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    ABSTRACT: O objetivo do experimento foi avaliar as carcaças de tourinhos Charolês (C) e mestiços C x Nelore (N), terminados em confinamento. Foram utilizados 12 animais dos grupos genéticos C, 11/16CN e 5/8CN, com idade inicial de 12 meses e peso médio de 270kg. Os animais foram abatidos aos 17 meses, não apresentando diferença significativa (P>0,05) entre os grupos estudados para peso ao abate, rendimento de carcaça fria e espessura de gordura, com médias de 418,76kg; 54,67%; 2,51 mm; respectivamente. O grupo 11/16CN apresentou menor área de olho de lombo em relação a 100kg de peso vivo (P<0,06) do que animais C e 5/8 CN. Os animais 11/16CN e 5/8CN chegaram ao abate com comprimento de perna similar entre si (P>0,07) e maior (P<0,07) em relação aos C, com médias de 70,13; 69,75 e 66,38 cm, respectivamente, embora não havendo diferença (P>0,05) em comprimento de carcaça. Na avaliação das proporções de cortes comerciais da carcaça em dianteiro, costilhar e traseiro não houve efeito de grupo genético (P>0,05). Os grupos genéticos estudados, na condição de não castrados e abatidos próximos aos 420kg apresentaram baixa deposição de gordura de cobertura. Não foram verificadas diferenças significativas nas características de inferência econômica (cortes comerciais) das carcaças dos grupos estudados.
    Ciência Rural. 01/2006;
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    ABSTRACT: Este estudo teve o objetivo de avaliar as características quantitativas e qualitativas da carcaça e da carne de doze novilhos Charolês, submetidos a dois tratamentos alimentares durante a fase de terminação em confinamento, aos 30 meses de idade: TC- cana-de-açúcar (Saccharum officinarum ssp.) e TM- silagem de milho (Zea mays), compondo 43,65 e 45,14% da matéria seca (MS) da dieta, respectivamente. A dieta oferecida foi isonitrogenada, com 11,76% proteína bruta na MS, o concentrado foi constituído de grão de sorgo moído, farelo de arroz desengordurado e farelo de soja, de igual composição para os tratamentos, com adição de uréia junto ao TC. Os animais foram mantidos em regime de confinamento até que a média dos tratamentos atingiu o peso de abate de 420 kg (TC - 110 dias e TS - 88 dias). O peso de carcaça quente foi 214,23 e 222,23 kg para TC e TS, respectivamente. A percentagem de rendimento de carcaça quente foi de 50,71 e 52,60%, (P=0,0612) e a de carcaça fria de 50,38 e 52,24% (P=0,0478). A quebra no resfriamento não diferiu entre os tratamentos alimentares (P=0,7901); comportamento igual obteve-se para conformação (P=0,3334), espessura de gordura subcutânea (P=0,9262), área do músculo Longissimus dorsi em kg e em % (P=0,5834; P=0,2094, respectivamente). As carcaças dos novilhos do TC apresentaram maior percentagem de corte serrote (50,04 vs. 49,36%, P=0,0984). Os cortes dianteiro e costilhar não foram diferentes (P=0,9963 e P=0,1295) entre os tratamentos. A percentagem de músculo foi superior para TS em relação ao TC, de 70,67 e 68,08% (P=0,0142), comportamento similar ao da percentagem de gordura na carcaça 11,92 e 15,58 % (P=0,0137) para TC e TS, respectivamente.
    Ciência Rural. 01/2006;
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    ABSTRACT: O trabalho foi realizado objetivando-se avaliar o efeito da suplementação com silagem de milho sobre o desempenho de vacas de descarte em terminação, em pastagem de aveia preta (Avena strigosa) e azevém (Lolium multiflorum). A silagem de milho utilizada foi do híbrido AG-5011, contendo 6,59% de Proteína Bruta. Foram utilizadas 30 vacas de descarte dos grupos genéticos fraction three-quarters Charolês (C) fraction one-quarter Nelore (N) ou fraction three-quarters N fraction one-quarter C com média de idade de 5 anos, recebendo ou não oferta de 1,25% do peso vivo (PV) de silagem de milho (matéria seca) ou oferta à vontade da mesma silagem. Não houve interação entre grupo genético e oferta de suplemento. Animais que receberam silagem à vontade apresentaram maior consumo absoluto de suplemento (4,57 contra 4,34kg), desaparecendo esta diferença quando o consumo foi expresso em percentagem do peso vivo (1,07 contra 0,99%). As vacas que receberam suplemento apresentaram maior ganho de peso médio diário (GMD) em comparação às que não receberam (0,879kg), independente do nível de oferta. A oferta de silagem à vontade não proporcionou maior GMD (1,175kg) em relação aos que receberam 1,25% do PV (1,214kg). O maior consumo de silagem proporcionou maior escore corporal final (3,42 pontos), sendo que as vacas que receberam 1,25% do PV (3,26 pontos), não diferiram daquelas que não receberam suplemento (3,19 pontos). As vacas fraction three-quarters C fraction one-quarter N apresentaram maior consumo absoluto de suplemento (3,05 contra 2,89kg), maior GMD (1,196 contra 0,983kg/animal/dia) e maior escore corporal ao final do experimento (3,37 contra 3,21 pontos).
