Article

Prevalence of antibodies to selected viruses in a long-term closed breeding colony of rhesus macaques (Macaca mulatta) in Brazil

Oswaldo Cruz Foundation, Centro de Criação de Animais de Loboratório, Rio de Janeiro, Brazil.
American Journal of Primatology (Impact Factor: 2.14). 03/2003; 59(3):123-8. DOI: 10.1002/ajp.10069
Source: PubMed

ABSTRACT The rhesus macaque breeding colony of the Oswaldo Cruz Foundation (FIOCRUZ) was established in 1932 from a founding stock of 100 animals. This population has remained closed to new animal introductions for almost 70 years. A serologic survey was performed to determine the prevalence of antibodies to selected viruses as a first approach to identifying viral pathogens endemic in this population. Banked serum samples were tested for antibodies to simian immunodeficiency virus (SIV), simian T-lymphotropic virus (STLV), simian type D retrovirus (SRV), cercopithecine herpesvirus type-1 (B virus), rhesus cytomegalovirus (RhCMV), measles virus (MV), and hepatitis A virus (HAV). All samples were negative for antibodies against the simian retroviruses. The overall prevalence of antibodies was 95% for RhCMV, 45% for B virus, 35% for HAV, and 1% for MV. Prevalence was found to vary by age group.

0 Followers
 · 
84 Views
  • Source
    [Show abstract] [Hide abstract]
    ABSTRACT: Congenital human cytomegalovirus (HCMV) infection has long been recognized as a threat to the developing fetus, even though studies have shown that only a subset of congenital infections results in clinical signs of disease. Among the estimated 8000 children who develop sequelae from congenital CMV infection each year in the United States alone, most suffer permanent developmental defects within the central nervous system. Because there is currently no approved vaccine for HCMV, and anti-HCMV drugs are not administered to gravid women with congenital infection because of potential toxicity to the fetus, there is a clear clinical need for effective strategies that minimize infection in the mother, transplacental transmission of the virus, and/or fetal disease. Animal models provide a method to understand the mechanisms of HCMV persistence and pathogenesis, and allow for testing of novel strategies that limit prenatal infection and disease. The rhesus macaque model is especially well suited for these tasks because monkeys and humans share strong developmental, immunological, anatomical, and biochemical similarities due to their close phylogenetic relationship. This nonhuman primate model provides an invaluable system to accelerate the clinical development of promising new therapies for the treatment of human disease. This review addresses salient findings with the macaque model as they relate to HCMV infection and potential avenues of discovery, including studies of intrauterine CMV infection. The complexity of the natural history of HCMV is discussed, along with the ethical and logistical issues associated with studies during pregnancy, the recent contributions of animal research in this field of study, and future prospects for increasing our understanding of immunity against HCMV disease.
    ILAR journal / National Research Council, Institute of Laboratory Animal Resources 02/2006; 47(1):49-64. DOI:10.1093/ilar.47.1.49 · 1.05 Impact Factor
  • Source
    [Show abstract] [Hide abstract]
    ABSTRACT: A hepatite A é uma zoonose causada pelo vírus da Hepatite A (HAV), um picornavirus que tem como hospedeiros naturais os primatas humanos e não humanos. Existe apenas um sorotipo, porém várias cepas, divididas em 7 génotipos, sendo que 3 destes são estritamente de cepas humanas e 3 contêm apenas cepas símias. O genótipo III possui tanto cepas humanas como de primatas não humanos. A variação genética entre as cepas de um mesmo genótipo é de no máximo 15%. Já a variação antigênica entre todas as cepas é praticamente inexistente; por isso pode-se utilizar os testes diagnósticos empregados para humanos em primatas não humanos. A infecção pelo vírus da hepatite A se dá pela via fecal-oral, ou seja, o animal ingere o vírus por meio de alimento ou objetos contaminado e, após replicação do vírus no fígado, ele é eliminado nas fezes. A manifestação clínica da doença em primatas e crianças é geralmente assintomática; mas quando presente, é inespecífica e varia de quadros brandos até a morte do animal. O diagnóstico é feito por métodos sorológicos, através da detecção de anticorpos específicos anti-HAV, ou através da detecção de antígeno viral nas fezes durante a fase aguda da doença. A presença de IgM anti-HAV indica infecção aguda ou recente, ao contrário dos anticorpos do grupo IgG, que são encontrados a partir da fase de convalecença e permanecem presentes por vários anos. O objetivo deste trabalho foi de pesquisar. (Continuação) do DEPAVE e 48,9% (206/421) de zoológicos do Estado de São Paulo. As amostras foram testadas para IgM e anti-HAV total com teste imunoenzimático. As amostras positivas ou suspeitas foram reanalisadas. Todas as amostras foram negativas para IgM, ou seja, nenhum animal testado apresentava infecção aguda, portanto a pesquisa para o antígeno viral não pode ser realizada. Em relação ao anti-HAV total, todas os animais de vida livre foram negativos, assim como os animais mantidos no Departamento de Parques e Áreas Verdes do Município de São Paulo (DEPAVE). As porcentagens de animais positivos do CPRJ e de zoológicos/criadores foram respectivamente 4% (5/125) e 7,6% (17/223), demonstrando que uma parcela da população de primatas em cativeiro já esteve em contato com este vírus. A prevalência encontrada de anticorpos anti-HAV neste trabalho ficou abaixo do esperado, pois sabe-se que o índice de animais positivos em cativeiro é bastante alto. As razões para esta baixa prevalência são discutidas. Já a menor frequência de animais positivos observada na população do CPRJ era esperada, pois como se trata de um centro de pesquisas onde não há visitação pública, os animais têm menos contato com humanos, e estes são, sabidamente, a maior fonte de infecção para os primatas não humanos mantidos em cativeiro. Estes resultados nos levam a supor que a hepatite A não é uma doença de risco para a população de primatas neotropicais, tant. Dissertação (Mestrado).
  • [Show abstract] [Hide abstract]
    ABSTRACT: The long-term management of breeding colonies requires some measure of genetic diversity in the animal population. For the maintenance of breeding colonies of monkeys used for biomedical research, known pedigrees supply precise data to determine the genetic status of colonies. We present data of genetic analyses in an old closed colony of rhesus macaques (Macaca mulatta) that was established in 1932 with 100 animals. For more than 40 years, the animals were kept on an isolated island and, in 1980, single-male breeding groups were established. A total of 333 DNA samples of these animals were typed to 20 microsatellite markers using multiplex PCR in order to verify inbreeding coefficient (alpha) and level of heterozygosity. We found an average heterozygosity of 64% and obtained alpha=-0.03293 (+/-0.00573). Our results indicate that the reproductive strategy used was effective because consanguineous breeding was avoided. A continuous genetic program must be carried out in order to obtain better quality primates for biomedical research.
    Primates 08/2004; 45(3):183-6. DOI:10.1007/s10329-004-0084-x · 1.40 Impact Factor