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The influence of amphetamine addiction on pregnancy and the newborn infant.

Department of Pædiatrics, Karolinska Institutet, St. Göran's Hospital, Stockholm, Sweden
Acta paediatrica (Impact Factor: 1.77). 02/1978; 67(1):95-9. DOI: 10.1111/j.1651-2227.1978.tb16283.x
Source: PubMed

ABSTRACT The influence of amphetamine addiction on pregnancy and the newborn infant has been studied retrospectively in 23 cases. Six of the mothers claimed to have discontinued their abuse in early pregnancy, while the remaining 17 mothers continued throughout. In comparison with the average number of visits by pregnant Swedish women to maternal health centres, the 17 women who continued their abuse made significantly fewer visits, although there was a wide variation. Complications related to pregnancy and delivery were few, however. One child with a myelomeningocele was stillborn. Six children were preterm and three small for gestational age. Two full-term children were extremely drowsy and in need of tube feeding, symptoms that might be due to the maternal abuse. Eight of the ten mothers, who had previous children placed in foster homes by the Social Welfare Department, left the hospital with their newborn infant in their care as well as all the eleven primiparae.

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    ABSTRACT: . The adverse effects of amphetamine addiction during pregnancy and the neonatal period were studied in 69 Swedish women. Almost one-third of the women (Group I) succeeded in overcoming their addiction in early pregnancy. The women in Group I (n = 17), unlike those in Group II (n = 53), received the same amount of prenatal care as the average Swedish woman. An increased rate of preterm deliveries (25%) as well as a higher perinatal mortality (7.5%) was found in Group II. During the neonatal period an increased incidence of mother-infant separation was found since many of the infants (46%) were transferred to pediatric wards for medical and social reasons. All new-borns in Group I and 74% of infants born to mothers with continuous amphetamine addiction throughout pregnancy remained in their mother's custody following discharge from the maternity clinic.
    Acta Obstetricia Et Gynecologica Scandinavica 01/1981; 60(3). · 1.99 Impact Factor
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    ABSTRACT: Aceito para publicação em 16 de novembro de 1978. O consumo de drogas que produzem dependência vem au-mentando, generalizando-se e, o que é mais preocupante, atin-gindo grupos etários cada vez mais baixos. O pediatra é envol-vido neste problema porque, ao menos em países onde existem estudos estatísticos a respeito, 85% das mulheres consumido-ras de drogas estão na idade fértil, ou seja, entre 15 e 40 anos 50 , e, cerca de 30% são consumidoras antes dos 20 anos, o que permite um período produtivo em contacto com a droga poten-cialmente prolongado ?8 Nos Estados Unidos, admitia-se existir na cidade de Nova Iorque, em 1971, cerca de 100.000 heroíno-dependentes 90 e a incidência de recém-nascidos de mães droga-dependentes em um hospital municipal no ano de 1972 foi calculada em 1 para cada 27 nascimentos 8H . A situação, no entanto, é universal e, como acentuaram Rothstein e Gould íí8 , obriga aqueles que tra-balham no campo da medicina perinatal a terem um conhecimen-to adequado das manifestações de abstinência no recém-nascido e das implicações sobre o crescimento e desenvolvimento da criança que nasce de mãe dependente. Em revisão realizada em 1959, Cobrinik & cois. 7 citaram cerca de 304 casos de crianças nascidas de mães dependentes de heroína até então descritos na literatura, além de 22 por eles estudados. Em 1963, Hill & Desmond 25 acrescentaram mais 56 casos de dependência neonatal, além de 4 por eles descritos. Zelson & cois. 90 encontraram na literatura, de 1963 a 1969, cerca de 63 casos e relataram em apenas um hospital de Nova Iorque (Metropolitan Hospital Center) 384 recém-nascidos de mães de-pendentes no período de 1960 a 1969, quando ocorreram cerca de 35.270 nascidos vivos, resultando em uma proporção de 1 recém-nascido dependente para 90 nascidos vivos. A síndroma de abstinência ocorreu em 259 dos recém-nascidos expostos.
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