    Ciência Rural. 01/2006;
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    ABSTRACT: Foi avaliada a composição química e a qualidade da carne de 48 novilhos das raças Charolês, Nelore e suas cruzas, terminados em confinamento, recebendo à vontade uma dieta com 52% de silagem de milho e 48% de concentrado, adicionada com 0, 100 ou 200mg/dia de monensina sódica, em um delineamento inteiramente casualizado. A dieta apresentou 12,3% de proteína bruta e 58,3% de fibra em detergente neutro. A monensina foi fornecida misturada com o concentrado. A adição da monensina não alterou o teor de matéria seca, de proteína bruta e de extrato etéreo do músculo Longissimus dorsi dos animais (P>0,05), assim como não influenciou a perda de líquidos durante o descongelamento ou à cocção, a força de cisalhamento, a maciez, a cor e o marmoreio (P>0,05). No entanto, a palatabilidade e suculência diminuíram linearmente com a inclusão de monensina na dieta (P<0,05). A textura da carne, por sua vez, variou de forma quadrática com o aumento da inclusão de monensina (P<0,05). A inclusão do ionóforo não influenciou a proporção de ácidos graxos de cadeia longa saturados em relação aos insaturados (P>0,05), mas aumentou linearmente o teor dos isômeros cis e trans do oleato (C18:1 n9c e C18:1 n9t). Embora tenha aumentado o teor destes ácidos graxos insaturados específicos, a adição da monensina diminuiu a qualidade da carne dos animais, principalmente por palatabilidade e à suculência.
    Ciência Rural. 01/2006;
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    ABSTRACT: Foram conduzidos dois experimentos para avaliar o ganho de peso vivo (Experimento 1) e parâmetros da fermentação ruminal (Experimento 2) em quarenta novilhos cruzados Charolês e Nelore, mantidos em pastagem cultivada de inverno, por quatro horas diárias e não suplementados, ou por somente duas horas, mas suplementados (1% do peso vivo) com silagem de planta inteira, silagem de grão úmido ou com grão seco de sorgo. Os animais alimentados somente com pastagem obtiveram os maiores ganhos de peso vivo (P<0,05) e os suplementados com silagem de planta inteira, os menores. Os suplementados com grãos, tanto secos como na forma de silagem, obtiveram ganhos de peso intermediários. As concentrações de aminoácidos e peptídeos não foram influenciadas (P>0,05) pela suplementação, as de amônia e açúcares foram maiores nos animais mantidos somente com pastagem e nos suplementados com silagem de grão úmido, e menores nos animais suplementados com silagem de planta inteira ou com grão seco de sorgo (P<0,05). Os valores de pH ruminal foram menores nos animais suplementados com silagem de grão úmido de sorgo (P<0,05). Os suplementos utilizados não melhoraram o desempenho dos animais mantidos em pastagem cultivada de clima temperado, mas a fermentação ruminal variou ao longo do dia e com o tipo de suplemento utilizado. No entanto, os resultados indicam também que, além do tipo, a adequação de horários de pastejo e de suplementação poderia representar um fator condicionante à eficiência do uso do suplemento pelos animais.
