Article

Padrão do ciclo sono-vigília e sua relação com a ansiedade em estudantes universitários

Estudos de Psicologia (Natal) 01/2003; DOI: 10.1590/S1413-294X2003000100005
Source: DOAJ

ABSTRACT Neste trabalho, foram investigadas as relações entre o ciclo sono-vigília e a ansiedade. O ciclo sono-vigília e traço e estado de ansiedade foram avaliados em 37 estudantes do segundo ano do curso médico. Os estudantes responderam ao Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh - IQSP, ao Inventário de Estado e Traço de Ansiedade - IDATE e a um questionário de matutinidade - vespertinidade (cronotipo). Todos registraram seu sono em um diário durante duas semanas. Os resultados mostraram que os estudantes de medicina tinham altos escores de traço e estado de ansiedade. Aqueles que tinham maiores escores de traço de ansiedade acordavam mais cedo nos dias de semana e finais de semana enquanto os que apresentavam irregularidade do seu ciclo sono-vigília apresentaram maior estado de ansiedade. Sugere-se que há uma relação entre o ciclo sono-vigília e a ansiedade.

1 Bookmark
 · 
218 Views
  • Source
    [Show abstract] [Hide abstract]
    ABSTRACT: RESUMO Objetivo: Verificar a relação entre qualidade de sono, depressão e ansiedade em universitários dos últimos semestres de cursos da área da saúde. Método: Participaram 49 universitários de uma instituição privada da região do Grande ABC, São Paulo, sendo 36 mulheres e 13 homens, idade média de 25,2 anos (±5,0). Os instrumentos utilizados foram: Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh-BR (IQSP-BR), Inventário de Depressão de Beck (IDB) e Inventário de Ansiedade Traço-Estado (IDATE). Resultados: 100% dos universitários foram classificados como maus dormidores pelo IQSP-BR. Houve correlação positiva estatisticamente significante entre os resultados do IQSP-BR e do IDB (p=0,027; r=0,278). O mesmo ocorreu entre IDATE-Traço e IDB (p=0,007; r=0,350). Conclusão: Há prejuízo no sono destes universitários, sendo que quanto pior a qualidade do sono, mais altos os níveis de depressão, assim como a relação entre presença de níveis de traço de ansiedade e de depressão. PALAVRAS CHAVE: sono, distúrbios do sono, depressão, ansiedade, universitários.
  • Source
    Neurobiologia 01/2010; 73(1):35-39.
  • Source
    [Show abstract] [Hide abstract]
    ABSTRACT: Objective:  This study assessed the effects of an aquatic respiratory exercise-based program in patients with fibromyalgia (FMS).Methods:  Forty women, aged between 20 and 60 years, were randomly assigned into two groups of 20 patients: the aquatic respiratory exercise-based program (ARG) and the control group (CTL). The ARG group performed the exercise program for 1 h, four times a week, for 4 weeks which included: (i) warming-up; (ii) respiratory exercises, consisting of five different breathing patterns, along with upper, lower limbs and trunk movements (45 min); and (iii) relaxation exercises. Both groups were included in supervised recreational activities of 1 h, once a week, for 4 weeks. Questionnaires were applied before and after intervention to assess quality of life and functional capacity (SF-36, Fibromyalgia Impact Questionnaire [FIQ]), anxiety (Hamilton Anxiety Scale [HAS]), and quality of sleep (Pittsburg Sleep Quality Index [PSQI]). Number of tender points and pain (Visual Analogue Scale [VAS]) were also evaluated.Results:  At baseline there was no difference between the two groups, including number of tender points and questionnaire responses. After intervention, the ARG group, compared with the CTL group, showed improvement in SF-36 scores (physical functioning P = 0.001, bodily pain P = 0.001, vitality P = 0.009, social functioning P = 0.001, emotional role P = 0.001), in FIQ (total score P = 0.049, work missed P = 0.036, fatigue P = 0.013, morning tiredness P = 0.007) plus in VAS-pain (P = 0.029), VAS-dyspnea (P = 0.04), anxiety (HAS P = 0.005) and quality of sleep (PSQI P = 0.004).Conclusions:  The short-term aquatic respiratory exercise-based program improved pain, quality of life, functional capacity, anxiety and quality of sleep in patients with FMS and may be a relevant addition to the treatment of these patients.
    International Journal of Rheumatic Diseases 07/2008; 11(2):131 - 140. · 1.65 Impact Factor

Full-text (2 Sources)

View
559 Downloads
Available from
May 21, 2014