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O comportamento de crianças durante atendimento odontológico

Faculdade de Odontologia de Piracicaba -UNICAMP Antonio Bento Alves de Moraes Faculdade de Odontologia de Piracicaba, UNICAMP Áderson Luiz Costa Junior Universidade de Brasília Gláucia Maria Bovi Ambrosano; Faculdade de Odontologia de Piracicaba -UNICAMP
Psicologia: Teoria e Pesquisa 01/2003; DOI: 10.1590/S0102-37722003000100008
Source: DOAJ

ABSTRACT Este trabalho avaliou o comportamento de 6 crianças com história de não - colaboração durante tratamento odontológico, que passaram por 5 sessões odontológicas, nas quais empregou-se o placebo ou o diazepam de maneira duplo - cega, além de estratégias psicológicas de manejo do comportamento (distração, explicação, reforçamento e estabelecimento de regras). As sessões foram filmadas em vídeo - tape, com marcas sonoras a cada 15 segundos, indicativas dos momentos em que os comportamentos emitidos pelos participantes (choro, movimentos de corpo e/ou cabeça, fuga e esquiva) e as estratégias de manejo do comportamento seriam registrados. Os resultados mostraram que o medicamento na dose utilizada foi eficaz para controlar os comportamentos de 1 participante, sendo que os demais não permitiram a realização do tratamento e exibiram aumento crescente da resistência ao tratamento. Parece necessário que a criança seja auxiliada a enfrentar a situação de tratamento nas sessões iniciais, impedindo o aumento da resistência.

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    ABSTRACT: Key-words O objetivo do trabalho é avaliar a percepção de crianças nas idades pré-escolar e escolar, frente aos materiais utilizados nos consultórios odontológicos. Foram analisadas 68 crianças que já ha- viam tido experiência odontológica anterior, divididas em dois grupos: G1: 4 a 7 anos e G2: 8 a 11 anos de idade. Cada criança observou 11 fotografias de itens presentes no consultório, para cada figura a criança apontou um score (de 1-5) da escala facial. Os resultados apontaram alguns itens como: carpule, baixa rotação, perfurador de dique de borracha e isolamento absoluto sugestivos de ocasionar medo generalizado entre as crianças. Além disso, verificou-se que as crianças do grupo 1 apresentaram menor medo objetivo frente a maioria dos instrumentos avaliados. Conclui-se que existem determinados instrumentais que podem causar emoções negativas na consulta odontológica e que as crianças menores de um modo geral apresentam menor medo que as maiores. Odontopediatria, medo, ansiedade * Aluna de graduação da Faculdade de Odontologia - UMSP. ** Doutorando no Programa de Ciências Odontológicas - Área de Concentração Odontopediatria, FoAr - UNESP. *** Doutoras em Odontopediatria pela FOUSP, professoras da Disciplina de Odontopediatria - UMSP. **** Doutoranda no Programa de Ciências Odontológicas - Área de Concentração Odontopediatria, FoAr - UNESP, professora da Disciplina de Odontopediatria - UMSP.
    01/2008;
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    ABSTRACT: Control children behavior during dentistry treatment is one of the big dentists’ challenges. Uncooperative children behavior in pediatric dentistry is a topic of debate among researchers, who look for different explanations like fear, anxiety and aversive experiences for this kind of reaction. Behavior analysis’ research in pediatric dentistry contexts provides evidence that the aversive stimulus as a establishing operation changes the value of other contingencies in the dental context, such as positive reinforcement or distraction, and this is a possible reason for the difficulty of managing children disruptive behaviors. A brief literature review is presented in this work, including the concept of establishing operations, avoidance and escape. Moreover, the function of establishing operations in the pediatric dentistry context is analyzed, suggesting that they establish conditions for the maintenance of children disruptive behavior in the dentistry clinics. Possibilities of intervention with contingencies that reduce aversive proprieties of the situation are discussed.
    Psicologia Ciência e Profissão. 01/2009; 29(3).

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