    Ciência Rural. 01/2006;
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    ABSTRACT: O experimento foi conduzido no Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Santa Maria, para avaliar produtiva e qualitativamente a pastagem de capim elefante e o desempenho animal sob pastejo. A área experimental foi composta de oito piquetes de 0,443ha cada de capim-elefante (Pennisetun purpureum, Schum. cv. "Tawian"), onde pastejaram 36 novilhos das raças Charolês, Nelore e suas cruzas, com três animais "testers" por piquete, em duas repetições. Foram estudadas as variáveis relacionadas à produtividade e à qualidade da pastagem e ao desempenho animal. As massas reais de lâminas foliares (MLF) de capim-elefante foram: 1.167; 1.543; 1.926 e 2.248kg MS LF/ha, o que constitui os tratamentos. A carga animal suportada pela pastagem, pode ser descrita pela equação y=2.243,14 - 0,32MLF (R2=0,4). O peso vivo final em kg apresentou resposta quadrática (PF=103,41 + 0,114x - 0,00003x², R2=0,5) com o acréscimo da MLF. O ganho de peso diário médio apresentou comportamento linear positivo (GMD = 0,25 + 0,0002MLF, R2=0,2). O aumento na massa de lâminas foliares de capim-elefante acarreta diminuição na carga animal suportada pela pastagem e aumenta o ganho de peso médio diário.
    Ciência Rural. 01/2006;
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    ABSTRACT: Foram avaliadas as características qualitativas / quantitativas da carcaça de 22 novilhos das raças Charolês ou Nelore, que receberam três níveis de concentrado na dieta: 35; 50 e 65%, durante a fase de terminação em confinamento. Como volumoso, foram utilizadas as silagens de sorgo e de milho. Foi observada interação significativa (P<0,05) entre tratamento e grupo genético para espessura de gordura subcutânea (EG), EG por 100kg de carcaça (EG100) e comprimento de braço. Não houve efeito do nível de concentrado (NC) sobre a EG (3,33mm) e EG100 (1,7) para os novilhos da raça Charolês, enquanto que para os animais da raça Nelore a equação de regressão se mostrou quadrática para estas duas características (EG = 23,62 - 0,759NC + 0,007NC²; EG100 = 14,51 - 0,473NC + 0,004 NC²). Para comprimento de braço (CBR), não houve variação na raça Nelore (38,97cm), enquanto que, na raça Charolês, houve acréscimo linear com o incremento do nível de concentrado na dieta (CBR = 31,98 + 0,098NC). Não foi observado efeito (P>0,05) do nível de concentrado para as demais características de carcaça estudadas. Os novilhos Charolês apresentaram maior peso de abate (372,2 contra 325,6kg), carcaça quente (201,1 contra 180,0kg) e fria (196,1 contra 175,5kg), de traseiro (52,0 contra 43,6kg) e de costilhar (12,4 contra 11,0kg), comprimento de carcaça (118,4 contra 111,8cm), espessura de coxão (25,4 contra 23,3cm), perímetro de braço (39,1 contra 34,6cm), conformação (11,3 contra 9,5 pontos), área do músculo Longissimus dorsi (66,4 contra 53,8cm²) e percentagem de traseiro (52.0 contra 49,4%). Os novilhos Nelore, por sua vez, apresentaram maior comprimento de perna (68,5 contra 58,1cm) e percentagem de dianteiro (38,1 contra 35,5%).
    Ciência Rural. 01/2005;
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    ABSTRACT: O objetivo deste experimento foi avaliar a produção média diária e composição percentual do leite de vacas Charolês (CH) e Nelore (NE), mantidas em pastagem nativa (PN) ou pastagem cultivada (PC) de inverno (aveia mais azevém) e de verão (capim papuã). Foram utilizadas sessenta vacas, por um período de 182 dias, amamentando bezerros puros ou mestiços, distribuídas de acordo com os tratamentos: CHPN = Vacas CH mantidas em PN; NEPN = Vacas NE mantidas em PN; CHPC = Vacas CH mantidas em PC; e NEPC = Vacas NE mantidas em PC. Vacas mantidas em PC apresentaram curva de lactação com comportamento quadrático, com média de 4,80 L/dia, enquanto que vacas mantidas em PN reduziram linearmente a produção, com média de 3,98 L/dia. A produção de leite entre vacas CH e NE apresentou similaridade (4,50 e 4,28 L/dia, respectivamente). Os grupos genéticos diferiram em todos os componentes do leite, sendo os valores médios para gordura (GOR), extrato seco total (EST), extrato seco desengordurado (ESD) e lactose (LAC) de 4,93; 13,81; 8,91; e 5,14%, respectivamente, para vacas NE e 4,35; 13,07; 8,74; e 4,94%, respectivamente, para vacas CH. Vacas adultas mantidas em PC produziram mais leite (5,61 L/dia) em relação às jovens (5,00 L/dia) e estas mais do que as velhas (3,77 L/dia). No entanto, vacas jovens apresentaram leite com maior teor de GOR e EST do que adultas (4,92 e 13,68% vs 4,51 e 13,27%, respectivamente). O grupo genético do bezerro não influenciou a produção de leite das vacas. Foi verificada interação entre grupo genético da vaca e dia de lactação para teor de GOR e EST, sendo que em vacas NE o comportamento foi quadrático para ambas características e em vacas CH o comportamento foi linear. Já os teores de ESD e LAC variaram de acordo com o dia de lactação. O uso de pastagem cultivada de inverno e de verão no período pós-parto promoveu maior produção de leite em vacas de corte Charolês e Nelore, bem como em vacas jovens e adultas, quando comparadas com vacas mantidas em pastagem nativa.
