterogermina, 1 a 2 frasquitos de 5 ml vía oral cada 12 horas por 2 a 3 días. En 5 pacientes se les indicó Acido Acetil Salicílico (AAS o Aspirina) en Tabletas de 81 o 100 mg, 2 dosis al día, después de alimentos durante 7 a 14 días. RESULTADOS Los 10 casos que ya venían siendo tratados con Ivermectina, Metamizol y Azitromicina y/o Levofloxacino, al darles Nifuroxazida con Atapulgita, presentaron una mejoría clínica significativa, con resolución de la fiebre y de las deposiciones semilíquidas o líquidas dentro de las 24 a 48 horas de iniciado el tratamiento con Nifuroxazida y Atapulgita. Además de la rápida resolución de la fiebre y de los síntomas intestinales, se observó una mejoría clínica general, de la debilidad, el dolor en el pecho y de los síntomas respiratorios. Asimismo, se observó una mejora en la Saturación de Oxígeno de 2 a 3% a las 24 horas contando desde el inicio del tratamiento con Nifuroxazida, alcanzando los niveles normales de Saturación de Oxígeno entre 1 a 5 días de haberle iniciado el tratamiento. DISCUSIÓN Y CONCLUSIONES En el presente reporte de casos se observó una mejoría clínica total de los síntomas de fiebre y deposiciones semilíquidas o líquidas dentro de las 24 a 48 horas en los 10 pacientes tratados con Nifuroxazida, Atapulgita, y que desde días antes ya venían recibiendo tratamiento con Ivermectina, Metamizol y Azitromicina y/o Levofloxacino. El hecho que, todos los casos respondieran favorablemente a los muy pocos días con el esquema de tratamiento establecido nos indicaría que la Nifuroxazida es un medicamento efectivo contra los microorganismos que ocasionan la fiebre persistente y el compromiso intestinal en los pacientes con COVID por las variantes del SARS CoV-2. La mejoría general, en todos los síntomas y en la saturación de oxígeno, orientaría a que el efecto de la Nifuroxazida no se limita al nivel intestinal, sino que presenta un efecto a nivel de múltiples órganos, en donde ocasionaría una reducción de los microorganismos patógenos y de los procesos inflamatorios. Los resultados del presente reporte sustentan la realización de estudios con un mayor número de participantes. Por nuestra parte, nuestro grupo de trabajo ha procedido a incorporar a la Nifuroxazida dentro de las terapias potenciales en el plan terapéutico elaborado para el COVID producido por las Variantes del SARS CoV-2.
Gustavo Aguirre Chang
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COVID BY VARIANTS: THERAPEUTIC PLAN IN THE INITIAL STAGE (or NASAL and PHARYNGEAL Stage with frequent bowel involvement). PART I. NON -PHARMACOLOGICAL MEASURES. 1) First Line of Action: REDUCE THE VIRAL LOAD AND TRANSMISSION OF VIRUS: • CONSIDER THAT MOST OF THOSE WHO LIVE WITH SOMEONE WHO IS SICK WILL BE INFECTED: if there are several people in the same home or there are not enough bathrooms, a part of the people should be transferred to other homes (the oldest, male). Evaluate each case, you can choose to transfer the sick or the healthy. See that no more than 2 sick people cohabit, and they must have a personal room and bathroom only for their use. KEEP ROOMS VENTILATED: patients should be in ventilated rooms. Windows must be opened for air circulation and exchange to be achieved. Ventilation should also occur in the bathrooms they use and in the environment or area they use as a dining room. ISOLATION: patients must be isolated. Separate your silverware, cups and plates. Bedding, clothing and towels used by the patient should be placed in separate