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CASTRO,
S. B. R,
REZENDE JUNIOR,
C. O,
ALVES,
C.C.S,
DIAS,
A. T,
L. L,
MAZZOCCOLI,
ZOET,
M. T,
FERNANDES,
S. A, TEIXEIRA,
H. C,
ALMEIDA,
M. V,
FERREIRA,
A.P
Chemical Biology & Drug Design 02/2012; · 2.28 Impact Factor
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CASTRO,
S. B. R,
R JUNIOR,
C. O,
ALVES,
C. C. S,
DIAS,
A. T,
L. L,
MAZZOCCOLI, [......],
M. A,
CASTANON,
M. C. M,
GAMEIRO,
ALMEIDA,
M. V, TEIXEIRA,
H. C,
FERREIRA,
A.P
International Immunopharmacology 01/2012; · 2.38 Impact Factor
-
FIGUEIREDO,
Nathália Stela Visoná de,
ALVES,
C. J,
GOUVEIA,
Ana Cláudia Carvalho,
BRUGIOLO,
Alessa Sin Singer,
Caio César de Souza,
GAMEIRO,
Jacy, TEIXEIRA,
Henrique Couto,
FERREIRA,
Ana Paula
[show abstract]
[hide abstract]
ABSTRACT: A asma alérgica é uma doença pulmonar inflamatória crônica decorrente sobretudo de uma res-
posta imunológica alérgeno-específica tipo T helper 2 (Th2). Resultados de estudos em modelos
experimentais têm reforçado a hipótese de que determinadas micobactérias, incluindo o Myco-
bacterium bovis-BCG, são capazes de modular a resposta imune alérgica. No entanto, devido
à complexidade da resposta imunopatológica da asma alérgica, os mecanismos de ação do BCG
são pouco conhecidos. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi estudar o efeito da adminis-
tração intranasal de Mycobacterium bovis-BCG sobre a modulação da resposta imunológica
em um modelo murino de alergia pulmonar experimental (APE), induzido por ovalbumina
(OVA). Os resultados obtidos demonstraram que o tratamento com BCG reduziu o infiltrado
inflamatório pulmonar, promovendo uma diminuição significativa no número total de células e
eosinófilos presentes no lavado broncoalveolar (LBA) dos animais sensibilizados/desafiados com
OVA. Estes animais também apresentaram redução nos níveis séricos de IgE específica anti-
-OVA, enquanto os níveis de IFN-g e IL-10 no LBA permaneceram inalterados. Além disto, os
linfócitos provenientes do pulmão dos animais alérgicos tratados com BCG apresentaram menor
expressão de CD28 e CTLA-4, quando comparados aos animais alérgicos não tratados. Estes
dados confirmam a capacidade do Mycobacterium bovis-BCG em reduzir a resposta imune
alérgica previamente estabelecida, sugerindo que um dos mecanismos envolvidos nesta imuno-
modulação esteja relacionado à redução da expressão de moléculas coestimulatórias, em uma via
independente da indução de uma resposta imune de perfil Th1.
Principia UFJF. 01/2011; 11:11-24.
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DIAS,
Alyria Teixeira,
ALVES,
C. J,
Caio César,
CASTRO,
Sandra Bertelli Ribeiro de,
Lívia Leite,
COSTA,
Cristiane França da,
ALMEIDA,
Mauro Vieira de, TEIXEIRA,
Henrique Couto,
FERREIRA,
Ana Paula
[show abstract]
[hide abstract]
ABSTRACT: A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença inflamatória de etiologia autoimune, com resposta
imunológica contra proteínas de mielina do cérebro e da medula espinhal. É a doença humana
desmielinizante do sistema nervoso central (SNC) mais comum, que atinge 1,4 milhão de
pessoas em todo o mundo. Um grande número de citocinas e quimiocinas têm um papel
central no estabelecimento e manutenção de doenças autoimunes, atuando em redes de alta
complexidade e diferentes tipos de células. A mitoxantrona (MIT) é um medicamento aprovado
para o tratamento das várias formas de EM nos Estados Unidos da América e Europa, sendo um
agente antineoplásico, cuja eficácia no tratamento da esclerose múltipla é creditado à inibição
da proliferação de células T, células B e macrófagos. O tratamento com a MIT, dependendo
da dose total acumulada, provoca efeitos colaterais adversos, tais como o desenvolvimento de
cardiotoxicidade crônica. Neste estudo, foi investigado os efeitos clínicos e imunológicos de
N, N’-didodecanoil-1,4-diaminoantraquinona [DDAAQ], um análogo lipofílico da MIT, no
modelo de Encefalomielite Autoimune Experimental (EAE) induzido por MOG. Camundongos C57Bl/6 fêmeas foram imunizados ou não por via subcutânea em ambos os lados da base da
cauda com 100 mg do peptídeo MOG35-55. Os camundongos foram pesados e observados
diariamente para avaliação dos sinais clínicos da EAE até 21 dias pós-imunização (dpi).
Camundongos imunizados receberam 1 mg/kg de peso da mitoxantrona ou análogo DDAAQ por
via intraperitoneal diariamente, entre 14 a 21 dpi. Aos 21 dpi os camundongos foram sacrificados,
os cérebros removidos e os hemisférios homogeneizados e os sobrenadantes foram coletados
para determinação da concentração de IL-10, IL-17A e CCL5. Os camundongos imunizados
apresentaram sinais de EAE, tais como fraqueza ou paralisia da cauda e dos membros, bem como
perda de peso corporal. As injeções intraperitoneais de DDAAQ foram eficazes no tratamento de
camundongos induzidos com EAE (grupo DDAAQ), mostrando diferença acentuada no escore
clínico quando comparado aos camundongos imunizados com EAE e não tratados (grupo EAE).
O grupo tratado com DDAAQ apresentou um aumento na produção de IL-17A e de IL-10 e
uma diminuição na produção da quimiocina CCL5 no CNS. Os resultados sugerem que um dos
mecanismos responsáveis pelo efeito clínico deste composto pode estar relacionado à indução de
células Th17 reguladoras através de redução da migração celular para o SNC.
Principia UFJF. 01/2010; 14:19-28.