a-b. Abrus melanospermus subsp. tenuiflorus-a. h?bito; b. infloresc?ncia. c-d. Aeschynomene americana var. glandulosa-c. flor; d. fruto. e. Aeschynomene sensitiva var. hispidula-flor. f-h. Aeschynomene sp.-f. h?bito; g. flor; h. fruto. i. Ancistrotropis peduncularis-flor. j-k. Bauhinia longicuspis-j. flor; k. fruto. l. Bauhinia pulchella-flor.

a-b. Abrus melanospermus subsp. tenuiflorus-a. h?bito; b. infloresc?ncia. c-d. Aeschynomene americana var. glandulosa-c. flor; d. fruto. e. Aeschynomene sensitiva var. hispidula-flor. f-h. Aeschynomene sp.-f. h?bito; g. flor; h. fruto. i. Ancistrotropis peduncularis-flor. j-k. Bauhinia longicuspis-j. flor; k. fruto. l. Bauhinia pulchella-flor.

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Resumo Este estudo apresenta o tratamento florístico dos táxons de Leguminosae registrados na vegetação de canga da Serra dos Carajás, estado do Pará. Foram inventariados na área de estudo 74 táxons específicos/infraespecíficos, incluindo tanto as espécies nativas como as adventícias já estabelecidas, pertencentes a 34 gêneros, sendo os mais repres...

Contexts in source publication

Context 1
... Bull. New York Bot. Gard. 6: 274 (1910). Fig. 11n-o ?rvore, 5-13 m alt.; ramos glabrescentes, inermes, lenticelados. Est?pulas caducas; estipela ausente. Pec?olo 2,5-4,2 cm compr., cil?ndrico, com nect?rio na regi?o basal, raque 9-11 cm compr., cil?ndrica, nect?rios entre pares de fol?olos; folhas bipinadas, 10-13 cm compr., 8-14 pares de pinas, opostos, 14-30 pares de foli?lulos, subopostos; foli?lulos 3,5-8,5 ? 1,3-2,8 mm, assim?tricos, oblongos ou el?ptico-lanceolados e obovais, ?pice obtuso a arredondado, base assim?trica, arredondada, glabros em ambas as faces, cart?ceos; vena??o penin?rvea, nervura principal saliente na face abaxial, nervuras secund?rias inconsp?cuas. Infloresc?ncia axilar, espiciforme, 10-13 cm compr., ped?nculo 1,5-5,5 cm compr. Flores radialmente sim?tricas; s?sseis; br?cteas ausentes; c?lice branco, campanulado, 5-laciniado, 0,4-0,5 mm compr.; corola branca, campanulada a tubulosa, 5-laciniada, 2-3 mm compr.; androceu diplost?mone, estames 10, anteras com gl?ndula apical; gineceu s?ssil, glabro, estipitado. Legume nuc?ide 7,5-14 ? 1-2 cm, reto, n?o contra?dos entre as sementes, plano-compresso, n?o estipitado, superf?cie cori?cea. Sementes 8-10, 0,8-0,9 cm diam., plano-compressas, ovadas, castanho-escuras. Stryphnodendron pulcherrimum ? facilmente reconhecida por apresentar ramos com forte indumento ferrug?neo, folhas bipinadas com foli?lulos subopostos e anteras com gl?ndula apical. Na regi?o de Caraj?s, pode ser confundida com S. paniculatum Poepp. & Endl. e S. occhionianum E.M.O.Martins (n?o ocorrentes em ?rea de canga), diferenciando-se pelo de ambas apresentarem folhas 1-4 pares de fol?olos e 2-5 pares de foli?lulos (vs. folhas com 8-14 pares de fol?olos e 14-30 pares de foli?lulos em S. pulcherrimum. Morfologicamente, ? ainda similar a S. levelii R.S. Cowan, sendo distintas principalmente por S. pulcherrimum apresentar folhas com mais de 8 pares de fol?olos glabros em ambas as faces (vs. folhas com 3-4 pares de fol?olos densamente pubescentes na face abaxial. Esp?cie fixadora de nitrog?nio associada aos riz?bios e com potencial de uso em ?reas alteradas pela atividade de minera??o, especialmente em ?reas mais ?midas (Faria et al. ...