bags and washed with water and ordinary household detergent. Gloves must be used for handling. CLEANING AND DISINFECTION OF SURFACES AND TOILETS: the surfaces with which the patient has frequent contact(tables, chairs and other furniture in the bedroom and dining room) should be cleaned at least once a day. Bathroom and toilet surfaces should also be cleaned at least once a day. After an initial cleaning with ordinary household detergent, clean with sodium hypochlorite (bleach) by diluting 1 part of hypochlorite in 30 parts of water, which is equivalent to 33 cc or ml of sodium hypochlorite per liter of water.. GARGLES AND MOUTHWASHES: 4 to 6 times a day. With 1 glass with slightly warm water with 1/2 or 1/4 teaspoon of salt (depending on the sensitivity of the person). It is recommended to intersperse with one of the following alternatives: 1) Mix of 10 ml cold boiled water with 5 ml of Hydrogen Peroxide at 3% or 10 volumes. 2) Cetylpyridinium Chloride or CPC 0.05 %: use 10 to 15 ml, undiluted. 3) Yodopovidone or povidone iodine, in 10% oropharyngeal solution: dilute 2 ml in 20 ml of water. Each of these 3 alternatives should not be used more than 3 times a day, and should not be kept in the mouth for more than 1 minute. Gargles reduce viral load. NASAL WASH: 2 to 3 times a day, using a 20 ml syringe, Rhinocorn or Nety pot, with 1 glass of water with 1/2, 1/4 or 1/8 teaspoon of salt (depending on sensitivity). Or else with 40 ml of water with 10 ml of 3% hydrogen peroxide, or instead of washing it can be applied as nasal drops. ADDITIONAL HYDRATION ONLY IN THE FIRST DAYS: drink 1.5 to 2 liters of liquid a day. But avoid: Orange, tangerine, grapefruit and acid lemon juice, coffee, black tea, soft drinks, drinks with caffeine (energizers) or with lactate. Do not overhydrate if the O2 saturation falls below normal (<95%) as it aggravates the Pulmonary Edema caused by the SARS CoV-2 virus HYPERTHERMIA: take baths with hot water or traditional sauna or with far infrared, avoiding sudden changes in temperature and cold air currents. At 8pm wrap up with more clothes and put paper on the front and back of the chest under the clothes. The virus is sensitive to heat. TRAIN PATIENTS, CAREGIVERS AND OTHER HOUSEHOLD MEMBERS: on measures to reduce the transmission of the virus; control and recording of: temperature, number of stools per day and consistency, oxygen saturation, heart rate, blood pressure; and the symptoms and signs of complications. USE OF A MASK: all household members must wear a mask, type KN95 or FFP2 FREQUENT HAND WASH: basic measure to eliminate the presence of virus on the hands. To dry your hands it is preferable to use disposable paper towels. (2) Second Line of Action: REDUCE PLATELET HYPERACTIVITY AND BREAK DOWN PERSISTENT BLOOD CLOTS: DO NOT INDICATE CONTINUOUS REST IN THE FIRST DAYS OF ILLNESS: rest increases hypercoagulability and the risk of thrombosis. It may be indicated that you reduce your activities and physical efforts, but that you are not lying in bed during the day. PERFORM MOVEMENTS TO REDUCE THE RISK OF THROMBOSIS: walking inside the house, changing positions at least every half hour during the day, avoiding crossing the legs, do flexion and extension exercises and circular movements of the feet every 2 to 3 hours a day. Avoid sedentary lifestyle. The goal is to improve blood circulation. (3) Third Line of Action: TREAT NUTRIENT DEPLETION, THE OXIDATIVE STRESS AND IMMUNE DYSFUNCTIONS: CONSUME FOR 1 TO 3 WEEKS A