    Revista Brasileira de Zootecnia 01/2003; · 0.56 Impact Factor
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    ABSTRACT: O objetivo deste trabalho foi estudar as características de carcaça e da carne de bubalinos Mediterrâneo terminados em confinamento por 112 dias e alimentados com dietas isoprotéicas (12% de proteína bruta) contendo, na matéria seca, 33% de concentrado e 67% de cana-de-açúcar ou silagem de milho. Foram utilizados doze novilhos bubalinos, com idade de 20 meses. O peso de fazenda, peso de carcaça quente e peso de carcaça fria foram similares entre os tratamentos, sendo, respectivamente, 363,7; 181,8; e 179,9 kg, para os animais alimentados com cana-de-açúcar, e 361,3; 186,8; e 184,2 kg, citados na mesma ordem, para os bubalinos alimentados com silagem de milho, sendo que estes apresentaram maior rendimento de carcaça fria que os animais alimentados com cana-de-açúcar (51,7 contra 49,9%). Não houve diferença na porcentagem dos cortes comerciais da carcaça, assim como nas medidas de desenvolvimento da carcaça entre os animais dos dois tratamentos. O tratamento não afetou a conformação de carcaça, área de longissimus dorsi, assim como as porcentagens de músculo e osso na carcaça, sendo que, na média dos dois tratamentos, essas características apresentaram valores de 9,0 pontos; 52,1 cm², 62,8 e 16,5%. Na média, os bubalinos apresentaram porcentagem de gordura de 20,8% e 2,96 mm de espessura de gordura subcutânea. Não houve diferença significativa nas características cor, textura, marmoreio, força de cizalhamento, maciez e quebra na cocção da carne, mas a quebra ao descongelamento foi maior e a palatabilidade e suculência da carne, superiores nos animais alimentados com cana-de-açúcar.
    Revista Brasileira de Zootecnia 01/2003; · 0.56 Impact Factor
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    ABSTRACT: Foi estudado o efeito de quatro níveis de substituição (0; 33; 66 e 100%) do grão de sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) por grão de aveia preta (Avena strigosa) na fração concentrado da dieta de novilhos, na fase de terminação em confinamento. Os novilhos, com idade média inicial de 19 meses e peso inicial de 381 kg, foram alimentados com dieta composta por 60% de volumoso e 40% de concentrado, contendo PB para ganho de peso de 1,2 kg/animal/dia. No período de adaptação de sete dias e na primeira metade do período experimental (35 dias), o volumoso utilizado foi a silagem de sorgo forrageiro (Sorghum bicolor L. Moench) e na segunda metade do período experimental (32 dias), a silagem de milho (Zea mays). Durante o período de adaptação, as dietas com maior concentração de aveia promoveram melhor desempenho animal, no entanto, durante o período experimental, o aumento da proporção de aveia no concentrado, em substituição ao grão de sorgo, promoveu decréscimo linear no ganho de peso (1,292; 1,251; 1,217; e 1,051 kg, respectivamente, para os níveis 0; 33; 66 e 100% de aveia), assim como aumentou linearmente a quantidade de alimento consumido para cada kg de peso vivo ganho (7,911; 8,000; 8,220 e 9,212 kg, respectivamente). O decréscimo no ganho de peso, à medida que aumentou o nível de aveia, esteve relacionado à maior concentração de FDN (29,3 vs 16,1%) e menor concentração de energia digestível (3,179 vs 3,590 Mcal/kg) da aveia em relação ao sorgo, o que limitou o consumo de matéria seca e de energia digestível/animal/dia. A utilização de um volumoso de melhor qualidade no período final do confinamento, proporcionando maior consumo de matéria seca e de energia digestível, permitiu a uniformidade do ganho de peso durante todo o período experimental.