Context 2
... g?nero Abrus (subfam?lia Papilionoideae, tribo Abreae) ? caracterizado, principalmente, por apresentar folhas paripinadas, infloresc?ncias com pequenas nodosidades, androceu com nove estames conatos em tubo e fruto do tipo legume. O g?nero possui muitos problemas taxon?micos e os limites das esp?cies t?m sido muito controversos. Compreende ca. 17 esp?cies distribu?das na ?frica, ?sia e Am?rica (Breteler 1960;Verdcourt 1970;Harder 2000;Lewis et al. 2015). No Brasil s?o registradas quatro esp?cies (BFG 2015), algumas esp?cies possuem ampla distribui??o e existem d?vidas se foram introduzidas no Neotr?pico. Na Serra dos Caraj?s o g?nero est? representado por uma esp?cie. (Spruce ex Benth.) D. Harder, Novon 10(2): 124. 2000. Fig. 1a-b Trepadeira herb?cea, vol?vel; ramos glabrescentes a pubescentes, inermes; Est?pula linear-lanceolada, 2-3 mm compr., base truncada, ?pice agudo. Folha pinada, 5-9 pares de fol?olos; pec?olo canaliculado, 0,5-1,1 cm compr.; raque 1-5,2 cm compr.; estipela linear-subulada, r?gida, ca. 0,1 cm compr.; fol?olos 1,5-2,1 ? 0,6-1 cm, oblongo, el?ptico ou oboval, ligeiramente decrescentes, base obtusa ou obtuso-obl?qua, ?pice obtuso, ocasionalmente emarginado, mucronado, face adaxial glabra a subglabra, face abaxial setulosa, sericea nos fol?olos jovens. Infloresc?ncia racemosa, terminal ou axilar, raque com nodosidades; bract?olas da base do c?lice lanceoladas, ca. 0,1 ? 0,1 cm. Flor papilion?cea, bilateralmente sim?trica; pedicelo 0,1-0,2 cm compr.; c?lice campanulado, tubo 2-3 mm compr., lac?nias subiguais, largo-triangulares, ca. 1 mm compr.; corola rosa, r?sea-alva ou lil?s; vexilo 0,6-0,8 ? 0,4-0,5 cm, obovado; asas 0,7-0,8 ? 0,2 cm, semi-el?pticas, falcadas; p?talas da carena 0,8-0,9 ? 0,2 cm, semi-el?pticas; androceu monadelfo, 9 estames; ov?rio oblongo, ser?ceo; estigma capitado. Legume elasticamente deiscente, 2,1-4 ? 0,6-0,9 cm, oblongo, cil?ndrico, rostrado, esparso-ser?ceo. Sementes 4-6, oblongas a subreniformes, 0,5 ? 0,2-0,3 cm, testa marrom ou marrom-escura, hilo ...
Context 3
... g ? n e r o S e n e g a l i a ( s u b f a m ? l i a Mimosoideae, tribo Acacieae) ? um grande g?nero pantropical composto por mais de 200 esp?cies, com distribui??o nas Am?ricas, ?sia, ?frica e Austr?lia (Maslin 2015). As esp?cies brasileiras do g?nero correspondem em grande parte ao antigo grupo Acacia subg. Aculeiferum que foi segregado de Acacia Mill. a partir de estudos filogen?ticos (Orchard & Maslin 2003;Miller & Seigler 2012). As esp?cies de Senegalia s?o caracterizadas por apresentarem h?bito sempre arbustivo ou lianescente, raramente arb?reo, ramos com ac?leos organizados em fileiras longitudinais ou dispersos, folhas bipinadas, com nect?rios peciolares, infloresc?ncias em glom?rulos, homom?rficos, flores pent?meras, brancas, sempre com mais de Fig. 11a-b Liana, ramos glabros ou pubescentes, n?o lenticelados, aculeados, ac?leos recurvados em forma de gancho, organizados em fileiras longitudinais. Est?pulas de at? 0,3 mm compr., lineares; estipela ausente. Pec?olo 1,5-2 cm compr., cil?ndrico, com nect?rios estipitados, cupuliformes, raque 7,5-15 cm compr., cil?ndrico, com nect?rios entre pares de pinas; folhas bipinadas, 14-22 cm compr., 10-34 pares de pinas, opostas, 30-35 pares de foli?lulos, opostos; foli?lulos 0,2-0,4 ? 0,05-0,08 mm, lineares a lineares-oblongos, ?pice agudo a obtuso, base truncada, assim?trica, glabros adaxialmente e pubescentes abaxialmente, membran?ceos; vena??o peni-palmatin?rvea, tri- nervada, nervura principal exc?ntrica, nervuras secund?rias inconsp?cuas. Infloresc?ncia em fasc?culos pan?culiformes, glom?rulos homom?rficos, 0,5-0,8 cm diam., ped?nculo 0,6-1,2 cm compr.; flores radialmente sim?tricas, s?sseis; br?cteas caducas. C?lice campanulado, 5-laciniado, 0,5-0,8 mm compr.; corola branca, campanulada, 5-laciniada, ca. 2 mm compr.; androceu polist?mone, sempre com mais de 10 estames, anteras sem gl?ndula apical; gineceu pubescente, estipitado com gl?ndula na base. Legume 14-18 ? 2,5-3,5 cm, reto ou ligeiramente arqueado, raramente contra?do entre as sementes, plano-compresso, cart?ceo a cori?ceo, superf?cie lisa ou ?spera, estipitado. Sementes 6-10, plano compressas, oblongas, ca. 5 ? 6 mm diam., testa castanho-escura. Senegalia multipinnata ? facilmente identificada por apresentar h?bito lianescente, flores sempre com estames em n?mero superior a 10, livres ou curtamente unidos na base aliados a presen?a de ramos com ac?leos recurvados em forma de gancho, organizados em fileiras longitudinais. Sendo pr?xima morfologicamente de S. polyphylla (DC.) Britton & Rose, n?o registrada em ?rea de canga, contudo, esta apresenta anteras com gl?ndula apical, ramos com ac?leos retos e fol?olos geralmente maiores (acima de 2 mm de larg.). Embora seja uma esp?cie n?o fixadora de nitrog?nio, ? bastante r?stica e com alto potencial de uso em ?reas alteradas pelas atividades de minera??o (Faria et al. ...
