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Religious attitudes regarding organ donation.

ABSTRACT This study of seminary students, religious leaders, and hospital chaplains illustrates the importance of educating clergy about organ donation. Religious objections are often cited as a reason for refusal to give consent for donation. Results of this study show that most clergy are supportive of organ donation. However, the survey pointed out some misunderstanding of the concept of brain death. Thus, although the clergy are supportive and influential, they tend not to receive medical information that is key to the donation process. Further education specifically focused on religious leaders is needed.

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    Revista Brasileira de Terapia Intensiva 01/2007; 19(2).
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    ABSTRACT: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Por ser um conceito relativamente novo e pouco divulgado na sociedade, o diagnóstico de morte encefálica (ME) ainda não é bem aceito pela população em geral, inclusive entre médicos e estudantes de Medicina. O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento de uma amostra de estudantes de Medicina sobre o protocolo diagnóstico de ME. MÉTODO: Estudo descritivo de corte transversal, avaliando acadêmicos de duas faculdades de Medicina de Salvador-BA. Foi distribuído um questionário auto-aplicável composto por questões referentes à conhecimento, técnico e ético, contidos na Resolução nº 1.480/97 do Conselho Federal de Medicina, que dispõe sobre os critérios para caracterização de ME. RESULTADOS: Foram avaliados 115 estudantes. A média de acertos nas 14 questões sobre o conhecimento dos critérios da ME foi de 6,7 ± 1,8; sendo maior entre os estudantes que haviam assistido alguma apresentação sobre ME. A maioria dos estudantes (87,4%) soube identificar os pacientes candidatos ao protocolo de ME. No entanto, apenas 5,2% e 16,1% dos estudantes acertaram, respectivamente, os testes clínicos e complementares que devem ser realizados durante o protocolo. Frente a um paciente não-doador com diagnóstico confirmado de ME, 66,4% referiram que o suporte artificial de vida deve ser suspenso. Apenas 15% dos estudantes entrevistados já avaliaram um paciente com ME, sendo este percentual maior entre os que já haviam realizado estágio em UTI (38,2% versus 5,1%; p < 0,001). CONCLUSÕES: Os resultados deste estudo apontaram para um conhecimento limitado dos estudantes avaliados sobre os critérios para caracterização da ME, principalmente em relação à sua abordagem prática.
    Revista Brasileira de Terapia Intensiva 06/2007; 19(2):144-150.
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    ABSTRACT: Little is known about racial/ethnic differences in preferred methods of disclosing deceased organ donation intentions among persons not previously designating their organ donation preferences publicly or the association of medical mistrust with preferences. We surveyed 307 United States (US) adults who had not yet designated their donation intentions via drivers' licenses or organ donor cards (nondesignators) to identify their preferred disclosure methods (personal discussions with family, physicians, or religious representatives or public registration via mail/telephone/computer, workplace, place of religious worship, or grocery store/bank/post office) and to assess the association of mistrust with preferences. In multivariable models, we assessed racial/ethnic differences in preferences and the influence of medical mistrust on preferences. Nondesignators most preferred discussions with physicians (65%) or family members (63%). After adjustment, African Americans (AAs) were more likely than Whites to prefer discussion with religious representatives. In contrast, AAs and Hispanics were less likely than Whites to prefer registration at a workplace or through mail/telephone/computer. Medical mistrust was common and associated with less willingness to disclose via several methods. Encouraging donation intention disclosure via discussions with physicians, family, and religious representatives and addressing medical mistrust could enhance strategies to improve nondesignators' donation rates.
    Transplant International 07/2011; 24(10):999-1007. · 3.16 Impact Factor