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Nutritional status of adventure racers.

Department of Psychobiology, Federal University of Sao Paulo, Sao Paulo, Brazil. <>
Nutrition (Impact Factor: 3.05). 06/2007; 23(5):404-11. DOI: 10.1016/j.nut.2007.01.001
Source: PubMed

ABSTRACT We describe the usual food intake, body composition, and biochemical profile of adventure racers during their training season and evaluate their energy and nutrient intake in relation to current recommendations for ultraendurance athletes.
Twenty-four adventure race athletes (18 men and 6 women), 24 to 42 y of age, participated in the study. Food intake was determined with a 3-d food record and body composition by plethysmography. Blood samples were obtained from all subjects for biochemical analyses. All assessments were made during the usual training phase.
Female athletes had a higher body fat percentage than did male athletes (20.2 +/- 5.7% versus 12.5 +/- 3.5%). For men and women, food intake was high in protein (1.9 +/- 0.5 g/kg in men, 2.0 +/- 0.4 g/kg in women) and fat (1.6 +/- 0.3 g/kg in men, 1.5 +/- 1.3 g/kg in women). Carbohydrate intake of male athletes was at the lower limit of that recommended (5.9 +/- 1.8 g/kg). For most vitamins and minerals, athletes' intake was adequate, with the exception of magnesium, zinc, and potassium in men and women and vitamin E and calcium in women, which presented a high probability of being inadequate compared with reference values. High blood levels of total cholesterol and low-density lipoprotein cholesterol were found in female athletes (201.0 +/- 44.7 and 104.1 +/- 43.1 mg/dL, respectively) and all other biochemical analyses were within normal reference values.
The adventure racers presented an inadequate nutritional profile when compared with recommendations for endurance exercise. These athletes need to be educated about consuming an adequate diet to meet the nutritional needs of their activity.

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Available from: Ioná Zalcman Zimberg, Jun 23, 2015
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    ABSTRACT: 3 Modificações dietéticas, reposição hídrica, suplementos alimentares e drogas: comprovação de ação ergogênica e potenciais riscos para a saúde Dietary changes, water replacement, food supplements and drugs: evidence of ergogenic action and potential health risks Artigo originAl INTRODUÇÃO A Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Espor-te (SBME) mostrou preocupação com o crescente consumo de suplementos alimentares e drogas quando editou sua primeira publicação sobre o tema em 2003. Naquela ocasião, contou com colaboradores renomados em suas áreas de atuação que produzi-ram um texto que passou a ser referência na elaboração de traba-lhos e matérias sobre o assunto. Este grupo de trabalho, acrescido de nomes não menos importantes, atualizou essas informações, conferiu dogmas e verificou novidades na área sempre tendo a saúde e o bem-estar daqueles que praticam atividade física regular como seu principal objetivo. Nesta revisão, que mantém a estrutura da primeira publicação, constatamos que mudanças ocorreram, embora o consumo des-sas substâncias ditas ergogênicas continue e seja crescente, muitas vezes são oferecidas como sendo a única resposta ao melhor rendimento nas diversas modalidades e práticas esportivas. Devemos saudar o maior envolvimento das autoridades res-ponsáveis pela regulamentação e fiscalização do comércio legal e ilegal destas substâncias em nosso país, ainda tímido, mas vindo ao encontro das necessidades e anseios daqueles que trabalham e pesquisam nas ciências dos esportes. Infelizmente, pudemos também testemunhar o aparecimen-to de novas drogas e métodos, lícitos e ilícitos, que interferem no rendimento e são utilizados principalmente por atletas de alto rendimento, não obstante seu consumo ocorra também em academias, clubes e escolas de esportes, nas mais variadas mo-dalidades, além da crescente utilização de substâncias proibidas, no uso e fabricação, mesmo sem interferir diretamente no de-sempenho esportivo. Não restam dúvidas quanto às mudanças favoráveis da com-posição corporal e a influencia positiva sobre o desempenho esportivo de atletas após o manejo dietético, através do uso da suplementação alimentar para casos específicos. A alimentação saudável e adequada à quantidade de trabalho deve ser entendida e compreendida pelos atletas de alto rendi-mento como sendo o ponto de partida para obter o desempenho máximo e as manipulações nutricionais caracterizam uma estra-tégia complementar. As orientações que constam nesta seção destinam-se a atletas saudáveis, adultos e adolescentes em fase de maturação sexual final. Para os indivíduos que praticam exercícios físicos sem maio-res preocupações com o desempenho, uma dieta balanceada, que atenda às recomendações dadas à população em geral, é suficiente para a manutenção da saúde e possibilitar bom de-sempenho físico.
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    ABSTRACT: Currently, research on athletes focuses on optimizing the nutritional status in order to adjust their minerals requirements. This study was designed to evaluate baseline nutritional status and the effect of a nutritional intervention based on magnesium (Mg) supplementation, on plasma and erythrocyte concentrations of Mg and zinc (Zn), and their relationship with training load. We analyzed training load by recording the training volume, intensity and rating of perceived exertion (RPE) during a four-month period, in 14 high-performance handball players. Intensity was studied in different levels of residual heart rate (RHR). We analyzed nutrient intake and plasma and erythrocyte concentrations of Mg and Zn by FAAS. All biomarkers were measured at baseline, after two months of dietary supplementation with Mg, and after two months without supplementation. RPE was associated with training volume at different intensities of RHR. Mg supplementation significantly increased plasma Mg levels during the supplemented period and preserved for subsequent changes in the non-supplemented period. Erythrocyte concentrations of Mg and Zn show associations between baseline and Mg supplementation. Mg levels were associated with training volume at different intensities after supplementation. In conclusion, our findings in high-performance handball players show that during competition, there is a relationship between erythrocyte Zn and Mg levels, regardless of Mg supplementation or Zn intake. Mg dietary supplementation tended to preserve changes in mineral levels during training and competition.
    Magnesium research: official organ of the International Society for the Development of Research on Magnesium 06/2012; 25(2):79-88. DOI:10.1684/mrh.2012.0311 · 1.56 Impact Factor