Context 4
... Nov. Gen. Sp. (quarto ed.) 6: 506, pl. 594. 1823. Figs. 10i; 11s Subarbusto decumbente, ca. 40 cm alt., ramo reto, subglabro ou esparso pubescente a piloso, raramente h?spido, com tricomas alvos a ocasionalmente dourados, inerme; est?pula largo- oblonga a quadrada, amplexicaule, base truncada- arredondada, ?pice bidentado, subulado, bainha da est?pula 0,3-0,6 ? 0,4-,6 cm; pec?olo canaliculado, 0,3-0,7 cm compr.; raque 0,1-0,3 cm compr. Folha pinada, trifoliolada; fol?olo el?ptico a estreito- el?ptico, terminal 0,9-2,2 ? 0,2-0,4 cm, lateral 0,6-2 ? 0,1-0,4 cm, base aguda, ?pice estreito-Stylosanthes humilis distingue-se das demais esp?cies trifolioladas ocorrentes na Serra dos Caraj?s pelo ramo subglabro a pubescente-piloso e rostro uncinado, > 0,3 cm compr., excertos das br?cteas. Muito semelhante vegetativamente ? Stylosanthes hispida Rich. (ver coment?rios dessa ...
Context 5
... g ? n e r o Ta c h i g a l i ( s u b f a m ? l i a Caesalpinioidea, tribo Caesalpinieae) possui ampla distribui??o neotropical, principalmente na Bacia Amaz?nica, com ca. 75 esp?cies (Silva & Lima 2007;Van der Werff 2008). At? recentemente os g?neros Tachigali e Sclerolobium Vogel foram tratadas como g?neros distintos, mas agora este ?ltimo ? aceito como sin?nimo, com base em estudos com dados morfol?gicos e moleculares (Haston et al. 2005;Bruneau et al. 2008;Maia 2008). No Brasil ocorrem 58 esp?cies, das quais 26 s?o end?micas. Na Serra de Caraj?s foram at? o momento registradas tr?s esp?cies, mas apenas T. vulgaris foi observada em ?reas com vegeta??o de canga. Fig. 11t-u ?rvore 5-15 m alt.; tronco cil?ndrico, 15-50 cm di?metro, casca lisa a levemente fissurada, pardacenta; ramos terminais, lisos e levemente estriados; final dos ramos, pec?olo e raque ferrug?neos-tomentosos a pubescentes. Est?pulas caducas, n?o vistas. Folhas 10-14 folioladas; pec?olo 3,5-5,5 cm compr.; raque 11-19 cm compr.; peci?lulo 4-7 mm compr. Fol?olos opostos, 8-12 ? 2,5-4,6, cart?ceos a subcori?ceos, inequil?teros, el?pticos a ovado-el?pticos; ?pice agudo ou acuminado e base obtusa a aguda; face adaxial pubescente, face abaxial pubescente e ferrug?neo- tomentosos sobre as nervuras. Infloresc?ncia paniculada, 18-27 cm compr., terminal; bract?olas 4-7 ? 0,4-0,5 mm, subuladas, caducas antes da antese. Flores radialmente sim?tricas, 5-6 mm compr., pedicelo 1,5-2 mm compr., hipanto cupular 1,5 ? 2 mm; s?palas 2-3 ? 1,3-1,8 mm, externamente cin?reo a fulvo-tomentosas; p?talas subuladas, densamente vilosas na base, 2-2,5 ? 0,2-0,3 mm; filetes densamente vilosos do meio para a base; gineceu 2,5-3,5 mm compr., ferrug?neo-hirsuto; est?pite aderido ao fundo do hipanto. Criptos?mara 4,5-5,5 ? 1,4-1,8 cm., compresso-el?ptica, castanho-escuro. Tachigali vulgaris pertence ao complexo de esp?cies, juntamente com T. rubiginosa (Mart. ex Tul.) Oliveira-Filho e T. subvelutina (Benth.) Oliveira-Filho, que possui grande varia??o morfol?gica (Silva & Lima 2007), mas que pode ser distinta pelos fol?olos pubescentes a ferrug?neos- tomentosos na face abaxial, pelas flores longo-pediceladas e pelos frutos menores com 4,5-5,5 cm compr. Esp?cie fixadora de nitrog?nio em associa??o com riz?bios e recomend?vel para reflorestamento ap?s atividades de minera??o, entretanto, deve-se atentar ? sua facilidade de propaga??o (Faria et al. ...