GREATER AMOUNT OF FOODS RICH IN LYSINE, TRYPTOPHAN, GLYCINE, GLUTAMINE, CYSTEINE, VITAMIN D AND NIACIN (it is not indicating to consume everything that is mentioned, it may be part of it): turkey, chicken, egg, beef (not canned, fresh); beet in juice, turnip, aguacate (avocado) but not more than 1 a day; cheese, but up to 75 grams a day (and not cured or semi-cured, or goat); yogurt, but up to 1 glass a day (200 ml); mango, apricot, medlar, cherry, pear, pineapple, fig, carambola; potato, quinoa, amaranth (kiwicha). AVOID FOR 1 TO 3 WEEKS ACUTE PRO-INFLAMMATORY FOODS, AND RICH IN ARGININE AND HISTAMINE: coffee, soda and drinks with caffeine or with lactate, black tea, alcohol; walnut of all kinds, hazelnut, pecans, almonds, peanut, chestnuts, pistachios; orange, tangerine, grapefruit, lemon, banana, coconut, blackberries, cashew or marañon, kiwi, cocoa, cocoa chocolate; sesame seeds, oatmeal, brown rice, wheat, whole wheat bread, peas, green bean, chickpeas, barley, flax or linseed, seeds of: chia pumpkin, poppy and sunflower; tomato, spinach, eggplant, rutabaga/kohlrabi, cabbage, cucumber; chili, chucrut, curry, tomato sauce, monosodium glutamate, vinegars, soy sauce (shoyu), mayonnaise, mustard; sausages, cold cuts, canned meat (preserves); fish and shellfish (especially canned); sweets, pastries, colorants; eat low sugar and salt. ASK ABOUT A HISTORY OF ANEMIA, HYPOVITAMINOSIS, CONSUMPTION OF VITAMINS AND SUPPLEMENTS: it is important to meet the highest nutrient requirement.
COVID POR VARIANTES: PLAN TERAPÉUTICO EN LA ETAPA INICIAL (o Etapa NASAL y FARINGEA con frecuente compromiso Intestinal). PARTE I. MEDIDAS NO FARMACOLÓGICAS. (1) 1ra Línea de Acción: REDUCIR LA CARGA VIRAL Y LA TRASMISIÓN DEL VIRUS: • CONSIDERAR QUE LA MAYOR PARTE DE LOS QUE VIVEN CON ALGUIEN QUE ENFERMA SE VAN A INFECTAR: si son varias personas en el mismo domicilio o no se cuenta con baños suficientes, se debe trasladar una parte de las personas a otros domicilios (los de más edad, varones). Evaluar cada caso, se puede optar por trasladar a los enfermos o a los sanos. Buscar que no cohabiten más de 2 personas enfermas, y ellos deben contar con un cuarto y baño personal solo de su uso. MANTENER VENTILADOS LOS AMBIENTES: los pacientes deben estar en habitaciones ventiladas. Las ventanas deben abrirse para que se logre la circulación y recambio del aire. La ventilación también debe darse en los baños que usan y en el ambiente o área que usan como comedor. AISLAMIENTO: los pacientes deben estar aislados. Separar sus cubiertos, tazas y platos. La ropa de cama, vestimenta y toallas que use el paciente deben ser colocadas en bolsas separadas y ser lavadas con agua y detergente doméstico ordinario. Se debe usar guantes para su manipulación. LIMPIEZA Y DESINFECCIÓN DE SUPERFICIES E INODOROS: las superficies con las que tienen contacto frecuente los pacientes (mesas, sillas y otros muebles del dormitorio y comedor) deben ser limpiadas al menos una vez al día. Las superficies del cuarto de baño y el inodoro o sanitario también deben ser limpiadas al menos una vez al día. Tras una limpieza inicial con detergente doméstico ordinario, limpiar con hipoclorito de sodio (lejía) diluyendo 1 parte de hipoclorito en 30 partes de agua, lo que equivale a 33 cc o ml de hipoclorito de sodio por cada litro de agua. GÁRGARAS Y ENJUAGUES BUCALES: 4 a 6 veces al día. Con 1 vaso con agua un poco tibia con 1/2 ó 1/4 de cucharita de sal (según la sensibilidad de la persona). Se recomienda intercalar con una de las siguientes alternativas: 1) Mezcla de 10 ml de agua con 5 ml de Peróxido de hidrógeno (agua oxigenada) al 3% o de 10 volúmenes. 