J.M. Martín-Pedrosa

Hospital Clínico Universitario de Valladolid, Valladolid, Castille and León, Spain

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    ABSTRACT: This article has been retracted: please see Elsevier Policy on Article Withdrawal (http://www.elsevier.com/locate/withdrawalpolicy.
    Journal of vascular surgery: official publication, the Society for Vascular Surgery [and] International Society for Cardiovascular Surgery, North American Chapter 05/2011; 55(6):1782-3. · 2.98 Impact Factor
  • European Journal of Vascular and Endovascular Surgery 06/2002; 23(5):470-2. · 3.07 Impact Factor
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    ABSTRACT: Introduçã. Descrevemos uma técnica de reconstrução da arteria vertebral do segmento proximal. Realizámos uma transposição da artéria vertebral para o tronco tirocervical, e após ligação dos seus ramos, aproveitámos a dissecção para efectuar a anastomose. Doentes e métodos. Revimos retrospectivamente a nossa experiência: desde 1992 até 2001 realizámos a referida reconstrução em cinco doentes de sexo masculino, com sintomatologia verte-brobasilar, com idade média de 64 anos e com patologia carotídea comum ou interna ipsilateral e/ou carotídea interna contralateral. Técnica cirúrgica. Num primeiro tempo realizou-se a intervenção na carótida interna contralateral (n= 3). Ao fim de um mês, realizámos umaabordagem mediana ao esternocleidomastoideu, por incisâo oblí-qua supraclavicular, ao dissecar entre carótida principal e jugular interna vemos o nervo vago, o canal torácico e veia vertebral que ligamos, observando a artéria vertebral. Seccionámos a artéria vertebral abaixo da lesão. É necessário ter cuidado com a cadeia simpática cervical, o nervo vertebral e o gânglio simpático cervical inferior. Lateralmente na origem da vertebral nasce o tronco tirocervical, ligamos os seus ramos e sobre a dissecção realizámos a anastomose da artéria vertebralpor clampagem sub-clávia parcial. Resultados.Realizaram-se cinco transposiçôes, um doente sofreu AIT no pós-operatório imediato com recupera-ção sem sequelas. Durante o seguimento observou-se, por eco-Doppler, permeabili-dade de 100%, tendo apenas um doente falecido aos três anos por cardiopatia isquémica. Conclusão. Cremos que a transposição do segmento proximal da artéria vertebral ao tronco tirocervical é uma manobra cirúrgicapouco agressiva, sem clampagens dos troncos principais, que encurta o acto cirúrgico e reduz a baixa morbi-mortalidade.
    Angiología 01/2001; 53(5):321–327.
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    ABSTRACT: Introduction Arterial puncture in intravenous drug addicts can cause infected false aneurysms and may be accompanied by life-threatening hemorrhage, loss of limb, or death. Patients and methods Seven drug-addicted patients with infected false aneurysms were treated at our hospital from 1990 to 1999. The hallmark of diagnosis was a pulsatile mass with swelling, bleeding and purulent drainage. Arteriography distinguished abscess from false aneurysm and contributed to the anatomic location of the lesions. In all patients, arterial reconstruction was performed, either as elective (n = 3) or urgent (n = 4) surgery. Results Microbial culture was positive in all cases. A venous graft was used in 6 patients and a polytetrafluoroethylene (PTFE) graft was required in one patient with extinguished veins. Although the immediate postoperative period was normal, urgent arterial ligation was required in all patients due to reinfection and massive hemorrhage. Only one arm amputation was necessary. No deaths occurred. Conclusions Arterial reconstruction in drug addicts is accompanied by serious complications. Ligation and excision of the pseudoaneurysm without revascularization is safe and well-tolerated, with acceptable morbidity.
    Cirugía Española 01/2001; 69(6):552–556. · 0.89 Impact Factor