Context 6
... de identifica??o das esp?cies de Senna das cangas da Serra dos Caraj?s Fig. 11c-e ?rvore, 2-3 m alt.; ramos pubescentes, inermes. Est?pulas caducas; estipela ausente. Pec?olo 2,6-4 cm compr., n?o alado, nect?rios ausentes, raque 2,4-4 cm compr., n?o alada, nect?rio entre pares de fol?olos basais; folhas pinadas, paripenadas, 6,5-10 cm compr., dois pares de fol?olos, alternos, 4,5-11 ? 3-6 cm, oblongo, ?pice agudo ou obtuso, base sim?trica, pubescentes em ambas as faces, cart?ceos; nervura principal central, proeminente abaxialmente. Infloresc?ncia terminal ou axilar, pan?cula, ped?nculo 1,5-1,8 cm compr.; pedicelo 2,4-3,2 mm compr., piloso, acima de 6 flores; br?cteas 2-3 mm compr., ovais; bract?olas ausentes. Flores bilateralmente sim?tricas; c?lice verde-amarelado, 5-s?palas, livres, at? 6 mm compr., n?o reflexas; corola amarela, 5-p?talas, at? 3 mm compr., n?o reflexas; androceu com estames f?rteis semelhantes, n?o exsertos, n?o alternip?talos, anteras basifixas; gineceu s?ssil, densamente piloso, estilete reto, estigma n?o peltado. Legume 15-25 ? 1-1,8 cm, cil?ndrico, indeiscente, glabrescente. Sementes n?o observadas. fol?olos, alternos, 1,5-3,5 ? 0,6-1,5 cm, obovais a obovais-oblongos, ?pice obtuso, base obl?qua,, glabros em ambas as faces, membran?ceos; nervura principal central, proeminente abaxialmente. Infloresc?ncia terminal ou axilar, racemos, ped?nculo 1-1,5 cm compr.; pedicelo 10-30 mm compr., piloso, acima de 6 flores; br?cteas 3-5 mm compr., lanceoladas; bract?olas ausentes. Flores bilateralmente sim?tricas; c?lice verde amarelo, 5-s?palas, livres, 10-14 mm compr., n?o reflexas; corola amarela, 5-p?talas, at? 1,4-2 mm compr., n?o reflexas; androceu com estames f?rteis semelhantes, n?o exsertos, n?o alternip?talos, anteras basifixas; gineceu s?ssil, glabro, estilete reto, estigma n?o peltado. Legume 5-10 ? 0,5-0,8 cm, reto ou pouco curvado, cil?ndrico, tardiamente deiscente, glabrescente, n?o estipitado. Sementes 10-15, ovais a oblongas, 4-7 mm compr., testa castanho clara. Entre as esp?cies do g?nero ocorrentes nas cangas da Serra dos Caraj?s, Senna pendula ? caracterizada por apresentar folhas com mais de tr?s pares de fol?olos e nect?rios presentes entre os pares de ...
Context 7
... esp?cie se distribui do M?xico ao Brasil, sempre associada a ?reas de floresta Ombr?fila Densa Amaz?nica e em ?reas de Floresta Ombr?fila Densa Atl?ntica, entre as regi?es Norte (AC, AM, AP, PA, RO, RR), Nordeste (AL, BA, CE, MA, PB, PE), Centro-Oeste (MT) e Sudeste (RJ), ocorrendo ainda em ?reas de savanas amaz?nicas (BFG 2015). Serra dos Caraj?s: Serra Norte: N4. Na Serra dos Caraj?s foi registrada principalmente em ?reas de canga, habitando ?reas de transi??o com cap?o florestal e no n?cleo urbano em margens de estradas. Fig. 11k-m ?rvore, 4-15 m alt.; ramos pubescentes, inermes. Est?pulas linear-lanceoladas; estipela ausente. Pec?olo 2,6-5 cm compr., n?o alado, nect?rios ausentes, raque 6,5-25 cm compr., n?o alada, nect?rios ausentes; folhas pinadas, paripenadas, 10-35 cm compr., 4-10 pares de fol?olos, alternos, 4-10 ? 2-4 cm, oblongo a oval el?ptico, ?pice acuminado, base arredondada ou cordada, adaxialmente glabro e abaxialmente pubescentes, cart?ceos, nervura principal central, inconsp?cua. Infloresc?ncia terminal ou axilar, pan?cula, ped?nculo 12-1,8 cm compr.; pedicelo 1,4-3,2 mm compr., piloso, menos de 6 flores; br?cteas 3-4 mm compr., ovais; bract?olas ausentes. Flores bilateralmente sim?tricas; c?lice verde amarelo, 5-s?palas, livres, 6-10 mm compr., n?o reflexas; corola amarela, 5-p?talas, 12-20 mm compr., n?o reflexas; androceu com estames f?rteis semelhantes, n?o exsertos, n?o alternip?talos, anteras basifixas; gineceu s?ssil, glabro, estilete reto, estigma n?o peltado. Legume 8-20 ? 2-2,5 cm, plano-compresso, n?o alado, indeiscente, glabrescente, n?o estipitado. Sementes n?o observadas. Entre as esp?cies de Senna ocorrentes nas cangas da Serra dos Caraj?s, S. silvestris ? mais facilmente diagnostic?vel por apresentar folhas sem nect?rios e frutos plano-compressos. ? distinta S. spectabilis (DC.) H.S.Irwin & Barneby (n?o ocorrente em ?rea de Canga, contudo foi registrada na Serra dos Caraj?s), que possui frutos ...