2) Cloruro de Cetilpiridinio o CPC al 0.05 %: usar 12 a 15 ml, sin diluir. 3) Yodopovidona o povidona yodada, en solución bucofaríngea al 10%: se diluye 2 ml en 20 ml de agua. Cada una de estas 3 alternativas, no deben usarse más de 3 veces al día, y no deben mantenerse en la boca por más de 1 minuto. Las gárgaras y enjuagues reducen la carga viral. LAVADOS NASALES: 2 a 3 veces al día, usar Jeringa de 20 ml, Rinocornio o Nety pot, con 1 vaso con agua con 1/4 ó 1/8 de cucharadita de sal (según sensibilidad). O sino con 40 ml de agua con 10 ml de Peróxido de hidrógeno al 3%, o en lugar de los lavados, se puede aplicar esto como gotas nasales. HIDRATACIÓN ADICIONAL SOLO EN LOS PRIMEROS DÍAS: tomar 1.5 a 2 litros de líquido al día. Pero evitar: Jugo de naranja, mandarina, toronja y limón ácido, café, té negro, gaseosas, bebidas con cafeína (energizantes) o con lactato. No sobre hidratar si la saturación de O2 disminuye por debajo de lo normal (< 95%) ya que agrava el edema pulmonar que genera el virus del SARS CoV-2. HIPERTERMIA: tomar baños con agua caliente, o sauna tradicional o con infrarrojo lejano, evitando cambios bruscos de temperatura y corrientes de aire frio. A las 8 o 9 pm abrigarse más y ponerse papel en la parte anterior y posterior del tórax por debajo de la ropa. El virus es sensible al calor. CAPACITAR A LOS PACIENTES, CUIDADORAS Y DEMÁS MIEMBROS DEL HOGAR: sobre las medidas para reducir la trasmisión del virus; el control y registro de: temperatura, número de deposiciones al día y consistencia, saturación de oxígeno, frecuencia cardiaca, presión arterial; y de los síntomas y signos de las complicaciones. USO DE MASCARILLA: todos los miembros del hogar deben usar mascarilla, tipo KN95. LAVADO FRECUENTE DE MANOS: para eliminar la presencia de virus en las manos. Para secarse las manos es preferible usar toallitas de papel desechables. (2) 2da Línea de Acción: REDUCIR LA HIPERACTIVIDAD PLAQUETARIA Y DESCOMPONER LOS COÁGULOS SANGUÍNEOS PERSISTENTES: NO INDICAR REPOSO CONTINUO LOS PRIMEROS DÍAS DE ENFERMEDAD: el reposo aumenta la hipercoagulabilidad y el riesgo de trombosis. Se puede indicar que reduzca sus actividades y esfuerzos físicos,}pero que no que esté echado en cama durante el día. REALIZAR MOVIMIENTOS PARA REDUCIR EL RIESGO DE TROMBOSIS: caminar dentro de la casa, evitar cruzar las piernas, hacer ejercicios de flexión y extensión y movimientos circulares de los pies cada 2-3 horas durante el día. Evitar el sedentarismo. (3) 3ra Línea de Acción: TRATAR LA DEPLECIÓN DE NUTRIENTES, EL ESTRÉS OXIDATIVO Y LAS DISFUNCIONES INMUNES: CONSUMIR POR 1 A 3 SEMANAS UNA MAYOR CANTIDAD DE ALIMENTOS RICOS EN LISINA, TRIPTOFANO, GLICINA, GLUTAMINA, CISTEÍNA, VITAMINA D Y NIACINA (no es indicando consumir todo lo que se menciona, pueden ser una parte): pavo, pollo, huevo, carne de res (no enlatada, fresca); remolacha (beterraga) en jugo, nabo, aguacate (palta) pero no más de 1 al día; queso, pero hasta 75 gramos al día (y no los curados ni semicurados, ni de cabra); yogur, pero hasta 1 vaso al día (200 ml); mango, albaricoque, níspero, cereza, piña, pera, higo, carambola; papa, quinua, amaranto (kiwicha). EVITAR POR 1 A 3 SEMANAS ALIMENTOS PRO-INFLAMATORIOS AGUDOS, RICOS EN ARGININA E HISTAMINA: café, gaseosas y bebidas con cafeína o lactato, alcohol; nueces de todo tipo, avellanas, pecanas, almendras, maní, pistachos, castañas; naranja, toronja