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The relation of the femoral physis and the medial patellofemoral ligament.

Saint Alphonsus Regional Medical Center, Boise, Idaho 83702, USA.
Arthroscopy The Journal of Arthroscopic and Related Surgery (Impact Factor: 3.19). 08/2010; 26(8):1083-7. DOI: 10.1016/j.arthro.2009.12.020
Source: PubMed

ABSTRACT The purpose of this study was to determine the origin of the medial patellofemoral ligament (MPFL) relative to the distal femoral physis by use of an indirect radiologic method.
Twenty radiographs from adolescent male and female subjects (10 samples from each group) were used. The subjects studied were all skeletally immature, with an open distal femoral physis. The radiographic technique described by Schöttle et al. was used to identify the origin of the MPFL. Imaging software was used to determine the approximate distance of the MPFL origin relative to the open growth plate of the subjects involved.
In all 20 radiographs the medial physis was found to be distal to the average MPFL insertion point. The mean location for the female physis was 2.7 +/- 1.1 mm distal to the MPFL origin. The mean location for the male physis was 4.6 +/- 2.4 mm distal to the MPFL origin.
Based on an indirect radiographic technique, we found that the origin of the MPFL is just proximal to the femoral physis. Clinical Relevance: This information may be useful when planning medial retinacular surgical procedures in skeletally immature athletes to help avoid clinically significant physeal injury.

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    ABSTRACT: The medial patellofemoral ligament (MPFL) injury has been considered instrumental in lat-eral patellar instability after patellar dislocation. Consequently, the focus on the study ofthis ligament reconstruction has increased in recent years. The MPFL femoral anatomicalorigin point has great importance at the moment of reconstruction surgery, because a graftfixation in a non anatomical position may result in medial overload, medial subluxationof the patella or excessive tensioning of the graft with subsequent failure. In the pediatricpopulation, the location of this point is highlighted by the presence of femoral physis. Theliterature is still controversial regarding the best placement of the graft. We describe twocases of skeletally immature patients in whom LPFM reconstruction was performed. Thefemoral fixation was through anchors that were placed above the physis. With the growthand development of the patients, the femoral origin point of the graft moved proximally,resulting in failure in these two cases.
    Revista Brasileira de Ortopedia 01/2013; 48(5):465-8. DOI:10.1016/j.rboe.2013.01.002
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    ABSTRACT: Esta publicação aborda temas do universo da traumatologia do esporte, que levantam discussões amplas sobre a fisiopatologia, os fatores de risco, as formas ideais de tratamento e as implicações no praticante de esportes. O primeiro tema abrange a dor no universo do esporte, um fenômeno fisiológico fundamental para a manutenção da integridade dos tecidos e, sobretudo, da vida. Apresentamos conceitos, a fisiopatologia dos tipos de dor e as abordagens de tratamento dentre os grupos de patologias mais frequentes no esporte. Especificamente para o ortopedista, a dor é um dos sintomas mais frequentes na prática diária e para o profissional que trabalha com o esporte, seja ele recreacional, amador ou profissional, a dor é um dos parâmetros limitadores do rendimento, gerando como consequências a perda de concentração, a insegurança e até a incapacitação. O segundo tema aborda as luxações patelofemorais; embora muitos estudos apontem para uma grande incidência de luxações da articulação patelofemoral nas populações ativas, poucos deles descrevem as reais taxas de incidência ou examinam os fatores de risco desta lesão. A literatura atual apresenta controvérsias quanto aos fatores de risco e as formas de tratamento nas luxações agudas da patela. Na população de atletas, permanecem as discussões sobre a melhor forma de tratamento e suas relações com os fatores de risco. Embora os estudos englobando pequenas séries de casos apontem para o reparo cirúrgico precoce, grandes estudos prospectivos e randomizados têm mostrado não haver vantagem significante no tratamento cirúrgico comparado ao conservador. O último tema aborda algumas das causas de dores localizadas na região inguinal de caráter crônico nos praticantes de esportes que realizam movimentos rápidos e repetitivos de aceleração e desaceleração, além de mudanças bruscas de direção e rotação. As lesões na região inguinal representam uma parcela menor de todas as lesões no esporte, mas muitas destas lesões permanecem não diagnosticadas ainda nos dias de hoje. Dentre as lesões, descrevemos as “hérnias do esportista”. Muitas são as nomenclaturas utilizadas atualmente para descrever as dores inguinais crônicas, o que desperta dúvidas quanto à fisiopatologia das lesões envolvidas no mesmo local. Boa leitura!
    Edited by Office Editora e Publicidade Ltda, 01/2012; , ISBN: 978-85-87181-26-8
  • Sports Health A Multidisciplinary Approach 01/2014; DOI:10.1177/1941738114543073