Context 8
... esp?cie ocorre desde o M?xico ? Argentina, exceto em ?reas de montanhas elevadas, possuindo ampla distribui??o no Brasil (Irwin & Barneby 1982), abrangendo praticamente todos os dom?nios fitogeogr?ficos, com exce??o do Pampa, habitando principalmente fisionomias abertas, matas ciliares e restingas (BFG 2015). No Brasil ? encontrada nas regi?es Norte (AC, AM, PA, RO), Nordeste (BA, MA, PB, PE), Centro-Oeste (DF, GO, MS, MT), Sudeste (MG, RJ, SP) e Sul (PR, RS, SC) (BFG 2015 Fig. 11i-j Arbusto escandente, 2-3 m alt.; ramos glabros, inermes. Est?pulas falcadas, caducas; estipela ausente. Pec?olo 2-3,5 cm compr., n?o alado, nect?rios ausentes, raque 2,5-3,5 cm compr., n?o alada, dois nect?rios, entre os pares de fol?olos distais e basais; folhas pinadas, paripenadas, 7,5-10 cm compr., dois pares de fol?olos, alternos, 5,5-10 ? 2,5-4 cm, el?pticos-falcados, ?pice agudo, base assim?trica, cart?ceos, pubescente na face abaxial; nervura principal subcentral, proeminente abaxialmente. Infloresc?ncia terminal, pan?cula, ped?nculo 1,8-2,2 cm compr.; pedicelo 2,5-3 mm compr., piloso, menos de 6 flores; br?cteas 2-4 mm compr., ovais; bract?olas ausentes. Flores bilateralmente sim?tricas; c?lice verde amarelo, 5-s?palas, livres, at? 1 cm compr., n?o reflexas; corola amarela, 5-p?talas, at? 1,5 cm compr., n?o reflexas; androceu com estames f?rteis semelhantes, n?o exsertos, n?o alternip?talos, anteras basifixas; gineceu s?ssil, glabrescente, estilete reto, estigma peltado. Legume 10-30 ? 1-2 cm, cil?ndrico, tardiamente deiscente, glabro, n?o estipitado. Sementes n?o observadas. Entre as esp?cies de Senna registradas nas cangas da Serra dos Caraj?s, S. quinquangulata ? distinta por apresentar folhas com dois pares de fol?olos, com nervura mediana subcentral e nect?rios entre os pares distais e ...

Citations

... Considered a native and abundant species, Mimosa acutistipula var. ferrea Barneby is endemic to north and northeastern Brazil and abundant in the Serra dos Carajás region, occurring on all CRC outcrops studied (Mattos et al. 2018) than all other sites for both periods. Diversely, Viveiro Florestal had different abundance for the two periods. ...
... NMDS, pointed to (dis)similarities on sites based on pollen concentration (Figure 7b). RDA samples are more related on both ferrea are very rich in pollen (Mattos et al. 2018). This mass flowering is very attractive for M. seminigra pernigra. ...
... All species are good source of pollen and nectar for bees, as well as resin in the case of T. guianensis (Matos & Santos 2017). P. mediterranea has also a wide distribution with preference for open ecosystems such as Amazonian savannas, high altitude grasslands, campo rupestre on canga and other substrates (Mattos et al. 2018). It has racemose inflorescence with few, showy blue to purplish open, zygomorphic peashaped flowers with conspicuous nectar guides. ...
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Honey pollen samples of Melipona seminigra pernigraMoure & Kerr 1950 sampled between 2017 and 2019 from experimental apiaries installed in campo rupestre on canga (CRC) vegetation of the Serra dos Carajás aimed to evaluated seasonal floral availability of undisturbed and mining-influenced areas. Around one hundred pollen types were identified mainly belonging to Fabaceae, Myrtaceae and Euphorbiaceae (31, 6 and 5 species, respectively). Mining area presented the highest pollen richness, almost twice those identified in the undisturbed areas. 80% of the pollen types are rare with concentrations ≤ 2,000 pollen grains/10 g, while the remaining were the most abundant, frequent and the primary bee sources. These latter correspond mostly to native plants species such as Tapirira guianensis Aubl., Protium spp., Aparisthmium cordatum (A.Juss.) Baill., Mimosa acutistipula var. ferrea Barneby, Periandra mediterranea (Vell.) Taub., Miconia spp., Pleroma carajasense K.Rocha, Myrcia splendens (Sw.) DC., Serjania spp. and Solanum crinitum Lam. All pollen types were identified during both seasons, but higher concentration values are related to the dry period (June-September). The statistical analysis of the pollen data indicated that there was no significant difference between undisturbed and mining-influenced areas, since primary bee sources of this study are widespread used in revegetation of mined areas.
... As identificações seguem Barneby (1991), Silva e Sales (2008), Queiroz (2009), Dourado et al., (2013, Silva e Melo (2013), Santos-Silva et al., (2015), Tozzi et al. (2016), Mattos et al. (2018), além de análise das coleções-tipo em herbários virtuais (INCT-HVFF, SpeciesLink Network, REFLORA-JBRJ) e por fim, confirmadas por especialistas. As abreviaturas dos nomes dos autores estão de acordo com a Flora do Brasil 2020 (Flora do Brasil em construção, 2020). ...
... A distribuição geográfica das espécies segue o disposto na Flora do Brasil 2020 e/ou com demais referenciais teóricos consultados (Burkart, 1979;Barneby, 1991;Queiroz, 2009;BFG, 2015;Santos-Silva et al., 2015;Tozzi et al., 2016;Mattos et al., 2018). O mapa de localização da área de estudo foi confeccionado a partir do programa QGis 2.18.28. ...
... No Brasil, é citada para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Encontrada em áreas de vegetação de transição, ou antropizadas (Barneby, 1991;BFG, 2015;Mattos et al., 2018, Flora do Brasil em construção, 2020 Subarbusto escandente ou prostrado, ca. 1 m alt. Ramos tetragonais, verdes, costados, pilosos, aculeados, tricomas simples e glandulares. ...
