Article

Costs of intravenous adverse drug events in academic and nonacademic intensive care units.

The RAND Corporation, Santa Monica, California 90407-2138, USA.
Medical Care (Impact Factor: 2.94). 01/2008; 46(1):17-24. DOI: 10.1097/MLR.0b013e3181589bed
Source: PubMed

ABSTRACT Adverse drug events (ADEs), particularly those involving intravenous medications (IV-ADEs), are common among intensive care unit (ICU) patients and may increase hospitalization costs. Precise cost estimates have not been reported for academic ICUs, and no studies have included nonacademic ICUs.
To estimate increases in costs and length of stay after IV-ADEs at an academic and a nonacademic hospital.
This study reviewed medical records to identify IV-ADEs, and then, using a nested case-control design with propensity-score matching, assessed differences in costs and length of stay between cases and controls.
: A total of 4604 adult ICU patients in 3 ICUs at an academic hospital and 2 ICUs at a nonacademic hospital in 2003 and 2004.
Increased cost and length of stay associated with IV-ADEs.
: Three hundred ninety-seven IV-ADEs were identified: 79% temporary physical injuries, 0% permanent physical injuries, 20% interventions to sustain life, and 2% in-hospital deaths. In the academic ICUs, patients with IV-ADEs had $6647 greater costs (P < 0.0001) and 4.8-day longer stays (P = 0.0003) compared with controls. In the nonacademic ICUs, IV-ADEs were not associated with greater costs ($188, P = 0.4236) or lengths of stay (-0.3 days, P = 0.8016). Cost and length-of-stay differences between the hospitals were statistically significant (P = 0.0012). However, there were no differences in IV-ADE severity or preventability, and the characteristics of patients experiencing IV-ADEs differed only modestly.
IV-ADEs substantially increased hospitalization costs and length of stay in ICUs at an academic hospital but not at a nonacademic hospital, likely because of differences in practices after IV-ADEs occurred.

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    ABSTRACT: A Segurança do doente para além do erro médico ou do erro clínico O erro clínico, os efeitos adversos terapêuticos e a segurança dos doentes: uma análise baseada na evidência cientí ca Segurança do doente: da teoria à prática clínica Erros e acidentes no bloco operatório: revisão do estado da arte Infecções associadas aos cuidados de saúde e segurança do doente Erro medicamentoso em cuidados de saúde primários e secundários: dimensão, causas e estratégias de prevenção Comunicação em saúde e a segurança do doente: problemas e desa os Ergonomia hospitalar e segurança do doente: mais convergências que divergências A magnitude nanceira dos eventos adversos em hospitais no Brasil Perspectivas do Direito da Saúde em Segurança do Doente com base na experiência norte-americana Investigação e inovação em segurança do doente saúde pública Revista portuguesa de publicação semestral Volume temático Número 10 Objetivo: Estimar o volume de recursos financeiros gastos com pacientes com Eventos Adversos em hospitais no Brasil, utilizando informações financeiras disponíveis no Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH-SUS). Metodologia: Estudo descritivo e exploratório sobre a magnitude financeira associada à ocorrência de EAs em hospitais no Brasil. As fontes de dados empregadas foram: informações coletadas no estudo de incidência de EA em hospitais no Brasil (estudo de base) e informações registradas no SIH-SUS. Essas fontes de dados foram encadeadas (linkage). O universo de estudo foram os pacientes internados em dois hospitais públicos de ensino do estado do Rio de Janeiro em 2003. Selecionou-se uma amostra aleatória simples de 622 prontuários de pacientes. Para estimar os custos dos eventos adversos, foram analisados os dias adicionais decorrentes dos EAs avaliados pelos médicos revisores, o tempo de permanência e as informações financeiras do SIH-SUS. Resultados: Nos prontuários de pacientes analisados, 583 pacientes não sofreram EA e 39 (6,3 %) sofreram algum EA. Do total de casos com EA, 25 foram considerados evitáveis (64,1 %). O valor médio pago (R$ 3.195,42) pelo atendimento aos pacientes com EA foi 200,5 % superior ao valor pago aos pacientes sem EA, enquanto o valor médio pago aos pacientes com EA evitável (R$1.270,47) foi apenas 19,5 % superior ao valor médio pago aos pacientes sem EA. Já o observado para os pacientes com EA não evitável (R$ 6.632,84) foi 523,8 % maior que o valor médio dos pacientes sem EA. Os pacientes com EA apresentaram tempo médio de permanência no hospital 28,3 dias superior ao observado nos pacientes sem EA. Extrapolados para o total de internações nos dois hospitais, os eventos adversos implicaram no gasto de R$ 1.212.363,30, que representou 2,7 % do reembolso total. Conclusão: O estudo mostrou que os danos ao paciente decorrentes do cuidado à saúde têm expressivo impacto nos gastos hospitalares e apontou várias razões para supor que os resultados apresentados estejam subestimados. Apesar de ser um estudo exploratório, mostrou que a importância financeira da ocorrência de eventos adversos, que, em parte, implicam em dispêndio de recursos desnecessários que poderiam ser utilizados para financiar outras necessidades de saúde da população. © 2010 Publicado por Elsevier España, S.L. em nome da Escola Nacional de Saúde Pública. Todos os direitos reservados. Documento descargado de http://www.elsevier.es el 16/02/2011. Copia para uso personal, se prohíbe la transmisión de este documento por cualquier medio o formato.
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