o pomelo, mandarina, limón, plátano, coco, moras, anacardo o marañón, kiwi, cacao, chocolate de cacao; semillas de sésamo (ajonjolí), avena, arroz integral, trigo, pan integral de trigo, guisantes o arverjas, judías verdes, garbanzos, cebada, linaza (o semillas de lino), semillas de: calabaza, chía, amapola y girasol; tomate, berenjena, espinaca, rutabaga o colinabo, pepino, col o repollo; ají, chucrut, curry, salsa de tomate, glutamato monosódico, vinagres, salsa de soya (shoyu), mayonesa, mostaza; salchichas, embutidos, conservas de carne (enlatados); pescados y mariscos (sobre todo evitar conservas); dulces, productos de pastelería, colorantes; comer bajo de azúcar y sal. PREGUNTAR POR ANTECEDENTE DE ANEMIA, HIPOVITAMINOSIS, CONSUMO DE VITAMINAS Y SUPLEMENTOS: es importante cubrir el mayor requerimiento de nutrientes.
Gustavo Aguirre Chang
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Uma vez que as variantes do SARS CoV-2 são muito mais contagiosas, os esquemas e estudos anteriores foram revisados à medida que foram realizados com a cepa inicial do SARS CoV-2. O que tem sido indicado em relação às Variantes tem sido o aumento da frequência das doses de Profilaxia Pré-Exposição, aplicáveis às cidades onde há transmissão comunitária das Variantes da SARS CoV-2. Portanto, como indicação geral, recomendamos tomá-lo a cada 7 dias (com dose de ataque no 3º dia apenas na semana de início da profilaxia). Em pessoas que vão a locais com alto risco de exposição, como hospitais, centros de saúde, centros odontológicos e semelhantes, a recomendação da Profilaxia para às Variantes SARS CoV-2 é tomar 1 dose, nos dias 1 e 4 de cada semana ( 2 vezes por semana). Além disso, recomenda-se fazer enxaguamento de boca com antisséptico antes de sair de casa, e ao voltar para casa deve-se fazer enxaguamento de boca, gargarejos, e bochechos nasais. Ao sair de casa, você deve usar um protetor facial e uma máscara que forneça proteção adequada dependendo de para onde você for.
COVID BY VARIANTS OF SARS CoV-2: PRE-EXPOSURE PROPHYLAXIS WITH IVM FOR PEOPLE AT RISK OF EXPOSURE. (There are 2 versions of the Table, one for Weight in Pounds and another for Weight in Kilos) Since the SARS CoV-2 Variants are much more contagious, the previous Schemes and studies have been reviewed, since they were carried out with the initial SARS CoV-2 strain. The indicated in front of the Variants, has been to increase the frequency of the Pre-Exposure Prophylaxis doses, applicable for the cities where there is community transmission of the Variants of SARS CoV-2. So, as a general indication, we recommend taking it every 7 days (with a loading dose on the 3rd day only in the week starting with prophylaxis). In people who go: - To places of high risk of exposure, such as hospitals, health centers, dental centers, Supermarkets and the like, or - To Public Places in a Community that have high wave of COVID, The recommendation against the Variables of SARS CoV-2 is: To take a dose on days 1 and 4 of each week ( 2 times a week). When leaving the home, you should wear a face shield and a mask that adequately protects according to the place you are going to go. In addition, it is recommended when returning home, to perform mouthwash and gargle with an antiseptic, and nasal washes and the eye area. For those who come into contact with a Suspicious or Confirmed Case, Post-Exposure Prophylaxis should be applied (see Table of Post-Exposure Prophylaxis).