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Resumo Mimosa é um gênero Neotropical, com grande representatividade na Caatinga, domínio onde está inserido o município de Cachoeira dos Índios. Na área de estudo, os representantes do gênero foram coletados no período de dezembro/2018 a janeiro/2020. Foram levantadas nove espécies de Mimosa: (M. arenosa (Willd.) Poir., M. camporum Benth., M. candollei R. Grether, M. debilis Humb. & Bonpl. ex Willd., M. invisa Mart. ex Colla, M. paraibana Barneby, M. sensitiva L., M. tenuiflora (Willd.) Poir. e M. ursina Mart.), destas, M. camporum, M. invisa e M. ursina são novos registros para o estado e M. paraibana, um táxon endêmico do Nordeste brasileiro. Sendo assim, evidencia-se a relevância deste ambiente, pois além de ampliar a distribuição geográfica do gênero na Paraíba, traz contribuições taxonômicas do grupo para flora da região. Palavras-chave: Caatinga, Caesalpinioideae sensu lato, Flora, Leguminosae. Mimosa L. (Fabaceae) in Cachoeira dos Índios, Paraíba, Brazil Abstract Mimosa is a Neotropical genus with great representation in the Caatinga, a domain where the municipality of Cachoeira dos Índios is located. In the study area, representatives of the genus were collected from December/2018 to January/2020. Nine species of Mimosa were identified: (M. arenosa (Willd.) Poir., M. camporum Benth., M. candollei R. Grether, M. debilis Humb. & Bonpl. ex Willd., M. invisa Mart. ex Colla, M. paraibana Barneby, M. sensitiva L., M. tenuiflora (Willd.) Poir. e M. ursina Mart.). Out of these, M. camporum, M. invisa, M. sensitiva and M. ursina are new records for the state and M. paraibana is an endemic taxon in Northeast Brazil. Thus, the relevance of this environment is evidenced, because in addition to expanding the geographic distribution of the genus in Paraíba, it brings taxonomic contributions from the group to the region's flora.
... For each specimen, a complete morphological description was performed, including laminar size, laminar L:W ratio, medial symmetry, base symmetry, margin type, base angle, base shape, apex angle, apex shape, primary vein framework, naked basal veins, number of basal veins, agrophic veins, major secondary vein framework, major secondary spacing, variation of major secondary angle to midvein and major secondary attachment to midvein (Ellis et al., 2009). Morphotypes were assigned to modern taxa based on the comparison with specialized bibliography (Brotto et al., 2013;Dutra et al., 2012;Margalho, 2009;Martins and Pirani, 2010;de Mattos et al., 2018;de Oliveira et al., 2011;Santos-Silva et al., 2015;Silva, 2013;de Sousa et al., 2018) and with online herbarium collections (speciesLink Network; http://splink.org.br). ...
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This study is the first report of the fossil macroflora of the Paleolagoa Seca, an Upper Quaternary fossil locality of lacustrine origin in central Brazil. Here we present an analysis of well-preserved fossil leaves collected from an argillite level dated at ca. 43,000 cal yr BP and discuss the paleoclimatic implications of this record. We reconstructed paleotemperature and paleoprecipitation using Leaf Margin Analysis (LMA) and Leaf Area Analysis (LAA), respectively, and used mineralogical (XRD and IR) and palynological analyses of the fossiliferous level to assess a complete picture of the past landscape. To test the ability of LMA and LAA models available for Southern Hemisphere to correctly predict Mean Annual Temperature (MAT) and Mean Annual Precipitation (MAP) for the Paleolagoa Seca, we applied several calibration models to the leaf dataset of a modern Cerrado forest and then compared predictions with modern climate data. Six LMA calibration models presented consistent MAT results and all four LAA calibration models provided satisfactory estimations of the modern MAP. The botanical identification of the fossil leaves and the pollen record indicated a mosaic of open savanna, dry forests and gallery forest around the Paleolagoa Seca. The reconstructed MAP for the Paleolagoa Seca ranged between 647 and 948 mm depending on the LAA equation, which is at least 500 mm lower than the current MAP. The reconstructed Mean Annual Temperature (MAT) ranged between 22.6 and 26.3 °C, indicating a higher-than-present MAT, which we relate to a combination of high summer insolation and low humidity. Comparison with other local fossil macrofloras, including from nearby localities, and with other paleoclimatic records suggests that the observed dry conditions at Paleolagoa Seca were related to interhemispheric climate forcing and to a weakening of the South American Summer Monsoon (SASM).
... Among those, the state of Pará has one of the highest numbers of macrophyte species records (Moura Júnior et al. 2015). Yet despite numerous floristic studies and records of botanical clades that include macrophytes (Mota & Koch 2016;Mota & Wanderley 2016;Pereira et al. 2017;Watanabe et al. 2017;Lima 2018;Maciel-Silva et al. 2018), the herbarium numbers are underestimated for this region (Moura Júnior et al. 2015), and there is a lack of macrophyte surveys in altered areas. ...
