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Consequences of bottle-feeding to the oral facial development of initially breastfed children.

Saúde da Criança e do Adolescente, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brasil.
Jornal de Pediatria (Impact Factor: 0.94). 09/2006; 82(5):395-7. DOI: 10.2223/JPED.1536
Source: PubMed

ABSTRACT To identify and assess the possible consequences of bottle-feeding on the oral facial development of children who were breastfed up to at least six months of age.
Two hundred and two children (4 years of age) enrolled in an early health attention program participated in the study. The sample was divided into two groups: G1 (children who used only a cup to drink) and G2 (those who used a bottle).
Lip closure was observed in 82% of the children in G1 and in 65% of those in G2 (p = 0.0065). The tongue coming to rest in the maxillary arch was found in 73% of the children in G1 and in 47% of those in G2 (p = 0.0001). Nasal breathing was observed in 69% of G1 and in 37% of G2 (p = 0.0001). The maxilla was shown to be normal in 90% of G1 and in 78% of G2 (p = 0.0206).
Use of the bottle, even among breastfed children interferes negatively with oral facial development.

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    Revista CEFAC 06/2009; 11(2):261-267.
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    ABSTRACT: The increased prevalence of malocclusions represents a secular trend attributed to the interaction of genetic and environmental factors. The analysis of factors related to the causes of these changes is essential for planning public health policies aimed at preventing and clinically intercepting malocclusion. This study investigated the sucking habits, nocturnal mouth breathing, as well as the relation of these factors with malocclusion.
    BMC Oral Health 08/2014; 14(1):96. · 1.15 Impact Factor
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    ABSTRACT: Objetivo determinar a prevalência da respiração bucal e associar o histórico de amamentação com os padrões de respiração em crianças. Métodos este foi um estudo observacional com 252 crianças de ambos os sexos, com idades entre 30-48 meses, que participaram de um programa de assistência odontológica para mães e recém-nascidos. Como um instrumento de coleta de dados, foi entregue um questionário semiestruturado para as mães das crianças com perguntas sobre a forma e a duração da amamentação e os hábitos bucais de sucção não nutritiva. Para determinar os padrões de respiração desenvolvidos nas crianças, foram utilizados o histórico médico e o exame clínico. Foi realizada uma análise estatística para determinar os efeitos de exposição no principal resultado (respiração bucal), e o índice de prevalência foi calculado com um intervalo de confiança de 95%. Resultados do total da amostra, 43,1% das crianças apresentaram respiração bucal, 48,4% foram amamentados exclusivamente até os seis meses de idade ou mais e 27,4% apresentaram hábitos de sucção não nutritiva. Foram encontradas associações estatisticamente significativas para uso de mamadeira (p < 0,001) e hábitos bucais de sucção não nutritiva (p = 0,009), com um aumento da probabilidade de as crianças apresentarem um padrão de respiração predominantemente bucal. Também foi observada uma associação estatisticamente significativa entre uma maior duração do aleitamento materno exclusivo e um padrão de respiração bucal apresentado pelas crianças. Conclusão uma maior duração do aleitamento materno exclusivo diminui as chances de as crianças apresentarem um padrão de respiração predominantemente bucal.
    Jornal de pediatria 07/2014; 90(4). · 1.07 Impact Factor

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