    Revista Brasileira de Zootecnia 01/2003; · 0.56 Impact Factor
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    ABSTRACT: Este experimento foi conduzido com o objetivo de avaliar o efeito do cruzamento entre vacas 1/2 Nelore 1/2 Charolês com touros Charolês e 1/2 Charolês 1/2 Nelore com touros Nelore, sobre as características de carcaça e da carne de novilhos oriundos desses acasalamentos, abatidos aos dois anos de idade. Foram utilizados 80 novilhos 3/4 Nelore (N) 1/4 Charolês (C) e 136 novilhos 3/4 C 1/4 N. Os dados foram coletados de setembro de 1986 a dezembro de 1998. O modelo estatístico utilizado incluiu os efeitos classificatórios de grupo contemporâneo, idade da vaca e composição racial, bem como o efeito da idade do animal ao abate como covariável. Os novilhos 3/4 C 1/4 N foram superiores em peso de fazenda (468 contra 448 kg), conformação de carcaça (11,3 contra 10,4 pontos), porcentagem de músculo (66,9 contra 64,8%), área de Longissimus dorsi (69,5 contra 64,7 cm²), área de Longissimus dorsi ajustada para o peso de carcaça fria (27,9 contra 26,6 cm²), comprimento de carcaça (126 contra 123 cm), perímetro de braço (36,5 contra 35,4 cm) e maciez da carne (6,50 contra 5,20 pontos), enquanto os 3/4 N 1/4 C apresentaram maiores rendimento de carcaça (54,6 contra 53,7%), comprimento de perna (74,0 contra 72,0 cm) e de braço (41,5 contra 39,7 cm), espessura de gordura subcutânea (3,29 contra 2,70 mm) e porcentagem de gordura na carcaça (19,5 contra 17,8%). Não foi verificada diferença significativa para peso de carcaça fria, cor, textura, marmoreio, palatabilidade e suculência da carne.
    Revista Brasileira de Zootecnia. 01/2002;
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    ABSTRACT: Foram avaliados a composição física da carcaça, a qualidade da carne e o conteúdo de colesterol no músculo Longissimus dorsi de 24 novilhos Red Angus, terminados em confinamento com diferentes pesos. Os novilhos tinham, em média, 189 kg e oito meses de idade ao início do período de terminação, que foi de 114, 144, 173 e 213 dias, para os respectivos pesos de abate (PA) de 340, 373, 400,6 e 433,6 kg . A composição da carcaça foi alterada pelo peso de abate. A percentagem de osso variou de maneira quadrática (%osso= 92,81 -- 0,402PA + 0,0005PA²), com valor mínimo de 12% aos 402 kg, enquanto a porcentagem de músculo diminuiu de forma linear (%músc.= 78,38 -- 0,042PA) e a porcentagem de gordura aumentou (%gord.= 3,92 + 0,052PA). A relação porção comestível:osso teve resposta quadrática frente aos tratamentos (RPC:O= -31,88 + 0,194PA -- 0,0002PA²), apresentando o valor máximo de 6,47 nas carcaças produzidas por animais abatidos com 395 kg. A relação músculo:osso, que não variou com o peso de abate, foi de 4,4 de média para os tratamentos. Cor e textura não foram alteradas pelo aumento do peso de abate, enquanto marmoreio aumentou linearmente (Marm.= -13,35 + 0,051667PA). Maiores pesos de abate resultaram em menor quebra no descongelamento e maior quebra na cocção. A carne foi classificada como macia e muito macia, com suculência e palatabilidade levemente acima da média. Os teores de extrato etéreo e colesterol não foram alterados pelo aumento do peso de abate, sendo a média para os tratamentos de 2,35% e 43,07 mg de colesterol/100 g de músculo, respectivamente.
    Revista Brasileira de Zootecnia. 01/2002;
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    ABSTRACT: O experimento foi conduzido com o objetivo de estudar os parâmetros relativos ao consumo de alimentos, ganho de peso, conversão alimentar e eficiência energética de bezerros de corte em confinamento, alimentados com duas dietas, com inclusão de silagem de sorgo AG-2006 colhida em duas alturas de corte: corte baixo (14 cm) e corte alto (45 cm). Foram utilizados 12 bezerros Braford com idade média de sete meses e peso médio inicial de 208 kg. O período de confinamento foi de 126 dias, subdividido em dois períodos de 63 dias, em que a relação volumoso:concentrado, para ambas as dietas testadas, foi de 60:40 e 50:50, respectivamente, para o primeiro e segundo períodos. A silagem produzida pelo corte alto apresentou menor teor de FDN (42,57 contra 52,24%) e maior DIVMO (63,67 contra 53,59%). Não houve interação entre altura de corte e período de avaliação em confinamento para os parâmetros relativos aos consumos diários de matéria seca (CMS) e de energia digestível (CED), expressos nas diferentes formas, ao ganho de peso médio diário (GMD) e à eficiência energética (CE). A elevação da altura de corte de 14 para 45 cm das plantas de sorgo para produção de silagem não afetou o CMS (7,60 contra 7,70 kg/dia), o CED (21,62 contra 23,83 Mcal/dia), o GMD (1,233 contra 1,375 kg) e a eficiência energética (17,53 contra 17,31 Mcal/kg de PV), respectivamente. Animais que tiveram a silagem de sorgo colhida a 45 cm incluída na dieta alimentar foram mais eficientes na transformação da matéria seca consumida em ganho de peso em relação à dieta com silagem de sorgo colhida a 14 cm de altura (5,60 contra 6,17 kg de MS/kg de PV).