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The Amazon possesses the largest fluvial system on the planet, harboring a diverse biota. Still, many species remain undescribed, because of the Amazon’s immense scale and complexity, and because many habitats are now increasingly under pressure from anthropogenic activities. Macrophytes are important to physical and biological processes in aquatic ecosystems but remain poorly studied in Northern Brazil. The objective of this study was to provide a checklist of macrophyte species that occur in municipalities that form part of the Arc of Deforestation, Pará state, Brazil, bringing information on their habits and life-forms. We sampled 36 sites at three types of aquatic ecosystems (streams, ponds and lakes). In total, we recorded 50 species, 38 genera and 24 families. Most species were amphibious or emergent. Degraded streams have environmental characteristics similar to lentic habitats, which could provide more suitable habitats for macrophytes that otherwise would not occur in lotic habitats, thus explaining the higher diversity in these ecosystems. Macrophyte diversity in this region follows similar patterns to other Brazilian regions. This study contributes to the assessment of aquatic macrophytes in the Amazon, especially in more degraded regions, such as the Amazon deforestation arc.
... For each specimen, a complete morphological description was performed, including laminar size, laminar L:W ratio, medial symmetry, base symmetry, margin type, base angle, base shape, apex angle, apex shape, primary vein framework, naked basal veins, number of basal veins, agrophic veins, major secondary vein framework, major secondary spacing, variation of major secondary angle to midvein and major secondary attachment to midvein (Ellis et al., 2009). Morphotypes were assigned to modern taxa based on the comparison with specialized bibliography (Brotto et al., 2013;Dutra et al., 2012;Margalho, 2009;Martins and Pirani, 2010;de Mattos et al., 2018;de Oliveira et al., 2011;Santos-Silva et al., 2015;Silva, 2013;de Sousa et al., 2018) and with online herbarium collections (speciesLink Network; http://splink.org.br). ...
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Volcanic oceanic islands host soils that may hold important paleo-environmental proxies, based on vegetation and faunal evidences coupled with pedological and geomorphological indicators. In this regard, the main Brazilian oceanic island of Fernando de Noronha (FNI) still lacks a deeper and more complete analysis of its climatic history and soil evolution. We select and collect representative FNI soils to interpret their chemical, physical and mineralogical properties and to explain their changing pedogenesis and geomorphic balance, aiming at revealing the environmental and landscape evolutionary history of this island. Ten soil pedons on phonolites, ankaratrites and the associated pyroclastic rocks were collected in June/2018. Six profiles were classified as Inceptisols, one as Entisol, one as Mollisol, one as Vertisol and another as the first Oxisol ever described in a Brazilian oceanic island. The pH ranged between 5.0 and 6.0 in the more developed, dystrophic and Al-saturated soils, whereas alkaline pHs were found in the eutrophic and Na-rich pedons. For the latter group, chemical and physical attributes are closely associated with the parent material composition, whereas in the former, present day soil features overprint paleoweathered regoliths and former pedogenetic processes. High concentrations of available phosphorus (P) were observed in all soils and horizons, even at depths greater than 150 cm, and P forms were detected as amorphous or poorly-crystalline phosphates (Al, Fe, Na, Ca and K). High- and low-activity clay minerals coexist, combined with gibbsite and unstable primary minerals, indicating the polygenetic nature of FNI soils. A combined pedogeomorphological analysis indicated the existence of a high paleoweathered plateau with relict soils, and erosional surfaces hosting younger soils. Results showed the succession of at least three distinct main paleoclimates since the Pliocene and a post-magmatic model for landscape evolution. The unreported, widespread and intense phosphatization of all soils and paleosurfaces is attributed to a past large population of birds nesting all over the island, corroborating old historical records of the island’s early occupation. Report the occurrence of Brazil’s first ornithogenic Oxisol with more than 500 mg/kg of bioavailable P.
... Nas 120 monografias da FCC, 40 espécies foram assinaladas com identificação duvidosa, sendo que aproximadamente 50% desse total foram indicadas pelos autores como espécies ainda não descritas (Cruz et al. 2015;Koch & Ilkiu-Borges 2016;Chautems et al. 2018;Mattos et al. 2018;Koch et al. 2018;. Muitas destas possuem apenas coletas para as cangas de Carajás, sendo também potencialmente endêmicas. ...
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Resumo Nas cangas da Floresta Nacional (FLONA) de Carajás e no Parque Nacional dos Campos Ferruginosos (PNCF) foram registradas 856 espécies, distribuídas em 116 famílias de fanerógamas. As famílias mais ricas foram Poaceae (86), Fabaceae (65) e Rubiaceae (46). O hábito herbáceo foi o melhor representado. Dois gêneros, 24 espécies e uma subespécie são apontadas como endêmicas das cangas da área de estudos. Na FLONA de Carajás, a Serra Norte, com maior amostragem, possui 659 espécies de fanerógamas e na Serra Sul foram registradas 545 espécies. Aproximadamente 60% das espécies documentadas na área de estudos, incluindo espécies endêmicas, não possuem registro para o PNCF. Através da lista taxonômica aqui apresentada, foi possível demonstrar considerável distinção entre as cangas da Serra dos Carajás e as do Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais, apontando também pouca correspondência dessas duas listas com a canga de Corumbá, no Mato Grosso do Sul. A riqueza e singularidade da flora da região, que inclui diversas espécies endêmicas, associada à ameaça a que estão submetidos estes ambientes por atividades de mineração, apontam para a necessidade de um planejamento para conservação das espécies da flora das cangas de Carajás.
