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POR UMA ÉTICA DA PSICOLOGIA JURÍDICA APLICADA AO DIREITO DE FAMÍLIA

ABSTRACT Psicóloga clínica e jurídica em São Paulo; autora da obra Psicologia Jurídica no Processo Civil Brasileiro (Rio de Janeiro: Forense, 2009), e de outras obras e artigos na área da Psicologia Jurídica de Família; docente de Psicologia Jurídica aplicada ao Direito de Família na UNISA e em seu consultório particular; diretora científica da ALPJF no Brasil (site: INTRODUÇÃO: PSICOLOGIA JURÍDICA DA FAMÍLIA, UMA CIÊNCIA EM EXPANSÃO A Psicologia Jurídica vem se consolidando como uma área de atuação em plena expansão, como importante campo do conhecimento científico para a Psicologia em interface com as ciências jurídicas. Portanto, nada mais atual do que pesquisar e discutir os principais temas que abrangem esta atividade científica (SILVA. In: SILVA (coord.), 2007, pp.6-7). Os principais acontecimentos da sociedade, sejam eles transformações da instituição familiar, seja a escalada da violência adulta e juvenil, passando pelos danos psíquicos decorrentes de danos morais; todas essas situações recorrem, direta ou indiretamente, ao auxílio do Judiciário para dirimir as questões relevantes, instância que vem requisitando, com maior destaque e importância nos últimos tempos, dos aportes da Psicologia. O intuito é basear-se nela como ciência para compreender o comportamento humano e para subsidiar as decisões que melhor atendam às demandas sociais. Assim, conceitos da Medicina, da Criminologia, da Sociologia, da Filosofia, da Política e, com mais intensidade nos últimos tempos, do Direito, vêm buscando amparo da Psicologia para complementar sua compreensão acerca do comportamento humano.

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