    Revista Brasileira de Zootecnia 01/2002; · 0.56 Impact Factor
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    ABSTRACT: O experimento foi conduzido com o objetivo de avaliar o desempenho em confinamento, dos 210 aos 408 dias de idade, de bezerros previamente desmamados aos 72 (T72) ou 210 (T210) dias. Foram utilizados 36 machos não castrados da raça Braford (5/8 Hereford 3/8 Nelore). O peso médio no início do experimento foi de 209 kg (T72) e 192 kg (T210). O confinamento compreendeu 30 dias de adaptação dos animais e 168 dias de avaliação, sendo dividido em quatro períodos de 42 dias. A relação volumoso:concentrado foi de 60:40 para o 1º e 2º períodos, 50:50 para o 3º período e 45:55 para o 4º período. Não houve interação entre idade de desmame e período de avaliação em confinamento para os parâmetros relativos aos consumos médios por animal de matéria seca (CMS) e de energia digestível (CED), expressos em kg/dia e Mcal/dia (CMSD e CEDD), por 100 kg de peso vivo (CMSP e CEDP) e por unidade de tamanho metabólico (CMSM e CEDM), ao ganho de peso médio diário (GMD), à conversão alimentar (CA) e eficiência energética (EE). Animais desmamados aos 210 dias apresentaram maiores CMSP (2,25 contra 2,07% PV) e CEDP (7,05 contra 6,48% PV) em relação aos animais desmamados ao 72 dias de idade. Não houve diferença no CMSD (6,75 contra 6,98 kg/dia), no GMD (1,066 contra 1,074 kg/dia), na eficiência de conversão da matéria seca (6,42 contra 6,72 kg de MS/kg ganho de PV) e da energia digestível consumida (20,18 contra 21,13 Mcal/kg ganho de PV) em ganho de peso vivo para os animais desmamados aos 72 ou 210 dias de idade, respectivamente. Os pesos de abate e de carcaça quente foram similares entre as duas idades, sendo, respectivamente, de 424 e 232 kg para os animais do T72 e de 406 e 221 kg para dos T210. Os resultados mostram que animais desmamados aos 72 dias de idade apresentaram desempenho durante a terminação, pesos de abate e de carcaça similares aos desmamados aos 210 dias.
    Revista Brasileira de Zootecnia. 01/2002;
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    ABSTRACT: O objetivo deste trabalho foi estudar diferentes níveis de suplementação energética sobre a qualidade da carcaça e da carne de vacas de descarte, de diferentes idades, terminadas no sistema de pastejo horário sobre azevém (Lolium multiflorum) mais triticale (X triticosecale). Foram utilizadas 40 vacas de descarte Charolês, agrupadas em quatro classes, em função da idade ao abate: quatro, cinco ou seis, sete ou oito e nove ou mais anos de idade, distribuídas ao acaso em quatro níveis de suplementação energética (NS): 0; 0,3; 0,6; e 0,9% do peso vivo. O grão de sorgo triturado foi o suplemento utilizado. Não houve interação significativa entre nível de suplemento e idade do animal. O nível de suplementação utilizado não afetou as características cor, textura e marmoreio da carne, assim como a composição física da carcaça, características sensoriais da carne e quebras ao descongelamento e à cocção. Com o aumento da idade, decresceu a porcentagem de músculo na carcaça, sendo de 68,5; 66,7; 65,1; e 64,3%, respectivamente. As vacas mais jovens apresentaram menor porcentagem de gordura (14,4%) do que os animais mais velhos, que apresentaram 17,9; 19,2; e 18,7% para idade ao abate de cinco ou seis, sete ou oito e nove ou mais anos, respectivamente. As vacas mais jovens apresentaram menor relação músculo + gordura / osso do que as abatidas com idade intermediária. As vacas abatidas aos quatro anos apresentaram carne mais macia (5,92 pontos) que vacas abatidas aos sete ou oito anos de idade (4,69 pontos).
