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Alcoholic women and men: a comparative study of social and familial aspects and outcome

Revista Brasileira de Psiquiatria (Impact Factor: 1.64). 01/2002; DOI: 10.1590/S1516-44462002000300005
Source: DOAJ

ABSTRACT Objective: Alcoholic men-women ratio has ranged from 14:1 to 2:1, suggesting that female alcoholism should be further studied. The purpose of the current study was to compare alcohol dependence severity and treatment outcome between alcoholic men and women. Methods: In this longitudinal study, 114 male and 57 female alcoholics (ICD-10 criteria), who started treatment between 1990 and 1994 at the Botucatu Medical School Outpatient Clinic, were retrospectively and prospectively assessed up to July 1997. Semi-structured interviews were conducted and the severity of alcohol dependence was assessed (Short Alcohol Dependence Data -- SADD). Results/Conclusions: The results showed poorly structured families, 55.6% of women and 65.7% of men reported relationship problems and 74.1% of women and 61.1% of men reported domestic violence. When compared to men, women started abusing alcohol later in life (p=0.01) and, usually, with their husbands (p=0.00). The course of treatment did not differ between genders. Regardless of gender, the main factors associated with a better response to treatment were: degree of alcohol dependence severity (mildly and moderately dependent users had 5.59-fold better chances of improvement than those severely dependent), religious practice (2.3-fold better chances of improving) and follow-up length, which was negatively associated with chance of improvement (0.68-fold less chance of improvement than those who remained under shorter treatment).

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    ABSTRACT: INTRODUÇÃO: No século XX, as mulheres vivenciaram inúmeras transformações e alcançaram uma participação mais ativa na sociedade.O estudo visa descrever o perfil da clientela feminina, admitida em um serviço de internação psiquiátrica com as transformações históricas, sociais e demográficas.Oferece um retrato comparativo das condições epidemológicas existentes no decorrer da série histórica e os aspectos do meio da condição sociocultural das mulheres do estado. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo epidemiológico descritivo, longitudinal, tipo série histórica de dados, baseado na coleta de dados efetuada no serviço de arquivo médico e de estatísticas de um hospital. Foram analisadas as seguintes variáveis: idade, estado civil, cor, setor profissional, ocupação, classe social e diagnóstico psiquiátrico, todos padronizados conforme os critérios da Classificação Internacional de Doenças, edições 9 e 10. Para identificação dos casos, utilizaram-se todas as primeiras internações de mulheres. RESULTADOS: No decorrer de 70 anos, obteve-se um total de 9.629 indivíduos/casos. Observou-se o predomínio de mulheres na faixa etária de 26 a 45 anos (47,9%), brancas (91,3%), pertencentes ao subproletariado (86,8%), fora da população economicamente ativa (96,7%) e com diagnóstico de transtornos afetivos (28,6%) e psicoses esquizofrênicas (25,2%). Quanto ao estado civil, verificou-se maior presença de mulheres casadas (44,9%). Todavia, na década de 90, as mulheres solteiras representaram 54,4%, enquanto que as casadas perfizeram 39,7% das pacientes. CONCLUSÃO: Foram detectadas mudanças significativas nos motivos para admissão de mulheres nos últimos anos. Sugere-se que as variações tenham sido influenciadas pelos determinantes biológicos das doenças mentais graves e, também de maneira significativa, pelas pressões sociais advindas do novo papel da mulher na sociedade.
    Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul 12/2006; 28(3):245-254.
  • Revista de Saúde Pública 01/2007; 41(5). · 1.22 Impact Factor
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    Revista De Saude Publica - REV SAUDE PUBL. 01/2005; 39(5).

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Jul 4, 2014