Article

Pediatric neurosurgery.

Department of Neurosurgery, Children's Hospital Boston, Boston, MA, USA.
Progress in neurological surgery 02/2006; 19:97-106. DOI: 10.1159/000095185
Source: PubMed

ABSTRACT Randomized controlled trials of neurosurgical procedures involving children have been organized infrequently; as a consequence, the majority of pediatric neurosurgical practice is not supported by class I data. Furthermore, many trials that have been reported suffer from serious methodological shortcomings such as insufficient power and poor statistical analysis. Finally, several trials of neurosurgical techniques that are frequently performed on children have either excluded children from participation or include an insufficient number of children to draw strong conclusions. Despite these shortcomings, pediatric neurosurgery, like all fields in medicine, is gradually moving towards a more stringent evidence-based medicine standard. This chapter will attempt to summarize the recent progress that has been made in this area.

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    ABSTRACT: Os processos expansivos situados ao nível da região selar constituem um variável número de patologias que, apesar da localização semelhante, têm características clínicas, radiológicas, patológicas e origens diferentes. Assim sendo, diferentes tipos de abordagens são utilizados no tratamento cirúrgico destas lesões. Dentre os acessos transcranianos convencionais e os mais sofisticados acessos à base do crânio, o acesso sub-frontal proporciona visão direta das estruturas neurovasculares da região. Este estudo descreve 19 tumores operados por esta via, no período compreendido de fevereiro de 1997 a março de 1998. Onze destas lesões eram adenomas pituitários, 3 eram craniofaringiomas, 2 eram meningiomas, 1 germinoma e 1 lesão inflamatória do nervo óptico. A remoção total dos tumores foi conseguida em 17 casos. Não houve mortalidade operatória e as complicações mais comuns foram: anosmia unilateral, que ocorreu em 12 casos; diabetes insipidus transitório, que acometeu 4 pacientes; e déficit isquêmico progressivo, que ocorreu em 1 paciente. Estes resultados demonstram que a via sub-frontal é uma opção segura para a cirurgia dos tumores desta região.
    Arquivos de Neuro-Psiquiatria 01/2000; DOI:10.1590/S0004-282X2000000100010 · 1.01 Impact Factor