COVID POR VARIANTES: PROFILAXIS PRE-EXPOSICIÓN CON IVERMECTINA PARA PERSONAS CON RIESGO DE EXPOSICIÓN. La Profilaxis Preexposición (PrEP) en las enfermedades infecciosas consiste en que las personas con una mayor exposición a un agente infeccioso tomen medicamentos con una frecuencia periódica para evitar infectarse. A partir de diciembre del 2020 se están presentando en muchos países un número muy significativo de nuevos casos, identificándose que esta situación es debida en buena parte a la presencia de nuevas Variantes del virus SARS CoV-2, las cuales tienen la característica inicialmente identificada de una significativa mayor contagiosidad. La primera Variante estudiada ha sido la británica, de la cual se señala presenta un incremento de un 70 % en la transmisibilidad de la infección. Este muy significativo incremento en la contagiosidad ha significado en la práctica un gran incremento en el número de infectados en los países donde hay transmisión comunitaria de las Variantes del SARS CoV2, y esto a su vez ha ocasionado la saturación del sistema de salud. Ante esta nueva situación, siendo las Variantes del SARS CoV-2 mucho más contagiosa, los Esquemas y estudios anteriores deben ser revisados. Los estudios de Profilaxis que se realizaron han quedado desactualizados, ya que se realizaron con la cepa inicial del SARS CoV-2. Lo indicado frente a las Variantes es aumentar la frecuencia en la Profilaxis Pre-Exposición. Entonces, como indicación general, en lugar de tomar cada 14 días como estaba establecido, recomendamos se tome cada 7 días, con una dosis de carga al 3er día de la semana que inicia con la profilaxis. En las personas que acuden a: - Lugares de riesgo alto de exposición, tales como hospitales, centros de salud, centros odontológicos, Supermercados, Terminales Terrestes y Aéreos y similares o, - A lugares públicos de una Comunidad que se encuentre en plena ola de COVID, La recomendación frente a las Variables del SARS CoV-2 es: Tomar 1 dosis el día 1 y 4 de cada semana (2 veces x semana). Al salir del domicilio debe usar protector facial y mascarilla que proteja adecuadamente. Además se recomienda al retorno al domicilio hacer: enjuague bucal, gárgaras, lavados nasales y del área ocular. Para aquellos que entran en Contacto con un Caso Sospechoso o Confirmado, se debe aplicar Profilaxis Post-Exposición (ver Tabla de Profilaxis Post-Exposición).
Gustavo Aguirre Chang
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SUMMARY: As of December 2020, a very significant number of new cases have begun to appear worldwide, identifying that this situation is due in large part to the presence of new variants of the SARS CoV-2 virus, which initially have the characteristic identified as significantly more contagious. With the experience in the treatment of these patients since the last week of December 2020, a greater number of cases with intestinal compromise have been observed since the first days that patients start the symptoms of COVID, with the presence of semi-liquid stools or diarrhea, sometimes preceded by constipation the first 2 to 4 days, and the presence of persistent fever for more than 2 days, and whose symptoms do not show improvement with the application of the treatment regimens that we had previously established for COVID-19, therefore which has been necessary to evaluate new drugs and therapeutic schemes to provide an effective and timely solution to these cases with new characteristics and that would correspond to COVID by Variants of SARS CoV-2. MATERIAL Y METHODS: This is a cases report, which includes 10 adult patients with a diagnosis of SARS CoV-2 infection, and COVID, with the presence of fever with a temperature greater than 37.8°C for more than 2 days in a row and intestinal symptoms characterized with more often, by semi-liquid stools or diarrheal, in 2 cases preceded by constipation the first 2 to 3 days. All patients were within first 10 days counting from the date of onset of symptoms and undergoing home treatment. They had general malaise, chest pain, and respiratory symptoms of varying degrees. The levels of Oxygen Saturation were between 90 and 96%, none were with medicinal oxygen treatment or even required it. In all cases, the patients were already taking Ivermectin plus Azithromycin and/ or Levofloxacin from 3 to 6 days before starting with Nifuroxazide