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Changes in serum leptin concentrations in overweight Japanese men after exercise.

Okayama Southern Institute of Health, Okayama, Japan.
Diabetes Obesity and Metabolism (Impact Factor: 5.18). 10/2004; 6(5):332-7. DOI: 10.1111/j.1462-8902.2004.00351.x
Source: PubMed

ABSTRACT To investigate the link between serum leptin concentrations and exercise.
Cross-sectional and longitudinal studies of an exercise intervention.
110 Japanese overweight men aged 32-59 years were recruited. At baseline, the average body mass index (BMI) was 28.5 +/- 2.5 kg/m2. From this group, we used data of 36 overweight men (BMI, 28.9 +/- 2.3) for a 1-year exercise programme.
Leptin was measured at baseline and after 1 year. Fat distribution was evaluated by visceral fat (V) and subcutaneous fat (S) areas measured with computed tomography (CT) scanning at umbilical levels. Anthropometric parameters, aerobic exercise level, muscle strength and flexibility were also investigated at baseline and after 1 year.
In the first analysis, using cross-sectional data, leptin was significantly correlated with total body fat (r = 0.760, p < 0.01), V (r = 0.383, p < 0.01) and S (r = 0.617, p < 0.01) areas. In the second analysis, using longitudinal data, leptin was significantly reduced after 1 year (pre 6.7 +/- 4.0 ng/ml vs. post 5.1 +/- 3.1 ng/ml, p < 0.01). Results showed that steps per day were increased, and aerobic exercise level, weight-bearing index (WBI) and insulin resistance were significantly improved. Although, there was a positive correlation between Delta leptin(positive changes in leptin after 1 year) and anthropometric measurements such as Delta body weight, Delta BMI and Delta body fat, leptin/body weight, leptin/BMI and leptin/body fat ratios were significantly reduced during exercise intervention.
The present study indicated exercise significantly lowers serum leptin concentrations, and thus it may improve the leptin resistance observed in overweight Japanese men.

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    ABSTRACT: Receptors of leptin, the prototypical adipokine, are expressed throughout the cortex and several other areas of the brain. Although typically studied for its role in energy intake and expenditure, leptin plays a critical role in many other neurocognitive processes and interacts with various other hormones and neurotransmitters to perform these functions. Here, we review the literature on how leptin influences brain development, neural degradation, Alzheimer’s disease, psychiatric disorders, and more complicated cognitive functioning and feeding behaviors. We also discuss modulators of leptin and the leptin receptor as they relate to normal cognitive functioning and may mediate some of the actions of leptin in the brain. Although we are beginning to better understand the critical role leptin plays in normal cognitive functioning, there is much to be discovered.
    Metabolism. 01/2014;
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    ABSTRACT: The aim of this study was to evaluate the link between circulating leptin levels and physical activity and/or physical fitness in apparently healthy Japanese.
    Environmental Health and Preventive Medicine 07/2014;
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    ABSTRACT: Atualmente, a obesidade pode ser classificada como uma pandemia e suas conseqüências vão desde o diabetes mellitus até a doença cardíaca. Tanto fatores genéticos como ambientais contribuem para isso, porém, em humanos, o componente genético ainda é pouco definido. Com a clonagem do gene ob de ratos e do seu receptor, foi descoberta a leptina, o "hormônio da saciedade". A leptina é secretada, principalmente, pelo tecido adiposo e reflete a quantidade de gordura depositada no tecido adiposo de um indivíduo. Entretanto, diversos fatores influenciam sua expressão e síntese, tais como jejum, atividade simpática, exercício físico e alterações no balanço energético. Os efeitos da atividade física aeróbia sobre esse hormônio ainda não estão muito claros, visto que existem muitas contradições na literatura sobre sua possível ação na regulação da leptina. Estudos transversais sugerem que as concentrações plasmáticas de leptina não são alteradas após uma sessão de exercício aeróbio. Entretanto, se o esforço físico for extremo, como em uma ultramaratona, na qual há um balanço energético negativo, induzido pela atividade física extenuante, ocorre diminuição dessas concentrações. Além disso, exercícios de longa duração (> 60 min) parecem estar associados à diminuição tardia das concentrações de leptina, aproximadamente 48h após a atividade, provavelmente em função de um possível desequilíbrio energético. Em relação aos estudos longitudinais, após o treinamento aeróbio, alguns autores não observam alterações na leptina plasmática, outros encontram alterações em função apenas das alterações da adiposidade e, por fim, alguns estudos observam diminuição da concentração plasmática e/ou expressão de leptina, independentemente de alterações da massa gorda. Tal fato sugere que haja outro, ou outros, fatores, além do conteúdo de gordura corporal, que modulam a diminuição das concentrações plasmáticas de leptina após o treinamento aeróbio, sendo a insulina a principal candidata a tal modulação. Dessa forma, esta revisão aborda os principais aspectos do hormônio leptina, sua ação, função e regulação, associação com a insulina, além dos efeitos do exercício físico agudo e crônico na síntese e secreção da leptina, e possíveis implicações da insulina e adiposidade em função desse estímulo.
    Revista Brasileira de Medicina do Esporte 08/2007; 13(4):263-269. · 0.27 Impact Factor