    Revista Brasileira de Zootecnia 01/2002; · 0.56 Impact Factor
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    ABSTRACT: O experimento foi conduzido com o objetivo de avaliar o valor nutritivo do material original e da silagem de diferentes híbridos de sorgo: AGX-213, AG-2002, AGX-217 e AG-2005E. O híbrido AG-2005E foi mais precoce (125 dias) de intervalo da semeadura à colheita, enquanto o AGX-213, o mais tardio (151 dias). Os híbridos forrageiros AG-2002 e AGX-213 apresentaram maiores alturas de planta e produções de matéria seca que os de duplo propósito AGX-217 e AG-2005E. O híbrido AG-2005E apresentou maior porcentagem de panícula (58,4%) e baixa porcentagem de colmo (20,1%) e folhas (21,5%) na composição da planta, enquanto os híbridos forrageiros (AGX-213 e AG-2002), as maiores proporções do componente colmo, 45,1 e 56,8%, respectivamente. Os teores de matéria seca na planta não foram alterados com o processo de ensilagem. Não houve diferença entre as silagens para os teores de fibra em detergente neutro, lignina e cinzas totais na fibra em detergente ácido. A silagem do AG-2005E apresentou menor teor de fibra em detergente ácido (28,96%) e celulose (24,19%) e maior concentração de matéria seca (35,50%) frente aos demais híbridos. Não houve diferença entre as silagens dos híbridos de sorgo para os teores de matéria orgânica, digestibilidade in vitro da matéria orgânica e concentração de energia digestível. A porcentagem de nutrientes digestíveis totais foi maior para os híbridos de duplo propósito AG-2005E (62,20%) e AGX-217 (60,05%), comparativamente aos forrageiros AGX-213 (56,77%) e AG-2002 (56,40%).
    Revista Brasileira de Zootecnia 01/2002; · 0.56 Impact Factor
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    ABSTRACT: Foram avaliadas as características quantitativas da carcaça de vacas de descarte de dois sistemas de acasalamento, puras (Charolês - C e Nelore - N) e mestiças F1 ¹/2 CN e ¹/2 NC. Os animais foram terminados em confinamento, onde foram alimentados com dieta contendo 10% de proteína bruta, composta por 65% de volumoso, silagem de sorgo e 35% de concentrado. Foram realizadas medidas objetivas e subjetivas nas carcaças resfriadas. Nos animais puros, as fêmeas Charolês foram superiores às Nelore para pesos de abate (522,6 contra 462 kg) e de carcaça fria (255,8 contra 237,5 kg); conformação de carcaça (10,7 contra 7,76 pontos); e área do músculo Longissimus dorsi (64,08 contra 55,92 cm²). Já as Nelore foram superiores no rendimento de carcaça (51,31 contra 48,93%) e na espessura de gordura de cobertura (8,22 contra 4,59 mm). Na comparação dos sistemas de acasalamento, os animais mestiços F1 foram superiores em relação à média dos puros nos pesos de abate (525,7 contra 492,3 kg) e de carcaça fria (269,8 contra 246,6 kg); no rendimento de carcaça (51,3 contra 50,12%); na conformação de carcaça (9,84 contra 9,24 pontos); e na espessura de gordura (7,77 contra 6,40 mm), sendo os valores de heterose de 6,78; 9,41; 2,35; 6,49; e 21,40%, respectivamente. Resultaram do cruzamento entre Charolês e Nelore vacas de descarte que produziram carcaças de peso elevado, apresentando boa conformação e alto grau de acabamento.