and Atapulgite. They also took Metamizole conditionally on the presentation of a fever greater than 38.2 °C. The following treatment protocol was indicated: - NIFUROXAZIDE 200 mg + Activated ATAPULGITE 350 mg: a drug containing Nifuroxazide and Atapulgite (Cortafan, Nifloral, Diaren, Nifurat) was prescribed. The indicated doses in adult patients were between 12 to 25 mg per kilo of weight per day, this total dose per day was divided into 2 to 4 doses during the day. In the first treated patients, doses of 400 mg were indicated. of Nifuroxazide + Atapulgite every 12 hours or 200 mg every 8 hours. In the last patients treated, a dose of 400 mg has been indicated. every 6 or every 8 hours (3 to 4 doses a day of 400 mg), with good response and tolerance. In all cases, it was indicated to take it for 4 to 6 days. From 2 days after no longer present liquid or semi-liquid stool, the indication was to give Nifuroxazide alone, without Atapulgita. These medications can be taken before or after food. - IVERMECTIN: It was indicated to continue with the 2 to 3 doses a day of 0.2 mg per kilo of body weight that they had been receiving, they completed 8 to 14 days with treatment with ivermectin, it was indicated to take the drug after meals. The variation in the number of doses per day and days of treatment is given according to the clinical response to treatment. - METAMIZOL 500 mg 1 tablet every 8 hours and conditional on the presence of fever greater than 38.2 °C. When the fever was above 39.5 °C, the indication was to resort to presentation in injectable ampoules, intramuscularly. Before starting with Nifuroxazide, 9 of the 10 patients received treatment with Azithromycin, 1 TB of 500 mg dayly for 3 a 4 days, without clinical improvement, and the fever persisted. 1 of the patients received only Levofloxaxin previously, and 3 patients first received Azithromycin and then Levofloxaxin, 1 TB of 500 or 750 mg daily for 3 to 4 days, without clinical improvement, with persistence of fever. In 6 of the 10 patients, who had diarrhea, the probiotic Enterogermina was additionally prescribed, 1 to 2 5 ml vials. orally every 12 hours for 2 to 3 days. In 5 patients, Acetyl salicylic Acid (ASA or Aspirin) in Tablets of 81 or 100 mg, 2 doses a day, after meals) were indicated for 7 to 14 days. RESULTS The 10 cases that had already been treated with Ivermectin and Metamizole and Azithromycin and/ or Levofloxacin, when given Nifuroxazide with Atapulgite, presented a significant clinical improvement, with resolution of fever and semi-liquid or liquid stools within 24 to 48 hours after starting treatment with Nifuroxazide and Atapulgita. In addition to rapid resolution of fever and intestinal symptoms, clinical improvement in general malaise, chest pain and respiratory symptoms was observed. Likewise, an improvement in Oxygen Saturation of 2 to 3% at 24 hours was observed, counting from the start of treatment with Nifuroxazide, reaching normal levels of Oxygen Saturation between 1 to 5 days after starting treatment. DISCUSSION AND CONCLUSIONS In the present cases report, a total clinical improvement of the symptoms of fever and semi-liquid or liquid stools was observed within 24 to 48 hours in the 10 patients treated with Nifuroxazide, Atapulgite, and that from 3 to 6 days before they had already been receiving treatment with Ivermectin, Metamizole and Azithromycin and/ or Levofloxacin. The fact that all cases responded favorably after a very few days with the established treatment scheme, would indicate that Nifuroxazide is an effective drug against the microorganisms that cause persistent fever and intestinal compromise in patients with COVID due to variants of the SARS CoV-2. The general improvement in all symptoms, including fever and oxygen saturation, indicates that the effect of Nifuroxazide is not limited to the intestinal level, but rather has an effect at the level of multiple organs. The results of this report support the conduct of studies with a greater number of participants. For our part, our working group has proceeded to incorporate Nifuroxazide into potential therapies in the therapeutic plan developed for COVID produced by Variants of SARS CoV-2.
Gustavo Aguirre Chang
added a project goal
Se realizan estudios sobre las nuevas características clínicas y epidemiológicas que ocasionan las Variantes del SARS CoV-2