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Low physical fitness among fifth- and seventh-grade students, Georgia, 2006.

American journal of preventive medicine (Impact Factor: 4.28). 03/2009; 36(4):304-10. DOI: 10.1016/j.amepre.2008.11.015
Source: PubMed

ABSTRACT The nationwide epidemic of obesity may be due, in part, to declining levels of physical activity, raising the possibility that other components of health-related physical fitness may also be in decline. Few data are available to describe and monitor the physical fitness of children and youth. The Georgia Youth Fitness Assessment was conducted to assess health-related fitness in Georgia's fifth- and seventh-grade students, provide a baseline against which future progress could be measured, and guide public and private leaders and decision makers.
A statewide probability sample of fifth- and seventh-grade students designed to enable grade-specific comparisons by gender, race/ethnicity, and urban/rural status was drawn. Measurements included aerobic capacity; body composition; and muscular strength, endurance, and flexibility. Physical activity during the most recent 3 days was assessed. The survey was conducted in 2006; the data were analyzed in 2007-2008.
Ninety-three schools (86% response rate) and 5248 students (77% response rate) participated. Fifty-two percent of students did not meet the standard for healthy aerobic fitness; 23% did not meet the standard for muscular strength, endurance, and flexibility; 30% were outside the recommended range for BMI. Twenty-two percent did not achieve the recommended 60 minutes of daily moderate-to-vigorous physical activity. All subgroups (e.g., boys/girls, urban/rural) scored poorly.
Substantial numbers of Georgia's fifth- and seventh-grade students exhibit unhealthy levels of physical fitness. These data are consistent with the suggestion that physical inactivity has led to deficient levels of health-related fitness in more areas than just body composition. Monitoring all components of health-related fitness would provide helpful information about the health of children and youth.

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    ABSTRACT: Nota de apresentação Vivemos tempos de crise, mas isso não nos pode impedir de problematizar, refletir, debater e fazer propostas para operacionalizar o que defendemos. Antes pelo contrário, enquanto educadores, temos a responsabilidade e a obrigação de estimular e desenvolver o espírito crítico, a capacidade empreendedora, a curiosidade, a pesquisa, o levantamento de hipóteses, a apresentação de alternativas, ou seja, comportamentos mais produtores que reprodutores. Com a publicação desta obra, intitulada “Problemáticas da Educação Física I”, pretendemos perpetuar o contributo de todos aqueles que, de uma forma empenhada e graciosa, aceitaram compartilhar as suas investigações, projetos, ideias e vivências, em duas Ações de Formação Científico-Pedagógicas, realizadas no âmbito do Estágio do Mestrado em Ensino de Educação Física nos Ensinos Básico e Secundário, da Universidade da Madeira. Esta publicação está dividida em duas partes, a primeira intitulada “A Avaliação em Educação Física”, relativa a uma ação realizada em 2013, e a segunda intitulada “Programa Nacional de Educação Física - da Teoria à Prática”, realizada em 2014. No que respeita à organização dos textos, optámos por não os hierarquizar em função da tipologia das comunicações mas antes por manter a sequência em que ocorreram, em cada uma das Ações, de forma a preservar a coerência do conjunto. Esperamos que, com a diversidade de posições que aqui são expressas, muitas vezes antagónicas, possamos contribuir para aprofundar a reflexão e o debate em torno do Processo Pedagógico, da Escola e da Educação Física, num contexto em permanente mudança.
    Edited by Universidade da Madeira, 12/2014; , ISBN: 978-989-8805-00-3.
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    ABSTRACT: Uma participação ao longo da vida em atividades físicas tem um impacto positivo e significado na saúde e bem-estar. Os indivíduos menos ativos apresentam maior risco de morrer de doença do coração e desenvolver diabetes, cancro do cólon e pressão arterial elevada, comparativamente aos mais ativos. Os objetivos do presente artigo foram: (1) analisar e interpretar o Programa Nacional de Educação Física (PNEF) no que respeita à aprendizagem dos processos de desenvolvimento e manutenção da condição física; (2) consciencializar para os benefícios da participação em atividades físicas, e (3) propor metodologias a aplicar na escola para promover e educar as crianças e adolescentes para o envolvimento em atividades físicas. A “Aprendizagem dos processos de desenvolvimento e manutenção da condição física” é matéria nuclear no PNEF, e pretende sobretudo formar alunos com conhecimentos, atitudes e skills para serem ativos para a vida toda. A Educação Física assume um papel fundamental na promoção e educação para a atividade física (AF) e aptidão. A escola, e particularmente a aula de Educação Física, assume-se como um espaço importante na preparação da maioria das crianças e adolescentes para viverem de forma fisicamente ativa. Neste sentido, estratégias e diretrizes de intervenção nas escolas para aumentar a AF dos seus alunos devem tomar várias direções. São exemplos as intervenções com múltiplas componentes, a melhoria dos programas de Educação Física, a implementação de programas e atividades não curriculares, a integração de uma componente digital individualizada, e intervenções centradas em grupos especiais. Estas estratégias têm resultado numa redução da prevalência de inatividade física entre os alunos. Palavras-chave: Autonomia, Atividade Física e Aptidão, Educação Física, PNEF, Saúde
    PROGRAMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA - DA TEORIA À PRÁTICA; 12/2014
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    ABSTRACT: Purpose: In addition to excess adiposity, low cardiorespiratory fitness (CRF) and low musculoskeletal fitness (MSF) are important independent risk factors for future cardio-metabolic disease in adolescents, yet global fitness surveillance in adolescents is poor. The objective of this study was to describe and investigate geographical variation in levels of health-related physical fitness, including CRF, MSF, body mass index (BMI), and waist circumference (WC) in Chilean 8th graders. Methods: This cross-sectional study was based on a population-based, representative sample of 19,929 8th graders (median age = 14 years) in the 2011 National Physical Education Survey from Chile. CRF was assessed with the 20-meter shuttle run test, MSF with standing broad jump, and body composition with BMI and WC. Data were classified according to health-related standards. Prevalence of levels of health-related physical fitness was mapped for each of the four variables, and geographical variation was explored at the country level by region and in the Santiago Metropolitan Area by municipality. Results: Girls had significantly higher prevalence of unhealthy CRF, MSF, and BMI than boys (p<0.05). Overall, 26% of boys and 55% of girls had unhealthy CRF, 29% of boys and 35% of girls had unhealthy MSF, 29% of boys and 44% of girls had unhealthy BMI, and 31% of adolescents had unhealthy WC. High prevalence of unhealthy fitness levels concentrates in the northern and middle regions of the country and in the North and Southwest sectors for the Santiago Metropolitan Area. Conclusion: Prevalence of unhealthy CRF, MSF, and BMI is relatively high among Chilean 8th graders, especially in girls, when compared with global estimates. Identification of geographical regions and municipalities with high prevalence of unhealthy physical fitness presents opportunity for targeted intervention.
    PLoS ONE 09/2014; 9(9):e108053. DOI:10.1371/journal.pone.0108053 · 3.53 Impact Factor