Figura 2 - uploaded by Ivette Luna
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Os primeiros quatro momentos da Produtividade ao nível das firmas para o período de 1996 a 2013 nos setores selecionados: Esquerda) Média (continua) e Desvio-padrão (pontilhado); Direita Superior) assimetria; Direita inferior) curtose. Nota-se, para a produtividade, uma queda para os quatro setores, ainda que em proporções distintas. Novamente, o setor de veículos automotores (29) é o que apresenta menor queda quando se compara o resultado dos três primeiros e três últimos anos da série (-16%). O setor de fabricação de produtos alimentícios (10) e o setor de fabricação de produtos químicos (20) foram os que tiveram maiores reduções da produtividade do trabalho, (-45%) e (-36%) respectivamente. As assimetrias e tolerância setorial, no entanto, aumentaram mais expressivamente para o setor que obteve menor decrescimento da produtividade, isto é, o setor de veículos automotores. Isto significa que a proporção de firmas menos produtivas aumentou (dado o aumento da assimetria de 211%) e a tolerância setorial com firmas menos produtivas também (aumento da curtose em 445%). Ainda assim, a produtividade do setor caiu menos, relativamente aos demais setores considerados. Esta relação entre menores decrescimentos da produtividade dos setores e maiores assimetrias e curtoses parece robusta para os setores considerados. Os setores que decresceram mais em termos de produtividade obtiveram aumentos menos expressivos da assimetria e da tolerância setorial-alimentos (assimetria-17% e curtose-26%) e químicos (assimetria 14% e curtose 21%). É importante ressaltar que os dados revelam alta correlação positiva entre as curtoses e assimetrias para todos os setores e variáveis em níveis consideradas na análise. O formato quase idêntico da curtose e da assimetria nas figuras 3 e 4 confirmam tal correlação. Embora esse fato deva ser melhor estudado, podemos afirmar que setores que sofreram maiores assimetrias positivas-aumento da proporção de firmas menores ou de firmas menos produtivas-também aumentaram a tolerância setorial em relação a tamanho ou produtividade. 

Os primeiros quatro momentos da Produtividade ao nível das firmas para o período de 1996 a 2013 nos setores selecionados: Esquerda) Média (continua) e Desvio-padrão (pontilhado); Direita Superior) assimetria; Direita inferior) curtose. Nota-se, para a produtividade, uma queda para os quatro setores, ainda que em proporções distintas. Novamente, o setor de veículos automotores (29) é o que apresenta menor queda quando se compara o resultado dos três primeiros e três últimos anos da série (-16%). O setor de fabricação de produtos alimentícios (10) e o setor de fabricação de produtos químicos (20) foram os que tiveram maiores reduções da produtividade do trabalho, (-45%) e (-36%) respectivamente. As assimetrias e tolerância setorial, no entanto, aumentaram mais expressivamente para o setor que obteve menor decrescimento da produtividade, isto é, o setor de veículos automotores. Isto significa que a proporção de firmas menos produtivas aumentou (dado o aumento da assimetria de 211%) e a tolerância setorial com firmas menos produtivas também (aumento da curtose em 445%). Ainda assim, a produtividade do setor caiu menos, relativamente aos demais setores considerados. Esta relação entre menores decrescimentos da produtividade dos setores e maiores assimetrias e curtoses parece robusta para os setores considerados. Os setores que decresceram mais em termos de produtividade obtiveram aumentos menos expressivos da assimetria e da tolerância setorial-alimentos (assimetria-17% e curtose-26%) e químicos (assimetria 14% e curtose 21%). É importante ressaltar que os dados revelam alta correlação positiva entre as curtoses e assimetrias para todos os setores e variáveis em níveis consideradas na análise. O formato quase idêntico da curtose e da assimetria nas figuras 3 e 4 confirmam tal correlação. Embora esse fato deva ser melhor estudado, podemos afirmar que setores que sofreram maiores assimetrias positivas-aumento da proporção de firmas menores ou de firmas menos produtivas-também aumentaram a tolerância setorial em relação a tamanho ou produtividade. 

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