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Brief postoperative delirium in hip fracture patients affects functional outcome at three months

Department of Anesthesiology, Johns Hopkins Bayview Medical Center, 4940 Eastern Avenue, Baltimore, MD 21224, USA.
Anesthesia & Analgesia (Impact Factor: 3.42). 07/2004; 98(6):1798-802, table of contents. DOI: 10.1213/01.ANE.0000117145.50236.90
Source: PubMed

ABSTRACT It is unclear how brief postoperative delirium (DEL) affects functional outcomes. In this study, we sought to determine if patients with brief postoperative DEL (<6-wk duration) have different living situations when compared with non-DEL patients after hip fracture repair. In a prospective study, patients admitted to the geriatric hip fracture service were assessed every postoperative day for the presence of DEL using the confusion assessment method (CAM) score. Patients were reassessed at 6 wk and 3 mo postoperatively for CAM score, current living situation, and activities of daily living. Group comparisons were tested after dividing patients into two groups: DEL (DEL; [+] CAM at any time during the postoperative period while in the hospital); no-DEL (no DEL; [-] CAM throughout the postoperative period while in the hospital). The study included 92 patients of whom 26 (28%) were CAM (+) after surgery. At 6 wk follow-up, n = 81; at 3 mo follow-up, n = 76. Eight patients died during the study. At 6 wk and 3 mo, a larger percentage of DEL patients were not living with a family member (27% versus 8% patients not living with a family member at 3 mo follow-up in DEL and no-DEL, respectively). There was no difference in activities of daily living by 3 mo. We conclude that brief postoperative DEL lasting <6 wk is a determining factor for poor long-term functional outcome after hip fracture repair, because it significantly impacts the ability to live independently. IMPLICATIONS: Brief postoperative delirium lasting <6 wk is a determining factor for poor long-term functional outcome after hip fracture repair, because it significantly impacts the ability to live independently.

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    ABSTRACT: Objectives To determine the prevalence of impaired olfaction in individuals presenting for cardiac surgery and the independent association between impaired olfaction and postoperative delirium and cognitive decline.DesignNested prospective cohort study.SettingAcademic hospital.ParticipantsIndividuals undergoing coronary artery bypass, valve surgery, or both (n = 165).MeasurementsOlfaction was measured using the Brief Smell Identification Test, with impaired olfaction defined as an olfactory score below the fifth percentile of normative data. Delirium was assessed using a validated chart review method. Cognitive performance was assessed using a neuropsychological testing battery at baseline and 4 to 6 weeks after surgery.ResultsImpaired olfaction was identified in 54 of 165 participants (33%) before surgery. Impaired olfaction was associated with greater adjusted risk of postoperative delirium (relative risk = 1.90, 95% confidence interval = 1.17–3.09, P = .009). There was no association between impaired olfaction and change in composite cognitive score in the overall study population.Conclusion Impaired olfaction is prevalent in individuals undergoing cardiac surgery and is associated with greater adjusted risk of postoperative delirium but not cognitive decline. Impaired olfaction may identify unrecognized vulnerability to postoperative delirium in individuals undergoing cardiac surgery.
    Journal of the American Geriatrics Society 01/2015; 63(1). DOI:10.1111/jgs.13198 · 4.22 Impact Factor
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    ABSTRACT: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O delirium pós-operatório (DPO) em pacientes cirúrgicos em terapia intensiva é um resultado independente importante e determinante. O objetivo do nosso estudo foi avaliar a incidência e os determinantes do DPO. MÉTODOS: Estudo prospectivo de coorte realizado durante um período de 10 meses em uma unidade de recuperação pós-anestesia (URPA) com cinco leitos especializados em terapia intensiva. Todos os consecutivos pacientes adultos submetidos à cirurgia de grande porte foram incluídos. Os dados demográficos, as variáveis perioperatórias, o tempo de internação (TI) e a mortalidade na URPA, no hospital e nos 6 meses de acompanhamento foram registrados. Delirium pós-operatório foi avaliado utilizando o Checklist para triagem de delirium em terapia intensiva (Intensive Care Delirium Screening Checklist - ICDSC). Análises descritivas foram realizadas e o teste de Mann-Whitney, qui-quadrado ou teste exato de Fisher foram usados para comparações. Análise de regressão logística avaliou os fatores determinantes do DPO com o cálculo da razão de chances (RC) e seu intervalo de confiança de 95% (IC 95%). RESULTADOS: Houve admissão de 775 pacientes adultos na URPA e 95 pacientes não atenderam aos critérios de inclusão. Dos 680 pacientes restantes, 128 (18,8%) desenvolveram DPO. Os determinantes independentes de DPO identificados foram a idade, ASA-PS, cirurgia de emergência e a quantidade total de plasma fresco congelado (PFC) administrada durante a cirurgia. Os pacientes com delirium tiveram taxas mais elevadas de mortalidade, estavam mais gravemente doente e permaneceram mais tempo na URPA e no hospital. DPO foi um fator de risco independente para mortalidade hospitalar. DISCUSSÃO: A incidência de delirium foi elevada nos pacientes cirúrgicos em terapia intensiva. DPO foi associado a uma pior pontuação de gravidade da doença, tempo de permanencia mais longo no hospital e na URPA e a taxas mais elevadas de mortalidade. Os fatores de risco independentes para DPO foram a idade, ASA-PS, cirurgia de emergência e quantidade de plasma administrado durante a cirurgia.
    Revista Brasileira de Anestesiologia 08/2012; 62(4):476-483. DOI:10.1590/S0034-70942012000400001 · 0.42 Impact Factor
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    ABSTRACT: Experiencia y objetivos El objetivo de este estudio fue validar la versión portuguesa de la esca- la Nursing Delirium Screening Scale (Nu-DESC) para uso en ambientes de cuidados intensivos. Métodos: Simultánea e independientemente, evaluamos el aparecimiento de delirio en todos los pacientes postoperatorios ingresados en una Unidad de Cuidados Intensivos Quirúgica (UCIQ) a lo largo de un período de un mes, utilizando las versiones portuguesas de Nu-DESC y de la escala Intensive Care Delirium Screening Checklist (ICDSC) dentro de 24 horas a partir del momento del ingreso, tanto por el médico del equipo de investigación, como por el enfer- mero directamente encargado del paciente. Determinamos la exactitud diagnóstica de Nu- DESC utilizando análisis de sensibilidad, especificidad y de la curva ROC. Evaluamos la confia- bilidad entre enfermeros/médico del equipo de investigación para Nu-DESC por el coeficiente de correlación intraclase (CCI). Evaluamos la concordancia y la confiabilidad entre Nu-DESC y ICDSC por porcentajes globales y específicos de concordancia, y por estadística kappa. Resultados Basándonos en la escala ICDSC, diagnosticamos delirio en 12 de los 78 pacientes. Para la puntuación Nu-DESC total, consideramos como alta la confiabilidad entre enfermeros/médico del equipo. En cuanto al diagnóstico, consideramos perfecta la concordancia entre enfermeros y médico del equipo. El porcentaje de concordancia global entre Nu-DESC y ICDSC para el diagnóstico de delirio fue de 0,88, y kappa varió de 0,79 a 0,93. La sensibilidad de la escala Nu-DESC fue de un 100%, y el de especificidad de un 86%. Conclusiones La versión portuguesa de la escala Nu-DESC parece ser un instrumento de evaluación y monitoreo exacto y confiable para el diagnóstico del delirio en ambientes de cuidados intensivos.
    11/2013; 63(6):450–455. DOI:10.1016/j.bjanes.2012.09.003

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