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Estudo comparativo da classificação do grau de perda auditiva em idosos institucionalizados

Revista CEFAC 01/2009; 11(3). DOI: 10.1590/S1516-18462009005000024

ABSTRACT OBJETIVO: comparar os resultados audiológicos de idosos institucionalizados, levando-se em consideração duas classificações distintas. MÉTODOS: foram avaliados 40 idosos de ambos os sexos, com faixa etária superior a 60 anos. Após levantar a história clínica audiológica e de realizar otoscopia, foram obtidos os limares tonais (via aérea e via óssea) dos indivíduos, com o uso de audiômetro Eymasa, dentro de cabina acústica. RESULTADOS: demonstraram que a classificação proposta pela Recomendação 02/1 do Bureau International d'Audio Phonologie, foi mais sensível quanto a caracterização da perda auditiva na população idosa. CONCLUSÃO: a classificação utilizada pela Recomentação 02/1 é a que melhor representa o grau de perda auditiva nesta população, uma vez que leva em consideração além das freqüências da fala (500, 1k e 2kHz), a freqüência de 4 kHz para o cálculo da média.

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Available from: Heraldo Guida, Dec 22, 2013
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    ABSTRACT: OBJETIVO: Avaliar limitações auditivas de idosos com perda auditiva sensorioneural de grau moderado a severo segundo variáveis escolaridade e grau da perda auditiva, por meio do questionário de auto-avaliação Abbreviate Profile of Hearing Aid Benefit (APHAB). MÉTODOS: Foi aplicado o questionário em 30 idosos antes e após três meses de uso da amplificação. A amostra foi composta por 60% mulheres e 40% homens, com média de idade de 71,6 anos. O grau de escolaridade foi distribuído em três categorias: não-alfabetizado, ensino fundamental e ensino médio. Os dados foram analisados estatisticamente. Os escores foram comparados por sub-escala, e a avaliação geral pela subtração desses escores. Além disso, foi calculada a associação entre benefício e grau de escolaridade e grau de perda auditiva. RESULTADOS: O estudo comparativo entre os escores obtidos na aplicação do questionário sem e com prótese auditiva revelou diferença nas sub-escalas Facilidade de Comunicação, Reverberação e Ruído Ambiental, com valores de p<0,001. Na sub-escala Aversão aos Sons ocorreu piora com a amplificação. Houve melhora no desempenho com prótese auditiva na avaliação geral nas três sub-escalas. Não houve associação entre o benefício obtido com a prótese auditiva, grau de escolaridade e grau de perda auditiva. CONCLUSÃO: Há benefício nas sub-escalas: Facilidade de Comunicação, Reverberação e Ruído Ambiental. Não há associação entre benefício, escolaridade e grau da perda auditiva. O benefício obtido na sub-escala Ruído Ambiental é menor que nas sub-escalas Facilidade de Comunicação e Reverberação.
    Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia 03/2012; 17(1):47-53. DOI:10.1590/S1516-80342012000100010
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    ABSTRACT: The audibility thresholds for the sound frequency of 137 upward- and downward-sloping audiograms showing sensorineural hearing loss were selected and analyzed in conjunction with speech recognition thresholds obtained from individuals seen at a public otolaryngology clinic to determine which frequencies in slope audiograms best represent speech recognition thresholds. The linear regression model and mean square error were used to determine the associations between the threshold values. The mean square error identified larger errors when using thresholds of 500, 1000, and 2000 Hz than when using audibility thresholds of 500, 1000, 2000, and 4000 Hz. The linear regression model showed a higher correlation (91%) between the audiogram thresholds for frequencies of 500, 1000, 2000, and 4000 Hz than for the frequencies of 500, 1000, and 2000 Hz (88%). Frequencies of 500, 1000, 2000, and 4000 Hz were the most significant in predicting the speech recognition threshold.
    Clinics (São Paulo, Brazil) 06/2013; 68(6). DOI:10.6061/clinics/2013(06)15 · 1.42 Impact Factor