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Background Canga is the Brazilian term for the savanna-like vegetation harboring several endemic species on iron-rich rocky outcrops, usually considered for mining activities. Parkia platycephala Benth. and Stryphnodendron pulcherrimum (Willd.) Hochr. naturally occur in the cangas of Serra dos Carajás (eastern Amazonia, Brazil) and the surrounding forest, indicating high phenotypic plasticity. The morphological and physiological mechanisms of the plants’ establishment in the canga environment are well studied, but the molecular adaptative responses are still unknown. To understand these adaptative responses, we aimed to identify molecular mechanisms that allow the establishment of these plants in the canga environment. Results Plants were grown in canga and forest substrates collected in the Carajás Mineral Province. RNA was extracted from pooled leaf tissue, and RNA-seq paired-end reads were assembled into representative transcriptomes for P. platycephala and S. pulcherrimum containing 31,728 and 31,311 primary transcripts, respectively. We identified both species-specific and core molecular responses in plants grown in the canga substrate using differential expression analyses. In the species-specific analysis, we identified 1,112 and 838 differentially expressed genes for P. platycephala and S. pulcherrimum, respectively. Enrichment analyses showed that unique biological processes and metabolic pathways were affected for each species. Comparative differential expression analysis was based on shared single-copy orthologs. The overall pattern of ortholog expression was species-specific. Even so, we identified almost 300 altered genes between plants in canga and forest substrates with conserved responses in the two species. The genes were functionally associated with the response to light stimulus and the circadian rhythm pathway. Conclusions Plants possess species-specific adaptative responses to cope with the substrates. Our results also suggest that plants adapted to both canga and forest environments can adjust the circadian rhythm in a substrate-dependent manner. The circadian clock gene modulation might be a central mechanism regulating the plants’ development in the canga substrate in the studied legume species. The mechanism may be shared as a common mechanism to abiotic stress compensation in other native species.
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Campos rupestres are typical ecosystems of rock outcrops with high biodiversity and endemism, located in Brazilian territory, with vegetation analogous in Africa and Australia. The Campos Rupestres cover deeply dystrophic soils on highlands inserted in Amazon rainforest, Atlantic rainforest, and Cerrado biomes. Despite recognition of Campos Rupestres as a global biodiversity hotspot, little is known its occurrence in dry forests. So, this work aimed to describe vegetable cover and soil properties in highlands associated to rock outcrops on Caatinga biome. A pristine area in Borborema plateau was chosen as study area. Frequency of species and life forms indicate high vegetable density and herbaceous habits predominance. Although the high similarity of species with Caatinga biome, presence of Albizia, Dalbergia, Poecilanthe e Platymiscium indicates a trul y d i sti n ct floristic composition. Soils are shallower, less fertile and has lower water storage capacity than predominant soils in Caatinga. This work reveals the presence of Campos Rupestres beyond the areas previously considered favorable to its presence, extending its occurre n ce to regions of lower precipitation. The occurrence of the Campos Rupestres is attributed to an additional supply of water from fog in consonance with organic soils. Therefore, a re a s w i th similar characteristics should be prioritized to be preserved.
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Campos rupestres are typical ecosystems of rock outcrops with high biodiversity and endemism, located in Brazilian territory, with vegetation analogous in Africa and Australia. The campos rupestres cover deeply dystrophic soils on highlands inserted in Amazon rainforest, Atlantic rainforest and Cerrado biomes. Despite recognition of campos rupestres as a global biodiversity hotspot, little is known its occurrence in dry forests. So, this work aimed to describe vegetable cover and soil properties in highlands associated to rock outcrops on Caatinga biome. A pristine area in Borborema plateau was chosen as study area. Frequency of species and life forms indicate high vegetable density and herbaceous habits predominance. Although the high similarity of species with Caatinga biome, presence of Albizia, Dalbergia, Poecilanthe e Platymiscium indicates a truly distinct floristic composition. Soils are shallower, less fertile and has lower water storage capacity than predominant soils in Caatinga. This work reveals the presence of campos rupestres beyond the areas previously considered favorable to its presence, extending its occurrence to regions of lower precipitation. The occurrence of the campos rupestres is attributed to an additional supply of water from fog in consonance with organic soils. Therefore, areas with similar characteristics should be prioritized to be preserved.
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A review of the native species of Nymphaeaceae from Brazil is presented, in which two genera (Nymphaea and Victoria) and 23 species, are recognized. Of these, 16 have been previously described: Nymphaea amazonum, N. belophylla, N. conardii, N. gardneriana, N. glandulifera, N. jamesoniana, N. lasiophylla, N. lingulata, N. oxypetala, N. potamophila, N. prolifera, N. pulchella, N. rudgeana, N. tenerinervia, N. vanildae and Victoria amazonica; five are described as new species: N. caatingae, N. francae, N. harleyi, N. paganuccii and N. rapinii; and N. amazonum subsp. pedersenii was elevated to the species rank, as N. pedersenii. Lectotypes are designated to Nymphaea alboviridis, N. amazonum, N. fenzliana, N. lasiophylla, N. nervosa, N. tenerinervea, Victoria cruziana and V. regia, and a neotype is designaed to Victoria amazonica. The paper includes detailed descriptions, illustrations of all the species, as well as notes on their reproductive biology and taxonomy, providing the first complete account of the family for Brazil since that by Caspary in Flora Brasiliensis, in 1878.