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El trabajo de campo y el aprendizaje de la geología

http://www.redined.mec.es/oai/indexg.php?registro=0052002300538 01/1994;
Source: OAI

ABSTRACT En: Alambique : Didáctica de las Ciencias Experimentales Barcelona 1994, n. 2 ; p. 37-45 El trabajo práctico por excelencia en geología es la salida de campo. En este artículo se plantea el sentido y utilidad que tiene este tipo de actividad para el aprendizaje de la geología en los niveles no universitarios. Se caracterizan los modelos de salidas más frecuentes y se formula una propuesta alternativa que participa de una perspectiva constructivista, ejemplificándola con una actividad real desarrollada con alumnos y alumnas de primero de bachillerato unificado polivalente, p. 45

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    ABSTRACT: 1 - INTRODUÇÃO Em consequência das grandes transformações sociais decorridas nos últimos trinta anos, a forma de se entender globalmente a educação mudou. A partir de modelos abstratos e filosóficos, que consideravam a educação como «perfeição», e modelos sociológicos, em que a educação é aceite como «adaptação» e «socialização», surgem outras visões mais activas e pragmáticas reivindicando uma «intervenção» como um conjunto de práticas mediante as quais os grupos sociais procuram promover o desenvolvimento individual dos seus membros. O objectivo desta educação já não é a mera adaptação mas, pelo contrário, despertar pessoas e consciências. Nas palavras de Mounier, filósofo personalista, a educação «tiene como misión despertar seres capaces de vivir y comprometerse como personas» (citado em Róman e Díez, 1994, p. 40). Com esta nova ideia (que não é inovadora, mas apenas a retaguarda de um paradigma que lhe dá forma), os modelos e métodos de ensino empregues tiveram que ser repensados, surgindo a necessidade de uma nova conceptualização daquilo que é e se pretende, globalmente, do ensino e da aprendizagem. Por arraste, e particularmente no ensino das ciências, as transformações foram bem significativas. A maioria das actuais investigações e inovações em didáctica das ciências consideram explicitamente, como base de trabalho, as teorias construtivistas sobre a aprendizagem e as suas consequências no ensino (Johsua e Dupin, 1993). Mudou a própria visão que se tinha sobre a natureza do conhecimento científico e a sua projecção social. Hodiernamente acredita-se num desenvolvimento da ciência com base numa perspectiva construtivista, aceitando-se uma imagem de ciência mais relativista e humilde. Face a estes novos corolários, a investigação em didáctica das ciências introduziu novas orientações na própria concepção do que é ensinar e aprender ciências, quer ao nível da formulação de novos objectivos e selecção e sequência de conteúdos, quer ao nível da conceptualização de novas metodologias,
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    ABSTRACT: O objectivo deste estudo é contribuir para uma melhor compreensão do estádio epistemológico actual da Didáctica das Ciências como uma disciplina emergente. São desenvolvidos vários argumentos a favor desta linha de pensamento. Os autores defendem que a Didáctica das Ciências não é uma aplicação das Ciências da Educação, nem uma projecção intradisciplinar das "disciplinas mãe". O estudo procura, ainda, evidenciar o papel fundamental da investigação nos problemas do ensino e da aprendizagem das ciências, como condição essencial para a evolução da própria Didáctica das Ciências. São discutidas algumas das principais linhas de investigação, destacando-se o caso portugês e espanhol ¿ sem contudo nos limitarmos aos países ibéricos.
    01/2001;
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    ABSTRACT: The learning of geology taught at secondary schools has undergone changes over time. Many researchers look for new strategies or try to reformulate the existing ones in order to improve the methods of teaching this subject and to contribute to the emergence of active, critical and assertive citizens. Fieldwork is an increasingly used strategy for integrated learning in the area of Geosciences. In this investigation, we sought to identify the type and frequency of fieldwork implemented by geology teachers. We also aimed at understanding the importance of fieldwork in the teaching of geosciences. For that purpose, a survey was drafted and answered by 16 Biology and Geology 11 th grade teachers. Results show that the majority of teachers resort to fieldwork up to three times each year. Also, teachers understand that the most adequate type of fieldwork for this level of teaching is Problem Solving Fieldwork. However, the majority of the activities carried out by teachers show that they usually implement Directed Observation Fieldwork type. These results indicate that teachers need to receive training at the level of the implementation of problem solving fieldwork.
    Procedia - Social and Behavioral Sciences 12/2012; 47:829-834. DOI:10.1016/j.sbspro.2012.06.743