    Revista Brasileira de Zootecnia. 01/2002;
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    ABSTRACT: Foram estudadas as características de carcaça de 463 novilhos, nascidos entre 1984 e 1996, gerados por dois sistemas de acasalamento: puros (P) e cruzados F1. O sistema de acasalamento P foi constituído por 188 novilhos Charolês (C) e 125 Nelore (N) e o F1, por 72 novilhos 1/2 C 1/2 N e 78 1/2 N 1/2 C. Os animais cruzados foram superiores aos P em porcentagem de gordura na carcaça, relação músculo/osso, relação músculo + gordura/osso e marmoreio, sendo os níveis de heterose de 3,33; 2,92; 3,67; e 23,64%, respectivamente. Na comparação entre sistemas de acasalamento, os animais P foram superiores aos F1 em porcentagem de músculo na carcaça, sendo a heterose de -3,08%. Na comparação dentro do sistema de acasalamento dos P, os Charolês foram superiores aos Nelore em porcentagem de músculo (68,4 vs. 64,4%), relação músculo / osso (3,57 vs. 3,29) e músculo + gordura/osso (4,43 vs. 4,30), textura (3,80 vs. 3,58 pontos), maciez (6,81 vs. 4,89 pontos), palatabilidade (5,82 vs. 5,41 pontos) e suculência (6,28 vs. 5,66 pontos), enquanto os Nelore apresentaram maiores valores para porcentagem de gordura (19,6 vs. 16,3%) e de osso na carcaça (19,7 vs. 19,2%), força para corte das fibras (9,29 vs. 6,01 kg) e quebras ao descongelamento (8,54 vs. 6,79%) e cocção (30,72 vs. 28,12%). O cruzamento entre Charolês e Nelore propiciou heterose positiva e complementaridade genética aditiva para características de carcaça e da carne, importantes para os frigoríficos e os consumidores.
    Revista Brasileira de Zootecnia. 01/2002;
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    ABSTRACT: Foram estudadas as características quantitativas e qualitativas da carcaça e da carne de novilhos pertencentes a quatro grupos genéticos, Charolês (C), Nelore (N), mestiços com predominância de sangue C (3/4 C 1/4 N e 5/8 C 3/8 N - CRC) e mestiços com predominância de sangue N (3/4 N 1/4 C e 5/8 N 3/8 C - CRN), submetidos a quatro tratamentos alimentares durante a fase de terminação em confinamento, os quais corresponderam aos seguintes níveis de substituição do grão de sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) por grão de aveia preta (Avena strigosa) no concentrado: 0, 33, 66 e 100%. O volumoso utilizado nos primeiros 35 dias do confinamento foi a silagem de sorgo forrageiro (Sorghum bicolor L. Moench) e nos 32 dias restantes, silagem de milho (Zea mays). A relação volumoso:concentrado durante todo o período de confinamento foi de 60:40. Não foi observado efeito de tratamento para nenhuma das características avaliadas. No entanto, avaliando grupo genético, verificou-se que os animais N apresentaram menores peso de abate e peso de carcaça fria que os demais, apresentando, também, menor porcentagem do corte comercial costilhar e maior do corte dianteiro, não diferindo, no entanto, quanto à porcentagem do corte traseiro. Os animais C e CRC apresentaram maior porcentagem de músculo e área do músculo Longissimus dorsi em relação aos N e CRN, porém apresentaram menor porcentagem de gordura na carcaça. Os animais N apresentaram, ainda, carne com textura mais grosseira, carne menos macia, quando avaliada pelo aparelho Warner-Bratzler Shear, e maior perda durante o descongelamento. Não foram verificadas diferenças, entre grupos genéticos, para as características espessura de gordura de cobertura, cor, marmoreio, maciez avaliada pelo painel, palatabilidade, suculência e quebra durante a cocção.
    Revista Brasileira de Zootecnia. 01/2002;
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    ABSTRACT: O experimento teve como objetivo avaliar, durante a fase de terminação, o peso, o consumo alimentar, o ganho de peso e a conversão alimentar de vacas de descarte, puras (Charolês-C e Nelore-N) e cruzadas F1 ( ½ CN e ½ NC), bem como medir a heterose resultante. As vacas foram confinadas por um período de 80 dias, sendo todas alimentadas com a mesma dieta, contendo 10% de proteína bruta e uma relação volumoso:concentrado de 65:35. Vacas F1 foram mais pesadas no início (402 vs 362 kg) e no final do confinamento (524 vs 475 kg), sendo a heterose de 11,05 e 10,31%, respectivamente. O ganho de peso médio diário das vacas F1 (1,557 kg) foi similar ao das puras (1,424 kg). O consumo voluntário de matéria seca (CMS) em kg/animal/dia (CMSD) foi 11,26% superior nas vacas F1 em relação às puras. No entanto, ao expressar o CMS por unidade de peso metabólico (CMSM) e por 100 kg de peso vivo (CMSP), a diferença decresceu para 3,25 e 3,57%, respectivamente, e deixou de ser significativa. Vacas C foram mais pesadas e apresentaram maior ganho de peso médio diário que vacas N (1,554 contra 1,294 kg). Vacas ½ CN foram mais pesadas e mais eficientes na transformação de alimentos em ganho de peso que vacas ½ NC.
    Revista Brasileira de Zootecnia 01/2001; · 0.56 Impact Factor