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    ABSTRACT: The economic importance of sheep production is increasing worldwide simultaneously with the emergence of parasitic resistance. This study aimed to survey the current situation of management practices and parasite resistance in sheep flocks in São Paulo state, Brazil. A questionnaire was given to 35 sheep farmers to obtain information related to flock management practices. Of these flocks, 30 were submitted to the fecal egg count reduction test (FECRT) with at least one of the five following anthelmintics: albendazole, closantel, ivermectin, levamisole, and moxidectin, for comparison against an untreated control group. In the survey, the median number animals per flock was 301, mainly of the Santa Ines breed (in 75.8% of the flocks) and crossbred animals (in 54.5% of the flocks). The predominant farming system was semi-intensive (82.9%), using rotational grazing (80%). Selective treatment was based on FAMACHA grade (47.1%) and in clinical signs (41.2%). The most often applied anthelmintics were macrocyclic lactones (42.9-54.2% in the last three applications). Considering the anthelmintics employed in this study, 10.7% of the farms' flocks were resistant to three, 35.7% to four, and 53.6% to all five anthelmintics. The main helminth genera observed before and after treatments were Haemonchus sp. (75.8%) and Trichostrongylus sp. (19.1%), but all observed genera (Cooperia sp., Oesophagostomum sp., and Strongyloides sp.) were detected by the FECRT. Considering efficacy values less than or equal to 90% in the FECRT as resistant, 100% of flocks were resistant to albendazole and ivermectin, 96.6% to moxidectin, 92.9% to closantel, and 53.6% to levamisole. It is thus possible to conclude that multidrug resistance is widespread in sheep flocks in São Paulo state, Brazil, and this involves all prevalent helminth genera.
    Veterinary Parasitology 01/2012; 187(1-2):209-16. · 2.38 Impact Factor
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    ABSTRACT: Introdução A ovinocultura é uma atividade que desperta enorme interesse como alternativa viável de agronegócio, principalmente para as pequenas e médias propriedades rurais e para a agricultura familiar (CUNHA et al., 2004). Nos últimos anos, em São Paulo, tem-se verifi cado aumento signifi cativo do rebanho ovino e de propriedades envolvidas nessa atividade. Enquanto no período de 1970 a 2008 o rebanho ovino brasileiro passou por redução de 5,75% no número de cabeças (de 17.643.004 para 16.628.571 animais), no Estado de São Paulo o número de animais aumentou em 361,9% (de 98.126 para 453.261). Apesar do grande crescimento nos últimos anos, o rebanho ovino paulista representa somente 2,7% do rebanho nacional (PRODUÇÃO, 2010). De acordo com o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE) para 2008 (PRODUÇÃO, 2010), no Estado de São Paulo, os planteis de ovinos distribuem-se na seguinte proporção: 19,2% na região de São José do Rio Preto, 11,3% em Bauru, 10,5% em Presidente Prudente, 9,5% em Araçatuba, 8,3% em Campinas, 7,4% em Ribeirão Preto, 6,8% em Itapetininga, 5,9% em Assis, 4,9% na região Macrometropolitana, 4% no Vale do Paraíba, 3,8% em Araraquara, 3,5% em Piracicaba, 3,4% em Marília, 0,8% no Litoral Sul e 0,7% na região Metropolitana. A ovinocultura para corte é uma atividade pecuária recente em São Paulo e, por esse motivo, o conhecimento sobre o manejo adotado nas diferentes propriedades criatórias de ovinos ainda é incipiente e refl ete informações desordenadas repassadas de outros Estados. Já foram realizados