Rodrigo de Almeida Ferreira

King's College London, Londinium, England, United Kingdom

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    ABSTRACT: Despite the old Kraepelinean concept that bipolar disorder (BD) does not evolve with cognitive decline, the presence of cognitive impairment, especially executive dysfunction has been recognized in BD patients. Brain-derived neurotrophic factor (BDNF) and pro-inflammatory molecules are important contributors to the pathophysiology of BD, and imbalance in peripheral levels of these molecules may be implicated in the cognitive decline observed in BD patients. We aimed to investigate the executive performance of BD type I euthymic patients and its relation with the plasma levels of BDNF, TNF-α and its related soluble receptors (sTNFR1 and sTNFR2). We evaluated executive functioning through the Frontal Assessment Battery (FAB). Plasma levels of BDNF, TNF-α, sTNFR1 and sTNFR2 were measured using enzyme-linked immunosorbent assay (ELISA) in 25 euthymic type I BD patients and 25 age and gender matched healthy controls. BD patients had an impairment in executive functioning (p<0.006), particularly sensitivity of interference (p=0.02), inhibitory control (p=0.02), and increased BDNF plasma levels (p=0.001) in comparison with controls. Plasma levels of TNF-α were correlated with inhibitory control in BD patients (ρ=0.50, p=0.02) while motor programming was negatively correlated with sTNFR2 plasma levels (ρ=-0.47, p=0.02) in controls. Executive function correlated with age and MMSE, but not with BDNF, neither was influenced by psychiatric and clinical comorbidities nor medications in use. BDNF is altered in BD but do not correlate with executive functioning.
    Journal of affective disorders 03/2012; 137(1-3):151-5. · 3.76 Impact Factor
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    ABSTRACT: Contexto: O transtorno bipolar tipo I está comumente associado a comorbidades clínicas e psiquiátricas, mas ainda há poucos dados disponíveis sobre pacientes brasileiros. Objetivos: O objetivo do presente estudo foi avaliar a prevalência de comorbidades clínicas e psiquiátricas em uma amostra brasileira de pacientes bipolares tipo I. O objetivo secundário foi investigar as associações de características clínico-demográficas e comorbidades com tentativas de suicídio. Métodos: Foram incluídos neste estudo 94 pacientes bipolares tipo I. O diagnóstico psiquiátrico foi determinado utilizando-se a avaliação Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI-Plus). O diagnóstico de comorbidades clínicas foi baseado na história clínica e no acompanhamento de clínicos gerais. Resultados: As comorbidades mais prevalentes nos pacientes bipolares foram: transtorno de ansiedade generalizada (19,20%), dependência de substâncias (43,60%), hipertensão arterial (29,80%), diabetes mellitus (17,00%), dislipidemia (22,30%) e hipotireoidismo (19,10%). Não foram encontradas diferenças estatísticas em relação às características demográficas ou à prevalência de comorbidades nos grupos com e sem tentativa de suicídio. Conclusão: Pacientes bipolares atendidos em serviço psiquiátrico apresentam elevada prevalência de comorbidades psiquiátricas e clínicas. Nessa população, tentativas de suicídio não se associam com a presença de comorbidades ou características demográficas.
    Jornal brasileiro de psiquiatria 12/2010; 60(4):271-276.