Article

Psychiatric disorders in adopted children: a profile from the Ontario Child Health Study.

Department of Psychiatry, Chedoke-McMaster Hospital, Hamilton, Ontario.
Canadian journal of psychiatry. Revue canadienne de psychiatrie (Impact Factor: 2.41). 12/1992; 37(9):627-33.
Source: PubMed

ABSTRACT Studies of clinical populations suggest that adopted children are overrepresented among children using mental health facilities, whereas studies using non clinical populations of adopted children have reached mixed conclusions about whether or not there is an increased psychological risk associated with adoption. Data from the Ontario Child Health Study, a community survey of children aged four to 16 years, which included a subpopulation of adopted children, were used to: 1. profile the characteristics of adoptive families; 2. examine the strength of adoptive status as a marker for psychiatric and educational morbidity; and 3. determine the extent to which adoptive status has an independent relationship with psychiatric and educational morbidities. The findings were: 1. adoptive mothers were significantly older than non adoptive mothers, but otherwise adoptive families did not differ significantly from non adoptive families, 2. adoption in boys, but not in girls, was a significant marker for psychiatric disorder and poor school performance; adoption in adolescent girls was a significant marker for substance use; and 3. multivariate analyses demonstrated no independent effect of adoption on psychiatric disorder or poor school performance; for adolescents, adoptive status did have an independent relationship with substance use for girls. The implications of these findings will be discussed.

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    ABSTRACT: INTRODUÇÃO/OBJETIVOS: Estudos realizados em diferentes países demonstram que a proporção de crianças e adolescentes adotivos atendidos em clínicas psiquiátricas é maior em relação à verificada nas demais clínicas e na população em geral. O objetivo deste estudo é verificar a prevalência de adoção em amostra clínica e não-clínica, identificando possíveis associações entre tipos de adoção (extrafamiliar e intrafamiliar) e procura de serviço psiquiátrico. MÉTODOS: Estudo de corte transversal, envolvendo crianças de seis a 14 anos: amostra clínica (G1) de um serviço de psiquiatria da infância e da adolescência de uma região da cidade de São Paulo (n=551) e amostra não-clínica (G2) de uma escola localizada na mesma região (n=365). RESULTADOS: A proporção de meninos foi significantemente maior no G1 que no G2 (p<0,001). Observou-se maior prevalência de adoção no G1 (7,4%) que no G2 (4,1%; p=0,048). Entre as crianças adotivas, predominaram a adoção extrafamiliar, na amostra clínica (73,2%), e a intrafamiliar, na amostra não-clínica (60,0%; p=0,030). Entre os meninos adotivos (n=32), também predominaram a adoção extrafamiliar no G1 (80,8%) e a intrafamiliar no G2 (66,7%; p=0,038). Entre as meninas adotivas (n=24), não foram constatadas diferenças entre os grupos G1 e G2 quanto à proporção de adoção extrafamiliar e intrafamiliar (p=0,675). CONCLUSÕES: Os dados sugerem que: (1) crianças adotivas são freqüentemente levadas a serviços de saúde mental; (2) a adoção intrafamiliar é a mais comum na população geral, porém são as crianças adotivas extrafamiliares que mais procuram as clínicas psiquiátricas; e (3) meninos em geral e meninos adotivos extrafamiliares são mais freqüentemente levados a serviços de saúde mental que seus pares do sexo feminino.
    Revista Brasileira de Psiquiatria 01/2001; · 1.64 Impact Factor
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    ABSTRACT: Introdução/Objetivos: Estudos realizados em diferentes países demonstram que a proporção de crianças e ado- lescentes adotivos atendidos em clínicas psiquiátricas é maior em relação à verificada nas demais clínicas e na população em geral. O objetivo deste estudo é verificar a prevalência de adoção em amostra clínica e não-clínica, identificando possíveis associações entre tipos de adoção (extrafamiliar e intrafamiliar) e procura de serviço psiquiátrico. Métodos: Estudo de corte transversal, envolvendo crianças de seis a 14 anos: amostra clínica (G1) de um serviço de psiquiatria da infância e da adolescência de uma região da cidade de São Paulo (n=551) e amostra não-clínica (G2) de uma escola localizada na mesma região (n=365). Resultados: A proporção de meninos foi significantemente maior no G1 que no G2 (p
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    ABSTRACT: To evaluate cognitive and neuropsychological abilities of adopted delinquent adolescents in institutional care. Transnationally adopted adolescents admitted to institutional care (n = 20) and non-delinquent controls who were also transnationally adopted (n = 21) were compared concerning the Wechsler Intelligence Scale for Children and Adults (WISC and WAIS), the Wisconsin Card Sorting Test (WCST) and the Tower of London test (TOL). The adoptive parents answered questions about the adoption, early childhood and family circumstances by a questionnaire sent by mail. The adopted delinquents had a significantly lower IQ and significantly lower results on several other measurements in the WISC/WAIS compared to the controls even after adjustment for age of arrival in the adoptive home. Both groups of adoptees scored low in the WISC/WAIS subscale of arithmetics when compared to the population mean. The TOL test showed that the delinquents were slower and made more errors than the controls. The delinquent adoptees scored significantly lower on many variables in the WISC/WAIS. Both delinquent and non-delinquent adoptees had some difficulties with arithmetic. The weak performances in arithmetics might point to some weaknesses in the neuropsychological domain. These results probably have complex explanatory causes and need to be further evaluated.
    Acta Paediatrica 11/2004; 93(11):1507-13. · 1.84 Impact Factor